Ritchie Blackmore’s Rainbow: Blackmore’s Rainbow
(Heavy Metal)
Por: Luiz Ribeiro

Gênero: Heavy Metal
País: Afeganistão
Formação:
http://judaspriest.com/
Nymphetamine
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Por: Filipe Souza (filipe@metalzone.com.br)
08/09/2005
Claro Hall – Rio de Janeiro
Essa foi uma noite que tinha tudo para dar certo mesmo. Duas das mais consagradas bandas do cenário hard/heavy mundial se apresentando juntas. Uma ocasião que só poderia tornar qualquer evento “mágico” para os fãs.
E a festa começou com o show da banda de abertura Shadowside. O grupo de Santos/SP executa um power metal altamente empolgante. A vocalista Dani Nolden possui uma voz potente que fez a galera vibrar. O grupo executou as músicas de seu álbum de estréia: Theatre of Shadows.
E finalmente a ansiedade do público seria recompensada com a entrada de nada menos que o Whitesnake. E quando a voz de David Coverdale começou a soar parecia que o Claro Hall viria abaixo. A banda desfilou clássicos como: “Burn”, “Love Ain´t no Stranger”, “Slow and Easy”, “Crying in the Rain”, “Give me All Your Love”, “Is This Love”, “Here We Go Again” e fechando a noite com “Still of the Night”.
O Whitesnake apresentou um show impecável e uma aula de hard rock. David Coverdale se mostrou um verdadeiro lord inglês. Ele agradecia a todo o momento o público e foi hiper carismático com a platéia, que não cansava de ovacionar a banda.
A tarefa complicada da noite ficou para ninguém menos que os também ingleses Judas Priest. O grupo veio ao Brasil para divulgar seu mais recente trabalho “Angel of Retribution” e precisaria queimar muita lenha para superar a apresentação do Whitesnake.
E não demorou muito para o grupo entrar em cena já com a clássica introdução Hellion e emendando com a poderosa “Eletric Eye”. Enquanto a dupla mais famosa de guitarras: KK. Downing e Gleen Tipton desfilavam os riffs da canção, Ian Hill e Scott Travis seguravam a cozinha. E Rob Halford apareceu com sua voz potente e ainda em forma, mesmo com seus quase sessenta anos.
Parecia mesmo que o Judas Priest iria fulminar o público. Prova disso foi a seqüência de clássicos que seguiram: “Metal Gods” , “Ridding With the Wind” e “Touch of Evil”.
Em alguns momentos, mesmo com toda a empolgação da platéia, parecia que Rob Halford estava apenas cumprindo tabela, pois não passava tanta empolgação. Dando continuidade ao show, as novas “Judas is Rising” e “Revolution”, ambas do disco novo da banda, se mostraram ótimas canções ao vivo.
O restante do show da banda intercalou músicas novas com clássicos e algumas canções inesperadas como “I´m a Rocker”. O grupo tocou: “Breaking the Law”, quando o publico levou o Claro Hall abaixo. Ainda teve: “Diamonds em Rust”, “Beyond the Realms of Death”, “Turbo Lover”, “Hellrider”, “Victim of Changes”, “Exciter” e “Painkiller”.
Mesmo com um show meio burocrático a banda conseguiu tirar lágrima do público com a clássica cena da entrada de Rob Halford com a moto para a execução de “Hell Bent for Leather”.
A banda ainda teve fôlego para executar mais dois clássicos: “Living After Midnight” e “You´ve Got Another Thing Coming”.
O saldo da noite foi bem positivo para o público, que saiu extasiado com a aula de rock pesado (Agora to me sentindo como meu pai falando – risos). Todos puderam se esbaldar com uma apresentação impecável de hard rock. O Judas Priest mesmo fazendo um show padrão, bem é o PADRÃO JUDAS PRIEST!