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Metal Zone Webmagazine - Kiss | KISS: Apresentação monstruosa no Rio de Janeiro | Revista Digital sobre Heavy Metal, Black Metal, Thrash Metal, Death Metal, Rock. Com resenhas de shows, cds, promoções, entrevistas, bandas de garagem, demo-tapes, cds demo.
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Alive
(Hard Rock)
Por: Henrique Linhares

Kiss
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Kiss

Double Platinum
(Hard Rock)
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(Hard Rock)
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Kiss
(Hard Rock)
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(Hard Rock)
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(Hard Rock)
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Stand Your Ground
(Hard Rock)
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Sleeping with angels
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Dynasty
(Hard Rock)
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(Hard Rock)
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10/10
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Killers
(Hard Rock)
Por: Henrique Linhares

Kiss
8,5/10
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Kiss

Kiss

Gênero: Hard Rock
País: Estados Unidos da América
Formação:
Paul Stanley - Guitarra/Vocal
Tommy Thayer - Guitarra
Gene Simmons - Baixo/Vocal
Eric Singer - Bateria
http://www.kissonline.com

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Kiss

KISS: Apresentação monstruosa no Rio de Janeiro

Por: Filipe Souza (filipe@metalzone.com.br)
18/11/2012

KISS: Apresentação monstruosa no Rio de Janeiro A última apresentação da banda KISS no Brasil tinha tudo para se tornar histórica. E no que dependeu da banda, de sua música e peripécias no palco – Sem dúvida foi o show do ano no Rio de Janeiro.

O domingo estava ensolarado, com uma temperatura agradável que proporcionou um festival de fãs maquiados do lado de fora do HSBC Arena. Na fila estavam aglomerados centenas de fãs de todas as idades. Pais que estavam trazendo os filhos. Filhos que traziam os pais, além de três gerações: avô, pai e filho, os três maquiados e ansiosos para entrar na arena. Tinham maridos, esposas, famílias inteiras, todos eufóricos para assistir o MAIOR espetáculo da Terra.

O HSBC Arena ainda estava enchendo quando por volta das 20h sobe no palco a banda brasileira Viper. Em sua formação praticamente original: André Matos (vocais), Pit Passarel (Baixo), Guilherme Martin (bateria), Felipe Machado (guitarra) e o novato Hugo Mariuti (guitarra) no lugar de Ives Passarel que atualmente toca no Capital Inicial, a banda apresentou mais um show em comemoração aos seus dois primeiros álbuns, que foram lançados há mais de 25 anos.

E o Viper fez jus aos seus quase trinta anos de carreira. Com muita energia e um repertório curto, mas matador, a banda conseguiu tirar aplausos e chamar atenção de uma plateia que já se mostrava “chata”.

A banda abriu seu set com “Knights of Destruction”, primeira faixa do debut lançado em 1987. Depois seguiram diversos clássicos do metal nacional: “A Crying From the Edge”, “To Live Again”, “Prelude to Oblivion”, “Living for the Night” além de “Rebel Maniac”, uma música do Evolution, um disco que foi gravado após a saída de André Matos do Viper em 1991, mas se encaixou muito bem no repertório. Fechando o set André Matos convidou o público para cantar junto um cover. Quando o baterista Guilherme Martin deu as primeiras notas para “We Will Rock You”, o publico respondeu cantando “I Love it Loud” do KISS. André Matos rindo não deixou de agradecer a criatividade do público, mas logo corrigiu a falha informando que a próxima canção seria um famoso cover do Queen - “We Will Rock You”.

Com o final da apresentação do Viper e a casa já lotada, os fãs da banda KISS estavam eufóricos para o início do show. Enquanto os técnicos corriam para fazer os últimos ajustes e testes nas dezenas de monitores que ficam pelo palco, uma bandeira enorme com o logo do KISS descia.

E com a célebre frase "You wanted the best, you got the best: the hottest band in the world: KISS!" sendo entoado pelos auto falantes e pelo público, a maior banda do mundo entra em grande estilo.

É com “Detroit Rock City”, que o grupo desce ao palco, já que eles vieram descendo de uma base elevatória, cheia de fumaça e cada um dos quatro cavaleiros demonstrando uma empolgação contagiante.

Para começar um espetáculo como o do KISS nada melhor que de cara mandar alguns clássicos. E foi assim que Gene Simmons, Paul Stanley e Cia fizeram: “Shout it Loud” e “Calling Dr. Love” além de “Detroit Rock City”, que abriu o set. Três hits indiscutíveis foram mais do que suficientes para ganhar o público. Só que uma banda com vinte discos de estúdio não deixaria por menos. E aquela noite de domingo seria embalada por pelo menos uma dezena de hits.

Mesmo com tantos clássicos na manga, o KISS não poderia deixar de divulgar seu mais recente trabalho de estúdio, Monster – lançado em meados de 2012. E o grupo já mandou as duas primeiras músicas do play: “Hell or Hallelujah” e “Wall of Sound”.

Depois de divulgar as duas músicas do Monster o KISS desfilou uma série de clássicos da banda e da história do Hard Rock. Começando com “Hotter Than Hell” e a clássica cuspida de fogo que o baixista Gene Simmons faz com uma tocha em chamas. No fundo do palco labaredas enormes cuspiam fogo a cada passagem pelo refrão da musica.

Sem tempo para tomar fôlego “I Love it Loud” é cantada com todas as forças e em plenos pulmões pela multidão que até o momento mostrou uma boa sintonia com a banda e não parava um minuto.

Toda a banda se demonstrava sempre simpática e comunicativa com o público. A famosa língua de Gene Simmons a mostra para os fãs e sua tradicional lambida no braço do baixo deixava a galera alucinada.

E para dar um refresco aos sessentões Gene Simmons e Paul Stanley, o guitarrista Tommy e o baterista Eric Singer deram início a um dueto interessantíssimo ao término da musica “Outta This World”. A jam entre o guitarrista e o baterista teve direito a explosões com fogos de artifício e uma bazuca, usada por Eric para explodir cenograficamente Tommy.

Na sequencia outro ponto alto do show: o solo de baixo mais do que especial, onde Gene Simmons cospe sangue e voa até uma base localizada acima das luzes do palco. Desta base Gene mandou outro clássico “God of Thunder”. A banda já emendou também com “Psycho Circus” e a clássica “War Machine”.

E quando o público achava que as peripécias teatrais do KISS tinham acabado, eis que Paul Stanley voa sobre o público para executar “Love Gun” de uma base bem próxima a plateia das cadeiras do HSBC.

Para fechar o set Paul Stanley tem seu momento a sós com o publico para seus solos e até um pequeno fragmento de Stairway to Heaven do Led Zepellin. É nesse momento que Paul pergunta se o público quer mais uma canção do KISS. E a banda toca “Black Diamond”.
A banda se despede momentaneamente do público, que fica no aguardo do biss. Porém o público carioca tem uma mania muito chata de não chamar a banda, de não demonstrar que realmente quer assistir a mais musicas do grupo.

Depois de cinco minutos a banda retorna ao palco e Paul Stanley visivelmente chateado questiona o público se querem mesmo outra canção ou se preferem voltar para casa. Já que não estavam demonstrando querer mais músicas. Foi quando Paul Stanley tocou na ferida dos cariocas: os paulistas! Paul disse que o show de São Paulo na noite anterior o publico fazia muito mais barulho e estava muito mais animado. O público vaiou quando Paul citou os paulistas, mas o vocalista deu de ombros e então desafiou os cariocas a fazerem tanto barulho quanto os paulistas, mas infelizmente a plateia morna, acostumada a assistir Dvds não respondeu a altura. E diferente da postura que o Iron Maiden teve em 1998 quando não tocou o bis, por causa da mesma atitude morna do público, os profissionais do KISS retornaram ao palco para mais três estupendas canções: “Lick it Up”, “I Was Made of Lovin’ You” e para fechar a noite nada melhor do que a mais aclamada de todas “Rock and Roll All Night”.

O resultado final desse show superou minhas expectativas em relação a banda. E mesmo com a idade pesando sobre os ombros de Gene e Paul, já que fazer Hard Rock no pique e no ritmo que eles fazem, não é para qualquer sessentão. As máscaras ainda fazem muito bem seu papel e tem um efeito dramático e um apelo visual muito alto.

Um show fantástico que há anos não víamos no Brasil e com uma produção fenomenal típica para gravação de DVD. A Midiorama acertou em cheio ao trazer o KISS para mais uma estupenda tour pelo Brasil.

O saldo da noite foi pra lá de positivo com centenas de fãs estampando sorrisos e cantando pelos corredores. A organização da noite foi tão grande que diversos ônibus já esperavam os fãs do lado de fora do HSBC, que os levariam para diversos pontos da cidade.

Galeria do Show


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Kiss

1974
Casablanca
10/10

A história é mais ou menos a mesma, quatro rapazes se juntam para montar uma banda de rock, só que neste caso existe uma diferença ... Estamos falando do Kiss, uma das maiores bandas de rock do planeta, e no ano de 74 eles lançam seu primeiro trabalho, intitulado simplesmente Kiss, o álbum é um estouro, não apenas pelo visual (extremamente agressivo para a época), como também pela excelente qualidade musical da banda.

Um cd fenomenal, que consegue a façanha de conter nove clássicos em suas 10 faixas, rock’n’roll básico, simples e certeiro, com trocas de vocais perfeitas, como na faixa “Nothin’ To Lose”. Nasce aí uma das maiores lendas do rock até os dias de hoje.

Faixas

01. Strutter
02. Nothin' To Lose
03. Firehouse
04. Cold Gin
05. Let Me Know
06. Kissin' Time
07. Deuce
08. Love Theme From Kiss
09. 100,000 Years
10. Black Diamond

Hotter Than Hell

1974
Casablanca
10/10

O segundo trabalho é lançado no mesmo ano de 74, a esta altura já alcançam um status de grandeza, o cd segue a mesma linha do anterior, ou seja, um rock’n’roll básico mas extremamente eficaz, com uma grande tendência ao hard rock, novamente conseguem emplacar vários clássicos, como “Got To Choose”, “Parasite”, “Goin’ Blind”, “Let Me Go, Rock’n’Roll” e “Comin’ Home”.

O marketing montado em torno das identidades dos integrantes do Kiss, só aumenta a popularidade do grupo.

Faixas

01. Got To Choose
02. Parasite
03. Goin' Blind
04. Hotter Than Hell
05. Let Me Go, Rock 'N Roll
06. All The Way
07. Watchin' You
08. Mainline
09. Comin' Home
10. Strange Ways

Dressed To Kill

1975
Casablanca
10/10

O ritmo de lançamentos é alucinado, em pouquíssimo tempo já estão lançando o terceiro trabalho, um álbum tão bom quanto seus antecessores, é incrível como eles conseguem emplacar tantos clássicos a cada novo trabalho, isto sem mudar a fórmula inicial, ou seja, todo um mistério em torno de suas imagens e muita competência no estilo de música que tocam, apesar do disco conter músicas como “Room Service”, “Two Timer”, “Rock Bottom” e “C’mon And Love Me” é neste álbum que a banda Kiss nos presenteia com um dos maiores hinos do rock’n’roll mundial, estamos falando de “Rock And Roll All Nite”. Neste momento já são considerados a maior banda do planeta.

Faixas

01. Room Service
02. Two Timer
03. Ladies In Waiting
04. Getaway
05. Rock Bottom
06. C'mon And Love Me
07. Anything For My Baby
08. She
09. Love Her All I Can
10. Rock And Roll All Nite

Alive

1975
Casablanca
10/10

O sucesso da banda é tamanho e tão monstruoso que apenas um ano após surgirem, e neste período terem lançado 3 álbuns, a banda grava um cd duplo ao vivo. Estão ali todos os clássicos do Kiss, apresentados aos fãs de uma maneira magistral, captando toda a energia e peso de um show do fenômeno formado por Paul Stanley, Gene Simmons, Ace Frehley e Peter Criss.

Faixas

01. Deuce
02. Strutter
03. Got To Choose
04. Hotter Than Hell
05. Firehouse
06. Nothin' To Lose
07. C'mon And Love Me
08. Parasite
09. She

Destroyer

1976
Casablanca
10/10

Logo após o estrondoso sucesso de Alive, é lançado no mercado um novo álbum, Destroyer, e por incrível que possa parecer, a banda parece não ter mais limites em criar clássicos, de cara o álbum traz a excelente “Detroit Rock City”, seguida da maravilhosa “ King Of The Night Time World” e logo após a fenomenal “God Of Thunder” (com um ar todo sombrio).

Aí então você consegue respirar um pouco com “Great Expectations”, mas o refresco dura pouco, pois ainda temos “Shout It Out Loud” (que pique maneiro com um refrão que não sai da cabeça), a baladinha “Beth” interpretada pelo baterista Peter Criss, foi escrita para sua mulher e é uma das canções mais sentimentais que a banda já produziu.

E para fechar o cd com chave de ouro “Do You Love Me”. A esta altura o fenômeno Kiss já se alastrou por todo o planeta.

Faixas

01. Detroit Rock City
02. King Of The Night Time World
03. God Of Thunder
04. Great Expectations
05. Flaming Youth
06. Sweet Pain
07. Shout It Out Loud
08. Beth
09. Do You Love Me
10. Rock And Roll Party

Rock And Roll Over

1976
Casablanca
10/10

Sem perder o ritmo lançam ainda em 76 seu 5º álbum de estúdio, uma façanha realmente incrível para uma banda que surgiu apenas dois anos antes.

E a avalanche de clássicos não para “I Want You” abre o petardo, seguida por outras faixas tão boas quanto, como “Calling Dr. Love”, “Ladies Room” e “Mr. Speed”, com um riff muito legal também em Rock And Roll Over, repetem a fórmula do trabalho anterior, ou seja, novamente uma faixa mais light interpretada pelo baterista Peter Criss “Hard Luck Woman”, o cara tem uma voz muito legal, e fecham o petardo com “Makin’ Love”.

Alguns dos membros da banda começam a ter problemas com álcool e drogas, entretanto isto parece não estar prejudicando a criatividade e produtividade do Kiss, pelo menos por enquanto.

Faixas

01. I Want You
02. Take Me
03. Calling Dr. Love
04. Ladies Room
05. Baby Driver
06. Love 'Em And Leave 'Em
07. Mr. Speed
08. See You In Your Dreams
09. Hard Luck Woman
10. Makin' Love

Love Gun

1977
Casablanca
10/10

Os problemas com os integrantes da banda aumentam, mesmo assim o álbum seguinte também é um estouro mundial, mais pesado que os anteriores sem perder entretanto a qualidade alcançada nos mesmos. “I Stole Your Love”, faixa inicial, é um clássico imediato, seguida de “Christine Sixteen” e também da incrível “Shock Me”, interpretada pelo guitarrista Ace Frehley, mas não para por aí, pois “Tomorrow And Tonight” é a faixa seguinte, espetacular, rock’n’roll simples e grudento, “Love Gun” é o momento máximo do cd com aquela entrada de bateria marcante, e após tantas faixas boas ainda resta fôlego para “Plaster Caster”.

Os shows da banda estão sempre lotados, a curiosidade a respeito das identidades e todos os efeitos visuais dos shows só aumentam a fama do Kiss, que a esta altura já não pode mais ser considerada apenas uma simples banda; Paul, Gene, Ace e Peter são uma lenda, de tal magnitude que tudo que gira em torno da banda gera uma fortuna para eles.

Faixas

01. I Stole Your Love
02. Christine Sixteen
03. Got Love For Sale
04. Shock Me
05. Tomorrow And Tonight
06. Love Gun
07. Hooligan
08. Almost Human
09. Plaster Caster
10. Then She Kissed Me

Alive II

1977
Casablanca
10/10

A quantidade de clássicos é tamanha e tão vasta, que apenas dois anos após lançarem seu primeiro álbum ao vivo a banda solta no mercado Alive II, seu novo cd. Um duplo ao vivo recheado com todas aquelas músicas que já esperávamos deste tipo de trabalho e com uma agradável surpresa, cinco músicas inéditas, “All American Man”, “Rockin’ In The USA” (muito legal), “Larger Than Life”, “Rocket Ride” e “Any Way You Want It”. Apesar do estrondoso sucesso deste cd, os problemas com os membros da banda se agravam em uma proporção muito perigosa.

Faixas

01. Detroit Rock City
02. King Of The Night Time World
03. Ladies Room
04. Makin' Love
05. Love Gun
06. Calling Dr. Love
07. Christine Sixteen
08. Shock Me
09. Hard Luck Woman
10. Tomorrow And Tonight

Double Platinum

1978
Casablanca
8,5/10

Um cd para comemorar os discos de platina recebidos pela banda, trata-se de um apanhado dos maiores clássicos do Kiss, na minha opinão, um cd totalmente dispensável, entretanto para a época em que foi lançado, serviu como um grande “caça-níqueis” e também para tentar resolver os problemas com os integrantes do grupo, que já estavam chegando a um nível preocupante.

Não que o cd seja ruim, mas para que se lançar uma coletânea se o último trabalho no mercado é um cd ao vivo, isto é, nada mais que uma coletânea extraída de um show? Realmente alguma coisa errada estava acontecendo com a banda.

Faixas

01. Strutter '78
02. Do You Love Me
03. Hard Luck Woman
04. Calling Dr. Love
05. Let Me Go, Rock 'N Roll
06. Love Gun
07. God Of Thunder
08. Firehouse
09. Hotter Than Hell
10. I Want You
11. Deuce
12. 100,000 Years
13. Detroit Rock City
14. Rock Bottom / She
15. Rock And Roll All Nite
16. Beth
17. Makin' Love
18. C'mon And Love Me
19. Cold Gin
20. Black Diamond

Ace Frehley

1978
Casablanca
10/10

A solução encontrada para tentar amenizar os problemas, é novamente uma grande jogada de marketing. Foram lançados no mercado, simultaneamente quatro cds, um solo de cada integrante, desta forma eles puderam fugir um pouco do vínculo com a banda e demonstrar suas influências musicais. O guitarrista Ace Frehley, apesar dos sérios problemas com o alcoolismo, soube aproveitar muito bem este trabalho, um álbum extremamente rock’n’roll, com músicas ótimas como “Rip It Out”, “Speedin’ Back To My Baby’ e “Ozone”, Frehley dá mostras que além de ser um excelente guitarrista é também um compositor e vocalista de primeira linha.

Faixas

01. Rip It Out
02. Speedin' Back To My Baby
03. Snow Blind
04. Ozone
05. What's On Your Mind?
06. New York Groove
07. I'm In Need Of Love
08. Wiped-Out
09. Fractured Mirror

Gene Simmons

1978
Casablanca
8/10

O baixista e vocalista Gene Simmons demonstra toda sua excentricidade, tanto pessoal quanto musical, neste trabalho, fazendo uma mescla muito interessante entre rock e outros estilos digamos “bem diferentes”, o resultado, algumas músicas muito boas como “Radioactive” e “See You Tonite” (muito legal, apesar de ser meio baladinha) outras nem tanto como “When You Wish Upon a Start” (o cara parece ter ficado louco ... rs). Um cd interessante, entretanto é necessário ser ouvido algumas vezes para ser digerido e entendido, é o que mais se distancia do som original da banda.

Faixas

01. Radioactive
02. Burning Up With Fever
03. See You Tonite
04. Tunnel Of Lov
05. True Confessions
06. Living In Sin
07. Always Near You / Nowhere To Hide
08. Man Of 1,000 Faces
09. Mr. Make Believe
10. See You In Your Dreams
11. When You Wish Upon A Star

Paul Stanley

1978
Casablanca
10/10

Paul é o membro mais comunicativo e cativante da banda, e isto se reflete em seu álbum solo, seu talento como compositor e vocalista se evidenciam ainda mais aqui. “Tonight You Belong To Me” é a faixa que abre muito bem o cd, seguida de “Move On” tão boa quanto, outros bons momentos também nas faixas “Take Me Away (Together As One)” e “It’s Alright”, a mais legal do álbum. Paul acertou em cheio em seu trabalho.

Faixas

01. Tonight You Belong To Me
02. Move On
03. Ain't Quite Right
04. Wouldn't You Like To Know Me
05. Take Me Away (Together As One)
06. It's Alright
07. Hold Me, Touch Me (Think Of Me When We're Apart)
08. Love In Chains
09. Goodbye

Peter Criss

1978
Casablanca
8/10

O baterista Peter Criss em seu cd solo, mostra todo seu talento como vocalista, um pop rock muito competente é verdade, mas chega a ser um pouco chato, pois as faixas todas são muito parecidas, você tem a impressão de estar ouvindo versões diferentes da mesma música durante a execução do cd. É um trabalho muito (mas muito mesmo) diferente do estilo musical da banda Kiss, isto é legal, pois podemos avaliar as influências musicais de Peter.

Faixas

01. I'm Gonna Love You
02. You Matter To Me
03. Tossin' And Turnin'
04. Don't You Let Me Down
05. That's The Kind Of Sugar Papa Likes
06. Easy Thing
07. Rock Me Baby
08. Kiss The Girl Goodbye
09. Hooked On Rock 'N' Roll
10. I Can't Stop The Rain

Dynasty

1979
Casablanca
8/10

A pausa entre o lançamento de Love Gun e o novo trabalho, e os problemas com drogas e álcool começam a refletir-se na música da banda. Dynasty é um cd extremamente pop em relação aos trabalhos anteriores, parece que a abundante criatividade das composições clássicas do Kiss não foi tão generosa neste momento. “I Was Made For Lovin’ You” abre o cd, já com uma clara demonstração do direcionamento menos rock’n’roll adotado pela banda, segue-se a ela “2,000 Man” (uma das melhores do álbum), “Sure Know Something” é outro exemplo do pop rock praticado no petardo, e o melhor momento fica por conta de “Charisma” (muito legal). Muito pouco para uma banda que está acostumada a emplacar vários clássicos em seus cds.

Faixas

01. I Was Made For Lovin' You
02. 2,000 Man
03. Sure Know Something 4:01
04. Dirty Livin' 4:27
05. Charisma
06. Magic Touch
07. Hard Times
08. X-Ray Eyes
09. Save Your Love

Unmasked

1980
Casablanca
7/10

As desavenças entre os integrantes da banda aumentam a cada dia, e isto afeta diretamente na qualidade das músicas novas. O Kiss parece ter perdido a fórmula mágica de colecionar sucessos em seus álbuns, aquele rock’n’roll extremamente simples e eficaz, cedeu lugar de vez a um pop muito chato, em alguns momentos nem parece que estamos ouvindo a mesma banda. Nem uma das 11 faixas é capaz de resgatar, nem de longe, aquela imagem da super banda, na minha humilde opinião, trata-se do pior trabalho desta primeira fase do grupo.

Faixas

01. Is That You?
02. Shandi
03. Talk To Me
04. Naked City
05. What Makes The World Go Round
06. Tomorrow
07. Two Sides Of The Coin
08. She's So European
09. Easy As It Seems
10. Torpedo Girl
11. You're All That I Want

Music From The Elder

1981
Casablanca
8/10

Um trabalho mais conceitual da banda, com músicas muito boas, mas por tratar-se deste tipo de álbum, não se parece em nada com os melhores cds do Kiss. “The Oath”, “Just a Boy” e “Only You” são canções muito legais, “Under The Rose”, com todo aquele clima medieval, também é um bom momento, e como não poderia faltar, lá está uma baladinha “A World Without Heroes”, e a faixa mais rock’n’roll “I”, a melhor do cd. Os problemas com drogas vividos pelo baterista chegam a um ponto em que não há outra alternativa, Peter Criss deixa o Kiss.

Faixas

01. Fanfare
02. Just A Boy
03. Odyssey
04. Only You
05. Under The Rose
06. Dark Light
07. A World Without Heroes
08. The Oath
09. Mr. Blackwell
10. Escape From The Island
11. I

Killers

1982
Casablanca
8,5/10

Após a saída do baterista Peter Criss a banda sai a procura de um novo membro, e novamente uma gigantesca estratégia de marketing envolve a banda, todos querem saber quem será o novo membro do Kiss. A resposta vem por meio da coletânea Killers, o novo baterista chama-se Eric Carr, dono de técnica e estilo bem mais agressivos que seu antecessor, demonstrados claramente nas faixas inéditas “I’m a Legend Tonight” e “Down On Your Kness”. Bem ao que parece a máquina Kiss resistiu ao baque da perda de um membro original.

Faixas

01. I'm a Legend Tonight
02. Down on Your Knees
03. Cold Gin
04. Love Gun
05. Shout It Out Loud
06. Sure Know Something
07. Nowhere to Run
08. Partners in Crime
09. Detroit Rock City
10. God of Thunder
11. I Was Made for Loving You
12. Rock and Roll All Nite [Live]

Creatures Of The Nigth

1982
Casablanca
10/10

A prova definitiva que o fenômeno Kiss não pereceu, existe vida após a tormenta. A faixa “Creatures Of The Night” abre o cd com uma ótima constatação, o pop rock dos últimos trabalhos foi deixado de lado, o que se houve agora é um som muito mais pesado, a banda entrou definitivamente na era heavy metal. “Killer”, “Keep Me Comin”, “Rock And Roll Hell” e “Danger” são apenas um maravilhoso aperitivo antes de nos deliciarmos com um dos novos clássicos da banda, estamos falando de “I Love It Loud” (talvez a música mais pesada da banda) ... fabulosa!!! Logo depois a balada “I Still Love You”, o grupo se especializou em fazer baladinhas certeiras.

Após tantas canções boas seria de se esperar um deslize, felizmente o que se segue é tão bom quanto, “Saint And Sinner”, e para encerrar com chave de ouro “War Machine”, outra porrada que se tornou um clássico instantâneo.

Um trabalho impecável, para alavancar o mito Kiss novamente, entretanto, outro golpe abala as estruturas do grupo, os problemas com álcool e as tradicionais desavenças musicais levam o guitarrista Ace Frehley a abandonar o grupo logo após o lançamento do cd, para seu lugar é chamado Vinnie Vincent, é nesta tour também que a banda desembarca pela primeira vez no Brasil, fazendo um dos maiores shows de sua história no estádio do Maracanã, e incluindo o país na rota internacional de eventos musicais.

Faixas

01. Creatures Of The Night
02. Saint And Sinner
03. Keep Me Comin'
04. Rock And Roll Hell
05. Danger
06. I Love It Loud
07. I Still Love You
08. Killer
09. War Machine

Monster

2012
Universal
8,5/10

Não importa se a fórmula é a mesma, não importa se é ou não comercial, não importa se é ou não repetitivo o que realmente importa é o fato de ser simplesmente ROCK N ROLL! Isso mesmo, em letras garrafais. Assim é “Monster”, vigésimo trabalho de estúdio do KISS. O trabalho anterior da banda “Sonic Boom” lançado em 2009 cumpria muito bem o papel de representar como um disco do KISS deve soa , mas com “Monster” o quesito diversão recebeu uma dose cavalar de energia.

O ouvinte encontrará nas treze faixas que compõe esse álbum muito rock n roll com a cara e o selo KISS de qualidade. Solos de guitarra cortantes, bateria e baixa pulsando ferozmente e a voz de Paul Stanley e Gene Simmons mandando muito bem.
Abrindo o disco temos “Hell Or Hallelujah” uma ótima canção e que dá a dica ao ouvinte que valeu a aquisição do cd. Em “Wall of Sound” a diversão continua.

A quinta faixa do cd “Shout Mercy”, assim como todas as canções do disco tem um refrão bem legal, uma pegada de baixo animal do linguarudo Gene. Outra faixa interessante é o início de “Eat Your Heart Out” sétima musica do play, com um coro inicial bem hard rock. Lembrou-me muito Poison, Nelson e Warrant, bateu uma saudade da época e dessas bandas.

Todas as faixas do cd são curtas, mas muito empolgantes, geralmente variam entre três minutos e um pouco mais de quatro minutos.

Em “The Devil Is Me”, cantada por Gene Simmons, o refrão fica na mente por horas, mas é a melodia aliada ao refrão de “Outta This World” que é de tirar do sério.

As quatro últimas canções que fecham o play seduzem o ouvinte com o mais puro e melódico hard rock, mais uma vez a banda acertou em cheio com o refrão de “All For The Love Of Rock & Roll”. Já “Take Me Down Below”, talvez seja a mais pesada do cd e com Gene comandando a canção e o peso dela em seu baixo. Para fechar mais essa aula de hard rock que o KISS nos apresenta, a canção “Right Here Right Now” faz muito mais do que cumprir seu papel, ela simplesmente deixa um gosto de quero mais.

Acho que era isso que esperávamos do novo álbum do Van Halen, ou seja, mais rock, mais melodia, e não ter vergonha de fazer refrões grudentos e pegajosos. O KISS conseguiu em Monster um algo a mais que eu particularmente queria ter escutado no Van Halen.

Após muito tempo Gene Simmons, Paul Stanley e sua trupe conseguiram resgatar a vitalidade e a sonoridade do Kiss dos anos 70, “Monster” é Rock'n'Roll sem frescura, com vocais super bem encaixados e fodas! É bem verdade que não estamos falando de nada que supere os clássicos da banda, mas com certeza é o melhor disco que o grupo lança em muito tempo.

Faixas

01. Hell Or Hallelujah
02. Wall Of Sound
03. Freak
04. Back To The Stone Age
05. Shout Mercy
06. Long Way Down
07. Eat Your Heart Out
08. The Devil Is Me
09. Outta This World
10. All For The Love Of Rock & Roll
11. Take Me Down Below
12. Last Chance
13. Right Here Right Now



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