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Metal Zone Webmagazine - Slayer | Slayer fulmina público no Rj com os baianos do Ungodly | Revista Digital sobre Heavy Metal, Black Metal, Thrash Metal, Death Metal, Rock. Com resenhas de shows, cds, promoções, entrevistas, bandas de garagem, demo-tapes, cds demo.
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Metal Zone Home Shows → Slayer
Slayer

Slayer

Gênero: Thrash Metal
País: Estados Unidos da América
Formação:
Tom Araya - Vocal/Baixo
Kerry King - Guitarra
Jeff Hanneman - Guitarra
Dave Lombardo - Bateria


http://www.slayer.net

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Slayer

Slayer fulmina público no Rj com os baianos do Ungodly

Por: Filipe Souza (filipe@metalzone.com.br)
06/09/2006

Slayer fulmina público no Rj com os baianos do Ungodly Nem a chuva e o frio espantaram os fãs cariocas da última apresentação do Slayer no Brasil. O clima sombrio que percorria a Lapa (local do show) trouxe um verdadeiro mar de fãs, foram mais de quatro mil pessoas que presenciaram o inferno que se instaurou na Fundição Progresso.

O Slayer não vem ao Rio desde 1994 quando tocou na primeira edição do Phillips Monsters of Rock em São Paulo e depois deu uma esticada até o Rio tocando com o Suicidal Tendencies no antigo Imperator no Méier. Em 1998 a banda retorna ao Brasil, para serem headlines no Phillips Monsters of Rock, porém só tocam em São Paulo. Mas essa noite era mais do que especial, teríamos a formação original, ou seja, Dave Lombardo, responsável pelas baquetas dos primeiro cinco e maravilhosos álbuns da banda.

Mesmo com um atraso siguinificativo, o público estava tão animado que não percebia o tempo passar. Na platéia ouviam-se alguns gritos típicos do Tom Araya no começo da carreira e muitos desses gritos ainda foram aplaudidos pelo público, tamanha a similaridade com o original. Essas brincadeiras e o coro chamando a banda só fizeram aumentar a expectativa para a noite.

Por volta das 22:00 sem mais nem menos vi Jeff Hanneman, Dave Lombardo, Tom Araya e Kerry King cruzando o corredor em direção ao camarim, estático e sem o que dizer, acompanhei os quatro com os olhos estatelados. Trancaram-se no camarim superior e de lá só saíram quando começou seu próprio show.

Como foi altamente divulgado, os baianos do Ungodly foram incumbidos de abrir o show do Slayer em São Paulo e no Rio. E o death metal nacional não fez feio. Com um pano de fundo impresso em lona e com uma resolução da capa do primeiro álbum de altíssima qualidade, a banda entrou com a corda toda. Seus músicos, todos muito competentes, mas sem dúvida o destaque maior e para o baixista Joel Moncorvo e o baterista Thiago Nogueira detonaram as musicas de seu primeiro trabalho para quem quisesse ou não ouvir. Parte do público que estava na grade foi ao delírio com o death metal técnico da banda. Mesmo com o som da casa não ajudando, o Ungodly mandou muito bem com: “Murderes in the Name of God”, “Possessed by the Lie” e “Hate Celebration”.


Mais uma longa espera e o local enchia mais e mais. E foram só as luzes se apagarem que o público enlouqueceu e a intro “Darkness of the Christ” então é entoada seguida de Disciple (God Hate Us All – 2001). Desse ponto em diante, com os quatro ilustres e únicos reis com doutorado do thrash metal no palco foram os momentos mais felizes de todos que ali estavam.

Nem o som péssimo do início do show, nem o excesso de fumaça (que deixaram muitas fotos ruins) foram capazes de estragar a noite. Ao contrário ter a oportunidade de estar embaixo do Tom Araya enquanto ele gritava “War Essemble” será um momento único na minha vida. Ter feitos fotos que eu só via em revistas e nos encartes dos cds também serão inesquecíveis. Enquanto eu fotografava o show e via a expressão de Felicidade dos fãs na primeira fila e a reverencia dada por Nathan Thrall (ex- Avec Tristesse) para Tom Araya enquanto o fotografava me deixava cada vez mais eufórico.

Aquela noite que antecedia a nossa independência na verdade serviu para nos deixar de alma lavada, nós cariocas precisávamos de um show como aquele, já havíamos perdido Paradise Lost, Wasp e Cradle of Filth. Uma noite que teve metade do Season in the Abyss ao vivo, só poderia ser especial mesmo. Não vou falar das músicas novas que foram algumas, mesmo o novo trabalho da banda ser uma maravilha, mas presenciamos clássicos tocados com a mesma empolgação e com o mesmo gás que ouvimos no Decade of Agression, por exemplo.

O Slayer ao vivo funciona como uma maquina, com todas as peças muito bem encaixadas e parece que a idade só tem feito bem a cada integrante, Kerry King não mudou nada suas performances teatrais, muito menos Tom Araya que agitou feito louco e com suas brincadeiras sarcásticas com o público. Lembro-me que certa vez em um vídeo da banda Tom deu uma rasteira em um fã que se preparava para um stage diving, o pobre coitado se esborrachou no chão enquanto o baixista saia rindo do seu feito, pois bem na apresentação aqui do Rio ele não fez nada parecido, mas algumas brincadeiras foram bem típicas do chileno, como quando ofereceu uma paleta para um determinado fã na platéia e fingiu joga-la em sua direção quando na verdade a jogou para o lado. Em Angel of Death enquanto todos esperavam ansiosos pelo seu berro, Tom simplesmente ensaiou dar o berro, mas deixou o pepino na mão do público. Mas ele sabia que estávamos todos animados e ensaiados, tanto que boa parte de “Season in the Abyss” foi cantada pelo público. Agora cá para nós, o Kerry King na sua frente com um bracelete cheio de pregos é amedrontador!!!!

As mesmas frases que antecedem, por exemplo “Postmortem” deixam qualquer um atônito, o mesmo estilo de tocar e cantar, as mesma empolgação vista em em vhs, dvds e fotos, foi comprovada por todos e mesmo assim ficamos extasiados com o que vimos.

E passando pouco mais da uma hora da manhã depois da banda finalizar o massacre com “Rainning Blood”, “South of Heaven” e fechando com chave de ouro e quebrando mais alguns ossos que teimavam em ficar colador a banda detona “Angel of Death”.

Set-list:

01) "Darkness Of Christ"
02) "Disciple"
03) "War Ensemble"
04) "Blood Red"
05) "Die By The Sword"
06) "Spirit In Black"/ "Hallowed point
07) "Cult"
08) "God Send Death"
09) "Mandatory Suicide"
10) "Seasons In The Abyss"
11) "Chemical Warfare"
12) "Hell Awaits"
13) "Postmortem"
14) "Silent Scream"
15) "Dead Skin Mask"
16) "Rainning Blood"
17) "South Of Heaven"
18) "Angel Of Death"

Galeria do Show


Slayer
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Show No Mercy

1983
Metal Blade
9/10

Esse álbum marca o início de uma era, o surgimento do thrash metal como estilo de vida.
A capa é simples, mas assustadora com um diabo empunhando uma espada. A contra capa exibia fotos ao vivo dos integrantes com maquiagens pesadíssimas, cruzes de ponta cabeça e Kerry King com seu bracelete cheio de pregos.

No quesito música esse play vem recheado de clássicos. E já abre com “Evil Has No Boundaries” solos cortantes e bateria martelando seu cérebro isso é a marca registrada do Slayer nesse debut. Sem tempo para respirar o clássico seguinte é “The Antichrist” uma faixa curta e certeira com muitos gritos e falsetes emitidos por Tom Araya e um final muito bacana. As três primeiras faixas desse cd ainda são tocadas ao vivo, isso para que você possa ter uma idéia do poder de fogo delas. Outro exemplo de violencia gratuita é a terceira música “Die By The Sword”.

Todas as faixas são excelentes, mas prefiro me prender as mais “classudas” desse álbum como é o caso da magnífica “Black Magic” e seus riffs imortais, apesar de que em matéria de riffs o Slayer é craque, já que produziram muitos riffs inesquecíveis dentro do thrash metal. Mas isso vocês lerão mais à frente.

Faixas

01. Evil Has No Boundaries
02. The Antichrist
03. Die By The Sword
04. Fight Till Death
05. Face The Slayer
06. Black Magic
07. Tormentor
08. The Final Command
09. Crionics
10. Show No Mercy

Hell Awaits

1985
Metal Blade
9/10

Antes desse álbum, o Slayer lançou um maravilhoso Ep chamado Haunting The Chapel que só tinha quatro faixas, mas são quatro maravilhosos clássicos como “Chemical Warfare” com seis minutos de música, depois temos “Captor Of Sin” que já inicia com uma malha de solos da dupla Jeff/King.

E no ano seguinte ao Ep, o Slayer volta com mais um destruidor álbum. Não tem como negar que a partir desse álbum o Slayer serviu de fonte de inspiração para centenas de bandas que produzem metal extremo.

As músicas vieram mais extensas, a maioria com duração superior a 4 minutos. Muitos solos e mais solos. Tom Araya se esgoelando e Lombardo destruindo sua bateria. Desse álbum destaco a faixa título “Hell Awaits” que já foi coverizada pelo Cradle of Filth em um tributo ao Slayer. Além de “Kill Again” e “At Dawn They Sleep”.

A partir desse álbum o Slayer já tem um nome significativo no cenário da musica esxtrema mundial e passa a excursionar com algumas bandas de renome como o Venon.

Faixas

01. Hell awaits
02. Kill again
03. At dawn they sleep
04. Praise of death
05. Necrophiliac
06. Crypts of eternity
07. Hardening of the arteries

Reign In Blood

1986
Def American
10/10

Falar desse álbum é fácil e ao mesmo tempo complicado já que se trata de um clássico dentro da história do thrash metal mundial e dentro do próprio heavy metal como um todo. Quando se fala de thrash metal, vem à mente alguns grandes plays como Master of Puppets do Metallica, Rust in Peace do Megadeth, Coma of Souls do Kreator, além de algumas obras primas de outros grupos como Exodus, Anthrax, Testament e etc...

Ritimos alucinantes e bateria a velocidade da luz. Esses são alguns dos muitos adjetivos que esse álbum pode receber. O play é curto, mas “Angel of Death” além de ser a faixa mais longa é a mais trabalhada e muito polêmica já que a letra trata do nazista Josef Mengele. A banda acabou sendo acusada de apologia ao nazimo pela imprensa e junto a isso vieram acusações de satanismo. Com isso, o grupo acabou sendo boicotados nas rádios e da mídia.

Mas o sucesso de Reign Blood foi fenomenal e fez com que o álbum vendesse mais de 500 mil cópias. Alguns problemas aconteceram com o grupo. Um deles foi à saída momentânea de Dave Lombardo da banda para se casar, em seu lugar entrou Tony Scaglione (do Whiplash) que segurou as pontas durante a turnê.

Esse trabalho do Slayer é tão fundamental para a história do thrash metal que muitas bandas citam esse álbum como um pilar influenciador para a construção da indendidade musical de seus respectivos grupos.

Faixas

01. Angel of death
02. Piece by piece
03. Necrophobic
04. Altar of sacrifice
05. Jesus saves
06. Criminally insane
07. Reborn
08. Epidemic
09. Postmortem
10. Raining blood

South of Heaven

1988
Def American
9/10

Esse foi o primeiro álbum da banda que ouvi. Na verdade relutei muito contra esse grupo, já que na época (1993) curtia apenas metal tradicional e o que eu havia escutado de mais pesado era o Metallica (Ride the Lighting/Masters of Puppets).


Fui fazer um trabalho escolar na casa de um amigo e só tinha esse disco no meio das coisas dele. Bem, não me restava outra opção: - Fui lá peguei o disco (vinil mesmo) e ouvi. Ouvi umas 30 vezes. A lavagem cerebral foi tão boa que corri atrás de mais material da banda. Até que cheguei no maravilhoso “Decade of Aggression”, mas aí já é outra estória.

Depois de uma agressão praticamente sem fim que foi o álbum anterior era de se esperar que a banda tirasse um pouco o pé de acelerador. Não estou dizendo que esse play não é pesado, pelo contrário, ele dá início a uma linha que a banda seguiria até o próximo álbum, aliando peso, melodia e técnica. Em South of Heaven existem muitos riffs que se tornaram característicos do Slayer.

O play abre com a tenebrosa South of Heaven que aos poucos toma peso. O vocal de Tom não esta tão agressivo, porém a técnica da banda esta mais apurada. Em seguida tem “Silent Screem” é quando o peso aumenta. Deste ponto em diante a banda distribui mais “cacetadas” como “Live Undead” (essa música já foi título de um Ep ao vivo lançado em 1985) e “Mandatory Suicide”. Pela primeira vez o grupo toca um cover e a escolha foi “Dissident Aggressor” do Judas Priest.

Uma observação em relação ao título, a palavra South of Heaven (Sul do Paraíso) é uma referência ao inferno, que estaria ao Sul (abaixo) do Paraíso.

Faixas

01. South of heaven
02. Silent scream
03. Live undead
04. Behind the crooked cross
05. Mandatory suicide
06. Ghosts of war
07. Read Between the Lies
08. Cleanse the soul
09. Dissident aggressor
10. Spill the blood

Seasons in the Abyss

1990
Def American
9,5/10

Bem, se o Reign Blood é considerado o álbum mais rápido e pesado do Slayer e South of Heaven o mais melódico, então Seasons é a perfeição. Digo isso, já que o quinto trabalho de estúdio do grupo conseguiu unir a brutalidade do Reing in Blood em músicas como “War Ensemble”, “Spirit in Black”, “Hallowed Point” e um lado mais melódico e obscuro do South of Heaven como a própria faixa título “Seasons in the Abyss”.

O baterista Dave Lombardo foi um show à parte, a velocidade e técnica do cara são assustadoras e ficou comprovado nesse trabalho que ele é o melhor baterista de thrash metal. A dupla de guitarras também não deixou a desejar. Jeff e King foram afiadíssimos nos solos.

Faixas

01. War Ensemble
02. Blood Red
03. Spirit In Black
04. Expendable Youth
05. Dead Skin Mask
06. Hallowed Point
07. Skeletons Of Society
08. Temptation
09. Born Of Fire
10. Seasons in the Abyss

Decade of Aggression (live)

1993
American
10/10

O que tem para se falar dessa pérola ao vivo? Que na minha humilde opinião é um dos melhores álbuns ao vivo da história do metal, ao lado de grandes outros clássicos como: Made Japan do Deep Purple, Unleashed in the East do Judas Priest, Live At Hammersmith do Motorhead, Live After Death do Iron Maiden e o Kaizoku-Ban do Accept.


É uma porrada atrás da outra, não dá tempo pra respirar. Um álbum duplo para comemorar os 10 anos da banda que junto com Metallica, Testament, Megadeth e Exodus criaram os pilares do thrash metal.

As músicas dos álbuns de estúdio tiveram sua agressividade aumentada em 10 vezes. Parecia impossível conceber que “Angel of Death”, “War Essemble”, “Chemical Warfare” entre outras pudessem ficar mais rápidas ainda.

Para aqueles que não conhecem a banda, esse álbum é um excelente começo, já que retrata bem a discografia do grupo desde seu início.

Faixas

01. Hell Awaits
02. The Anti-Christ
03. War Ensemble
04. South Of Heaven
05. Raining Blood
06. Altar Of Sacrifice
07. Jesus Saves
08. Dead Skin Mask
09. Seasons In The Abyss
10. Mandatory Suicide
11. Angel Of Death
12. Hallowed Point
13. Blood Red
14. Die By The Sword
15. Black Magic
16. Captor Of Sin
17. Born Of Fire
18. Postmortem
19. Spirit In Black
20. Expendable Youth
21. Chemical Warfare

Divine Intervention

1994
American
9,5/10

Foram quatro anos de espera para um novo lançamento, mudanças na formação do grupo ocorreram com a saída do animalesco Dave Lombardo, alegando que a banda não respeitava sua vida familiar. Para seu lugar foi chamado o ex Forbiden Paul Bostap, que foi baterista do Forbiden nos três primeiros álbuns.

Algumas dúvidas dos fãs recaiam encima da banda, já que os dois últimos trabalhos foram um tanto “leve” em relação ao que já fizeram. Muitos acreditavam em um Slayer menos pesado. Mas não foi o que aconteceu, pelo contrário. Divine Intervention é descomunal.

O novo integrante se mostrou tão animalesco quanto Lombardo e deu muito bem conta do recado. O Slayer sempre foi a mais infernal das bandas thrash/death isso todo mundo já sabia, mas lançar um álbum com tanto ódio e fúria como Divine foi a sensação mais sublime que um fã poderia ter.

Foi nessa época que o Slayer visitou pela primeira vez o Brasil. Participaram da primeira edição do Philips Monsters of Rock em São Paulo no ano de 1994. Essa edição também teve Kiss como atração principal o Black Sabbath com Tony Martin, Suicidal Tendencies, Viper e o Angra ainda no seu início de carreira. Depois o grupo rumou para o Rio de Janeiro junto com o Suicidal Tendencies e fizeram uma apresentação monstruosa e inesquecível.

Faixas

01. Killing Fields
02. Sex, Murder, Art
03. Fictional Reality
04. Dittohead
05. Divine Intervention
06. Circle of Beliefs
07. SS-3
08. Serenity in Murder
09. 213
10. Mind Control

Undisputed Attitude

1996
American
8/10

Esse trabalho de estúdio da banda foi um soco na cara de quem na época achava que o punk rock podia ser representado por bandas como Green Day, Rancid e Offspring. O Slayer gravou esse álbum só com covers de bandas punks. São ao todo 13 faixas onde a banda mostra o que é o verdadeiro Punk. Foram escolhidos grupos como GBH, TSOL, Stooges entre outros.

O destaque aqui pode ficar para o cover de I Hate You. E a última faixa do álbum é a única que não é um cover, “Gemini” parece ter sido sobra de Divine Intervention.

Faixas

01. I'm Gonna Be Your God
02. Abolish Government
03. Can't Stand You
04. Disintegration/Free Money
05. Filler/I Don't Want to Hear It (Medley)
06. Gemini
07. Guilty fo Being White
08. I Hate You
09. Mr. Freeze
10. Richard Hung Himself
11. Spiritual Law
12. Verbal Abuse/Leeches (Medley)
13. Violent Pacification

Diabolus In Musica

1998
American
7,5/10

O Slayer não é mais o mesmo, porém seus álbuns continuam bons. Não são tão rápidos e furiosos como antigamente, para não ter que ir tão longe, esse trabalho é o mais fraco que conseguiram produzir. Fraco de solos, de boas composições e letras.

As músicas têm peso, mas são sempre arrastadas, os vocais de Tom Araya estão sempre com efeitos, muito usados pelo Korn. É difícil encontrar alguma faixa que se salve num mar de músicas medianas, mas ainda sim “Stain of Mind” consegue se sobressair.

O mais criativo desse álbum foi o título, retirado de uma nota musical. Na turnê de Diabolus, o Slayer foi atração principal do Phillips Monsters of Rock em São Paulo.

Faixas

01. Bitter Peace
02. Death's Head
03. Stain of Mind
04. Overt Enemy
05. Perversions of Pain
06. Love to Hate
07. Desire
08. In the name of God
09. Scrum
10. Screaming from the Sky
11. Wicked (Eur/Jap)
12. Point

God Hates Us All

2001
American
8,5/10

Com faixas curtas e certeiras Tom Araya, Jeff Hanneman, Kerry King e Paul Bostaph nos presenteiam com um álbum muito bem trabalhado. É inacreditável a brutalidade e o peso da faixa Disciple o refrão desta é simplesmente perfeito, outros destaques vão para as faixas New Faith, Exile, Bloodline, War Zone e Here Comes The Pain (a mais longa do cd), caso tenha curiosidade pelas letras, as mesmas refletem bem o mundo atual, e ainda dizem por aí que metal é coisa de gente alienada. Não poderia faltar um comentário a respeito da capa do cd, é bem "delicada", capaz de deixar qualquer evangélico de carteirinha de cabelos arrepiados.
Vale a pena conferir afinal: - God Hates Us All.

Faixas

01. Darkness Of Christ
02. Disciple
03. God Send Death
04. New Faith
05. Cast Down
06. Threshold
07. Exile
08. Seven Faces
09. Bloodline
10. Deviance
11. War Zone
12. Here Comes The Pain
13. Payback

Christ Illusion

2006
American
8,5/10

Foram cinco anos sem gravar nada de novo. Durante esse período o Slayer presenteou os fãs com dois dvds. O primeiro lançado em 2003, com uma apresentação ímpar da banda, chama-se “War at the Warfield”. E o nome faz jus ao dvd. Em 2004 o grupo lança “Still Reingning” em comemoração ao clássico Reing in Blood lançado em 1986. Nesse dvd o grupo toca o disco na íntegra.

O cenário para o lançamento de um novo cd era muito promissor: o Slayer repatriava Dave Lombardo, que estava longe das baquetas do grupo, em um álbum de estúdio, desde 1990.

A formação clássica da banda estava reunida, rumores de que o grupo retornaria as origens selvagens de discos como: Seasons in the Abyss, South of Heaven e Reing Blood pipocavam nos meios de comunicação especializados.

Quando a banda soltou uma prévia da capa do disco, os rumores ficavam mais fortes, já que a capa era aterrorizante, assim como os primeiros lançamentos. E foi desenhada pelo mesmo artista que fez as capas dos álbuns Seasons in the Abyss, South of Heaven e Reing Blood. O grupo voltou a usar a mesma identidade visual da década de oitenta.

E o que fortaleceu de vez esses rumores foi a volta do produtor Rick Rubin responsável pelos clássicos Reign Blood (1986), South of Heaven (1988) e entre outros.

Muitos fãs foram ao delírio com o burburinho que esse lançamento causava, a expectativa era grande e o tombo também foi.

Eu, assim como muitos fãs, estávamos ávidos por uma volta bem “old-school” da banda. Com o cd nas mãos, coloquei no som para rolar e quase quarenta minutos depois... Bem, não aconteceu muita coisa! O que aconteceu é que dava para perceber que tinha um pouco do antigo Slayer em um riff aqui, outro acolá.

Bem, como todo trabalho de uma banda, seja ela qual for, tem seus pontos fortes e fracos, mas pela nota você percebe que os pontos fortes superaram alguns pequenos deslizes da banda. Antes de falar dos deslizes vamos falar sobre a parte mais infernal do cd: O início.

O álbum já abre com “Flesh Storm”, e pelo título (Tempestade de Carne) é pancadaria PURA! Com Lombardo mandando muito bem, mas eu esperava mais do Tom Araya, o vocalista não está gritando tanto, ficou na maioria das faixas meio contido. As guitarras estão contidas... Com vergonha de duelarem e cortar sua espinha com solos arrebatadores.

Hey Kerry King! Você não era amigo dos caras do Machine Head e do Pantera? Está parecendo que você anda em más companhias ultimamente, ou seja, andando com os carinhas do Korn! Só existe essa explicação para riffs tão estranhos e solos desanimadores.

A segunda faixa “Catalyst”, mantém a esperança de que é o Slayer que está rodando no meu player mesmo. Uma música rápida como riffs ótimos. Outra pancadaria de qualidade do cd é a “Skeleton Christ”, quinta faixa.

Talvez uma das melhores faixas do cd seja a sexta música “Consfearacy”. O que é isso!!!!! Começa esporrenta, com bons riffs. Mas o que continua matando é esse vocal do Tom Araya, parece que o cara está só cumprindo o papel dele.

O andamento cadenciado de “Catatonic” não é nada animador, em alguns momentos a banda resolve te dar um soco ou uma virada mais Slayer.

E o cd fecha com “Supremist”, riffs ligeiros, muito peso e em alguns momentos velocidade típica do Slayer. Nessa música já se percebe o Tom Araya mais feroz. Uma musica que fechou muito bem o com.

Talvez, nós fãs mais antigos estejamos cobrando muito, mas Christ Illusion é um bom trabalho e não fará feio na sua cdteca! Na minha não fez!

Faixas

01. Flesh Storm
02. Catalyst
03. Eyes of the Insane
04. Jihad
05. Skeleton Christ
06. Consfearacy
07. Catatonic
08. Black Serenade
09. Cult
10. Supremist

Show no Mercy

2012
Shinigami Records
10/10

Agora os fãs de metal estão sem desculpas para manter arquivos em mp3 desse clássico do thrash metal. Saiu em versão nacional pela gravadora paulista Shinigami Records pela bagatela de R$ 22,00 o primeiro álbum da potencia do thrash metal - Slayer. O CD está em uma versão remasterizada, com encarte de letras e novo layout.

Uma das principais bandas do Big Four agora em versão nacional. Não há necessidade de me prolongar sobre a importância desse trabalho na linha do tempo do Thrash Metal. Já que esse CD, que foi lançado em 1983 e junto com o Kill em All do Metallica ainda servem como referencia para fãs e bandas que estão começando.

Seguindo uma linha temática totalmente satanista e com riffs imortalizados em canções como: Black Magic, Die By Sword, The Antichrist e Evil Has No Boundaries o Slayer marcou com ferro e fogo seu nome na história do Thrash Metal.

E é bom você ir preparando uma grana, a loja virtual da Shinigami Records já está online e cheia de álbuns clássicos do Metal.

Para comprar esse cd acesse: http://www.shinigamirecords.com/loja/produtos_descricao.asp?lang=pt_BR&codigo_produto=633

Faixas

01. Evil Has No Boundaries
02. The Antichrist
03. Die By The Sword
04. Fight Till Death
05. Face The Slayer
06. Black Magic
07. Tormentor
08. The Final Command
09. Crionics
10. Show No Mercy



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