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Metal Zone | Entrevistas | Bitches Sin | Revista Digital sobre Heavy Metal, Black Metal, Thrash Metal, Death Metal, Rock. Com resenhas de shows, cds, promoções, entrevistas, bandas de garagem, demo-tapes, cds demo.
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 Entrevistas

Metal Zone Home Entrevistas → Bitches Sin
Bitches Sin

Bitches Sin

Gênero: NWOBHM
País: Inglaterra

Formação mais Recente:


http://www.bitchessin.co.uk

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Bitches Sin

Por: Luiz Ribeiro (luizribeiro@metalzone.com.br)
01/11/2011

Formado durante a N.W.O.B.H.M., o Bitches Sin foi umas das grandes bandas do movimento. Após uma parada durante os malfadados anos 90, voltou em 2008 com excelente “UDUVUDU”.

Com o lançamento do excelente “The Rapture”, em 2011, e a repercussão positiva, o Metal Zone realizou uma entrevista com Ian Toomey, guitarrista e fundador da banda Bitches Sin. Após o contato feito, Ian Toomey mostrou-se sempre muito prestativo e empolgado com a entrevista e com a possibilidade de falar com os fãs brasileiros.


Caro Ian Toomey, desde já agradeço a oportunidade. Os brasileiros são grandes fãs da N.W.O.B.H.M. e o Bitches Sin foi uma das bandas mais influentes da época. Conte-nos um pouco do trabalho de produção de “The Rapture” e sua ligação com o álbum anterior “UDUVUDU”.

Ian Toomey: “The Rapture” teve inicio nas gravações finais de 'UDUVUDU' quando, após o trabalho de produção, eu e Chris Tsangarides começamos a ter mais idéias. Como de costume, a composição de qualquer novo álbum, teve início no meu “retiro” ou no meu estúdio caseiro, onde toco minha guitarra. Nesses locais eu encontrei, rapidamente, todos esses riffs e idéias, e assim nasceu “The Rapture”. No estúdio foi o processo normal de gravação, mas a atmosfera era muito diferente, como se estivéssemos sendo guiados em nosso caminho.

A ligação com 'UDUVUDU foi que, embora "UDUVUDU' tenha sido um álbum de grande retorno, estávamos, de certa forma, tentando encontrar o caminho novamente. Mas com 'The Rapture' tínhamos sempre uma direção definida, e é assim que soa para mim, quando eu escuto para o álbum.

Houve uma grande evolução entre os dois últimos álbuns do Bitches Sin. Quais fatores contribuíram para esta evolução?

Ian Toomey: Tivemos uma mudança de pessoal. Dave Mills se juntou a nós, nos vocais e guitarra e Dan McNamee no baixo. Dave tem uma voz fantástica, que pode gritar como um “banshee” durante um minuto e ser bonita e controlada no próximo. Ele também é um grande compositor em seu próprio estilo, com uma linha vocal e letras mais acessíveis. Dan por ser muito jovem, 22 anos, traz o lado moderno da nova geração de baixistas e, por isso, acho que sua contribuição deu vida nova para a banda, contribuindo para que esta evolução acontecesse.

“The Rapture” é álbum bem diversificado, com variações em todas as músicas. De onde veio a inspiração para tamanha diversificação?

Ian Toomey: Eu sempre escrevo músicas, riffs, melodias, mostrando como me sinto, no momento. Então, durante o ano de 2009, diferentes emoções ocorreram e, às vezes, a música vem apenas para você naquele momento, de modo que você possa dizer que, a inspiração veio, do Universo que nos rodeia. É o mesmo quando eu fui gravar meus solos de guitarra. Eu só toco como me sinto no momento. Muitos dos solos, são as primeiras composições “ The Rapture”,

A história do Bitches Sin é interessante por causa do Flash Point. O que seria, hoje, o Flash Point para a banda?

Ian Toomey: Flash Point foi o meu projeto a solo, quando o Bitches Sin chegou ao fim, em 1987. Ele nunca foi concebido para ser outra coisa senão isso. Hoje eu tenho um retorno muito maior com o trabalho do Bitches Sin, o que torna muito improvável, que haverá mais alguma gravação com o Flash Point. O mais provável que ocorra é, gravar com o Bitches Sin e, talvez, a gente inclua uma ou duas músicas do Flash Point nos shows.

Então, realmente, você não tem mais intenção de trabalhar com o Flash Point?

Ian Toomey: Não em um futuro próximo, mas tudo é possível...

Como vocês conseguem conciliar o trabalho da banda com os trabalhos de produção de Chris Tsangarides?

Ian Toomey: Chris Tsangarides consegue o som que, por muitos anos, eu sempre quis e esteve na minha cabeça para Bitches Sin . É como se nós estivéssemos procurando por ele por todos esses anos e, agora, que estamos trabalhando juntos no Bitches Sin, ele resultou em “The Rapture”. Concordo com sua opinião na resenha de que "The Rapture" é o melhor trabalho Chris Tsangarides desde "Painkiller".

Concordo com sua opinião na resenha de que "The Rapture" é o melhor trabalho Chris Tsangarides desde "Painkiller"

O que seria Chris Tsangarides hoje para banda hoje?

Ian Toomey: Chris adora trabalhar com o Bitches Sin. Ele é um membro oficial, embora o seu trabalho como produtor, às vezes dificulta tocar em “The Rapture. Contudo seu solo dissonante em Save Me é fantástico.

Voltando aos anos 80, como era a cena musical na Inglaterra durante os “anos de ouro” da N.W.O.B.H.M.?

Ian Toomey: Voltando na década de 80, percebe-se que foi um grande momento para a música, e particularmente para a N.W.O.B.H.M. Era como se cada cidade tivesse uma grande banda, que estava tocando, gravando singles ou faixas de álbuns de compilações. Por isso foi rápido, emocionante e intenso em todos os lugares ao seu redor. Costumava haver um jornal semanal de rock chamado de “Sounds” e, todas as bandas, liam para acompanhar os shows e as bandas que estavam lançando material novo. Você poderia dizer que aquela época era como um “Trem expresso em Fuga”.

Para o Bitches Sin, especificamente, em menos de dois anos, entre abril de 1980 e o verão de 1982, nós tínhamos lançado um single, duas faixas em um álbum de compilação, uma dos quais era "Strangers on the Shore". O Cassete álbum “Your Place or Mine”, tocou em uma sessão, para o lendário "BBC Friday Rock Show” e foi lançado o álbum “Predator”. Nos tocamos no Apollo Manchester e no Newcastle Mayfair.

Assim você pode ver como era movimentado e emocionante aquela época.

Costumava haver um jornal semanal de rock chamado de “Sounds” e, todas as bandas, liam para acompanhar os shows e as bandas que estavam lançando material novo. Você poderia dizer que aquela época era como um “Trem expresso em Fuga”. (sobre a N.W.O.B.H.M.)

A N.W.O.B.H.M. possui uma imensidão de bandas sensacionais. Porém somente o Iron Maiden, Saxon e o Def Leppard conseguiram o reconhecimento necessário. Por que motivos você julga que existiu essa falta de reconhecimento , a grandes bandas como o próprio Bitches Sin, o Elixir e o Tokyo Blade?

Ian Toomey: Muito boa pergunta Luiz!!!!! Eu acho que, naquela época, ninguém realmente sabia como gravar em grandes gravadoras ou, o que elas queriam de uma banda. A verdade é que, sem o apoio de uma grande gravadora, você nunca vai conseguir a exposição necessária, de modo que seus fãs possam vê-lo ao vivo e tenham acesso aos seus álbuns. As bandas que você mencionou: Iron Maiden, Saxon e Def Leppard são grandes bandas e eu as respeito, mas talvez elas estivessem no lugar certo e na hora certa.

Será que as grandes gravadoras só queria assinar com um pequeno número de bandas da NWOBHM?

Todos os álbuns Bitches estão, atualmente, à venda no site oficial,da banda, com exceção de "Predator". Existe algum plano para,colocá-lo novamente no mercado?

Ian Toomey: Nós não temos os direitos autorais "Predator" os quais são da Heavy Metal Records. Assim, ficamos tristemente incapazes de fazer isso.

Como disse no início, nós brasileiros, somos grandes fãs da N.W.O.B.H.M.. O Bitches Sin tem planos de tocar no Brasil?

Ian Toomey: Nós temos a sorte de estar trabalhando com Jess Cox e a Metal Nation Records, que sempre foram honestos e justos com todos. Jess gerencia a venda de nossos discos há alguns anos.

Gostaríamos muito de tocar no Brasil e já disse isso para o Jess. Eu acredito que se os fãs brasileiros querem nos ver no Brasil, eu tenho a certeza que seus promotores poderiam encontrar uma maneira de fazer isso, entrando em contato com Jess.

Por fim, diga algo para os fãs brasileiros.

Ian Toomey: Espero ver vocês em breve!!

Bitches Sin


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The Rapture

2011
Bitches Sin Records
10/10

O Bitches Sin foi formado no ano de 1980, em Cambria, norte da Inglaterra. Após várias mudanças de formação estabilizaram com os irmãos Ian e Pete Toomey nas guitarras, Martin Owen no baixo, Mark Biddiscomb na bateria e Tony Tomkinson nos vocais. Com esta formação gravaram em 1982, Predator, primeiro Long Play da banda.

Em 1986 sai Invaders, segundo álbum do Bitches Sin, contando com Frank Quegan nos vocais. Este álbum, embora flertando com o pop em algumas faixas, foi um dos mais influentes da N.W.O.B.H.M.

Após o lançamento de Invaders a banda muda de nome e também o direcionamento musical. Com o nome de Flash Point e fazendo um som mais melodioso e acessível, lançam o bom No Point of Reference em 1987.

Sem conseguir o retorno desejado, a banda da uma parada, voltando, ainda, como Flash Point, em 2005, com mais um álbum: Lazer Love. Em 2006, é lançado o auto-intitulado Flash Point, seguindo o mesmo direcionamento de seus antecessores.

Para a surpresa geral a banda volta em 2008, com seu nome original, e com o excelente UDUVUDU. Bem mais pesado que o Flash Point, esta nova fase da banda tem boa repercução, possibilitando o lançamento do single Sound of Silence em 2009.

Eis que em 2011, a banda blinda seus fãs com mais um álbum de estúdio. Formado por Ian Toomey e Chris Tsangarides (aquele mesmo) nas guitarras, David Mills nos vocais, Dan Mcnamee no baixo e Steve Torton na bateria, o Bitches Sin lança em setembro de 2011 “The Rapture”.

Apresentando uma evolução considerável em relação a seu antecessor, este álbum foi uma bola dentro de Ian Toomey. Com a grande produção de Chris Tsangarides, The Rapture é daqueles álbuns que você ouve da primeira a última faixa fácil.

Moderno na medida certa, o cd abre com a pesadíssima “Don’t Let Go”. O cover de Paul Simon “Sound of Silence” não poderia ser mais oportuno e certeiro. Bem melodiosa e pesada abre caminho para “Save Me”. Nova surpresa, esta é aquele tipo de música que você escuta uma vez e “prega” na cabeça. Um dos destaques do álbum.

O Bitches Sin diversifica, novamente, na quarta faixa com a épica “Never Forget”, onde Chris Tsangarides da show, dobrando guitarra e teclados. A faixa título vem na seqüência, com riffs sabbathianos, muito peso e melodia. O lado moderno e acessível está presente com “Love and Faith”, mas sem fazer o álbum perder a força.

Nova surpresa com a rápida “You Want Paradise”: música totalmente Up e N.W.O.B.H.M. “Old School” possui, além aqueles riffs característicos da N.W.O.B.H.M, um direcionamento mais atual e pesado, com destaques para os vocais rasgadíssimos de David Mills e a bateria quebrada de Steve Torton.

“Thanks for the Memories” mostra o lado mais comercial do Bitches Sin, lembrando os bons momentos de Flash Point. A penúltima faixa, “Hollow Man” assemelha-se muito com as músicas mais progressivas do Iron Maiden, dos últimos álbuns, mantendo The Rapture em alto nível. Fecha o álbum, com chave de ouro, a balada “No Regrets”.

O ponto alto do CD vai para as guitarras de Ian Toomey e Chris Tsangarides: surpreendentes e precisas em cada faixa. Outro ponto alto vai para a produção de Chris Tsangarides. Todos os instrumentos estão perfeitamente encaixados e audíveis, inclusive o baixo matador de Mark Biddiscomb. Com certeza este é seu melhor trabalho, em termos de produção, desde Painkilller, do Judas Priest.

Louros, ainda, para David Mills, com interpretações que variam vocais limpos, rasgados até guturais, possibilitando a grande variação musical que vemos neste álbum.

A venda no site oficial da banda, este cd é garantia de diversão. Parabéns a Ian Toomey, Chris Tsangarides e toda a banda. Realmente excelente.

Faixas

01. DON’T LET GO
02. SOUNDS OF SILENCE
03. SAVE ME
04. NEVER FORGET
05. THE RAPTURE
06. LOVE AND FAITH
07. YOU WANT PARADISE
08. OLD SCHOOL
09. THANKS FOR THE MEMORIES
10. HOLLOW MAN
11. NO REGRETS



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