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Metal Zone Webmagazine - Morbid Angel | Morbid Angel: Armagedon no Circo Voador | Revista Digital sobre Heavy Metal, Black Metal, Thrash Metal, Death Metal, Rock. Com resenhas de shows, cds, promoções, entrevistas, bandas de garagem, demo-tapes, cds demo.
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(Death Metal)
Por: Filipe Souza

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Metal Zone Home Shows → Morbid Angel
Morbid Angel

Morbid Angel

Gênero: Death Metal
País: Estados Unidos da América
Formação:
David Vincent - Vocal / Baixo
Destructhor - Guitarra
Tim Yeung - Bateria
http://www.morbidangel.com

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Morbid Angel

Morbid Angel: Armagedon no Circo Voador

Por: Filipe Souza (filipe@metalzone.com.br)
04/09/2005

Morbid Angel: Armagedon no Circo Voador Foram anos de espera pelo retorno da banda ao Brasil. Depois que o show foi cancelado pela primeira vez há alguns meses atrás, poucas eram as esperanças de um retorno do grupo ao país. Quando confirmaram essa tour brasileira e que a cidade do Rio de Janeiro não estaria de fora, como em muitos shows que aconteceram (vide Wasp e Cradle of Filth), os ânimos dos fãs cariocas foram a mil.

E finalmente chegou o grande dia. Um domingo quente, uma noite sombria e um ar tétrico rondava a Lapa. Era o ambiente perfeito para o massacre sonoro que o público presenciaria. O local escolhido foi o circo voador, um dos vários vizinhos ilustres da Lapa, reduto boêmio do Rio e que já foi berço de bandidos famosos como Madame Satã.

O ar boêmio do local ainda predominava, uma noite de ressaca para os que curtiram a sexta e o sábado regado a muito álcool, drogas e pequenos crimes para os gatunos do local. Nos arredores do Circo Voador começou a se aglomerar pequenos grupos de fãs ansiosos pela destruição que iria começar.

Os portões abriram no horário marcado, enquanto a banda mineira de splatter Absolute Disgrace passava o som, alguns fãs já se posicionavam dentro no Circo.

Por volta das 21:30 iniciava-se o set do Absolute Disgrace. Os mineiros de BH lançaram ano passado seu primeiro trabalho de estúdio pela Cogumelo Records, esse debut vem recebendo inúmeras críticas positivas.

O grupo fez uma apresentação bem técnica e muito, mas muito IGNORANTE. Os comentários que se ouvia na platéia eram dos melhores, desde “Tocam muito” até “Onde compro o cd dessa banda?”. Se continuarem mantendo esse nível de técnica e qualidade, o Absolute Disgrace tem tudo para se tornar ícone nacional de um estilo que ainda não é tão forte em nosso país.

A banda seguinte a subir no palco vieram do interior de São Paulo. O Ancestral Malediction acabou de lançar seu segundo álbum pela Multilation Records e toca no Rio pela segunda vez. Foi outro excelente show com um death metal alto nível na linha do próprio Morbid Angel.

E depois da apresentação fulminante do Ancestral Malediction o momento mais aguardado no ano entre os fãs de death metal.

Eu estava na saída dos camarins e na frente da entrada para o palco, quase toda a banda já tinha entrado no palco enquanto uma introdução mórbida era tocada. Faltava apenas o integrante mais esperado. Faltava ninguém menos que David Vincent. E a espera para ele descer do camarim foi imensa. A euforia acabou quando suas botas gigantes apareceram pela escada. O cara é “muito grande”.
Enquanto a introdução ainda rolava, David fazia uma espécie de aquecimento e preparo psicológico para entrar no palco. Tocava incessantemente suas cordas do baixo e num piscar de olhos o grandalhão ícone do death metal mundial subiu. Dava-se início ao Armagedom.

Agora já era. Começou a carnificina. Foram mais de uma hora de pancadaria ensurdecedora. Finalmente, os maiores clássicos não só da banda como do death metal mundial eram executados ali na presença de um Circo Voador lotado.

E o público carioca respondia a altura, aos berros cantavam junto com David e faziam coros que eu nunca tinha visto em um show de death metal.

Nada como ouvir ali na sua frente clássicos como “Lord of All Fevers And Plague”, “Pain Divine”, “Evil Spell” , “Dominate” entre outros “Hits’ de um dos estilos mais bastardos do metal.

O Troll David Vincent comandava a platéia, ele sabia que cada um que cantava com ele e berrava a cada pedido estavam em suas mãos. Toda a banda estava muito afiada. Estávamos todos diante de uma quase formação original. Não era apenas um show de death metal, mas sim um fato histórico. Não é exagero. Assistimos um dos maiores ícones do death metal em sua melhor formação e com uma garra e forma fora do comum.

A cada momento David pedia ao público mais gritos, mais rodas e a galera não deixava por menos. Cada vez mais o público dava trabalho aos seguranças que impediam os moshs e tentavam impedir também a todo custo que qualquer um subisse no palco.

Sem violência e com muita diversão a banda mostrou tudo o que sabe e de acordo com comentários de quem assistiu ao show deles em São Paulo, O Mobid Angel esta tocando bem melhor aqui no Rio e é lógico que os fãs não poderiam fazer por menos. Retribuíram a altura tudo que a banda lhes deu em todos esses anos de carreira e naquelas poucas, mas gratificantes horas de espetáculo.

Galeria do Show


Morbid Angel
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Illud Divinum Insanus

2011
Relapse Records
9,5/10

Muitos inquisidores mundo a fora estão crucificando o Morbid Angel e até mesmo blasfemando sobre o novo trabalho da banda. Um grande absurdo. Como resenha de cd é algo absolutamente pessoal e o gosto musical de quem a escreve reflete muito no momento de avaliar o trabalho da banda, então posso dizer sem medo de ser feliz: ADOREI o novo cd do Morbid Angel.

Acompanho a banda desde 1993 quando a Rock Brigade lançou o Covenant no Brasil. E depois comprei os Lps do Altars of Madness e o Abominations Of Desolation. Na época o Morbid era a única banda de death metal que me chamava atenção, até porque tinha apenas 15 anos e era mais ligado em bandas como Iron Maiden, Helloween, Judas Priest, WASP, Dio entre outras do naipe. E já era fã de heavy metal desde os dez anos de idade. Só que o Morbid Angel significou para mim um máximo em peso, velocidade e agressividade. E é uma banda que eu gostava muito de ouvir na época.

Parei de acompanhar a banda com a saída do David Vincent. Em 2000 quando comecei com o Metal Zone, voltei a acompanhar o Morbid Angel, por questões profissionais. Gostei dos trabalhos anteriores com Steve Tucker, mas não era a mesma coisa.

Quando vi o Morbid Angel em 2005 ao vivo com David Vincent no Circo Voador aqui no Rio de Janeiro aquela chama de fã da banda reacendeu. Fiquei um bom tempo aguardando o novo trabalho dos caras, que foi adiado por muitas vezes. A banda continuou excursionando, mas nada de um novo trabalho pintar.

Esse disco era pra ter sido lançado em 2007, mas como eu havia dito, a banda adiou inúmeras vezes. Durante as gravações do trabalho alguns percalços tentaram impedir o grupo. Problemas de saúde com o baterista Pete Sandoval, que sofreu uma cirurgia nas costas, foi o primeiro. Pete foi substituído por Tim Yeung (ex-baterista do Hate Eternal).

O novo álbum de estúdio da banda, e o sexto com David Vincent foi gravado em 2010 na Flórida. E como já é de conhecimento de boa parte do público, esse trabalho traz também muita polêmica.

Grande parte da mídia já voltou seu arsenal para o Morbid Angel e começaram a atacar Illud Divinum Insanus, apelidando o lançamento de St. Anger (referencia a pisada na bola do Metallica). Alguns chegaram a proferir injúrias e palavrões para descrever o cd. E não é bem por ai que a coisa deve caminhar.

Quando comecei a ouvir o cd pela primeira vez, e já pela introdução apocalíptica percebi que tinha sangue rejuvenescido na área. E prova disso é “Too Extreme!” uma porrada death-industrial no estomago dos mais fracos e conservadores.

Em “Too Extreme” a banda consegue se influenciar de alguns ingredientes do Rammstein, Fear Factory e Deathstars, misturando essas referencias ao seu poderoso death metal. E não é bem assim por todo o álbum. Quem gosta de death metal e também gosta do ar soturno e apocalíptico proporcionado por bandas de industrial se identificará muito com essa musica.

Já a terceira faixa do cd “Existo Vulgoré” é porrada certa. Os bumbos de Tim Yeung não param. E a mesma cacetada continua em “Blades for Baal”, com bateria esmurrada, David se esgoelando e o “paco-paco” - onomatopeia característica de death metal, comendo solto.

Em “I am Morbid” parece que a banda já imaginava o quanto seria criticada e manda alguns recados na letra. O instrumental death metal com bons solos e execução bem borrada. Uma faixa que será muito empolgante ao vivo.

A destruição sonora segue pelas faixas: “10 More Dead”, a extensa “Destructos Vs. the Earth / Attack”, que com mais de sete minutos de duração é uma marcha para a guerra. Já “Nevermore“ é um clássico pesadelo death metal, com bateria e bases rápidas. O refrão é entoado com ódio característico de David. Essa é outra faixa que ficará muito boa ao vivo. Já “Beauty Meets Beast” parece uma extensão de “Nevermore”, só que mais cadenciada, mas com muito peso. Outra faixa extensa é “Radikult”, com quase oito minutos a música mistura momentos industriais com peso do metal. A música se desenvolve com muitos solos, partes cadenciadas e momentos de pesadelo death-industrial.

O cd fecha com “Profundis - Mea Culpa”. A letra mistura algumas frases em latim: Divinum formidilosus impetus (Assustador ataque Divino), Novus Lex Legis Profano (A lei do novo perfil), Illud Divinum Insane (É o Divino Insano) e é a trilha sonora perfeita para o desfecho do álbum.

Com o estardalhaço de “Profundis - Mea Culpa”, David a Cia fecham o novo trabalho do grupo com uma assinatura poderosa. Meus caros, sem essa de Mea Culpa. Fizeram um álbum muito bom que agradará os fãs menos extremistas e ganharão fãs novos!
E se não bastasse o material gráfico do cd é impecável e a capa uma das mais legais e perturbadoras desse ano.


Faixas

01. Omni Potens
02. Too Extreme!
03. Existo Vulgoré
04. Blades for Baal
05. I Am Morbid
06. 10 More Dead
07. Destructos vs. the Earth / Attack
08. Nevermore
09. Beauty Meets Beast
10. Radikult
11. Profundis - Mea Culpa



ULA
Metal Zone - Revista Digital especializada em Rock, Heavy Metal e suas vertentes, Tecnologia, Quadrinhos, HQ, Literatura, entre outros assuntos.
Jornalista Respons?vel: Filipe Souza - MTB: 32471/RJ
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