9/10 Gênero: Death Metal
País: Suécia
Versão: 1
Faixas:
01. The Illusionist
02. Slaves To The Subliminal
03. Mind Machine
04. Pitch Black Progress
05. Calculate The Apocalypse
06. Dreaming 24/7
07. Abstracted
08. The Kaleidoscopic God
09. Retaliator
10. Oscillation Point
11. The Path of Least Resistance
12. Carved In Stone
13. Deviate From The Form
www.myspace.com/scarsymmetry
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(07/12/2012)Nymphetamine
Por: Filipe Souza (filipe@metalzone.com.br)
05/08/2011
Os suecos do Scar Symmetry chegam com seu estupendo segundo álbum onde mesclam death metal, thrash metal, alternando muito peso, vocais melódicos e melodias com virtuosismo. A banda conseguiu alcançar um patamar que poucos grupos conseguem quando tentam investir no que chamo de death metal moderno, pois o termo “death metal melódico” não faz jus à musicalidade da banda e de nenhuma outra.
Já vou começar com a melhor faixa do álbum: “The Kaleidoscopic God”, essa música é a oitava do cd, tem pouco mais de sete minutos e é um épico. E consegue mostrar como o vocalista Christian Älvestam é versátil, o cara consegue cantar o refrão com voz limpa e melódica com melodia, pois não adianta fazer “tipinho” e em algum curto espaço de tempo achei que tivesse ouvido alguma coisa de Whitesnake na parte melódica do refrão, o cara consegue começar a música com vocal rasgado tipo Mille Pretrozza (Kreator) dos tempos do Extreme Aggression (1989). Depois o cara faz um vocal bem gutural, quero ver como fica a goela do cidadão após de uma música dessas. A inclusão de sintetizadores, órgãos deram um clima de filme de terror. O refrão fica em sua mente por dias.
Esse disco já valeria pela faixa oito, mas ainda temos “The Illusionist” que abre o cd com um trabalho de baixo alto nível. E o baixista Kennet Seil foi agraciado com o dom, o cara manda muito bem e todas as faixas. Outro ponto alto do cd é “Retaliator” talvez a mais pesada e rápida do álbum.
Na verdade o cd no começo, me pareceu muito homogêneo com faixas parecidas, as três primeiras músicas possuem um clima similar entre elas, mesmo sendo muito pesadas e rápidas. O cd fica estupendo depois da quarta faixa, desse ponto em diante é parar e ouvir várias vezes, mas uma das minhas é a décima: “Oscillation Point”.
A versão brasileira do disco vem ainda com duas bônus track: A primeira é “Carved in Stone”, muito bom o peso e as melodias, depois vem “Deviante From the Form” mais pesada do que a anterior e mais rápida também.
Sem comentários para a capa do cd e sua produção gráfica. Além da produção cristalina do próprio álbum que deu um peso singular no momento que era precisa e seu contraponto melódico e mais virtuoso.
Um excelente trabalho.
