Para os fãs da banda ou de rock progressivo, bem como de música terão a grata surpresa em saber que a Editora Évora lançará a biografia “Nos Bastidores do Pink Floyd”, escrita pelo jornalista Mark Blake. Selo Generale traz, pela ótica de Ron Wood, os bastidores de uma das bandas mais importantes do mundo.

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Scars Turn Your Past Real
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Slander

Careless Talk Coast Lives
(NWOBHM)
Por: Luiz Ribeiro

Slander
9,5/10
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Sweet Savage

Regeneration
(NWOBHM)
Por: Luiz Ribeiro

Sweet Savage
8,5/10
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Def Leppard

Pyromania
(NWOBHM)
Por: Henrique Linhares

Def Leppard
9/10
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Iron Maiden

The Final Frontier
(NWOBHM)
Por: Filipe Souza

Iron Maiden
8,5/10
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Def Leppard

Mirrorball
(NWOBHM)
Por: Ivo Campos

Def Leppard
9/10
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Elixir

The Son of Odin (25th Anniversary Edition)
(NWOBHM)
Por: Luiz Ribeiro

Elixir
10/10
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Def Leppard

On Through The Night
(NWOBHM)
Por: Henrique Linhares

Def Leppard
9/10
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Def Leppard

Slang
(NWOBHM)
Por: Henrique Linhares

Def Leppard
6/10
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Bitches Sin

The Rapture
(NWOBHM)
Por: Luiz Ribeiro

Bitches Sin
10/10
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Blitzkrieg

Absolute Power
(NWOBHM)
Por: Filipe Souza

Blitzkrieg
8,5/10
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Tokyo Blade

Thousand Men Strong
(NWOBHM)
Por: Luiz Ribeiro

Tokyo Blade
8/10
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Elixir

All Hallows Eve
(NWOBHM)
Por: Luiz Ribeiro

Elixir
9,5/10
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Def Leppard

Euphoria
(NWOBHM)
Por: Henrique Linhares

Def Leppard
8,5/10
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Tygers of Pan Tang

Ambush
(NWOBHM)
Por: Luiz Ribeiro

Tygers of Pan Tang
9,5/10
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Iron Maiden

Rock in Rio
(NWOBHM)
Por: Iuri Frederico

Iron Maiden
9/10
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 Entrevistas

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Elixir

Elixir

Gênero: NWOBHM
País: Inglaterra

Formação mais Recente:


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Elixir

Por: Luiz Ribeiro (luizribeiro@metalzone.com.br)
03/11/2011

O Elixir foi uma da maiores bandas da N.W.O.B.H.M. Lançou o espetacular “The Son of Odin” e mantém-se até os dias atuais produtiva, lançado grandes álbuns.
Após contato feito com Phil Denton, membro fundador e líder do Elixir, o mesmo prontificou-se a responder algumas perguntas do Metalzone.
É importante salientar que Phil encontrava-se com um problema no olho esquerdo, estando com dificuldades para responder as perguntas, visto que as mesmas foram enviadas por email.

Contudo conforme o mesmo relatou:
“I think your prayers are working, thank you – my eyes are feeling a bit better today!
My wife is a secretary and good typist, so she has kindly typed my answers to your interview.”


Caro Phill Denton, desde já agradeço a oportunidade. Os brasileiros são grandes fãs da N.W.O.B.H.M. e o Elixir foi responsável por um dos melhores trabalhos N.W.O.B.H.M: “The Son of Odin” Conte-nos um pouco do trabalho de produção de “All Hallows Eve”?

Phill Denton: Nós escrevemos e ensaiamos as músicas juntos, mas não tínhamos dinheiro para ir para um estúdio de gravação. Conversando com o Pete, do Chariot, ele sugeriu que tentássemos gravar sozinhos. Como era algo que sempre quis fazer, investi em um gravador de 24 faixas e alguns monitores descentes, além de alguns bons microfones. Depois testamos o som com tambores. Fiquei muito satisfeito com os resultados e, foi ótimo, ter o tempo que gostaríamos para a gravação e mixagem, sem ter que se preocupar com os custos.

Houve uma grande evolução entre os dois últimos álbuns. Quais fatores contribuíram para esta evolução?

Phill Denton:Principalmente, foi o fato de que o álbum foi gravado por nós mesmos e poderíamos fazer as experiências que quiséssemos.

“All Hallows Eve“ é álbum muito maduro. O que a banda buscava em termo de composições para o álbum?

Phill Denton:Eu não acho que fizemos nada de muito diferente, do que fazíamos em outros álbuns, exceto por escrever uma musica longa e épica para terminar o álbum. Talvez nossas composições tenham ficado melhor, ao longo dos anos!

“Lethal Potion” é um álbum controverso, pois foi lançado dois anos após Sovereign Remedy. Ambos possuem quase as mesmas músicas. Porque este álbum foi lançado?

Phill Denton:Embora tenhamos ensaiado metade do material com os irmãos Dobbs, ambos deixaram a banda antes que pudéssemos ir para o estúdio gravar. Recrutamos Mark White no baixo e Clive Burr na bateria e, embora ambos fossem substitutos à altura, o Elixir já não era mais a mesma banda. Quando não conseguimos um contrato de gravação para o segundo álbum, depois de um ano, eu decidi deixar a banda. Foi então que a gravadora Sonic, um ano depois que saí, lançou o álbum sob o título 'Lethal Potion', com um número reduzido de faixas e uma mixagem diferente. Eu não gostei desta versão, mas fiquei muito feliz quando conseguimos colocar, finalmente, o segundo álbum como devia ter sido, com o título original de “Sovereign Remedy”, em 2004, pela Majestic Records.

Clive Burr é um artista famoso por seu trabalho com o Iron Maiden. Como foi o trabalho dele com o Elixir?
Phill Denton:Clive era um baterista brilhante, como todos sabem, e nós nos dávamos muito bem. Ele tem um grande senso de humor e tivemos uma boa diversão durante a gravação do álbum. Nós também jogamos futebol com ele! Com exceção do segundo álbum, temos mantido a nossa formação original em todas outras gravações. Clive é um grande baterista, porém ninguém toca as músicas do Elixir como Nigel. Seu estilo, único, é à base do nosso som.

Clive era um baterista brilhante, como todos sabem, e nós nos dávamos muito bem. Ele tem um grande senso de humor e tivemos uma boa diversão durante a gravação do álbum. Nós também jogamos futebol com ele! (Phill Denton explicando como foi trabalhar com Clive Burr - Ex-Iron Maiden)

Em “The Idol” a banda regravou músicas antigas. São grandes musicas. Em que momento essas músicas não foram aproveitadas nos álbuns da banda?
Phill Denton:As músicas de “The Idol” eram canções que escrevemos na década de 80, mas não tivemos a oportunidade de gravar. Só pudemos escolher nove músicas para o nosso álbum de estréia, "The Son of Odin”. As canções de “The Idol” foram as músicas que não pudemos colocar em “The Son of Odin” (isso prova como “The Son of Odin é um álbum extraordinário – nota do redator). Estávamos constantemente escrevendo material novo e, quando estávamos no processo de gravação do segundo álbum, tínhamos várias músicas novas para escolher. Quando voltamos em 2001, percebemos que tínhamos várias músicas boas que não tinham sido aproveitadas. Então, a primeira coisa que fizemos, foi gravar essas canções. Assim surgiu “The Idol”.

O Elixir consegue manter seus membros originais até hoje. Qual o segredo para isso?
Phill Denton: Em primeiro lugar, somos grandes amigos, como irmãos. Nós compartilhamos os mesmos sonhos e trabalhamos muito bem juntos. Como eu mencionei, na minha resposta à pergunta 5, sentimos que, somente com os cinco juntos, somos a banda de verdade. Tentamos um line-up diferente, no segundo álbum e, simplesmente, a banda não era a mesma. Quando voltamos juntos em 2001, compactuamos que somente manteríamos a banda, se fossem os cinco membros originais. Se um de nós não puder mais continuar, a banda não vai continuar.

Voltando aos anos 80, como era a cena musical na Inglaterra durante os “anos de ouro” da N.W.O.B.H.M.?
Phill Denton: Na época, havia mais oportunidades para bandas originais, como nós. Nos anos oitenta era mais fácil tocar na Inglaterra, do que é hoje, para as bandas novas. Hoje em dia os locais querem bandas de “tributo”. Eu sinto que, atualmente, estão reduzindo as chances para as bandas novas.

O Elixir é da última geração da N.W.O.B.H.M. Como foi lançar seu primeiro álbum, quando o movimento já não estava tão forte?
Phill Denton: Em primeiro lugar, nós não nos consideramos uma banda da N.W.O.B.H.M. Nós éramos apenas uma banda de Metal Britânico e, realmente não penso que fazíamos parte da N.W.O.B.H.M. Nossos ídolos foram Judas Priest, Black Sabbath, Deep Purple, Thin Lizzy e Michael Schenker e queríamos imitá-los. É só agora, olhando para trás, podemos ver que pegamos o fim da N.W.O.B.H.M. e que o movimento foi morrendo com a invasão das bandas americanas.

A N.W.O.B.H.M. possui uma imensidão de bandas sensacionais. Porém somente o Iron Maiden, Saxon e o Def Leppard conseguiram o reconhecimento necessário. Por que motivos você julga que existiu essa falta de reconhecimento, a grandes bandas como o próprio o Elixir, Tygers of Pan Tang, Bitches Sin e o Tokyo Blade?

Phill Denton: Acho que estar no lugar certo, e na hora certa era a coisa mais importante. As três grandes bandas que você mencionou, tiveram a sorte de ser assinado com uma gravadora “Major”. Tinham uma boa gestão, apoio e tiveram tempo para crescer. Eu tenho muito respeito por essas bandas, pelo que eles alcançaram, pois aproveitaram a chance. Mas se algumas das outras bandas tivessem a mesma oportunidade e tivessem trabalhado, tão duro, talvez pudessem ter sido tão grandes também.

Como disse, no início, nós brasileiros, somos grandes fãs da N.W.O.B.H.M.. O Elixir tem planos de tocar no Brasil?
Phill Denton: Realmente? Isso é ótimo! Gostaríamos muito de ir a tocar no Brasil, também. Eu assisti o DVD do Helloween, gravado em São Paulo, e vi que os fãs brasileiros são ótimos!

Eu assisti o DVD do Helloween, gravado em São Paulo, e vi que os fãs brasileiros são ótimos! Gostaríamos muito de ir a tocar no Brasil.

Por fim, diga algo para os fãs brasileiros.
Phill Denton: Quando é que podemos ir?! Falando sério, se pudesse ser financeiramente viável, nós gostaríamos de ir tocar no Brasil.

Elixir


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All Hallows Eve

2010
Cold Town Records
9,5/10

O Elixir foi formado em novembro de 1983, Londres. Em 1984 consolidam a formação com Paul Taylor nos vocais, Phil Denton e Norman Gordon nas guitarras e os irmãos Kevin e Nigel Dobbs no baixo e bateria respectivamente. Com formação consolidada lançam, em 03 de Janeiro 1986, o álbum The Son Of Odin, um dos maiores clássicos da NWOBHM.

Vinte e sete anos após sua formação, com seis álbuns de estúdio na bagagem (considerando Lethal Potion de 1990), um cd ao vivo, além do EP Knocking on the Gates of Hell de 2005, a banda lança All Hallows Eve.

Sovereign Rememdy, The Idol e Mindcreeper são grandes álbuns mas, fazendo uma rápida avaliação, All Hallows Eve é o melhor trabalho do Elixir deste The Son of Odin. E olha que já se vão vinte e cinco anos deste clássico da N.W.O.B.H.M.

Inclusive a faixa título, que da início ao álbum, já nos remete àqueles brilhantes dias. Totalmente N.W.O.B.H.M. , bem “Up” , pesada e com aquelas guitarras dobradas características: abre o disco a todo vapor.

A seqüencia de “The Pagan Queen” não deixa por menos. Menos melodiosa e mais pesada, destacando o trabalho dos guitarraistas. “Daughters of the Moon” e o carro chefe do álbum, com vídeo promocional, nos remetendo aos bons momentos da banda, nos anos 80. Nesta faixa a banda aparece em perfeita sincronia. A próxima “The Speel”, também muito pesada, tem ótimo trabalho de baixo e guitarras.

“Midnight Messiah” começa com um riff matadador e guitarras cavalgadas “a lá” Powerslave. Outro grande destaque de All Hallows Eve. Por falar em Iron Maiden, o riffs iniciais “You’re not Fooling Me”, a próxima música, deixam aquela sensação de “já ouvi algo parecido”. Grande musica: digamos que seria o Iron Maiden dos últimos albuns, mas com um pouquinho mais de guitarras.

O “Gran Finalle” fica por conta da épica Samhain, com seus mais de 14 minutos. Esta faixa mostra o amadurecimento musical do Elixir. Realmente sensacional. Bota no bolso, muito medalhão, que se aventura a botar faixas longas em seus álbuns.

A banda está muito bem entrosada, até porque mantém a formação de 1984, desde seus retorno em 2001. Os vocais de Paul Taylor encaixam-se como “uma luva” na proposta de som da banda. A dupla de guitarristas está afiadíissima, contando, ainda, com o apoio da sólida cozinha composta pelos irmãos Dobbs.

A produção de Phil Denton é muito precisa, pois consegue melodia, baixo e vocais audíveis, sem tirar o peso das guitarras. Esse negócio que “falta de produção é característica na N.W.O.B.H.M.” é coisa do passado.

Este álbum está venda no site oficial da banda na versão CD, por £ 6 GBP (uma pechincha). Para os fãs dos discos de vinil e colecionadores, All Hallows Eve foi lançado em formato LP, em 23 de outubro de 2011, com uma tiragem de apenas 250 cópias. Realmente imperdível e indispensável.

Faixas

01. All Hallows Eve
02. The Pagan Queen
03. Daughters of the Moon
04. The Spell
05. Midnight Messiah
06. You’re Not Follling Me
07. Samhain

The Son of Odin (25th Anniversary Edition)

2011
Cold Town Records
10/10

O Elixir foi formado em 1983 na Inglaterra. Após lançarem o single Treachery e duas demos, a banda estabilizou sua formação com Paul Taylor nos vocais, Phil Denton e Norman Gordon nas guitarras e os irmãos Kevin e Nigel Dobbs no baixo e bateria respectivamente. Com formação consolidada lançam, em 03 de Janeiro 1986, o álbum The Son Of Odin, um dos maiores clássicos da NWOBHM.

Vinte e cinco após seu lançamento, eis que o Elixir lança uma edição comerativa de The Son of Odin, com seis músicas bônus. Não é digipak, o encarte é bem parecido com o relançamento de 2005 pela Majestic Rocks, mas como já estva fora de catálogo, dá um novo fôlego para os fãs da banda, ófãos desta obra-prima.

Considerado um dos vinte melhores lançamentos de metal de todos os tempos (na época de seu lançamento), o disco abre com a pesada The Star of Beshaan. Mas o álbum começa a pegar fogo com Pandora’s Box e seu riff sensacional. As guitarras são matadoras nesta faixa, não deixando nada a desejar aos Guitar Man’s de Iron Maiden e Judas Priest.

The Son of Odin não deixa a peteca cair com Hold High the Flame e Children of Tomorrow. Só uma palavra para descrever este cd até aqui: ESPETACULAR.
Trial by Fire mantém o álbum a todo vapor, seguida por Starligth e seu dueto de guitarra arrebenta quarteirão. Com Dead Man’s Gold, mais melódica que as demais, o álbum continua em alto nível.

Na sequência vem o grande clássico do Elixir: Treachery. Steve Harrys, Rod Smalwood e Martin Birch devem ter invejado esta músicas sob todos aspectos, pois caberia em qualquer um dos álbuns dos Golden Years do Iron Maiden. A Faixa homônima fecha o disco de 1986, em grande estilo.

A produção é muito parecida com Powerslave do Iron Maiden, ou seja: peso e melodia na dose certa. A parte instrumental é muito precisa e coesa e, os vocais de Paul Taylor, encaixan-se perfeitamente na proposta da banda.

A edição comemorativa de 25 anos contínua com a instrumental Chariot of the Gods seguida por uma B-Side do Single Treatchery: a competentíssima Winds of Time.

Concluindo o The Son Of Odin 25th Aniversary Edition temos as versões de The Star of Beshaab, Pandora’s Box, Hold High the flame e Son of Odin, gravadas na B.B.C. RADIO.
Outro destaque fica por conta da arte da capa. Sem muitos recursos, o vocalista Paul Taylor, juntamente com o desenhista (isto mesmo) Neil Davis conceberam a belíssima capa de The Son Of Odin.

Após seu relançamento comemorativo, este CD já foi considerado o “Classic Album of April 2011” pela imprensa especializada britanica.

Se voçê não tinha este cd, compre. Se voçê já tinha, compre também. Compre de qualquer maneira pois é, realmente, a nata do que o metal oitentista produziu e, não podia passar em branco, no seu aniversário de 25 anos. Parabéns ao Elixir.

Faixas

01. The Star of Beshaan
02. Pandora's Box
03. Hold High The Flame
04. Children of Tomorrow
05. Trial By Fire
06. Starflight
07. Dead Man's Gold
08. Treachery
09. Son of Odin
10. Chariot of the Gods
11. Winds of Time
12. The Star of Beshaan (BBC)
13. Pandora's Box (BBC)
14. Hold High The Flame (BBC)
15. Son of Odin (BBC)



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Discografia Comentada
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Jornalista Responsável: Filipe Souza - MTB: 32471/RJ
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