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Metal Zone | Entrevistas | Tygers of Pan Tang | Revista Digital sobre Heavy Metal, Black Metal, Thrash Metal, Death Metal, Rock. Com resenhas de shows, cds, promoções, entrevistas, bandas de garagem, demo-tapes, cds demo.
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 Entrevistas

Metal Zone Home Entrevistas → Tygers of Pan Tang
Tygers of Pan Tang

Tygers of Pan Tang

Gênero: NWOBHM
País: Inglaterra

Formação mais Recente:
Jacopo Meille - Vocal
Robb Weir - Guitarra
Dean Robertson - Guitarra
Brian West - Baixo
Craig Ellis - Bateria

http://www.tygersofpantang.com

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Tygers of Pan Tang

Por: Luiz Ribeiro (luizribeiro@metalzone.com.br)
06/11/2011

O Metal Zone conseguiu mais uma vez contato com um baluarte da NWOBHM. E desta vez entrevistamos ninguém menos que Robb Weir, o "cara" da banda Tygers of Pan Tang.

Primeiramente obrigado pela oportunidade de fazer algumas perguntas. Nós brasileiros somos grandes fãs da N.W.O.B.H.M. e o Metalzone é um dos poucos sites do Brasil que, realmente, abrem suas portas para as bandas do movimento.

Robb Weir: Obrigado, sites como o Metalzone e os festivais undergrounds são o que realmente promovem a N.W.O.B.H.M. Nós, realmente, precisamos disso.
É ótimo falar para nossos fãs brasileiros, mais uma vez, vocês são verdadeiros para a causa e nunca esqueceram o Tygers of Pan Tang.


O Tygers of Pan Tang, recentemente, divulgou em seu site oficial que acertou com a Rocksecter Records. Qual é a perspectiva da banda sobre o trabalho com a nova gravadora?

Robb Weir: Embora financeiramente falando, fosse melhor distribuir nosso álbum pelo nosso próprio selo, concluímos que, após o sucesso de "Animal Instinct" precisávamos de uma gravadora especializada. Eles têm os contatos para promover melhor o álbum e distribuí-lo em todo o mundo, de modo que cheguem as mãos dos fãs. Assim lutei muito para o Tygers assinar com eles, até porque apreciávamos muito seu trabalho e sua vontade em fechar com a gente.
Os planos que eles têm para a distribuição, licenciamento e publicidade são, realmente, excelentes. Tomamos uma decisão que não era sobre o dinheiro, foi sobre a maneira de como um álbum nosso chegaria até os nossos fãs.

Houve uma grande repercussão sobre o último trabalho do Tygers of Pan Tang (Animal Instinct). De fato, em minha opinião, foi o melhor trabalho da banda desde Spellbound. O que a banda pretende fazer em seu novo trabalho, para manter o nível de Animal Instinct?

Robb Weir: Estávamos muito ansiosos para este álbum seja uma progressão de "Animal Instinct", da mesma maneira que "Spellbound" foi de "Wild Cat".
Nós escrevemos músicas que mostram um lado mais maduro da banda. Há, ainda, muita influência N.W.O.B.H.M. e, eu acho que, no momento, escrevi um dos meus melhores riffs para este álbum, no melhor estilo "Wild Cat".

Dean vem em grande estilo, com grandes "Rockers", o que vai ser um verdadeiro deleite para os fãs e, na seqüência, há uma influência mais melódica de Jack e Craig.
Temos 19 faixas trabalhadas, mas já sabemos as 11 ou 12 que estaremos colocando no álbum. Temos também, Chris Tsangarides, que aceitou produzir este novo álbum, como produziu "Wild Cat" e "Spellbound". Estou muito animado com este trabalho e, acho que, vai ser um Tygers do jeito que os fãs gostam. O álbum tem um título provisório de "Ambush" e deve estar disponível em meados de 2012.

Estou muito animado com este trabalho e, acho que, vai ser um Tygers do jeito que os fãs gostam. O álbum tem um título provisório de "Ambush" e deve estar disponível em meados de 2012.(Robb comentando sobre o próximo trabalho da banda, que será produzido por Chris Tsangarides)

A banda lançou, recentemente, dois EPs com regravações de Wild Cat e Spellbound. Existe algum planejamento para regravações de "Crazy Night" e "The Cage"?

Robb Weir: Sim, nós planejamos cobrir todos os quatro álbuns. O próximo será o "Crazy Nights Sessions"'. Estamos pensando em gravar em janeiro de 2012, mas como a gravação está demorando um pouco a mais para finalizar, este álbum será lançado durante o ano.

Já disse muitas vezes, eu adoro as músicas de "Crazy Nights", mas a produção não ajudou. Foi um erro mudar o produtor e não utilizar Chris Tsangarides, após o sucesso dos dois primeiros álbuns. E foi por isso que quisemos trazê-lo de volta e "emboscá-lo". Ele conhece o Tygers e pode conseguir som e a vibração daquele Tygers, como ninguém.
Em 2013 vamos trabalhar nas sessões de "The Cage" e, espero que saia um pacote com quatro CD "Sessions", armazenados em um único Box. Recentemente fechamos um contrato para esta série (as quatro versões), em vinil, através da empresa italiana "Night of the Vinyl Dead". Estes álbuns estarão limitados a quantia de 350 cópias.

Muito se fala da banda na época de John Sykes. Conte-nos um pouco desta época?

Robb Weir: Em primeiro lugar John é um grande amigo, um guitarrista fantástico e um dos melhores escritores de música que eu já conheci. O cara era uma enorme influência sobre a direção de som do Tygers em "Spellbound" e uma enorme influência sobre mim e meu jeito de tocar. Hoje não tenho nada além de admiração com o que ele alcançou, após sua saída da banda.

John era ambicioso e o Tygers não fazia o sucesso que ele procurava. Ele não quis fazer parte do que buscávamos, na época.
Não acreditava que iríamos nos tornar uma grande banda. Ele sempre estava à procura de uma oportunidade melhor e maior e, encontrou isso, com o Thin Lizzy e no Whitesnake.
Se John tivesse ficado, quem sabe a banda poderia ter chegado mais longe, mas não o culpo de forma alguma. O álbum "The Cage", sem John, vendeu mais cópias do que qualquer um dos últimos três álbuns anteriores e, deveríamos ter ido prosseguido e feito um grande sucesso, mas nós não conseguimos.

John (Sykes) era ambicioso e o Tygers não fazia o sucesso que ele procurava. Ele não quis fazer parte do que buscávamos, na época.

A banda fez um retorno com Jess Coxx, lançado "Live at Wacken" em 2001. Porque essa parceria com Jess Cox não teve futuro?

Robb Weir: Jess, infelizmente, não conseguia cantar as músicas de outros álbuns, além de "Wildcat", pois não tinha o alcance vocal necessário, para cantar as outras músicas do Tygers of Pan Tang.

Jess soa muito bem em "Wildcat" e ninguém teria conseguido a crueza e a vibração características da N.W.O.B.H.M. que ele conseguiu. Mas Jess não conseguia cantar as músicas de "Spellbound" e "Crazy Nigths", o que para ele, também, nunca foi uma opção. Tentamos escrever um material novo com o nome de "Tyger Tyger", mas que não teve futuro. Jess tem vários compromissos de trabalho, de modo que, acho que ele não tem tempo nem interesse de estar em uma banda.

"Mystical" foi um excelente álbum, com grandes influências da N.W.O.B.H.M. O que a banda procurava naquela época?

Robb Weir:"Mystical" tem algumas boas canções, mas para ser honesto, foi um trabalho com muito pouco tempo gasto com as músicas e com a produção. Eu acho que as músicas soam muito "Rock Mainstream" com poucos riffs e distorções.

Atualmente, fazemos tudo de forma diferente e, nossos "Managements", não permitirão que nada fosse lançado nada, sem que todos envolvidos tenham "comprado" o trabalho.
Assim "Mystical" é um trabalho em que não fiquei, particularmente, orgulhoso.

Voltando aos anos 80, como era a cena musical na Inglaterra durante os "anos de ouro" da N.W.O.B.H.M.?

Robb Weir: Foi um momento mágico, foi um estilo de vida para muitos jovens que viveram e respiraram música. Você poderia ir ver uma banda, ao vivo, tocando material novo, toda sexta-feira e sábado. Esses shows envolviam jovens vestindo "Jeans e Couro", falando sobre os mais recentes lançamentos, quem estava em turnê, etc .

No Reino Unido tivemos tantas bandas, surgindo com grande música, que sempre havia alguma coisa acontecendo. Não admira que a maioria dos álbuns clássicos de bandas de rock, desta época, veio durante o período de 1979-1982.

Foi muito inspirador, como um músico, estar neste movimento e vê-lo progredir. Eu estava muito feliz por ter participado deste período e, meu envolvimento com a história N.W.O.B.H.M., é algo que eu estou extremamente orgulhoso.

A N.W.O.B.H.M. possui uma imensidão de bandas sensacionais. Porém somente o Iron Maiden, Saxon e o Def Leppard conseguiram o reconhecimento necessário. Por que motivos você julga que existiu essa falta de reconhecimento, a grandes bandas como o próprio o Tygers of Pan tang, o Bitches Sin, o Elixir e o Tokyo Blade?

Robb Weir: Iron Maiden, Saxon e Def Leppard tinham o gerenciamento que os encaminhava pelo caminho correto. Uma banda jovem precisa que alguém cuide dos agentes e gravadoras, e das mudanças necessárias, além de planejar seu futuro. Estas bandas tinham planos para todo ano. Eles sabiam quando os álbuns seriam gravados, lançados e quando seria a turnê para promoção dos álbuns.

Éramos todos muito jovens e só queriamos tocar música, beber cerveja e conhecer mulheres. Não tínhamos nenhum gerenciamento ou orientação do que tínhamos que fazer.

O Tygers não tinham nenhum planejamento, íamos de um lado para outro sem nenhum objetivo. Éramos uma banda sem turrnê de promoção de álbuns, mas lançado dois álbuns num mesmo ano (Spellbound & Crazy Nights). Enquanto isso, o Iron Maiden estava tocando em grandes festivais, em todo mundo, o Deff Leppard estavam trabalhando nos Estados Unidos e o Saxon por toda Europa. Essas três bandas estavam construindo sua base de fãs para o futuro. Infelizmente, bandas que tiveram sucesso limitado, como Bitches Sin, Jaguar e Gaskin não tinha um gerenciamento profissional.

O Diamond Head têm muita influência pelo mesmo motivo, pois a mãe de Sean Harris gerenciava a banda. Você não pode subestimar o valor de um bom gerenciamento numa banda.



O Diamond Head têm muita influência pelo mesmo motivo, pois a mãe de Sean Harris gerenciava a banda. Você não pode subestimar o valor de um bom gerenciamento numa banda. (Robb opinando sobre o motivo de algumas bandas da N.W.O.B.H.M. terem feito mais sucesso do que outras)

O Tygers of Pan Tang é um dos grandes nomes da N.W.O.B.H.M. da atualidade. Quais outras bandas da época você considera estar em um bom momento?

Robb Weir: Temos tocado com dois recentemente: Praying Mantis e o Demon me impressionaram com seu show e música. O Praying Mantis lançou um grande álbum "Sanctuary "que é muito semelhante às gravações do início dos anos 80. Tocamos, também, com o Steve Grimmett que, ainda, tem uma grande voz e estamos previstos para tocar num festival em dezembro, chamado Hard Rock Hell, com o Girlschool, que estão tocando bem. Tenho notado que, uns montes de bandas obscuras da N.W.O.B.H.M. estão tocando em festivais na Europa. Isto é ótimo, desde que lancem materiais novos e não se apresentem apenas como uma como uma repetição do passado.

Como disse no início, nós brasileiros, somos grandes fãs da N.W.O.B.H.M.. O Tygers of Pan Tang tem planos de tocar no Brasil?

Robb Weir: Temos que ir para o Brasil e tocar para vocês; recebemos muitos e-mails de fãs que querem ouvir as nossas músicas, tocadas ao vivo. Nosso agente recebeu umaoferta no ano passado, de um promotor brasileiro, a qual aceitou, mas o planejamento nunca saiu do papel. Acredito que isto ainda possa acontecer.
Eu acho que, se viermos uma vez, e o interesse nos shows for bom, teríamos a possibilidade de voltar e tocar regulamente. Isto seria bom para a promoção dos novos materiais no Brasil. Se conseguirmos colocar a banda no coração dos fãs, o Brasil pode ser, novamente, um grande mercado para o Tygers.

Nosso agente recebeu umaoferta no ano passado, de um promotor brasileiro, a qual aceitou, mas o planejamento nunca saiu do papel. Acredito que isto ainda possa acontecer. (Robb comentando sobre a possibilidade da banda tocar no Brasil)

Por fim, diga algo para os fãs brasileiros.

Robb Weir: Gostaria apenas de dizer "obrigado" a todos os fãs, no Brasil, que foram leais ao Tygers, ao longo dos últimos 30 anos.
Se você é novo, confira "Animal Instinct" que não irá se desapontar. Se você quiser se manter atualizado sobre notícias, junte-se ao Tygerforce, que é o fã clube oficial da banda. Contacte-nos através do site do www.tygersofpantang.com, e vamos adicioná-lo nas listas de discussão.
Esperamos que, finalmente, superaremos os obstáculos e tocaremos para vocês em 2012.

Tygers of Pan Tang


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Ambush

2012
ROCKSECTOR RECORDS
9,5/10

O Tygers of Pan Tang, formado no ano 1978 em Whitley Bay, Reino Unido, foi uma das grandes bandas da N.W.O.B.H.M. Somente sobrepujada pela trinca de ouro do movimento (Iron Maiden, Def Leppard e Saxon), lançou 02 discos essenciais do movimento: “Wild Cat” em 1980 e “Spellbound” em 1981.

Ainda em 1981, lançaram o bom “Crazy Night”, último com John Sykes nas seis cordas. Os próximos álbuns, “The Cage” de 1982 e “The Wreck – Age” de 1985, têm bons momentos, mas a banda da uma guinada de 180º graus, tendendo a um Hard Rock com influências das bandas americanas da época. O fraquíssimo “Burning in the Shade” de 1987 é a senha do fim da banda.

Impulsionada pela volta triunfal do Iron Maiden, com Bruce Dickinson nos vocais, a banda ressurge das cinzas em 2000. Lançam o muito bom “Mystical” em 2001, mas o fraco “Noises from the Cathouse” de 2003, parece selar novamente o fim da banda.

Para a surpresa geral (inclusive a minha) os Tygers lançam, em 2008, o excelente “Animal Instinct”. Impelido pelos vocais do italiano Jacopo Meille e pelas guitarras precisas de Rob Weir e Dean Robertson, este álbum não deixa nada a dever aos clássicos “Wild Cat” e “Spellbound”.

Numa seqüência lógica do bom momento, lançam em setembro de 2012, “Ambush”. Para esse álbum a banda sofre uma única modificação: sai Brian West, entra Gav Gray no baixo. Os demais integrantes, Jacopo Meille (vocais), Rob Weir e Dean Robertson (guitarras) e Craig Ellis (bateria) estão muito entrosados e afiadíssimos.

Produzido por ninguém menos que Chris Tsangarides (o mesmo de Painkiller do Judas Priest e o clássico Spellbound da própria banda), “Ambush” é um disco de Heavy Metal no melhor estilo. Com quase cinqüenta minutos, 11 faixas e nenhuma balada é um verdadeiro deleite para os fâs do Heavy Metal oitentista.

Todas as faixas são excelentes, mas destacam-se a faixa de abertura (faixa de abertura clássica) “Keepin me Alive”, o Hard Rock enérgico de “One of a kind”, “Play to Win” e “Mr Indispensable” (as mais N.W.O.B.H.M. de todas), e as viscerais “Hey Suzie!” e “Mr Indispensable”.

Enfim, como os vocais de Jacopo Meille fizeram bem a banda. Somado as guitarras matadoras de Rob Weir e Dean Robertson e a produção perfeita de Chris Tsangarides Ambush é um dos melhores do ano. Recomendadíssimo a todos os fãs de Heavy Metal ou a qualquer ser vivo com sangue corrente nas veias. Excelente!!!!!

Faixas

01. Keeping me alive
02. These Eyes
03. One of a Kind
04. Rock & Roll Dream
05. She
06. Man on Fire
07. Play to Win
08. Burning Desire
09. Hey Suzie!
10. Mr. Indispensable
11. Speed



Em Foco
Discografia Comentada
Shows
Long Live NWOBHM
Entrevistas


ULA
Metal Zone - Revista Digital especializada em Rock, Heavy Metal e suas vertentes, Tecnologia, Quadrinhos, HQ, Literatura, entre outros assuntos.
Jornalista Respons?vel: Filipe Souza - MTB: 32471/RJ
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