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Metal Zone - Metal Vozes Parte I: As vozes do Iron Maiden "Por:Filipe Souza" | Revista Digital sobre Heavy Metal, Black Metal, Thrash Metal, Death Metal, Rock. Com resenhas de shows, cds, promoções, entrevistas, bandas de garagem, demo-tapes, cds demo.
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Metal Vozes Parte I: As vozes do Iron Maiden
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Metal Vozes Parte I: As vozes do Iron Maiden

Por: Filipe Souza (filipe@metalzone.com.br)
03/01/2011

O maior expoente do heavy metal da década de oitenta e ainda fazendo sucesso sem dúvida é o Iron Maiden. A banda reina soberana. Até quem não é fã de heavy metal conhece o grupo e isso só mostra o tamanho de sua abrangência.

O grupo atravessou três décadas como a mais importante banda de heavy metal que já existiu, tanto por suas vendas quanto pela qualidade do material que já foi lançado. Elogios que demonstram a grandiosidade dessa banda existem muitos. Mas para chegar a esse patamar de ícone, seu mentor Steve Harris passou por poucas e boas.

Nessa matéria vou me prender aos vocalistas que gravaram com o Maiden, pois desde sua criação no final da década de 70 até hoje já se passaram mais de quinze anos e a banda totaliza quinze álbuns de estúdio dividido entre três vozes que fizeram deles um estandarte da NWOBHM.

Nos últimos anos da década de 70 com uma formação quase estabilizada e a entrada de um magrelo, com olhos azuis e atitude punk, Paul Di´Anno fez história só com dois significativos trabalhos.

Em 1980 após o sucesso estrondoso do EP “The Soundhouse Tapes“ o Maiden assina um contrato com a EMI e lança seu debut autointitulado. Clássicos como “Prowler”, “Running Free”, “Phantom of the Opera” e “Iron Maiden” ensandeciam platéias pelo mundo afora.

A donzela de ferro acabara de fincar uma estaca no meio do peito da crescente onda punk que invadia a Inglaterra e a Europa naquela época. Mesmo com uma atitude punk de Paul Di´Anno o grupo investia em uma sonoridade complexa e muito trabalhada para época.

No ano seguinte ao debut, a donzela de ferro retorna com mais um trabalho de estúdio. Com uma melhor produção, graças ao trabalho de Martin Birch, responsável pela produção de clássicos como In Rock do Deep Purple, o Maiden lança Killers, isso em 1981.

A sonoridade desse trabalho está mais crua, suja e agressiva, uma atitude personificada pela voz de Paul que caracterizou essa época do Maiden. O sucesso da turnê de promoção do álbum foi enorme. O grupo chegou a gravar um EP ao vivo no Japão intitulado Maiden Japan.

Mesmo com todo sucesso que a banda alcançou, Paul não agüentava a pressão de cantar todos dos dias. Seu envolvimento com bebidas cresceu e em meados de 1981 a única solução encontrada foi retirá-lo da banda.

Para o posto de vocalista um único nome foi cogitado. Era um baixinho que alcançava altas notas, mas estava em um outro grupo que também fazia sucesso, o nome desse baixinho? Bruce Bruce.

O Samson, liderado pelo guitarrista Paul Samson acabara de lançar seu terceiro álbum “Shock Tatics” (1981) e parecia que ia conseguir dar uma guinada na carreira da banda, mas infelizmente no final daquele ano Bruce Bruce (vocal) e Thunderstick (bateria) anunciavam sua saída do grupo. Bruce foi para o Iron Maiden e Thunderstick sabe-se lá para onde.

Já no Maiden, Bruce faz seu primeiro show de aquecimento, no final de 1981 na Inglaterra. Não é necessário dizer que muitos dos fãs da banda hostilizavam o novo integrante e clamavam pela volta de Paul ao grupo.

Toda essa hostilidade cessou quando em 1982 a Donzela de Ferro solta seu maior clássico, The Number of the Beast e Bruce adota seu sobrenome “Dickinson” no lugar de seu nome artístico antigo: Bruce Bruce.

A partir desse ponto uma nova era dentro do heavy metal era criada e também dentro do próprio Iron Maiden. Até 1985, o grupo manteve-se em ascensão constante. Suas turnês eram cada vez mais longas e a vendagem do grupo crescia a olhos vistos.

Depois de toda a euforia da World Slavery Tour onde o grupo excursionou por 28 países e realizou mais de 300 apresentações, a banda lança “Somewhere in Time” (1986) sem nenhuma composição de Bruce, esse fato levou a muitos boatos de que o vocalista estaria saindo do grupo. Os fãs acostumados a todo ano ter um novo lançamento da Donzela, se surpreenderam quando somente após dois anos o Maiden lançou seu sétimo álbum “Seventh Son of a Seventh Son”.


A partir dessa data a banda lançaria álbuns a cada dois anos. E foi o que ocorreu em 1990 com o lançamento de “No Prayer for the Dying”. Paralelo ao lançamento do novo material, Bruce lança um álbum solo chamado Tattoed Millionaire (1990). Mais boatos sobre a saída do frontman pipocaram na imprensa especializada.

De tanto insistirem em boatos para a saída do vocalista, os pessimistas vencem e em 1993 após uma muito bem sucedida tour do álbum Fear of the Dark (1992), Dickinson deixa o grupo alegando não poder oferecer 100% de si para a banda como os outros integrantes faziam.

Bruce deixou um imenso legado com seus sete álbuns de estúdio gravados. Suas performances ao vivo davam vida a banda. Considerado por muitos fãs e até mesmo artistas do meio como o melhor vocalista de heavy metal. Influenciou um leva de bandas, principalmente as de metal melódico.

A fase de ouro da banda chegava ao fim. Bruce seguiu sua carreira solo, enquanto isso o Maiden apostava na escolha de seu novo frontman. Muitos nomes foram cogitados para o cargo, de Mike Kiske (ex-Helloween) até Sebastian Bach (ex-Skid Row), mas nenhum deles chegou perto dos microfones da banda.

Uma competição mundial fora criada para a escolha do novo integrante. Muitos músicos iludidos com o sonho de integrar a Donzela de Ferro enviaram material para essa competição. É claro que o artifício foi meramente publicitário e deixou o nome da banda em evidencia. O brasileiro André Matos (Shaaman) chegou a gravar nos estúdios de Steve Harris localizado em um sítio na Inglaterra.

Depois de todo esse carnaval o escolhido acabou sendo Blaze Bayley. Blaze foi vocalista da banda britânica Wolfsbane e gravou dois álbuns com sua banda, Live Fast, Die Fast em 1989 e Down Fall the Good Guys em 1991. O Wolfsbane chegou a abrir diversos shows do Maiden durante a tour do No Prayer for the Dying (1990) na Inglaterra e fontes próximas à banda já sabiam que ele era o nome mais cotado a assumir o posto de vocalista da Donzela de Ferro.


Depois de baixada a poeira, começam os preparativos para o tão esperado novo álbum da banda.

E o décimo trabalho de estúdio do grupo sai em 1995 com o nome The X Factor. Musicalmente é o trabalho mais obscuro do Maiden, com músicas longas e tenebrosas o álbum tem um cadenciamento soturno. Blaze não é um mau vocalista, prova disso é o material de sua carreira pós Maiden. Mas que seu perfil e estilo de cantar não se adequou á um grupo do porte da Donzela de Ferro e isso ficou latente durante os shows. E ao vivo é que ficou mais triste vê-lo cantar. O vocalista não alcançava as notas mais agudas da fase Dickinson fato que irritava e muito os fãs da banda.

Nunca iremos saber se foi mais uma chance dada ao Blaze ou se Harris não queria assumir que sua escolha não foi tão boa assim. Mas a banda retorna em 1998 com mais um trabalho de estúdio.

Nada mudou muito na banda em Virtual XI. Até o título do trabalho se referenciava ao 11º material de estúdio do grupo, um artifício já usado no trabalho anterior. Musicalmente esse álbum veio com músicas mais rápidas, mas Blaze ainda deixava a desejar. Prova disso foi o show que fizeram no Rio de Janeiro em que não voltaram para o bis. Deixando de tocar clássicos como The Number of the Beast e Hallowed Be Thy Name. A desculpa dada por Harris foi que o público não havia pedido para a banda retornar.

Não foi bem essa a verdade. Próximo ao fim do show Blaze não agüentava mais o calor que dentro do Metropolitam (atual Claro Hall) cozinhava banda e público. O frontman errava todas as músicas e em alguns momentos se via nitidamente a insatisfação da banda com o vocalista. Saíram do palco sem de despedir e Harris com um semblante furioso.

No final de 1999 a notícia de que Bruce voltava à banda se espalhou. E muitos fãs com certeza alimentaram uma lágrima no canto do olho fazendo jus à frase “O bom filho a casa retorna”. Ter seu ídolo de volta a banda foi à realização de um sonho há muito aguardado.

E se não bastasse só à volta de Bruce, o vocalista traz consigo Adrian Smith para se juntar ao grupo e fazer uma muralha sonora com três guitarras. O sexteto colocou a prova essa formação com o excelente “Brave New World” (2000) e uma tour que passou novamente pelo Brasil. O grupo tocou na terceira edição do Rock in Rio. O material desse show serviu para um cd duplo e um dvd.

Em 2003 o sexteto volta com mais um ótimo disco. E Dance of the Death resgatou uma boa parte da química da banda e se aproximou de trabalhos antigos como Seventh Son of A Seventh Son e Fear of The Dark, mas com o modernismo que o Maiden precisava.


Em um balanço geral, talvez só Blaze Bayley não tenha se saído tão bem, mesmo tendo participado de um bom trabalho como The X Factor. Atualmente Blaze tem sua própria banda e já está em seu terceiro álbum de estúdio.

Já Paul Di Anno que não se acertou muito em sua carreira. Primeiro montou o grupo Killers e gravou dois álbuns de estúdio. Participou de alguns projetos com ex-integrantes do Maiden que não foram muito pra frente. Paul chegou a gravar alguns álbuns com uma banda que levava seu nome. Essa investida foi a que melhor deu resultados.

E Bruce é o ex/atual Maiden que se saiu melhor. Sua carreira solo antes da volta pro Maiden rendeu quatro excelentes trabalhos. Mesmo depois de ter voltado para o Iron, Bruce lançou em 2005 mais um trabalho solo “Tyranny of Souls”.

Metal Vozes Parte I: As vozes do Iron Maiden








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