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<title>Metal Zone Podcast</title>
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<itunes:subtitle>Metal Zone Podcast 2007</itunes:subtitle>
<itunes:summary>Podcast da revista eletrônica especializada em metal e suas vertentes Metal Zone.</itunes:summary>
<description>Podcast da revista eletrônica especializada em metal e suas vertentes Metal Zone.</description>
<language>pt-br</language>
<copyright>Metal Zone - 2007</copyright>
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   <itunes:name>Filipe Souza</itunes:name>
   <itunes:email>filipe@metalzone.com.br</itunes:email>
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<managingEditor>filipe@metalzone.com.br (Filipe Souza)</managingEditor>
<itunes:author>Filipe Souza</itunes:author>
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   <title>Metal Zone Podcast</title>
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<pubDate>Fri, 21 Nov 2008 19:58:56 -0800</pubDate>
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    <pubDate>Sun, 06 May 2007 20:03:06 -0700</pubDate>
    <title>Postwar - Attack (9.0/10 - 2006)</title>
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    <dc:creator>filipeslatanick</dc:creator>
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    <itunes:keywords>Resenhas de Cds</itunes:keywords>
    <category>Resenhas de Cds</category>
    <itunes:subtitle>Postwar &#8211; Attack
Independent
CD-demo
2006
Thrash Metal
Nota: 9.0

	01. Save your Sinful God
02. The Punishment
03. Evil Leader
04. The Doomsday
05. Tyranny

	Excelente grupo vindo de Santo Andr&#233; (ABC paulista).  O grupo &#233; parte dessa leva </itunes:subtitle>
    <itunes:summary>Postwar &#8211; Attack
Independent
CD-demo
2006
Thrash Metal
Nota: 9.0

	01. Save your Sinful God
02. The Punishment
03. Evil Leader
04. The Doomsday
05. Tyranny

	Excelente grupo vindo de Santo Andr&#233; (ABC paulista).  O grupo &#233; parte dessa leva de bandas que apostam na maravilhosa qu&#237;mica Slayer + Pantera + personalidade pr&#243;pria para fazer thrash metal.

	A banda foi criada em 2001 passou por aquelas costumeiras mudan&#231;as de forma&#231;&#227;o e chegaram a encerrar as atividades por um ano em 2004.  A decis&#227;o de encerrar o trabalho do grupo foi repensado e voltaram em 2005 com a demo Attack.

	A produ&#231;&#227;o da demo &#233; boa e as composi&#231;&#245;es melhores ainda.  Realmente em algumas passagens percebe-se a influencia de Slayer e Pantera o que qualifica e muito o trabalho da rapazeada.

	O cd come&#231;a muito bem com &#8220;Save Your Sinful God&#8221;, outro bom momento &#233; a slayeriana &#8220;Evil Leader&#8221;.  Musicalmente os m&#250;sicos s&#227;o muito bons, com instrumental bem trabalhado, bases que empolgam e a voz de Cleber Orsioli t&#234;m a personalidade que as letras e a banda pede.

	Um ponto alto da banda foi a organiza&#231;&#227;o e a qualidade com que o material foi enviado, al&#233;m da demo com capinha e encarte com as letras em ingl&#234;s e portugu&#234;s, enviaram um outro cd com arquivos digitais como a capa do cd, foto da banda, logo e release, algo rar&#237;ssimo de acontecer.

	O Postwar &#233; uma banda muito indicada para quem acompanha essa nova safra de grupos thrash que o pa&#237;s produz. Se voc&#234; gosta do estilo e acompanha de perto comprando demos e cds, anota esse nome ai: Postwar.</itunes:summary>

    <description>&lt;p&gt;Postwar &amp;#8211; Attack&lt;br /&gt;
Independent&lt;br /&gt;
CD-demo&lt;br /&gt;
2006&lt;br /&gt;
Thrash Metal&lt;br /&gt;
Nota: 9.0&lt;/p&gt;

	&lt;p&gt;01. Save your Sinful God&lt;br /&gt;
02. The Punishment&lt;br /&gt;
03. Evil Leader&lt;br /&gt;
04. The Doomsday&lt;br /&gt;
05. Tyranny&lt;/p&gt;

	&lt;p&gt;Excelente grupo vindo de Santo Andr&amp;#233; (ABC paulista).  O grupo &amp;#233; parte dessa leva de bandas que apostam na maravilhosa qu&amp;#237;mica Slayer + Pantera + personalidade pr&amp;#243;pria para fazer thrash metal.&lt;/p&gt;

	&lt;p&gt;A banda foi criada em 2001 passou por aquelas costumeiras mudan&amp;#231;as de forma&amp;#231;&amp;#227;o e chegaram a encerrar as atividades por um ano em 2004.  A decis&amp;#227;o de encerrar o trabalho do grupo foi repensado e voltaram em 2005 com a demo Attack.&lt;/p&gt;

	&lt;p&gt;A produ&amp;#231;&amp;#227;o da demo &amp;#233; boa e as composi&amp;#231;&amp;#245;es melhores ainda.  Realmente em algumas passagens percebe-se a influencia de Slayer e Pantera o que qualifica e muito o trabalho da rapazeada.&lt;/p&gt;

	&lt;p&gt;O cd come&amp;#231;a muito bem com &amp;#8220;Save Your Sinful God&amp;#8221;, outro bom momento &amp;#233; a slayeriana &amp;#8220;Evil Leader&amp;#8221;.  Musicalmente os m&amp;#250;sicos s&amp;#227;o muito bons, com instrumental bem trabalhado, bases que empolgam e a voz de Cleber Orsioli t&amp;#234;m a personalidade que as letras e a banda pede.&lt;/p&gt;

	&lt;p&gt;Um ponto alto da banda foi a organiza&amp;#231;&amp;#227;o e a qualidade com que o material foi enviado, al&amp;#233;m da demo com capinha e encarte com as letras em ingl&amp;#234;s e portugu&amp;#234;s, enviaram um outro cd com arquivos digitais como a capa do cd, foto da banda, logo e release, algo rar&amp;#237;ssimo de acontecer.&lt;/p&gt;

	&lt;p&gt;O Postwar &amp;#233; uma banda muito indicada para quem acompanha essa nova safra de grupos thrash que o pa&amp;#237;s produz. Se voc&amp;#234; gosta do estilo e acompanha de perto comprando demos e cds, anota esse nome ai: Postwar.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;a href="http://www.metalzone.com.br/podcast/pod/metalzone-podcast-2007-05-06-82186.mp3"&gt;File Download (11:37 min / 21 MB)&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;</description>

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    <pubDate>Sun, 06 May 2007 19:04:59 -0700</pubDate>
    <title>Trivium- The Crusade (10/10 - 2006)</title>
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    <itunes:author>filipeslatanick</itunes:author>
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    <itunes:keywords>Resenhas de Cds</itunes:keywords>
    <category>Resenhas de Cds</category>
    <itunes:subtitle>Trivium
The Crusade
&#8250;&#8250; Roadrunner Records
&#8250;&#8250; Vers&#227;o: Nacional
&#8250;&#8250; G&#234;nero: Thrash Metal
&#8250;&#8250; Formato: CD
&#8250;&#8250; Pa&#237;s de Origem: Estados Unidos
Faixas &#8250;
01. Ignition
02. </itunes:subtitle>
    <itunes:summary>Trivium
The Crusade
&#8250;&#8250; Roadrunner Records
&#8250;&#8250; Vers&#227;o: Nacional
&#8250;&#8250; G&#234;nero: Thrash Metal
&#8250;&#8250; Formato: CD
&#8250;&#8250; Pa&#237;s de Origem: Estados Unidos
Faixas &#8250;
01. Ignition
02. Detonation
03. Entrance Of The Conflagration
04. Anthem (We Are The Fire)
05. Unrepentant
06. And Sadness Will Sear
07. Becoming The Dragon
08. To The Rats
09. This World Can&#8217;t Tear Us Apart
10. Tread The Floods
11. Contempt Breeds Contamination
12. The Rising
13. The Crusade

	O terceiro trabalho do grupo americano Trivium s&#243; veio confirmar o prest&#237;gio da banda entre os f&#227;s e a m&#237;dia.  O thrash metal moderno e ca&#243;tico desse grupo ficou conhecido ap&#243;s seu segundo &#225;lbum Ascendancy (2005), mas &#233; com &#8220;The Crusade&#8221;, seu mais recente trabalho, que o grupo chegou ao &#225;pice.

	Com composi&#231;&#245;es coesas e mais pesadas em sua sonoridade, sem perder a melodia e os riffs marcantes o Trivium apresenta um dos melhores lan&#231;amentos do ano, na verdade o &#225;lbum saiu em 2006 nos EUA, mas agora em 2007 aqui no Brasil. A produ&#231;&#227;o do disco ficou mais uma vez a cargo da pr&#243;pria banda com uma ajuda do produtor Jason Suecof.

	Misturando thrash metal oitentista, mas n&#227;o deixando de se atualizar com as sonoridades mais modernas do metal, o Trivium conseguiu equilibrar muito bem essa mistura e deixando seu novo &#225;lbum mais pesado, t&#233;cnico e audacioso.  Para exemplificar toda essa lenga-lenga nada melhor do que abrir o &#225;lbum com &#8220;Ignition&#8221;, uma m&#250;sica que soa como cart&#227;o de visita do cd.  Sem tempo para respirar e para manter o mesmo ritimo da faixa de abertura, a banda j&#225; emplaca com &#8220;Detonation&#8221; onde o pr&#243;prio nome j&#225; exemplifica e muito que a banda ainda tem para mostrar.

	O Trivium &#233; um grande e complexo sistema de thrash metal, j&#225; que conseguem enriquecer sua sonoridade atrav&#233;s de influ&#234;ncias que s&#227;o tidas como velharia no cen&#225;rio americano, ou seja, o mais puro e simples heavy metal.  A banda incrementa sua personalidade musical com um apanhado de influ&#234;ncias, as mais latentes s&#227;o: Iron Maiden, nos solos e na parte mais mel&#243;dica e o Metallica na ferocidade das bases, na forma de cantar do vocalista/guitarrista Matt Heafy.

	Em um disco com tantas particularidades o dif&#237;cil fica com o redator aqui, que precisa encontrar palavras para justificar tanto adjetivo e n&#227;o soar repetitivo no texto, uma miss&#227;o complexa principalmente quando ou&#231;o a quinta faixa do cd &#8220;Unrepentant&#8221; com bases que lembram as do disco And Justice For All do Metallica, o que talvez seja a fonte de inspira&#231;&#227;o do grupo.

	Para destacar mais algumas m&#250;sicas desse trabalho fico com: Becoming the Dragon, To the Rats,
This World Can&#8217;t Tear Us Apart e The Rising.
The Crusade &#233; um trabalho de alto n&#237;vel em todos os sentidos, muitos solos e riffs bem trabalhados s&#227;o prioridade em cada m&#250;sica do &#225;lbum, e os solos bem feitos &#233; praticamente um pecado no atual cen&#225;rio americano de m&#250;sica pesada.

	Sem querer soar pretensioso da minha parte, mas at&#233; o momento The Crusade &#233; o Master of Puppets do Trivium tamanho &#233; a sua qualidade sonora e pegada moderna que o grupo deu ao thrash metal.  Uma banda que ainda vai dar e muito o que falar.  Aguardem.</itunes:summary>

    <description>&lt;p&gt;Trivium&lt;br /&gt;
The Crusade&lt;br /&gt;
&amp;#8250;&amp;#8250; Roadrunner Records&lt;br /&gt;
&amp;#8250;&amp;#8250; Vers&amp;#227;o: Nacional&lt;br /&gt;
&amp;#8250;&amp;#8250; G&amp;#234;nero: Thrash Metal&lt;br /&gt;
&amp;#8250;&amp;#8250; Formato: CD&lt;br /&gt;
&amp;#8250;&amp;#8250; Pa&amp;#237;s de Origem: Estados Unidos&lt;br /&gt;
Faixas &amp;#8250;&lt;br /&gt;
01. Ignition&lt;br /&gt;
02. Detonation&lt;br /&gt;
03. Entrance Of The Conflagration&lt;br /&gt;
04. Anthem (We Are The Fire)&lt;br /&gt;
05. Unrepentant&lt;br /&gt;
06. And Sadness Will Sear&lt;br /&gt;
07. Becoming The Dragon&lt;br /&gt;
08. To The Rats&lt;br /&gt;
09. This World Can&amp;#8217;t Tear Us Apart&lt;br /&gt;
10. Tread The Floods&lt;br /&gt;
11. Contempt Breeds Contamination&lt;br /&gt;
12. The Rising&lt;br /&gt;
13. The Crusade&lt;/p&gt;

	&lt;p&gt;O terceiro trabalho do grupo americano Trivium s&amp;#243; veio confirmar o prest&amp;#237;gio da banda entre os f&amp;#227;s e a m&amp;#237;dia.  O thrash metal moderno e ca&amp;#243;tico desse grupo ficou conhecido ap&amp;#243;s seu segundo &amp;#225;lbum Ascendancy (2005), mas &amp;#233; com &amp;#8220;The Crusade&amp;#8221;, seu mais recente trabalho, que o grupo chegou ao &amp;#225;pice.&lt;/p&gt;

	&lt;p&gt;Com composi&amp;#231;&amp;#245;es coesas e mais pesadas em sua sonoridade, sem perder a melodia e os riffs marcantes o Trivium apresenta um dos melhores lan&amp;#231;amentos do ano, na verdade o &amp;#225;lbum saiu em 2006 nos EUA, mas agora em 2007 aqui no Brasil. A produ&amp;#231;&amp;#227;o do disco ficou mais uma vez a cargo da pr&amp;#243;pria banda com uma ajuda do produtor Jason Suecof.&lt;/p&gt;

	&lt;p&gt;Misturando thrash metal oitentista, mas n&amp;#227;o deixando de se atualizar com as sonoridades mais modernas do metal, o Trivium conseguiu equilibrar muito bem essa mistura e deixando seu novo &amp;#225;lbum mais pesado, t&amp;#233;cnico e audacioso.  Para exemplificar toda essa lenga-lenga nada melhor do que abrir o &amp;#225;lbum com &amp;#8220;Ignition&amp;#8221;, uma m&amp;#250;sica que soa como cart&amp;#227;o de visita do cd.  Sem tempo para respirar e para manter o mesmo ritimo da faixa de abertura, a banda j&amp;#225; emplaca com &amp;#8220;Detonation&amp;#8221; onde o pr&amp;#243;prio nome j&amp;#225; exemplifica e muito que a banda ainda tem para mostrar.&lt;/p&gt;

	&lt;p&gt;O Trivium &amp;#233; um grande e complexo sistema de thrash metal, j&amp;#225; que conseguem enriquecer sua sonoridade atrav&amp;#233;s de influ&amp;#234;ncias que s&amp;#227;o tidas como velharia no cen&amp;#225;rio americano, ou seja, o mais puro e simples heavy metal.  A banda incrementa sua personalidade musical com um apanhado de influ&amp;#234;ncias, as mais latentes s&amp;#227;o: Iron Maiden, nos solos e na parte mais mel&amp;#243;dica e o Metallica na ferocidade das bases, na forma de cantar do vocalista/guitarrista Matt Heafy.&lt;/p&gt;

	&lt;p&gt;Em um disco com tantas particularidades o dif&amp;#237;cil fica com o redator aqui, que precisa encontrar palavras para justificar tanto adjetivo e n&amp;#227;o soar repetitivo no texto, uma miss&amp;#227;o complexa principalmente quando ou&amp;#231;o a quinta faixa do cd &amp;#8220;Unrepentant&amp;#8221; com bases que lembram as do disco And Justice For All do Metallica, o que talvez seja a fonte de inspira&amp;#231;&amp;#227;o do grupo.&lt;/p&gt;

	&lt;p&gt;Para destacar mais algumas m&amp;#250;sicas desse trabalho fico com: Becoming the Dragon, To the Rats,&lt;br /&gt;
This World Can&amp;#8217;t Tear Us Apart e The Rising.&lt;br /&gt;
The Crusade &amp;#233; um trabalho de alto n&amp;#237;vel em todos os sentidos, muitos solos e riffs bem trabalhados s&amp;#227;o prioridade em cada m&amp;#250;sica do &amp;#225;lbum, e os solos bem feitos &amp;#233; praticamente um pecado no atual cen&amp;#225;rio americano de m&amp;#250;sica pesada.&lt;/p&gt;

	&lt;p&gt;Sem querer soar pretensioso da minha parte, mas at&amp;#233; o momento The Crusade &amp;#233; o Master of Puppets do Trivium tamanho &amp;#233; a sua qualidade sonora e pegada moderna que o grupo deu ao thrash metal.  Uma banda que ainda vai dar e muito o que falar.  Aguardem.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;a href="http://www.metalzone.com.br/podcast/pod/metalzone-podcast-2007-05-06-78699.mp3"&gt;File Download (12:19 min / 20 MB)&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;</description>

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<item>
    <pubDate>Mon, 23 Apr 2007 19:09:00 -0700</pubDate>
    <title>Juggernaut - Lines of the Edge (9.5/10 - 2006)</title>
    <link>http://www.metalzone.com.br/podcast/index.php?id=24</link>
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    <dc:creator>filipeslatanick</dc:creator>
    <itunes:author>filipeslatanick</itunes:author>
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    <itunes:keywords>Resenhas de Cds</itunes:keywords>
    <category>Resenhas de Cds</category>
    <itunes:subtitle>Juggernaut &#8211; Lines of the Edge
Independente
Thrash Metal
2006
Nota: 9.5

	Tracklist
01. Lines of the Edge
02. Xenophobia
03. No More Selfishness
04. Holy Lie
05. Prejudice
06. A Question to Be Answered
07. Greed is my Name
08. Anytime it will be </itunes:subtitle>
    <itunes:summary>Juggernaut &#8211; Lines of the Edge
Independente
Thrash Metal
2006
Nota: 9.5

	Tracklist
01. Lines of the Edge
02. Xenophobia
03. No More Selfishness
04. Holy Lie
05. Prejudice
06. A Question to Be Answered
07. Greed is my Name
08. Anytime it will be Over
09. Own World

	O que &#233; isso?  Posso soar repetitivo, mas a invas&#227;o thrash metal que o Brasil enfrenta &#233; descomunal.  Quer mais um exemplo?  Os catarinenses do Juggernaut.  O nome da banda tem v&#225;rios siguinificados e todos eles muito rom&#226;nticos e sintetizam a banda perfeitamente.  A palavra Juggernaut pode siguinificar uma grande massa de destrui&#231;&#227;o e &#233; tamb&#233;m o nome de um tanque militar fabricado na d&#233;cada de 40 e Juggernaut tamb&#233;m &#233; um dos mutantes da s&#233;rie de HQs X-men.

	A banda &#233; nova e foi formada em 2004, passou por algumas mudan&#231;as na forma&#231;&#227;o, mas isso n&#227;o desestabilizou o n&#250;cleo do grupo formado pelo baixista/vocalista Daniel Justen.  Ap&#243;s uma bem sucedida demo, o grupo lan&#231;ou de forma independente em 2006 seu primeiro trabalho.

	A base da banda &#233; uma mistura muito bem dosada de Kreator da &#233;poca do Endless Pain e do Pleasure do Kill al&#233;m de acrescentar em sua f&#243;rmula Destruction e Death, o cd &#8220;Lines of the Edge&#8221; come&#231;a muito bem com a faixa t&#237;tulo e por todo ele ouve-se muitas bases bem encaixadas, solos certeiros e o vocal rasgado e imponente de Daniel Justen.

	Entre os destaques eu fico com &#8220;Holy Lie&#8221; um pesadelo sonoro de riffs e solos al&#233;m da voz de Daniel que permeia entre gritos esquizofr&#234;nicos como os de Mille Petrozza e o gutural.  Os riffs de &#8220;Xenophobia&#8221;  s&#227;o matadores e &#233; umas das melhores do cd.

	Mais um &#243;timo trabalho para voc&#234; que coleciona e est&#225; atr&#225;s das novidades em thrash metal que nossas terras produzem.

	Site: www.juggernaut.com.br</itunes:summary>

    <description>&lt;p&gt;Juggernaut &amp;#8211; Lines of the Edge&lt;br /&gt;
Independente&lt;br /&gt;
Thrash Metal&lt;br /&gt;
2006&lt;br /&gt;
Nota: 9.5&lt;/p&gt;

	&lt;p&gt;Tracklist&lt;br /&gt;
01. Lines of the Edge&lt;br /&gt;
02. Xenophobia&lt;br /&gt;
03. No More Selfishness&lt;br /&gt;
04. Holy Lie&lt;br /&gt;
05. Prejudice&lt;br /&gt;
06. A Question to Be Answered&lt;br /&gt;
07. Greed is my Name&lt;br /&gt;
08. Anytime it will be Over&lt;br /&gt;
09. Own World&lt;/p&gt;

	&lt;p&gt;O que &amp;#233; isso?  Posso soar repetitivo, mas a invas&amp;#227;o thrash metal que o Brasil enfrenta &amp;#233; descomunal.  Quer mais um exemplo?  Os catarinenses do Juggernaut.  O nome da banda tem v&amp;#225;rios siguinificados e todos eles muito rom&amp;#226;nticos e sintetizam a banda perfeitamente.  A palavra Juggernaut pode siguinificar uma grande massa de destrui&amp;#231;&amp;#227;o e &amp;#233; tamb&amp;#233;m o nome de um tanque militar fabricado na d&amp;#233;cada de 40 e Juggernaut tamb&amp;#233;m &amp;#233; um dos mutantes da s&amp;#233;rie de HQs X-men.&lt;/p&gt;

	&lt;p&gt;A banda &amp;#233; nova e foi formada em 2004, passou por algumas mudan&amp;#231;as na forma&amp;#231;&amp;#227;o, mas isso n&amp;#227;o desestabilizou o n&amp;#250;cleo do grupo formado pelo baixista/vocalista Daniel Justen.  Ap&amp;#243;s uma bem sucedida demo, o grupo lan&amp;#231;ou de forma independente em 2006 seu primeiro trabalho.&lt;/p&gt;

	&lt;p&gt;A base da banda &amp;#233; uma mistura muito bem dosada de Kreator da &amp;#233;poca do Endless Pain e do Pleasure do Kill al&amp;#233;m de acrescentar em sua f&amp;#243;rmula Destruction e Death, o cd &amp;#8220;Lines of the Edge&amp;#8221; come&amp;#231;a muito bem com a faixa t&amp;#237;tulo e por todo ele ouve-se muitas bases bem encaixadas, solos certeiros e o vocal rasgado e imponente de Daniel Justen.&lt;/p&gt;

	&lt;p&gt;Entre os destaques eu fico com &amp;#8220;Holy Lie&amp;#8221; um pesadelo sonoro de riffs e solos al&amp;#233;m da voz de Daniel que permeia entre gritos esquizofr&amp;#234;nicos como os de Mille Petrozza e o gutural.  Os riffs de &amp;#8220;Xenophobia&amp;#8221;  s&amp;#227;o matadores e &amp;#233; umas das melhores do cd.&lt;/p&gt;

	&lt;p&gt;Mais um &amp;#243;timo trabalho para voc&amp;#234; que coleciona e est&amp;#225; atr&amp;#225;s das novidades em thrash metal que nossas terras produzem.&lt;/p&gt;

	&lt;p&gt;Site: www.juggernaut.com.br&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;a href="http://www.metalzone.com.br/podcast/pod/metalzone-podcast-2007-04-23-83616.mp3"&gt;File Download (11:33 min / 16 MB)&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;</description>

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    <pubDate>Mon, 23 Apr 2007 18:49:00 -0700</pubDate>
    <title>I - Between Two Worlds (9.5/10 - 2006)</title>
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    <category>Resenhas de Cds</category>
    <itunes:subtitle>I
Between Two Worlds
Nacional
Nuclear Blast / Laser Company
Nota: 9.5
Estilo: Black Metal
2006

	Quando uma banda que estava no topo acaba &#233; natural que seus membros retornem a cena e formem outras bandas, &#224;s vezes conseguem preencher a lacuna </itunes:subtitle>
    <itunes:summary>I
Between Two Worlds
Nacional
Nuclear Blast / Laser Company
Nota: 9.5
Estilo: Black Metal
2006

	Quando uma banda que estava no topo acaba &#233; natural que seus membros retornem a cena e formem outras bandas, &#224;s vezes conseguem preencher a lacuna deixada pelo antigo grupo ou podem ao mesmo tempo ir al&#233;m de sua antiga banda e trazer novos moldes e ares que faltava ao estilo.  Quando o Immortal acabou, o black metal ficou sem sustenta&#231;&#227;o, j&#225; que o grupo representava um pilar importante dentro do estilo.  

	Com tra&#231;os de Viking Metal, o Black Metal r&#237;spido e com letras fortes o I &#233; um forte candidato a tornar-se &#237;cone do estilo em todo o cen&#225;rio.  Formado por m&#250;sicos do Immortal, como o guitarrista/vocalista Olve Eikemo (Abbath) e o baterista Armagedda, al&#233;m do guitarrista  Arve Isdal (Ice Dale) ex Enslaved e Tom Cato Visnes (TC King) ex Gorgoroth para o baixo.

	Com letras inspiradas no legend&#225;rio Bathory, inclusive o letrista da banda, o baterista Armagedd (que n&#227;o tocar&#225; ao vivo com o grupo) admitiu que tentou escrever usando o mesmo estilo de Quorthon.

	Sem introdu&#231;&#227;o e com um riff matador o cd j&#225; abre com a excelente &#8220;The Storm I Ride&#8221;, a banda em todas as musicas manteve a veia thrash e heavy metal que alimentava o Immortal, em alguns momentos ouve-se uma influ&#234;ncia de Motorhead.

	Sem corpsepaint, somente m&#250;sicos e m&#250;sicas, assim s&#227;o o I que empolga e consegue mais uma vez abalar os alicerces do cen&#225;rio com m&#250;sicas de um poderio praticamente b&#233;lico.  Duvida? Ent&#227;o ou&#231;a: &#8220;Warriors&#8221;, &#8220;Battalions&#8221; e &#8220;Days Of North Winds&#8221;.  S&#243; para citar algumas.

	Entre as mias diversas influencias do I fica dif&#237;cil citar todas, mas com certeza o ouvinte identificar&#225; logo de cara uma excelente soma de Immortal + Motorhead + Bathory.  O I &#233; uma f&#225;brica de riffs que ir&#225; alucinar e incendiar seu aparelho de som.

	Tracklist
01. The Storm I Ride
02. Warriors
03. Between Two Worlds
04. Battalions
05. Mountains
06. Days Of North Winds
07. Far Beyond The Quiet
08. Cursed We Are</itunes:summary>

    <description>&lt;p&gt;I&lt;br /&gt;
Between Two Worlds&lt;br /&gt;
Nacional&lt;br /&gt;
Nuclear Blast / Laser Company&lt;br /&gt;
Nota: 9.5&lt;br /&gt;
Estilo: Black Metal&lt;br /&gt;
2006&lt;/p&gt;

	&lt;p&gt;Quando uma banda que estava no topo acaba &amp;#233; natural que seus membros retornem a cena e formem outras bandas, &amp;#224;s vezes conseguem preencher a lacuna deixada pelo antigo grupo ou podem ao mesmo tempo ir al&amp;#233;m de sua antiga banda e trazer novos moldes e ares que faltava ao estilo.  Quando o Immortal acabou, o black metal ficou sem sustenta&amp;#231;&amp;#227;o, j&amp;#225; que o grupo representava um pilar importante dentro do estilo.  &lt;/p&gt;

	&lt;p&gt;Com tra&amp;#231;os de Viking Metal, o Black Metal r&amp;#237;spido e com letras fortes o I &amp;#233; um forte candidato a tornar-se &amp;#237;cone do estilo em todo o cen&amp;#225;rio.  Formado por m&amp;#250;sicos do Immortal, como o guitarrista/vocalista Olve Eikemo (Abbath) e o baterista Armagedda, al&amp;#233;m do guitarrista  Arve Isdal (Ice Dale) ex Enslaved e Tom Cato Visnes (TC King) ex Gorgoroth para o baixo.&lt;/p&gt;

	&lt;p&gt;Com letras inspiradas no legend&amp;#225;rio Bathory, inclusive o letrista da banda, o baterista Armagedd (que n&amp;#227;o tocar&amp;#225; ao vivo com o grupo) admitiu que tentou escrever usando o mesmo estilo de Quorthon.&lt;/p&gt;

	&lt;p&gt;Sem introdu&amp;#231;&amp;#227;o e com um riff matador o cd j&amp;#225; abre com a excelente &amp;#8220;The Storm I Ride&amp;#8221;, a banda em todas as musicas manteve a veia thrash e heavy metal que alimentava o Immortal, em alguns momentos ouve-se uma influ&amp;#234;ncia de Motorhead.&lt;/p&gt;

	&lt;p&gt;Sem corpsepaint, somente m&amp;#250;sicos e m&amp;#250;sicas, assim s&amp;#227;o o I que empolga e consegue mais uma vez abalar os alicerces do cen&amp;#225;rio com m&amp;#250;sicas de um poderio praticamente b&amp;#233;lico.  Duvida? Ent&amp;#227;o ou&amp;#231;a: &amp;#8220;Warriors&amp;#8221;, &amp;#8220;Battalions&amp;#8221; e &amp;#8220;Days Of North Winds&amp;#8221;.  S&amp;#243; para citar algumas.&lt;/p&gt;

	&lt;p&gt;Entre as mias diversas influencias do I fica dif&amp;#237;cil citar todas, mas com certeza o ouvinte identificar&amp;#225; logo de cara uma excelente soma de Immortal + Motorhead + Bathory.  O I &amp;#233; uma f&amp;#225;brica de riffs que ir&amp;#225; alucinar e incendiar seu aparelho de som.&lt;/p&gt;

	&lt;p&gt;Tracklist&lt;br /&gt;
01. The Storm I Ride&lt;br /&gt;
02. Warriors&lt;br /&gt;
03. Between Two Worlds&lt;br /&gt;
04. Battalions&lt;br /&gt;
05. Mountains&lt;br /&gt;
06. Days Of North Winds&lt;br /&gt;
07. Far Beyond The Quiet&lt;br /&gt;
08. Cursed We Are&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;a href="http://www.metalzone.com.br/podcast/pod/metalzone-podcast-2007-04-23-77799.mp3"&gt;File Download (10:13 min / 14 MB)&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;</description>

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    <pubDate>Mon, 23 Apr 2007 18:41:00 -0700</pubDate>
    <title>Ensiferum - Victory Songs (9.5/10 - 2007)</title>
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    <dc:creator>filipeslatanick</dc:creator>
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    <itunes:keywords>Resenhas de Cds</itunes:keywords>
    <category>Resenhas de Cds</category>
    <itunes:subtitle>Ensiferum &#8211; Victory Songs
Spinefarm &#8211; Importado
09 Faixas
2007
Black Metal Sinf&#244;nico
Finl&#226;ndia
Nota: 9.5

	Tracklist:
01.Ad Victoriam
02.Blood is the price of glory
03.Deathbringer from the sky
04.Ahti
05.One more magic </itunes:subtitle>
    <itunes:summary>Ensiferum &#8211; Victory Songs
Spinefarm &#8211; Importado
09 Faixas
2007
Black Metal Sinf&#244;nico
Finl&#226;ndia
Nota: 9.5

	Tracklist:
01.Ad Victoriam
02.Blood is the price of glory
03.Deathbringer from the sky
04.Ahti
05.One more magic potion
06.Wanderer
07.Raised by the sword
08.The new dawn 
09.Victory song

	Talvez o Ensiferum n&#227;o seja um dos grupos mais populares de Viking Metal aqui no Brasil, mas a banda carrega muito bem a bandeira do estilo.  O cd &#8220;Victory Songs&#8221; &#233; o terceiro trabalho desse grupo finlandes e traz uma banda t&#227;o Viking e poderosa que em seus trabalhos anteriores.

	A sa&#237;da do vocalista/guitarrista Jari M&#228;enp&#228;&#228; que gravou os dois trabalhos anteriores da banda, n&#227;o parecer ter abalado o grupo, que ap&#243;s recrutar para o posto ningu&#233;m menos que Petri Lindroos, o cara &#233; vocalista/guitarrista do Norther.

	Mesmo com algumas semelhan&#231;as entre o estilo do Norther e do Ensiferum, esse novo trabalho est&#225; diguino de aplausos. Desde a intro com mais de tr&#234;s minutos de atmosfera t&#237;pica de um filme de batalha, a banda arrebenta tudo com &#8220;Bloody is the Price of Glory&#8221;.

	A mistura mel&#243;dica entre o death metal, black metal, folk e viking enriquecem o trabalho e n&#227;o deixa o disco mon&#243;tono, a produ&#231;&#227;o valorizou muito as bases de guitarras em detrimento aos teclados e algumas passagens de voz mais mel&#243;dicas que ficaram ao fundo, mas isso s&#227;o detalhes de um trabalho t&#227;o bom.

	Para conter a f&#250;ria ensandecida que em certos momentos paira sobre a banda, quando o instrumental beira o furioso death metal, passagens &#233;picas e folcl&#243;ricas com coros e atmosferas mais leves fazem equilibram os elementos sonoros do disco.
Entre os destaques, n&#227;o deixe de conferir &#8220;Deathbringer from the sky&#8221; e &#8220;Ahti&#8221; onde se aplicam os coment&#225;rios do par&#225;grafo anterior.

	Se voc&#234; &#233; f&#227; de Norther, Finntroll e grupos dessa linha, n&#227;o deixe de adicionar o Ensiferum &#224; sua lista.  Sem d&#250;vida um dos melhores lan&#231;amentos do ano.</itunes:summary>

    <description>&lt;p&gt;Ensiferum &amp;#8211; Victory Songs&lt;br /&gt;
Spinefarm &amp;#8211; Importado&lt;br /&gt;
09 Faixas&lt;br /&gt;
2007&lt;br /&gt;
Black Metal Sinf&amp;#244;nico&lt;br /&gt;
Finl&amp;#226;ndia&lt;br /&gt;
Nota: 9.5&lt;/p&gt;

	&lt;p&gt;Tracklist:&lt;br /&gt;
01.Ad Victoriam&lt;br /&gt;
02.Blood is the price of glory&lt;br /&gt;
03.Deathbringer from the sky&lt;br /&gt;
04.Ahti&lt;br /&gt;
05.One more magic potion&lt;br /&gt;
06.Wanderer&lt;br /&gt;
07.Raised by the sword&lt;br /&gt;
08.The new dawn &lt;br /&gt;
09.Victory song&lt;/p&gt;

	&lt;p&gt;Talvez o Ensiferum n&amp;#227;o seja um dos grupos mais populares de Viking Metal aqui no Brasil, mas a banda carrega muito bem a bandeira do estilo.  O cd &amp;#8220;Victory Songs&amp;#8221; &amp;#233; o terceiro trabalho desse grupo finlandes e traz uma banda t&amp;#227;o Viking e poderosa que em seus trabalhos anteriores.&lt;/p&gt;

	&lt;p&gt;A sa&amp;#237;da do vocalista/guitarrista Jari M&amp;#228;enp&amp;#228;&amp;#228; que gravou os dois trabalhos anteriores da banda, n&amp;#227;o parecer ter abalado o grupo, que ap&amp;#243;s recrutar para o posto ningu&amp;#233;m menos que Petri Lindroos, o cara &amp;#233; vocalista/guitarrista do Norther.&lt;/p&gt;

	&lt;p&gt;Mesmo com algumas semelhan&amp;#231;as entre o estilo do Norther e do Ensiferum, esse novo trabalho est&amp;#225; diguino de aplausos. Desde a intro com mais de tr&amp;#234;s minutos de atmosfera t&amp;#237;pica de um filme de batalha, a banda arrebenta tudo com &amp;#8220;Bloody is the Price of Glory&amp;#8221;.&lt;/p&gt;

	&lt;p&gt;A mistura mel&amp;#243;dica entre o death metal, black metal, folk e viking enriquecem o trabalho e n&amp;#227;o deixa o disco mon&amp;#243;tono, a produ&amp;#231;&amp;#227;o valorizou muito as bases de guitarras em detrimento aos teclados e algumas passagens de voz mais mel&amp;#243;dicas que ficaram ao fundo, mas isso s&amp;#227;o detalhes de um trabalho t&amp;#227;o bom.&lt;/p&gt;

	&lt;p&gt;Para conter a f&amp;#250;ria ensandecida que em certos momentos paira sobre a banda, quando o instrumental beira o furioso death metal, passagens &amp;#233;picas e folcl&amp;#243;ricas com coros e atmosferas mais leves fazem equilibram os elementos sonoros do disco.&lt;br /&gt;
Entre os destaques, n&amp;#227;o deixe de conferir &amp;#8220;Deathbringer from the sky&amp;#8221; e &amp;#8220;Ahti&amp;#8221; onde se aplicam os coment&amp;#225;rios do par&amp;#225;grafo anterior.&lt;/p&gt;

	&lt;p&gt;Se voc&amp;#234; &amp;#233; f&amp;#227; de Norther, Finntroll e grupos dessa linha, n&amp;#227;o deixe de adicionar o Ensiferum &amp;#224; sua lista.  Sem d&amp;#250;vida um dos melhores lan&amp;#231;amentos do ano.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;a href="http://www.metalzone.com.br/podcast/pod/metalzone-podcast-2007-04-23-83653.mp3"&gt;File Download (11:18 min / 16 MB)&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;</description>

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    <pubDate>Mon, 23 Apr 2007 12:34:00 -0700</pubDate>
    <title>Naildown - Dreamcrusher (9.5/10 - 2007)</title>
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    <dc:creator>filipeslatanick</dc:creator>
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    <itunes:subtitle>Naildown &#8211; Dreamcrusher
Spinefarm &#8211; Importado
09 Faixas
Thrash Metal
Finlandia
2007
Nota: 9.5

	Esse cd &#233; o segundo trabalho da banda finlandesa Naildown.  Com um thrash metal mais atual, cheio de linhas modernas, teclados e vocal com </itunes:subtitle>
    <itunes:summary>Naildown &#8211; Dreamcrusher
Spinefarm &#8211; Importado
09 Faixas
Thrash Metal
Finlandia
2007
Nota: 9.5

	Esse cd &#233; o segundo trabalho da banda finlandesa Naildown.  Com um thrash metal mais atual, cheio de linhas modernas, teclados e vocal com diversas varia&#231;&#245;es: mel&#243;dico, gutural e gritado bem ao estilo do bom e velho Alexi Laiho do Children of Bodom, essa banda &#233; uma grata revela&#231;&#227;o da nova safra thrash finlandesa.

	O disco abre muito bem com a faixa t&#237;tulo &#8220;Dreamcrusher&#8221; que j&#225; chega arrebentando com tudo, em rela&#231;&#227;o &#224; m&#250;sica o ouvinte j&#225; tem uma pr&#233;via da m&#225;quina de riffs que o grupo produz, mas ainda tem muita pedrada por vir.  A segunda faixa &#8220;Judgement Ride&#8221; tem um in&#237;cio com teclados muito bom e depois mescla voz limpa com rasgada que ficou muito bem encaixada.  E mais uma dessas pedradas &#233; &#8220;Lame&#8221; onde a banda consegue intercalar de forma cuidadosa, para n&#227;o se tornar massante e repetitivo, a melodia, o metal mais pesado e trabalhado, que s&#227;o ingredientes fundamentais para uma banda de thrash metal, al&#233;m das trocas constantes de timbre de voz.

	Outros bons momentos do &#225;lbum s&#227;o &#8220;Like I care&#8221; um thrash metal mais melanc&#243;lico, s&#243; que com um in&#237;cio muito bom de bateria e com riffs marcantes, al&#233;m de um &#243;timo refr&#227;o. E thrash metal progressivo? J&#225; ouviu isso? Ent&#227;o ou&#231;a a excelente &#8220;Deep Under The Stones&#8221; com seus mais de seis minutos de instrumental, que s&#227;o na verdade uma viajem muito boa. 

	Todos os m&#250;sicos s&#227;o bons, as linhas de baixo e teclados s&#227;o contagiantes.  Os riffs de baixo e guitarra est&#227;o presentes em todas as m&#250;sicas de forma marcante.

	&#201; um trabalho que vale muito conferir por v&#225;rios motivos entre eles poder acompanhar essa nova roupagem que o gruo deu ao thrash metal, que ficou fenomenal.

	tracklist:
01. Dreamcrusher
02. Judgement Ride
03. Lame
04. P.I.B.
05. Silent Fall
06. Like I care
07. Deep Under The Stones
08. Save Your Breath
09. The New Wave</itunes:summary>

    <description>&lt;p&gt;Naildown &amp;#8211; Dreamcrusher&lt;br /&gt;
Spinefarm &amp;#8211; Importado&lt;br /&gt;
09 Faixas&lt;br /&gt;
Thrash Metal&lt;br /&gt;
Finlandia&lt;br /&gt;
2007&lt;br /&gt;
Nota: 9.5&lt;/p&gt;

	&lt;p&gt;Esse cd &amp;#233; o segundo trabalho da banda finlandesa Naildown.  Com um thrash metal mais atual, cheio de linhas modernas, teclados e vocal com diversas varia&amp;#231;&amp;#245;es: mel&amp;#243;dico, gutural e gritado bem ao estilo do bom e velho Alexi Laiho do Children of Bodom, essa banda &amp;#233; uma grata revela&amp;#231;&amp;#227;o da nova safra thrash finlandesa.&lt;/p&gt;

	&lt;p&gt;O disco abre muito bem com a faixa t&amp;#237;tulo &amp;#8220;Dreamcrusher&amp;#8221; que j&amp;#225; chega arrebentando com tudo, em rela&amp;#231;&amp;#227;o &amp;#224; m&amp;#250;sica o ouvinte j&amp;#225; tem uma pr&amp;#233;via da m&amp;#225;quina de riffs que o grupo produz, mas ainda tem muita pedrada por vir.  A segunda faixa &amp;#8220;Judgement Ride&amp;#8221; tem um in&amp;#237;cio com teclados muito bom e depois mescla voz limpa com rasgada que ficou muito bem encaixada.  E mais uma dessas pedradas &amp;#233; &amp;#8220;Lame&amp;#8221; onde a banda consegue intercalar de forma cuidadosa, para n&amp;#227;o se tornar massante e repetitivo, a melodia, o metal mais pesado e trabalhado, que s&amp;#227;o ingredientes fundamentais para uma banda de thrash metal, al&amp;#233;m das trocas constantes de timbre de voz.&lt;/p&gt;

	&lt;p&gt;Outros bons momentos do &amp;#225;lbum s&amp;#227;o &amp;#8220;Like I care&amp;#8221; um thrash metal mais melanc&amp;#243;lico, s&amp;#243; que com um in&amp;#237;cio muito bom de bateria e com riffs marcantes, al&amp;#233;m de um &amp;#243;timo refr&amp;#227;o. E thrash metal progressivo? J&amp;#225; ouviu isso? Ent&amp;#227;o ou&amp;#231;a a excelente &amp;#8220;Deep Under The Stones&amp;#8221; com seus mais de seis minutos de instrumental, que s&amp;#227;o na verdade uma viajem muito boa. &lt;/p&gt;

	&lt;p&gt;Todos os m&amp;#250;sicos s&amp;#227;o bons, as linhas de baixo e teclados s&amp;#227;o contagiantes.  Os riffs de baixo e guitarra est&amp;#227;o presentes em todas as m&amp;#250;sicas de forma marcante.&lt;/p&gt;

	&lt;p&gt;&amp;#201; um trabalho que vale muito conferir por v&amp;#225;rios motivos entre eles poder acompanhar essa nova roupagem que o gruo deu ao thrash metal, que ficou fenomenal.&lt;/p&gt;

	&lt;p&gt;tracklist:&lt;br /&gt;
01. Dreamcrusher&lt;br /&gt;
02. Judgement Ride&lt;br /&gt;
03. Lame&lt;br /&gt;
04. P.I.B.&lt;br /&gt;
05. Silent Fall&lt;br /&gt;
06. Like I care&lt;br /&gt;
07. Deep Under The Stones&lt;br /&gt;
08. Save Your Breath&lt;br /&gt;
09. The New Wave&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;a href="http://www.metalzone.com.br/podcast/pod/metalzone-podcast-2007-04-23-55288.mp3"&gt;File Download (12:18 min / 11 MB)&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;</description>

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</item>



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    <pubDate>Thu, 18 Jan 2007 17:26:42 -0800</pubDate>
    <title>Chaosfear - One Step Behind Anger (9.0/10 - 2006)</title>
    <link>http://www.metalzone.com.br/podcast/index.php?id=17</link>
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    <dc:creator>filipeslatanick</dc:creator>
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    <itunes:keywords>Resenhas de Cds</itunes:keywords>
    <category>Resenhas de Cds</category>
    <itunes:subtitle>Parece que o sobrenome Boccomino &#233; literalmente de peso. O grupo paulista foi formado pelos irm&#227;os Edu e Fernando Boccomino junto com Danilo Freitas.  Edu foi seguir seu caminho com a pot&#234;ncia thrash Scars enquanto seu irm&#227;o seguiu </itunes:subtitle>
    <itunes:summary>Parece que o sobrenome Boccomino &#233; literalmente de peso. O grupo paulista foi formado pelos irm&#227;os Edu e Fernando Boccomino junto com Danilo Freitas.  Edu foi seguir seu caminho com a pot&#234;ncia thrash Scars enquanto seu irm&#227;o seguiu adiante com a banda.

	Em 2006 o Chaosfear surge com seu primeiro trabalho.  E que trabalho de qualidade.  Sustentados pelos bons ares que o thrash metal nacional vem passando, o Chaosfear esta no mesmo patamar que grandes nomes no cen&#225;rio nacional.

	E esse status se confirma com as oito e grandiosas faixas do cd.  A come&#231;ar por &#8220;Hard time for the Wrong Man&#8221; passando pela faixa t&#237;tulo e todo o mist&#233;rio que a envolve.  A guitarra de Fernando deve soltar fa&#237;scas ao produzir bases t&#227;o furiosas, enquanto o baixo de Anderson Fran&#231;a e a bateria de Danilo Freitas completam o massacre que se estende pelo restante do cd.</itunes:summary>

    <description>&lt;p&gt;Parece que o sobrenome Boccomino &amp;#233; literalmente de peso. O grupo paulista foi formado pelos irm&amp;#227;os Edu e Fernando Boccomino junto com Danilo Freitas.  Edu foi seguir seu caminho com a pot&amp;#234;ncia thrash Scars enquanto seu irm&amp;#227;o seguiu adiante com a banda.&lt;/p&gt;

	&lt;p&gt;Em 2006 o Chaosfear surge com seu primeiro trabalho.  E que trabalho de qualidade.  Sustentados pelos bons ares que o thrash metal nacional vem passando, o Chaosfear esta no mesmo patamar que grandes nomes no cen&amp;#225;rio nacional.&lt;/p&gt;

	&lt;p&gt;E esse status se confirma com as oito e grandiosas faixas do cd.  A come&amp;#231;ar por &amp;#8220;Hard time for the Wrong Man&amp;#8221; passando pela faixa t&amp;#237;tulo e todo o mist&amp;#233;rio que a envolve.  A guitarra de Fernando deve soltar fa&amp;#237;scas ao produzir bases t&amp;#227;o furiosas, enquanto o baixo de Anderson Fran&amp;#231;a e a bateria de Danilo Freitas completam o massacre que se estende pelo restante do cd.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;a href="http://www.metalzone.com.br/podcast/pod/metalzone-podcast-2007-01-18-72802.mp3"&gt;File Download (12:04 min / 8 MB)&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;</description>

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    <pubDate>Thu, 18 Jan 2007 17:24:44 -0800</pubDate>
    <title>Blind Guardian - A Twist in the Myth (9.0/10 - 2006)</title>
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    <itunes:subtitle>Este &#233; o d&#233;cimo primeiro &#225;lbum da mais renomada banda de power metal da Alemanha.  E esse trabalho do Blind Guardian conseguiu chamar minha aten&#231;&#227;o viu?  Muito bom!  Digo isso porque n&#227;o gostei muito do A night at the Opera </itunes:subtitle>
    <itunes:summary>Este &#233; o d&#233;cimo primeiro &#225;lbum da mais renomada banda de power metal da Alemanha.  E esse trabalho do Blind Guardian conseguiu chamar minha aten&#231;&#227;o viu?  Muito bom!  Digo isso porque n&#227;o gostei muito do A night at the Opera (2002), achei &#8220;muito do mesmo&#8221;, ou seja, a mesma coisa tocada no disco todo sem varia&#231;&#227;o.

	J&#225; com &#8220;A Twist in the Myth&#8221; (2006) a hist&#243;ria &#233; outra.  A banda diversifica sua musicalidade, consegue expandir horizontes sem sair do estilo que os consagrou.  N&#227;o se pode confundir estilo musical com mesmice e tem muita gente que confundi isso, j&#225; que acha normal uma banda gravar o mesmo &#225;lbum dez vezes.  N&#227;o &#233; o que acontece com o Blind Guardian.

	&#201; claro que os coros e solos &#8220;bardos&#8221; s&#227;o uma constante e &#233; justamente o que identifica a banda, mas inclus&#227;o de mais elementos folks e musica celta no meio da tempestade power metal que o grupo produz &#233; magn&#237;fica e &#233; justamente nessa situa&#231;&#227;o que eles mostram porque s&#243; os veteranos sobrevivem.</itunes:summary>

    <description>&lt;p&gt;Este &amp;#233; o d&amp;#233;cimo primeiro &amp;#225;lbum da mais renomada banda de power metal da Alemanha.  E esse trabalho do Blind Guardian conseguiu chamar minha aten&amp;#231;&amp;#227;o viu?  Muito bom!  Digo isso porque n&amp;#227;o gostei muito do A night at the Opera (2002), achei &amp;#8220;muito do mesmo&amp;#8221;, ou seja, a mesma coisa tocada no disco todo sem varia&amp;#231;&amp;#227;o.&lt;/p&gt;

	&lt;p&gt;J&amp;#225; com &amp;#8220;A Twist in the Myth&amp;#8221; (2006) a hist&amp;#243;ria &amp;#233; outra.  A banda diversifica sua musicalidade, consegue expandir horizontes sem sair do estilo que os consagrou.  N&amp;#227;o se pode confundir estilo musical com mesmice e tem muita gente que confundi isso, j&amp;#225; que acha normal uma banda gravar o mesmo &amp;#225;lbum dez vezes.  N&amp;#227;o &amp;#233; o que acontece com o Blind Guardian.&lt;/p&gt;

	&lt;p&gt;&amp;#201; claro que os coros e solos &amp;#8220;bardos&amp;#8221; s&amp;#227;o uma constante e &amp;#233; justamente o que identifica a banda, mas inclus&amp;#227;o de mais elementos folks e musica celta no meio da tempestade power metal que o grupo produz &amp;#233; magn&amp;#237;fica e &amp;#233; justamente nessa situa&amp;#231;&amp;#227;o que eles mostram porque s&amp;#243; os veteranos sobrevivem.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;a href="http://www.metalzone.com.br/podcast/pod/metalzone-podcast-2007-01-18-72685.mp3"&gt;File Download (10:44 min / 7 MB)&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;</description>

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    <pubDate>Thu, 18 Jan 2007 16:51:00 -0800</pubDate>
    <title>Chrome Division - Doomsday Rock´ Roll (10/10 - 2006)</title>
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    <dc:creator>filipeslatanick</dc:creator>
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    <itunes:subtitle>Parem tudo! Chegou o Chrome Division! O Motorhead noruegu&#234;s.  Isso mesmo que voc&#234; leu. A banda respira o som ca&#243;tico regado a mulheres, couro, cerveja e muito rock n roll com levada punk e thrash.

	O respons&#225;vel por isso &#233; </itunes:subtitle>
    <itunes:summary>Parem tudo! Chegou o Chrome Division! O Motorhead noruegu&#234;s.  Isso mesmo que voc&#234; leu. A banda respira o som ca&#243;tico regado a mulheres, couro, cerveja e muito rock n roll com levada punk e thrash.

	O respons&#225;vel por isso &#233; ningu&#233;m menos que Shagrath. Sim! Ele mesmo, vocalista do Dimmu Borgir, que mostra nesse disco um lado bem diferente de sua obscura e sat&#226;nica banda. Apesar de que o som &#233; um rock n roll sujo e sat&#226;nico at&#233; o talo.</itunes:summary>

    <description>&lt;p&gt;Parem tudo! Chegou o Chrome Division! O Motorhead noruegu&amp;#234;s.  Isso mesmo que voc&amp;#234; leu. A banda respira o som ca&amp;#243;tico regado a mulheres, couro, cerveja e muito rock n roll com levada punk e thrash.&lt;/p&gt;

	&lt;p&gt;O respons&amp;#225;vel por isso &amp;#233; ningu&amp;#233;m menos que Shagrath. Sim! Ele mesmo, vocalista do Dimmu Borgir, que mostra nesse disco um lado bem diferente de sua obscura e sat&amp;#226;nica banda. Apesar de que o som &amp;#233; um rock n roll sujo e sat&amp;#226;nico at&amp;#233; o talo.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;a href="http://www.metalzone.com.br/podcast/pod/metalzone-podcast-2007-01-18-72436.mp3"&gt;File Download (13:19 min / 9 MB)&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;</description>

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    <pubDate>Thu, 18 Jan 2007 16:22:00 -0800</pubDate>
    <title>At Vance - Chained (8.5/10 - 2005)</title>
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    <itunes:subtitle>A banda alem&#227; At Vance &#233; daqueles grupos que seguem a risca a cartilha do bom comportamento do power metal, ou seja, todo o instrumental &#233; certinho a voz &#233; idem e as composi&#231;&#245;es refletem bem o estilo &#8220;poderoso&#8221; </itunes:subtitle>
    <itunes:summary>A banda alem&#227; At Vance &#233; daqueles grupos que seguem a risca a cartilha do bom comportamento do power metal, ou seja, todo o instrumental &#233; certinho a voz &#233; idem e as composi&#231;&#245;es refletem bem o estilo &#8220;poderoso&#8221; que o g&#234;nero musical pede.  Mas o At Vance ainda n&#227;o teve seu devido reconhecimento. Mesmo ap&#243;s cinco &#225;lbuns.</itunes:summary>

    <description>&lt;p&gt;A banda alem&amp;#227; At Vance &amp;#233; daqueles grupos que seguem a risca a cartilha do bom comportamento do power metal, ou seja, todo o instrumental &amp;#233; certinho a voz &amp;#233; idem e as composi&amp;#231;&amp;#245;es refletem bem o estilo &amp;#8220;poderoso&amp;#8221; que o g&amp;#234;nero musical pede.  Mas o At Vance ainda n&amp;#227;o teve seu devido reconhecimento. Mesmo ap&amp;#243;s cinco &amp;#225;lbuns.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;a href="http://www.metalzone.com.br/podcast/pod/metalzone-podcast-2007-01-18-68891.mp3"&gt;File Download (11:02 min / 8 MB)&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;</description>

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