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<title>Metal Zone Webmagazine - Materias</title>
<link>http://www.metalzone.com.br</link>
<description>Revista Eletronica Especializada em Metal</description>
<language>pt-br</language>
<copyright>Copyright Metal Zone. Todos os direitos reservados.</copyright>
<webMaster>filipe@metalzone.com.br</webMaster>
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<title>Torre Negra Vol. I: O Pistoleiro – Stephen King</title>
<link>http://www.metalzone.com.br/site/emfoco/mat.php?recordID=4</link>
<pubDate>06/08/2007</pubDate>
<description>A série A Torre Negra de Stephen King, composta de sete volumes, talvez seja o mais ambicioso projeto literário que existe.  O Escritor é famoso por seus best-sellers de horror e suspense como: Carrie, a Estranha, O Iluminado e A Coisa, entre outros. Muitos de seus livros viraram filmes.

O Pistoleiro apresenta ao leitor a saga de Roland Deschain, último pistoleiro de seu clã.  Nesse primeiro volume, o autor introduz o leitor no mundo de Roland e conta um pouco de sua história.  Basicamente é um livro meio parado. 

Com pouco mais de 200 páginas, o livro é o menor dos sete volumes que compõe toda a trajetória de Roland em busca de sua Torre Negra.  Mesmo parado e com pouca ação, a obra se faz necessária para que o leitor se familiarize com o Mundo Médio, qualquer semelhança com a obra de Tolkien não é mera coincidência com o próprio autor explica na introdução de O Pistoleiro.  

É interessante que o leitor passe por esse livro, já que muitas das informações contidas nele, serão importantes para compreensão do que virá pela frente.

Neste livro o autor apresenta o homem de preto, o qual Roland acredita que possui a chave e o caminho para sua Torre.  Alguns momentos de ação e terror, apenas dois na verdade conseguem animar um pouco mais e faz com que o leitor fique apreensivo com o segundo volume da saga.


Editora: Objetiva
Tradução: Alda Porto
ISBN: 8573026030
Ano: 2004
Volume: 1
Edição: 1
Número de páginas: 224
Acabamento:  Brochura 
Formato: Médio
Preço Sugerido: R$ 34,90
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<title>Preacher – A Caminho do Texas</title>
<link>http://www.metalzone.com.br/site/emfoco/mat.php?recordID=3</link>
<pubDate>15/08/2006</pubDate>
<description>Imagine você parado com sua camionete tranqüilamente em uma rua e do nada entra uma mulher louca com uma arma apontada para sua cabeça e na cola dela homens atiram na direção de vocês dois.&nbsp; E senão bastasse você dá carona a ela que o leva para o Texas, encontram um pastor, o sr. Jesse Custer que estava perdendo sua fé na população de uma pequena cidade no Texas com pouco mais de 200 habitantes.&nbsp; Jesse esta sob influência de uma entidade que foi gerada a partir de encontros carnais entre um anjo da ordem dos Serafins e um Demônio, desse encontro foi gerado o ser conhecido como Gênesis que teria mais poderes que Deus e um desses poderes foi conferido ao ex-pastor que consegue fazer com que qualquer um obedeça suas ordens.&nbsp; E por falar em Deus, esse abandona os céus por não acreditar mais na humanidade.<br /><br />Pois bem, voltando ao assunto, você também descobre que a mulher que invadiu sua camionete, Tulip é uma assassina de aluguel e ex-amante de Jesse antes de se tornar pastor.&nbsp; Agora vocês três vão do Texas até Nova Iorque a procura de Deus e no caminho são perseguidos por um assassino conhecido como Santo dos Assassinos, um ser que nada nem ninguém consegue detê-lo e quer a todo custo matar Jesse e a entregar a entidade Gênesis aos céus executando assim a tarefa para o qual foi contratado.<br /><br />Isso tudo é só uma fração mínima do mundo de Preacher a mais aclamada série de Hqs do selo Vertigo da DC Comics depois de Sandman escrita por Neil Gaiman.&nbsp; Essa série de revistas foi planejada para ter sessenta e seis publicações regulares incluindo mais seis edições especiais, o que formaria o número 666.&nbsp; O sucesso da série escrita por Garth Enis que já escreveu Demon, Hitman, Hellblazer (histórias de John Contantine), Bloody Mary entre outras Hqs é fenomenal.<br /><br />Preacher “A caminho do Texas” é uma estória cheia de humor negro, rápida e violenta, onde a todo o momento o leitor é surpreendido com reviravoltas mirabolantes no percurso da estória.<br /><br />Se você leitor ainda não se aventurou pelo mundo de Preacher, essa edição é um ótimo começo.<br /><br />A propósito: - Faltou eu dizer quem é você não é? Bem, você é um vampiro irlandês que dorme muito durante o dia, vive de bebedeiras e farras e mata só quando há necessidade, apesar de sarcástico e debochado é um amigo que todo mundo gostaria de ter, já que não deixaria você na mão por nada nesse mundo, nem no outro...<br />
Editora: Devir<br />Ano: 2006<br />Edição: 1<br />Número de páginas: 200<br />Acabamento:&nbsp; Brochura <br />Formato: Médio<br />Autor: Garth Ennis - Roteiro <br />Steve Dillon – Arte<br />Marquito Maia - Tradução<br /></description>
<image> <url>http://www.metalzone.com.br/site/images/emfoco/preacher/preacher_img_mini.jpg</url></image></item>
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<title>A Matter of Life and Death – Novo trabalho do Iron Maiden</title>
<link>http://www.metalzone.com.br/site/emfoco/mat.php?recordID=2</link>
<pubDate>15/08/2006</pubDate>
<description>A cada novo lançamento do Iron Maiden parece que o mundo pára e fica na expectativa.&nbsp; Essa expectativa é grande entre fãs e na mídia em geral. Para começar pela capa do álbum.&nbsp; Como será que o Eddie virá?&nbsp; Será uma arte mais tradicional ou experimentalista como nos trabalhos pós X-Factor?&nbsp; Ninguém sábia até o dia quatro de julho quando a capa foi liberada para o mundo ver.&nbsp; <br><br>A capa foi desenhada por Timothy Bradstreet que já foi responsável pela arte de John Constantine e o Justiceiro nos Hqs. E a arte do novo trabalho tem um clima das capas dos singles de 2 Minutes to Midnight (1984) e Aces High (1984) com o Eddie caracterizado de militar.&nbsp; A face do Eddie com dois fuzis em uma bandeira dará margem para muitos produtos de marketing e desde que o álbum faça tanto sucesso quanto os trabalhos anteriores da donzela poderemos esperar muito mais desenhos de Timothy.&nbsp; E desde a saída de Derek que o Maiden não vem apresentando bons trabalhos gráficos em suas capas a última boa mesmo concepção visual de seus trabalhos foi com Fear of the Dark (1992) e as artes dos singles Be Quick or be Death e From here to the Eternity.<br><br>A capa que nos remete aos moldes tradicionais e carregada do estilo de Derek Riggs foi proposital como afirma o próprio artista em seu blog.<br><br>Agora saindo um pouco da capa e falando um pouco mais sobre o single que será lançado no dia 14 de agosto (segunda-feira).&nbsp; Ele virá com o título de “The Reincarnation Of Benjamin Breeg" que é a sétima faixa do disco A Matter Of Life And Death. O single virá em duas versões, ambas limitadas:<br><br>Um cd com duas faixas:<br>01.&nbsp;&nbsp; &nbsp;The reincarnation of Benjamin Breeg <br>02.&nbsp;&nbsp; &nbsp;Hallowed be thy Name (Radio 1 ‘Legends’ Session) <br><br>Um picture colorido de 7” que inclui o logo com os fuzis cruzados:<br>01.&nbsp;&nbsp; &nbsp;The Reincarnation of Benjamin Breeg <br>02.&nbsp;&nbsp; &nbsp; Run To The Hills (Radio 1 ‘Legends’ Session) <br>03.&nbsp;&nbsp; &nbsp;The Trooper (Radio 1 ‘Legends’ Session)<br><br>Segundo Steve Harris, o novo CD "é um trabalho muito intenso em vários sentidos e quisemos escolher um primeiro single que demonstrasse isso da melhor forma possível. "Benjamin Breeg" é um grande exemplo dessa tônica do álbum e tem riffs pesados e liricamente é bastante sombrio, uma canção cheia de atmosfera e poderosa que sintetiza o que o álbum é para nós".<br><br>O tracklist completo do álbum é:<br>1. Different Worlds Smith/Harris 4.17<br>2. These Colours Don't Run Smith/Harris/Dickinson 6.52<br>3. Brighter Than a Thousand Suns Smith/Harris/Dickinson 8.44<br>4. The Pilgrim Gers/Harris 5.07<br>5. The Longest Day Smith/Harris/Dickinson 7.48<br>6. Out Of the Shadows Dickinson/Harris 5.36<br>7. The Reincarnation of Benjamin Breeg Murray/Harris 7.21<br>8. For The Greater Good of God Harris 9.24<br>9. Lord Of Light Smith/Harris/Dickinson 7.23<br>10. The Legacy Gers/Harris 9.20<br><br>A faixa “The Reincarnation of Benjamin Breeg” e o clipe já está rolando na internet e não deixe de conferir no You Tube clicando aqui http://www.youtube.com/watch?v=dNttRSMqOe0 .<br><br>O que nos resta aguardar agora é lançamento oficial de A Matter of Life and Death previsto para setembro e mais um tour mundial que com certeza o Brasil já esta incluído na rota da donzela de ferro. E aguardem, pois a donzela de ferro irá pegar você.</description>
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<title>Metal Vozes Parte I: As vozes do Iron Maiden</title>
<link>http://www.metalzone.com.br/site/emfoco/mat.php?recordID=1</link>
<pubDate>15/08/2006</pubDate>
<description>O maior expoente do heavy metal da década de oitenta e ainda fazendo sucesso sem dúvida é o Iron Maiden.&nbsp; A banda reina soberana.&nbsp; Até quem não é fã de heavy metal conhece o grupo e isso só mostra o tamanho de sua abrangência. <br><br>O grupo atravessou duas décadas como a mais importante banda de heavy metal que já existiu, tanto por suas vendas quanto pela qualidade do material que já foi lançado.&nbsp; Elogios que demonstram a grandiosidade dessa banda existem muitos.&nbsp; Mas para chegar a esse patamar de ícone, seu mentor Steve Harris passou por poucas e boas.<br><br>Nessa matéria vou me prender aos vocalistas que gravaram com o Maiden, pois desde sua criação no final da década de 70 até hoje já se passaram quinze anos e a banda totaliza treze álbuns de estúdio dividido entre três vozes que fizeram deles um estandarte da NWOBHM.<br><br>Nos últimos anos da década de 70 com uma formação quase estabilizada e a entrada de um magrelo, com olhos azuis e atitude punk, Paul Di´Anno fez história só com dois significativos trabalhos. &nbsp;<br><br>Em 1980 após o sucesso estrondoso do EP “The Soundhouse Tapes“ o Maiden assina um contrato com a EMI e lança seu debut autointitulado.&nbsp; Clássicos como “Prowler”, “Running Free”, “Phantom of the Opera” e “Iron Maiden” ensandeciam platéias pelo mundo afora.<br><br>A donzela de ferro acabara de fincar uma estaca no meio do peito da crescente onda punk que invadia a Inglaterra e a Europa naquela época.&nbsp; Mesmo com uma atitude punk de Paul Di´Anno o grupo investia em uma sonoridade complexa e muito trabalhada para época.<br><br>No ano seguinte ao debut, a donzela de ferro retorna com mais um trabalho de estúdio.&nbsp; Com uma melhor produção, graças ao trabalho de Martin Birch, responsável pela produção de clássicos como In Rock do Deep Purple, o Maiden lança Killers, isso em 1981.<br><br>A sonoridade desse trabalho está mais crua, suja e agressiva, uma atitude personificada pela voz de Paul que caracterizou essa época do Maiden.&nbsp; O sucesso da turnê de promoção do álbum foi enorme.&nbsp; O grupo chegou a gravar um EP ao vivo no Japão intitulado Maiden Japan.<br><br>Mesmo com todo sucesso que a banda alcançou, Paul não agüentava a pressão de cantar todos dos dias.&nbsp; Seu envolvimento com bebidas cresceu e em meados de 1981 a única solução encontrada foi retirá-lo da banda.<br><br>Para o posto de vocalista um único nome foi cogitado.&nbsp; Era um baixinho que alcançava altas notas, mas estava em um outro grupo que também fazia sucesso, o nome desse baixinho? Bruce Bruce. &nbsp;<br><br>O Samson, liderado pelo guitarrista Paul Samson acabara de lançar seu terceiro álbum “Shock Tatics” (1981) e parecia que ia conseguir dar uma guinada na carreira da banda, mas infelizmente no final daquele ano Bruce Bruce (vocal) e Thunderstick (bateria) anunciavam sua saída do grupo.&nbsp; Bruce foi para o Iron Maiden e Thunderstick sabe-se lá para onde.<br><br>Já no Maiden, Bruce faz seu primeiro show de aquecimento, no final de 1981 na Inglaterra.&nbsp; Não é necessário dizer que muitos dos fãs da banda hostilizavam o novo integrante e clamavam pela volta de Paul ao grupo.<br><br>Toda essa hostilidade cessou quando em 1982 a Donzela de Ferro solta seu maior clássico, The Number of the Beast e Bruce adota seu sobrenome “Dickinson” no lugar de seu nome artístico antigo: Bruce Bruce. &nbsp;<br><br>A partir desse ponto uma nova era dentro do heavy metal era criada e também dentro do próprio Iron Maiden.&nbsp; Até 1985, o grupo manteve-se em ascensão constante.&nbsp; Suas turnês eram cada vez mais longas e a vendagem do grupo crescia a olhos vistos.<br><br>Depois de toda a euforia da World Slavery Tour onde o grupo excursionou por 28 países e realizou mais de 300 apresentações, a banda lança “Somewhere in Time” (1986) sem nenhuma composição de Bruce, esse fato levou a muitos boatos de que o vocalista estaria saindo do grupo.&nbsp; Os fãs acostumados a todo ano ter um novo lançamento da Donzela, se surpreenderam quando somente após dois anos o Maiden lançou seu sétimo álbum “Seventh Son of a Seventh Son”.<br><br><br>A partir dessa data a banda lançaria álbuns a cada dois anos.&nbsp; E foi o que ocorreu em 1990 com o lançamento de “No Prayer for the Dying”.&nbsp; Paralelo ao lançamento do novo material, Bruce lança um álbum solo chamado Tattoed Millionaire (1990).&nbsp; Mais boatos sobre a saída do frontman pipocaram na imprensa especializada.<br><br>De tanto insistirem em boatos para a saída do vocalista, os pessimistas vencem e em 1993 após uma muito bem sucedida tour do álbum Fear of the Dark (1992), Dickinson deixa o grupo alegando não poder oferecer 100% de si para a banda como os outros integrantes faziam.<br><br>Bruce deixou um imenso legado com seus sete álbuns de estúdio gravados.&nbsp; Suas performances ao vivo davam vida a banda.&nbsp; Considerado por muitos fãs e até mesmo artistas do meio como o melhor vocalista de heavy metal.&nbsp; Influenciou um leva de bandas, principalmente as de metal melódico.<br><br>A fase de ouro da banda chegava ao fim.&nbsp; Bruce seguiu sua carreira solo, enquanto isso o Maiden apostava na escolha de seu novo frontman.&nbsp; Muitos nomes foram cogitados para o cargo, de Mike Kiske (ex-Helloween) até Sebastian Bach (ex-Skid Row), mas nenhum deles chegou perto dos microfones da banda.<br><br>Uma competição mundial fora criada para a escolha do novo integrante.&nbsp; Muitos músicos iludidos com o sonho de integrar a Donzela de Ferro enviaram material para essa competição.&nbsp; É claro que o artifício foi meramente publicitário e deixou o nome da banda em evidencia.&nbsp; O brasileiro André Matos (Shaaman) chegou a gravar nos estúdios de Steve Harris localizado em um sítio na Inglaterra.<br><br>Depois de todo esse carnaval o escolhido acabou sendo Blaze Bayley.&nbsp; Blaze foi vocalista da banda britânica Wolfsbane e gravou dois álbuns com sua banda, Live Fast, Die Fast em 1989 e Down Fall the Good Guys em 1991.&nbsp; O Wolfsbane chegou a abrir diversos shows do Maiden durante a tour do No Prayer for the Dying (1990) na Inglaterra e fontes próximas à banda já sabiam que ele era o nome mais cotado a assumir o posto de vocalista da Donzela de Ferro.<br><br><br>Depois de baixada a poeira, começam os preparativos para o tão esperado novo álbum da banda. <br><br>E o décimo trabalho de estúdio do grupo sai em 1995 com o nome The X Factor.&nbsp; Musicalmente é o trabalho mais obscuro do Maiden, com músicas longas e tenebrosas o álbum tem um cadenciamento soturno.&nbsp; Blaze não é um mau vocalista, prova disso é o material de sua carreira pós Maiden.&nbsp; Mas que seu perfil e estilo de cantar não se adequou á um grupo do porte da Donzela de Ferro e isso ficou latente durante os shows.&nbsp; E ao vivo é que ficou mais triste vê-lo cantar. O vocalista não alcançava as notas mais agudas da fase Dickinson fato que irritava e muito os fãs da banda.<br><br>Nunca iremos saber se foi mais uma chance que foi dada ao Blaze ou se Harris não queria assumir que sua escolha não foi tão boa assim.&nbsp; Mas a banda retorna em 1998 com mais um trabalho de estúdio.<br><br>Nada mudou muito na banda em Virtual XI.&nbsp; Até o título do trabalho se referenciava ao 11º material de estúdio do grupo, um artifício já usado no trabalho anterior.&nbsp; Musicalmente esse álbum veio com músicas mais rápidas, mas Blaze ainda deixava a desejar.&nbsp; Prova disso foi o show que fizeram no Rio de Janeiro em que não voltaram para o bis. Deixando de tocar clássicos como The Number of the Beast e Hallowed Be Thy Name.&nbsp; A desculpa dada por Harris foi que o público não havia pedido para a banda retornar. <br><br>Não foi bem essa a verdade.&nbsp; Próximo ao fim do show Blaze não agüentava mais o calor que dentro do Metropolitam (atual Claro Hall) cozinhava banda e público.&nbsp; O frontman errava todas as músicas e em alguns momentos se via nitidamente a insatisfação da banda com o vocalista.&nbsp; Saíram do palco sem de despedir e Harris com um semblante furioso.<br><br>No final de 1999 a notícia de que Bruce voltava à banda se espalhou.&nbsp; E muitos fãs com certeza alimentaram uma lágrima no canto do olho fazendo jus à frase “O bom filho a casa retorna”.&nbsp; Ter seu ídolo de volta a banda foi à realização de um sonho há muito aguardado. &nbsp;<br><br>E se não bastasse só à volta de Bruce, o vocalista traz consigo Adrian Smith para se juntar ao grupo e fazer uma muralha sonora com três guitarras.&nbsp; O sexteto colocou a prova essa formação com o excelente “Brave New World” (2000) e uma tour que passou novamente pelo Brasil.&nbsp; O grupo tocou na terceira edição do Rock in Rio. O material desse show serviu para um cd duplo e um dvd.<br><br>Em 2003 o sexteto volta com mais um ótimo disco.&nbsp; E Dance of the Death resgatou uma boa parte da química da banda e se aproximou de trabalhos antigos como Seventh Son of A Seventh Son e Fear of The Dark, mas com o modernismo que o Maiden precisava.<br><br><br>Em um balanço geral, talvez só Blaze Bayley não tenha se saído tão bem, mesmo tendo participado de um bom trabalho como The X Factor.&nbsp; Atualmente Blaze tem sua própria banda e já está em seu terceiro álbum de estúdio.<br>Já Paul Di Anno que não se acertou muito em sua carreira.&nbsp; Primeiro montou o grupo Killers e gravou dois álbuns de estúdio. Participou de alguns projetos com ex-integrantes do Maiden que não foram muito pra frente.&nbsp; Paul chegou a gravar alguns álbuns com uma banda que levava seu nome. Essa investida foi a que melhor deu resultados.<br><br>E Bruce é o ex/atual Maiden que se saiu melhor.&nbsp; Sua carreira solo antes da volta pro Maiden rendeu quatro excelentes trabalhos.&nbsp; Mesmo depois de ter voltado para o Iron, Bruce lançou em 2005 mais um trabalho solo “Tyranny of Souls”.</description>
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