No mês de abril, enquanto lança o novo álbum 'Epitome of Torture', o Sodom fará uma tour pela América do Sul, que marcará a estreia do grupo no Rio de Janeiro. O evento acontece no dia 16 de abril (terça-feira) no Teatro Odisseia. Em abril, Paul irá fazer sua turnê de despedida dos palcos brasileiros, e os fãs cariocas terão a última oportunidade de ver, ao vivo, o lendário cantor interpretando clássicos da Donzela de Ferro e de sua carreira solo.

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Schizophrenia

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Gênero: NWOBHM
País: Inglaterra

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Por: Luiz Ribeiro (luizribeiro@metalzone.com.br)
17/07/2011

O More foi formado em 1979, na Inglaterra, pelo guitarrista Kenny Cox, o alemão John Pettri no baixo e vocais e Frank Darch na bateria. Tocavam blues e atendiam pelo nome de Defender. O curioso é que eles tentaram a carreira na Alemanha e, depois de alguns shows, em clubes daqueles país, resolveram voltar a Inglaterra, para acompanhar a explosão da NWOBHM que ocorria por lá.

Não contentes com o direcionamento musical, resolvem dar uma reformulada no line up, contratando o vocalista Paul Mario Day, que tinha acabado de sair do Iron Maiden, e o guitarrista Paul Todd que também tocou na primeira formação da Donzela de Ferro. Contando com esta formação lançam, de forma independente, o 1º single: Way Of The World.

O segundo single ''We are the band'' atingiu a posição 56º no Reino Unido. Após o sucesso obtido no segundo single, a banda conseguiu um contrato com a gigante Atlantic.

Já com Laurie Mansworth substituindo Paul Todd na guitarra, Warhead, o primeiro long play da banda, foi gravado e mixado e, em 08 de Dezembro de 1980 (mesmo dia da morte de John Lennon), chega as lojas com 40.000 cópias vendidas. Esqueçam a simplicidade da capa, pois o disco não tem nada de simples. É NWOBHM da melhor qualidade. Destaque para a faixa título, Fire (cover de The Crazy World of Arthur Brown), a setentista Soldier e a empolgante Depression. A distorção da faixa título, que abre o álbum, mostra tudo. Destaque, também para o vocal de Paul Mario Day, para quem não conhece, seria algo entre Bruce Dickinson e Paul Di’Ano.

É iniciada, no mesmo ano, uma tour com o More abrindo para monstros do rock, como Def Leppard, Ted Nugent, Girlschool, Saxon e Krokus por toda a Europa. Em 22/08/81 em Castle Donnington, no Monsters Of Rock, dividiram a abertura com o Iron Maiden, para nomes do quilate de AC/DC, Whitesnake, Slade, Blackfoot e Blue Oyster Cult. Esse festival contou com 65.000 pessoas.
Após o festival a banda partiu com o Blackfoot e Blue Oyster Cult para outro festival, no sul da França e, na Alemanha, com as duas citadas mais Motorhead, Iron Maiden e Kansas.

Em fins de 81 os caras voltam pro estúdio para gravação de seu segundo disco. Infelizmente Paul Mario Day tinha problemas de relacionamento com o produtor Gerry Slater e, mesmo concluindo o segundo disco, ele deixa a banda e forma o Wildfire.

O disco Blood & Thunder acabou sendo todo refeito com a entrada do vocalista Mick Stratton, inclusive as letras foram mudadas. Essa não foi a única mudança para esse disco, pois o que era um quinteto, passa a ser um quarteto com a saída de Laurie Mansworth (devido a divergências sobre estilo musical e direção com Kenny Cox) e do batera Frank Darch, que foi rapidamente substituído por Andy John Burton. Apesar dos entraves o disco consegue superar seu antecessor. O som da banda tende às influências Zeppelianas de Kenny Cox e, o resultado, por incrível que pareça, é surpreendente.

Apesar da mudança na linha vocal, Mick Straton se encaixa perfeitamente neste novo direcionamento. Todas as faixas se destacam neste álbum, mas I Just can’t belevied it, I’ve Been Waiting, Traitor Gate e a melódica Nigthmare são acima da média. Apesar de ser um ótimo álbum, a nova formação não deu certo e nenhuma turnê foi realizada pra divulgar o álbum. A banda acaba prematuramente.

Ainda em 82 a Atlantic libera um single com as faixas Trickster e um cover de Hey Joe, de Hendrix. Raridade hoje em dia.

Em 85 tentaram reativar o More com a formação original mas os membros tinham seus projetos em países bem distantes um do outro: Kenny Cox juntou-se ao Mammoth, banda liderada pelo ex-vocalista do Samsom, Nicky Moore. Laurie Mansworth largou a vida de guitarrista e tornou-se empresário musical na Alemanha. Paul Mario Day deixou o Sweet em 86 e foi viver na Austrália, onde montou a banda Gringos and Defaced e Brian Day faleceu em 2001. Em 98 tentaram mais uma vez remontar o More, mas Kenny Cox sofreu cinco acidentes vasculares cerebrais o que arruinou qualquer interesse que alguma gravadora poderia ter.

Apesar dos pesares, o More foi uma das grandes bandas da NWOBHM. Seus discos estão em catalogo até hoje (foram relançados recentemente pela americana Wounded Bird Records). Além do potencial musical, a banda tem como grande atrativo a participação de Paul Mario Day em seu primeiro álbum que, além de ex vocalista do Iron Maiden, demonstra ser um músico de primeira linha.

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Warhead

1981
Atlantic
9/10

O More foi formado em 1979, na Inglaterra, pelo guitarrista Kenny Cox, o alemão John Pettri no baixo e vocais e Frank Darch na bateria. Tocavam blues e atendiam pelo nome de Defender.

Não contentes com o direcionamento musical, resolvem dar uma reformulada no line up, contratando o vocalista Paul Mario Day (primeiro vocalista do Iron Maiden), e o guitarrista Paul Todd (outro ex Maiden).

Após lançarem dois singles de relativo sucesso, assinam um contrato com a gigante Atlantic.

Com contrato assinado e formação estabilizada, com Laurie Mansworth substituindo Paul Todd na guitarra, lançam Warhead, o primeiro long play da banda. Produzido por Al Natali e Henry Weck e gravado e mixado nos Estados Unidos, em 08 de Dezembro de 1980 (mesmo dia da morte de John Lennon), chega as lojas com 40.000 cópias vendidas. A simplicidade da capa pode até enganar, mas o que temos aqui, se trata de um dos grandes clássicos da NWOBHM. É som da melhor qualidade.

A distorção da faixa título, que abre o álbum, mostra tudo. A sonzeira continua com Fire, cover de The Crazy World of Arthur Brown, a setentista Soldier e a empolgante Depression, onde Paul Mario Day da um show a parte. O álbum mantém o nível com Road Rocket e o Riff de Lord of Twiligth. O disco fecha com Way of the World, We are the the band e I have no Answer, as quais mantêm o pique e o nível do disco.

Destaques para Fire, Depression, Lord of Twilight e We are the Band. A produção da dupla Al Natali e Henry Weck Warhead, é redondíssima, bem parecida com o que Martin Birch fazia no início da década de 80.

Além qualidade musical, a banda tem como grande atrativo, neste álbum, a participação de Paul Mario Day em seu primeiro registro vinílico que, além de ex vocalista do Iron Maiden, demonstra ser um músico de primeira linha.

Com o apoio da “Major” Atlantic, Warhead obteve boa vendagem no Reino Unido e é considerado uma obra prima da NWOBHM. O álbum foi relançado em 2005 pela americana Wounded Bird Records, porém com tiragem limitada. Pode ser encontrado, atualmente, em leilões do EBay, porém por altas sifras.

Faixas

01. Warhead
02. Fire
03. Soldier
04. Depression
05. Road Rocket
06. Lord of Twilight
07. Way of the World
08. We are the band
09. I have no answer



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Paul Di'anno

17/04/2013
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