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<title>Metal Zone Webmagazine - Resenhas de CD</title>
<link>http://www.metalzone.com.br</link>
<description>Revista Eletronica Especializada em Metal</description>
<language>pt-br</language>
<copyright>Copyright Metal Zone. Todos os direitos reservados.</copyright>
<webMaster>filipe@metalzone.com.br</webMaster>
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<title>Methodic - A Monument to Nothing </title>
<link>http://www.metalzone.com.br/site/resenhas/mat.php?recordID=240</link>
<description>Formidável! O Brasil vive um momento único em meio à cena do thrash metal nacional. Das mais diversas partes do país culminam bandas que apostam em vertentes diferentes de um mesmo estilo. Todas essas apostas são de uma qualidade invejável.

Ilustro essa afirmativa com o primeiro trabalho de estúdio da banda catarinense Methodic. O grupo aposta numa vertente mais moderna de thrash metal, aliada com a pegada oitentista. O que não deixa o som da rapaziada com cara de thrashcore como as bandas Dew-Scented e Trivium.  

Bebendo na fonte do Coroner e do Atheist principalmente, o Methodic consegue soar único. Instrumental cadenciado, bateria perfeita e martelante, solos bem encaixados e a voz de Héctor Righetto não é forçada e nem exagerada. Encaixou-se como uma luva.  

A produção do disco ajuda também, o material foi gravado no estúdio Daufembach em Santa Catarina e masterizado em São Paulo, no estúdio Tribo, por Trek e Ciero, que já trabalharam com as bandas: Krisium, Claustrofobia e Torture Squad.

Esse debut da banda é bem homogêneo nas suas qualidades, mas algumas faixas se destacam de forma natural como: Throne, Gold and Decay, que abre o cd. Violated começando triste e acústica e desencadeando uma hectabomb sonora. Em “Fear of Bleeding Inside”, quinta faixa do cd, a bateria faz um show a parte, massacrando seu cérebro. Esse Eder Vieira é um animal e mói a bateria. O mais engraçado é você ver o cara no encarte do cd e não dar nada por ele (não me interprete mal, valeu Eder?), mas você tem uma cara de nerd...(risos).  Brincadeiras a parte, o grupo se saiu muito bem em seu primeiro trabalho de estúdio. E espero que seja o primeiro de muitos. Vocês merecem e os fãs do estilo também.
 <br />  <br />  <img src=http://www.metalzone.com.br/site/images/resenhas/2007/methodic_2007.jpg alt=Methodic/></description>
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<title>Gamma Ray - Land of The Free II </title>
<link>http://www.metalzone.com.br/site/resenhas/mat.php?recordID=239</link>
<description>Se a intenção do grupo alemão Gamma Ray foi chamar a atenção do público e da mídia para esse novo trabalho, usando como artifício uma pseudo continuação do clássico da banda lançado em 1995, acho melhor mudar a estratégia, pois essa não colou.

O cd Land of the Free original, tinha um Kai Hansen empolgado e num momento criativo de dar inveja, enquanto seu companheiro de grupo, Ralf Scheepers, sonhava em ser o novo vocalista do Judas Priest. Kai além de ser o responsável pela criação da onda maléfica conhecida como metal melódico, hoje ao invés de se vangloriar desse “status”, acabou preso em sua própria invenção. 

Esse novo trabalho da banda é uma colcha de retalhos da carreira de Kai Hansen.  É como se ele tivesse pego todos os riffs que já tocou e montasse Franksteins sonoros. Todas as músicas lembram alguma coisa.  A quarta faixa “Mother Earth” é uma cópia deslavada de Ride the Sky do Helloween. A faixa seguinte “Rain” tem alguma coisa de Push e de algumas músicas do The Time of The Oath, também do Helloween.  Se o Helloween não vai lá muito bem das pernas, copiar seus amigos não vai ajudar muito. Seria como um cego guiando o outro no meio de um tiroteio. Na nona faixa “Opportunity”, chegar a ser descarado, quando algumas passagens da música lembram claramente The Clairvoyant do Iron Mainden.

Mas o disco tem bons momentos, como nas faixas: Into the storm, que abre o cd e Real world.
 <br />  <br />  <img src=http://www.metalzone.com.br/site/images/resenhas/2007/gamma_ray_2007.jpg alt=Gamma Ray/></description>
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<title>Vulture Industries - The Dystopia Journals </title>
<link>http://www.metalzone.com.br/site/resenhas/mat.php?recordID=238</link>
<description>Estranho, sinistro, medonho e perfeito! Ficou confuso caro leitor? Imagine eu quando comecei a ouvir esse primeiro trabalho da banda norueguesa Vulture Industries?  Pensei cá com meus botões: - Que gente estranha!

São estranhos sim, mas são formidáveis. O grupo consegue soar tão único, mesmo usando artifícios e peso já trabalhados por outras bandas.  Em alguns momentos lembram o Covenant (atual Kovenant) do álbum Nexus Polaris (1998), mais pelo peso de sua música e agressividade.  Em outros momentos mais “industriais”, nota-se alguma influencia de Deathstars.  Só que, essas influencias, servem apenas para que o ouvinte se baseia e tenha alguma idéia do que irá encontrar.  Na verdade o Vulture Industries é tão único, que comparações seriam um sacrilégio.

A banda começou em 2002, lançaram duas demos, que foram muito bem aceitas pelo underground escandinavo. Após a demo, o quinteto assinou com a também norueguesa, Dark Essence Records.

Em setembro de 2007 chegava ao mercado “The Dystopia Journals”, o primeiro trabalho do grupo, que foge aos patamares do que se tem no cenário “metal” atualmente.

Sintetizadores, violinos, piano, teclado, samplers, guitarras pesadas, riffs e bases alucinantes, atmosfera só encontradas em filmes de suspense, além é claro da interpretação teatral do vocalista Bjornar E Nilsen.  O cara consegue teatralizar de tal maneira que a música fica ainda mais sombria. Em alguns outros momentos, Nilsen se esgoela no melhor estilo “Black Metal”.

O disco abre com a pancadaria metal de “Pills of Conformity”, o destaque fica para o vocal de Nilsen, que mescla momentos death metal e voz limpa, mas a voz limpa do cara é assustadora. Os riffs de guitarra, também são ótimos ingredientes na música. Em “A Path of Infamy”, as diversas atmosferas da música, associada as mudanças de voz do esquizofrênico Nilsen, pode provocar pânico nos mais desavisados. Nilsen berra, grita, expõe o limite da voz gutural e ainda tem tempo de zombar do ouvinte declamando zombarias. Sem dúvida minha faixa favorita do disco. Há outros ótimos momentos no trabalho como: The Benevolent Pawn, To Sever the Hand of Corruption e a sampleada “Grim Apparitions”, que fecha o disco.
 <br />  <br />  <img src=http://www.metalzone.com.br/site/images/resenhas/2007/vulture_2007.jpg alt=Vulture Industries/></description>
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<title>Kronos - The Hellenic Terror </title>
<link>http://www.metalzone.com.br/site/resenhas/mat.php?recordID=237</link>
<description>A França é um país muito conhecido por seus vinhos e pelo romantismo e ar poético de seus pontos turísticos e pela delicadeza de seu povo.  Agora quero ver quem tem coragem de dizer isso aos integrantes do Kronos.

O quinteto francês lançou seu terceiro trabalho de estúdio. O álbum “The Hellenic Terror” (2007) é tão bom quanto seu antecessor “Colossal Titan Strife” (2003).  O grupo veio tão pesado quanto antes e de quebra a musica está mais técnica, com mais riffs, sem perder o peso e a agressividade, que são característicos do grupo.

Sem perda de tempo com introduções e charmes musicais, o disco abre com a odiosa: The Road to Salvation. Desse ponto em diante o grupo arrasa o que vier pela frente com bateria massacrante, muitos riffs e bases possuídas pelos mais poderosos deuses mitológicos.  Digo isso, já que, o grupo continua investindo em mitologia para compor o material lírico do disco.

Entre minhas favoritas, fico com: Bringers of Disorder, Suffocate the Ignorant e a apocalíptica “Petrifying Beauty”, que é dividida em duas partes: Divine Vengeancy, a primeira e The Murders Reflection, a segunda.  Ambas com excelentes solos, riffs e um trabalho magistral de bateria.

Um trabalho imperdível para os amantes do estilo.
 <br />  <br />  <img src=http://www.metalzone.com.br/site/images/resenhas/2007/kronos_2007.jpg alt=Kronos/></description>
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<title>Ravencult  - Temple of Torment </title>
<link>http://www.metalzone.com.br/site/resenhas/mat.php?recordID=236</link>
<description>O álbum Temple of Torment é o primeiro trabalho de estúdio do grupo Grego Ravencult. A sonoridade da banda é altamente inspirada nos pais do estilo: Bathory e Celtic Frost.

Além de parecer com os pais do metal negro, em alguns momentos a banda me lembrou o Satyricon, com uma produção menos elaborada.  O Ravencult executa um black metal cru, somente bases fortes de guitarra, bateria em ritmo de guerra com canções curtas e certeiras.

O Ravencult não é nada de muito espetacular, mas em se tratando de debut os gregos se saíram muito bem em comparação a muita coisa que existe por aí.  Vale a pena dar uma conferida nas faixas: In Times Of Demise, Blessed In Heresy, e Utter Cold Void
 <br />  <br />  <img src=http://www.metalzone.com.br/site/images/resenhas/2007/ravencult_2007.jpg alt=Ravencult /></description>
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<title>Disgorge - Gore Blessed to the Worms </title>
<link>http://www.metalzone.com.br/site/resenhas/mat.php?recordID=235</link>
<description>Esse cd é o sexto trabalho de estúdio na carreira dos mexicanos do Disgorge. A banda já se tornou referencia no cenário do death metal brutal, que beira o grindcore. A banda que está na ativa desde 1993, lançou em 2006 “Gore Blessed to the Worms” uma verdadeira “ode” ao caos e podridão.

Das dez faixas que compõem o cd, duas já chamam atenção logo de primeira, são elas: Pest.Blood.Metal, com excelente trabalho de bateria, solos e bases. E a sexta faixa do cd “Chronic Corpora Infest” mais melódica, claro que melodia no nível do Disgorge é alto que o leitor se espantará. 

Os mexicanos preparam um trabalho que fará a alegria dos fãs de death metal mais old school na linha do Dismember e Carcass antigo.
 <br />  <br />  <img src=http://www.metalzone.com.br/site/images/resenhas/2006/disgorge_2006.jpg alt=Disgorge/></description>
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<title>The Force - Old School Metal Onslaught </title>
<link>http://www.metalzone.com.br/site/resenhas/mat.php?recordID=234</link>
<description>Estaria o thrash metal old school se disseminando pela América do Sul? Talvez ainda seja cedo para encontrar essa resposta, mas uma das poucas certezas que tenho é que se depender da gravadora brasiliense Kill Again Records, isso acontecerá logo.

A prova que apresento, é a demo do grupo paraguaio The Force.  A banda surgiu em 2007 com uma proposta de fazer thrash metal na linha dos vetaranos Exodus e Destruction.  O grupo gravou sua primeira demo em novembro de 2007 e já emplacou 2008 com um contrato com a Kill Again.

Em Old School Metal Onslaught, o ouvinte encontrará quatro faixas que o levará de volta aos clubes pequenos e lotados de bangers com suas jaquetas jeans incrementadas com patches das bandas favoritas, tênis de cano alto e muita cerveja.

A demo abre feroz com “Thrash Til We Die”, uma faixa bem oitentista, pesada, rápida e com solos interessantes. Na seqüência tem “Storm of Steel” cadenciada e com o mesmo feeling oitentista.  O material tem uma gravação muito boa e os músicos não deixam a desejar.  Se o leitor está a procura de mais material thrash 80’ para sua coleção, não deixe de adquirir essa demo.

Esse trabalho do The Force só confirma a boa escolha feita pela gravadora Kill Again em investir no grupo que tem ótimos ingredientes para fazer bonito no cenário sul americano.
 <br />  <br />  <img src=http://www.metalzone.com.br/site/images/resenhas/2007/theforce_2007.jpg alt=The Force/></description>
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<title>Shamrain - Goodbye to all that </title>
<link>http://www.metalzone.com.br/site/resenhas/mat.php?recordID=233</link>
<description>O Shamrain é mais uma banda finlandesa que aposta no “rock tristinho” bem na linha do Radiohead: cheios de melancolia, dias cinzentos e bucólicos.  E a musica do Shamrain é assim o disco todo. Se bem que na verdade o álbum começa bem mais melancólico e dramático e ao decorrer do disco ganha um certo peso.  Esse peso só vem na sétima faixa “Shallow Delusion”.

Esse grupo é difícil de rotular logo de cara, já que funde sua música a muitas outras bandas tristonhas como: The Cure, Katatonia e até Anathema no disco Alternative 4. É uma banda boa de ouvir com passagens acústicas interessantes e o peso do rock alternativo.

Para quem busca novidades sem muito barulho, o Shamrain é uma boa pedida.
 <br />  <br />  <img src=http://www.metalzone.com.br/site/images/resenhas/2007/shamrain_2007.jpg alt=Shamrain/></description>
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<title>The Machete - Untrue </title>
<link>http://www.metalzone.com.br/site/resenhas/mat.php?recordID=232</link>
<description>Vou fazer um trato com os leitores do Metal Zone: - Mesmo que a banda escreva em letra garrafais no seu release, que seu som se trata de thrash metal “moderno”, vou chamá-la de Metal Core, mas prometo dar algum desconto quando julgar necessário.  Como é o caso dos finlandeses do The Machete.  Os caras fazem uma mistura “moderninha” de thrash metal na linha do Trivium incluindo os berros e com certeza muitos pulinhos ao vivo típicos das bandas de metal core.

O cd “Untrue” é o segundo trabalho de estúdio da banda, o primeiro, Regression, foi lançado em 2005.  E o grupo não faz feio não, os riffs de guitarra são muito bons, peso cadenciado e um vocalista que se esgoela para gritar cada musica do cd.

Uma banda recomendada para quem é fã de Trivium e seus seguidores nessa onda de thrash metal moderno. 

Entre os destaques do cd fico com: Warmonger, Shatters e a fantástica Blow By Blow, que lembra o In Flames atual.
 <br />  <br />  <img src=http://www.metalzone.com.br/site/images/resenhas/2007/themachete_2007.jpg alt=The Machete/></description>
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<title>Nine - It´s Your Funeral </title>
<link>http://www.metalzone.com.br/site/resenhas/mat.php?recordID=231</link>
<description>Quando se fala em Metal Core nada como citar uma banda veterana. E assim é a trajetória dos suecos do Nine. O grupo formado em meados de 1995 chega agora em 2007 ao seu sexto trabalho de estúdio, sem deixar suas raízes e tão forte e contundente quanto em seus primórdios.

Todos aqueles elementos de peso e agressividade, que se buscam nas bandas de metalcore estão presentes e exarcebados a cada faixa de “It´s Your Funeral”. Só que a banda está mais agressiva e valorizando bem mais o seu lado metal do que o lado hardcore.  

Para justificar o parágrafo anterior nada como escutar “Bird of Prey”, “Nothing Left for the Vultures”, o baixo carregado de Line of Crosses é um aditivo e tanto.
 <br />  <br />  <img src=http://www.metalzone.com.br/site/images/resenhas/2007/nine_2007.jpg alt=Nine/></description>
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<title>Malummeh - Revival </title>
<link>http://www.metalzone.com.br/site/resenhas/mat.php?recordID=230</link>
<description>Mais uma banda finlandesa que investe na mistura de death metal melódico tipicamente sueco com thrash metal. A principio nada de muito novo para quem já é macaco velho no metal, mas é uma banda interessante para aqueles que estão começando a curtir o estilo agora.

Com vocais rasgados, bateria crua, cheia de viradas e riffs de guitarra cruéis, os finlandeses dão muito bem seu recado.

Após uma introdução sem graça o metal core fulminante da banda começa bem, com riffs rápidos e bateria carregada, como na faixa “Turning Point”.  O álbum Revival é o primeiro trabalho de estúdio do grupo, que foi formado em 2004.

Durante as dez faixas que compõem o disco, todas seguem o mesmo padrão de violência musical e esporro sonoro, ou seja, é uma trilha sonora perfeita para quem quer acabar com o pescoço dentro do quarto.
 <br />  <br />  <img src=http://www.metalzone.com.br/site/images/resenhas/2007/malummeh_2007.jpg alt=Malummeh/></description>
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<title>Eilera - Fusion </title>
<link>http://www.metalzone.com.br/site/resenhas/mat.php?recordID=229</link>
<description>É estranho tentar classificar essa maravilhosa cantora francesa, mesmo entre as diversas vertentes que o metal possui. Na verdade não é bem classificar ou rotular a artista, não seria bem essa a definição que busco e sim ambientar o leitor no estilo que Eilera se propõe a executar por todo seu trabalho.

Através de algumas pesquisas pela Internet, a mídia especializada em diversos paises a identificou como Ambient Metal.  Não me prenderei a explicar o que vem a ser esse estilo, mesmo porque levaria tempo e explicar rótulos, quase sempre não chega a lugar algum.

Ao meu ver, Eilera resgata uma sonoridade que o Theatre of Tragedy tentou trabalhar nos álbuns Musike e Assembly, mas sem exagerar nas passagens eletrônicas. A cantora nesse seu primeiro trabalho de estúdio já adiciona mais atmosferas e climas que transportam o ouvinte a todo o momento a lugares diferentes.  Eilera mistura passagens celta, gothic metal e até jazz ao seu som.  Essa mistura aliada ao peso do metal, torna seu trabalho característico e peculiar.

Encontrar as palavras certas para caracterizar o som de Eilera não é uma constante, então vou indicar os melhores momentos desse disco, e não deixe de conferir: Non Merci, Healing Process, Fusion e  Addicted.  Somente para citar essas.

Se você se interessa em novos artistas que trabalham essa fusão de heavy metal com outros estilos musicais, com certeza ficará surpreendido com esse primeiro trabalho de Eilera.
 <br />  <br />  <img src=http://www.metalzone.com.br/site/images/resenhas/2007/eilera_2007.jpg alt=Eilera/></description>
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<title>Agonizer - Birth/The End </title>
<link>http://www.metalzone.com.br/site/resenhas/mat.php?recordID=228</link>
<description>O Agonizer é uma boa banda de metal.  Não tenta re-inventar a roda, tocam com o coração e são bons em fazer metal: simples, direto, sem frescuras, pesado e com muitos riffs.

A honestidade da banda em sua sonoridade é reflexo da trajetória do grupo. Só conseguiram gravar seu primeiro trabalho de estúdio, após quase dez anos de estrada.  A banda já esteve prestes a assinar por duas vezes com os maiores selos de metal: Century Media e Nuclear Blast, mas a falta de sorte impossibilitou o contrato.

Na lista de oito faixas que compõem o primeiro trabalho do grupo destaco: Harmless Hero, com umas passagens muito boas de teclado, a faixa de abertura Prisoner, além do peso e o riffs de Prophecy. 
 <br />  <br />  <img src=http://www.metalzone.com.br/site/images/resenhas/2007/agonizer_2007.jpg alt=Agonizer/></description>
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<title>Reverend Bizarre - III: So Long Sucker </title>
<link>http://www.metalzone.com.br/site/resenhas/mat.php?recordID=227</link>
<description>Porque o que é bom tem que durar pouco?  Foi assim com o Sentenced, que durou até muito, mas acabou no melhor da fase deles. E agora ocorre o mesmo com os também finlandeses Reverend Bizarre. Escrevo essa resenha sabendo que esse é o último trabalho de estúdio do grupo e ainda sabendo que os caras mais uma vez trouxeram um equilíbrio perfeito e simétrico nas melodias e no clima sabathiano em todo o trabalho.

A despedida da banda veio em um cd duplo com sete faixas exageradamente longas.  O disco 1 abre com “They Used Dark Forces/Teutonic With” com quase trinta minutos de duração. Ainda no primeiro cd “Sorrow” é mais um excelente momento da banda. A primeira parte do álbum fecha com “Funeral Summer” uma faixa curta para os padrões do Reverend, só 11 minutos. Esse primeiro cd é mais lento e cadenciado com um astral bem mais sabathiano.

O segundo cd de III: So Long Sucker, já é mais diversificado, com faixas mais curtas onde o instrumental que dá uma cadencia maior ao cd. Nessa segunda parte o destaque fica com “Caesar Forever”.

Termino por aqui minha resenha.  Fica complicado escrever mais alguma coisa que não seja redundante sobre um trabalho do Reverend Bizarre.  É triste também que seja o último de uma série curta e magnífica de discos que o grupo produziu.

Deixo para vocês uma frase que retirei do álbum:  A jornada chega ao fim, mas o legado continua vivo.
 <br />  <br />  <img src=http://www.metalzone.com.br/site/images/resenhas/2007/reverend_bizarre_2007.jpg alt=Reverend Bizarre/></description>
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<title>Thorny Woods - Lôbrego Macilento Prelúdio </title>
<link>http://www.metalzone.com.br/site/resenhas/mat.php?recordID=226</link>
<description>Existem algumas bandas, que deveriam ser enjauladas, tamanho é a ferocidade de sua música. E de sua jaula poderíamos apreciar todo o inferno que trazem à Terra.

É justamente esse o cenário que descrevo ao ouvir o promo álbum do trio mineiro de black metal Thorny Woods. Apesar de usar dos mesmos artifícios musicais do gênero, ou seja, bases de guitarra ríspidas, vocais gritados e uma mescla de sons de batalha, a banda consegue se sobressair.  E sabe por que se saíram muito bem? Profissionalismo e criatividade! 

O grupo foi formado em 1999, gravou uma demo em 2003 e retorna agora com esse promo álbum. A gravação do material é muito boa, a apresentação desse material é melhor ainda!  A banda te convida a ouvir o som deles e ao mesmo tempo se empolgar a cada faixa.

Esse promo álbum tem apenas três músicas e pouco mais de quinze minutos, mas já é uma prévia mais do que consagrada da qualidade do grupo e do seu debut.  

Além do promo álbum, o cd também é multimídia.  Quando inserido no pc você terá acesso ao portfólio do grupo, com biografia, letras e um preview das demais faixas do debut da banda.  Tudo feito com muito profissionalismo e qualidade.  Como eu trabalho com design e aplicações multimídia, afirmo que esse foi um dos poucos trabalhos que me chamaram atenção até hoje.

Ta bom, muito bonito todo esse papo furado, mas e o som dos caras?  Calma intrépido leitor. Chegarei lá!

Com uma mistura de war black metal e outras variações do estilo, o Thorny Woods faz o ato de tocar black metal se tornar obsessão. A faixa Foggy Lands tem uma letra metafórica e um instrumental bombástico, ou seja, pesado e pesado. Rápido e mais rápido.  Já a última faixa “No Matter” tem uma intro assustadoramente perversa e depois envolve o ouvinte, na mais maligna atmosfera que o metal pode produzir, o Black Metal.

Uma banda extremamente indicada para os fãs do estilo, ou não.  
 <br />  <br />  <img src=http://www.metalzone.com.br/site/images/resenhas/2006/Lobrego-Macilento-Preludio.jpg alt=Thorny Woods/></description>
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<title>Autumnal - Grey Universe </title>
<link>http://www.metalzone.com.br/site/resenhas/mat.php?recordID=225</link>
<description>Aos poucos voltam a surgir aqui e acolá bandas que apostam no velho e bom doom metal, que já foi o ganha pão de bandas como My Dying Bride, Anathema e Paradise Lost, essas duas últimas já não apostam tanto nesse estilo.  

Mas os espanhóis do Autumnal acreditam piamente que o doom metal não morreu, apenas descansa e alimenta a alma de algumas bandas que surgem aos poucos e vão mesmo que de forma tradicional dando mais força ao estilo. O grupo foi formado em 1996, mas somente em 2005 conseguiram gravar seu primeiro álbum, que foi lançado em 2006 pela gravadora espanhola Xtreem Music.  Esse trabalho com certeza vai dar o que falar, visto a qualidade das músicas serem muito acima da média.

O Autumnal é um desses grupos que em sua base ainda tocam o doom metal de forma clássica, ou seja, bases de guitarras arrastadas, vocal death metal, que em alguns momentos contrapõe com voz limpa e composições melancólicas. Para incrementar sua sonoridade a banda recrutou o violino de Maria Inglemo e assim tornou o som mais rico e clássico.

O cd começa com a gigantesca “As Soon as you Die, Kill Me the Street of the Largest City in a Grey Universe” não só o título é grande como também seus mais de dez minutos de duração. A música consegue exprimir bem como o lado poético melancólico do grupo. 

Para que você possa se situar no universo do Autumnal, basta imaginar o peso do Paradise Lost, a morbidez dos primeiros álbuns do My Dying Bride e a voz limpa do Anathema.  Então se você é apreciador de um doom metal sem exageros e cada vez mais melancólico, mas sem as bizarrices do gothic metal ouça além da faixa de abertura:”There is Only One Season in the Sky” e “You Left it, But There´s no End”.
 <br />  <br />  <img src=http://www.metalzone.com.br/site/images/resenhas/2006/autumnal_2006.jpg alt=Autumnal/></description>
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<title>Avulsed - Reanimation </title>
<link>http://www.metalzone.com.br/site/resenhas/mat.php?recordID=224</link>
<description>A banda espanhola Avulsed é uma lenda em seu país. Apesar de seu primeiro álbum datar de 1996, o grupo já tem demos e Eps desde 1992.  Muito cultuado na Espanha e em toda a Europa por seu death metal escatológico e repugnante, o grupo em 2006 lançou um material pra lá de curioso.

O cd Reanimation não é um álbum novo porque de novo mesmo só tem duas músicas, também não é um mini cd ou uma compilação porque tem 15 faixas, entre musicas novas, demos e covers. Que diabo é isso? É algo como eu disse MUITO ORIGINAL.

Então vamos dissecar essa criança?  O cd é dividido em duas partes, a primeira chamada de “Avulsed Songs” contém duas músicas novas: “River Runs Red” e “Foetal Consolation” death metal, porradaria e mais porradaria.  Depois vem “Unconscious Pleasure” que foi tirada da primeira demo do grupo lançada em 1992 e recebeu uma nova roupagem.  Para completar essa parte do cd a banda gravou três repugnantes covers, no bom sentido lógico!  São eles: “Piranha” do Exodus que ficou quase irreconhecível. Depois a banda ataca de “I Wanna Be Somebody” do WASP que o ouvinte só irá reconhecer se prestar muita atenção e na seqüência “Mental Misery” do Gorefest que final ótima.

A segunda parte desse cd é composto por nove covers do Avulsed. Como assim? A banda resolveu pegar algumas músicas suas, mas que outras bandas gravaram e incluir no cd.  A princípio a própria banda não achava que daria certo, mas pouco tempo depois receberam muito material.

O primeiro cover foi da banda espanhola Terroristas para a música “Powdered Flesh” do álbum “Eminence In Putrescence” (1996) primeiro álbum do Avulsed. Depois vem a banda argentina In Element com “Devourer of the Dead” do cd “Yearning For The Grotesque” (2003).  A banda argelina Carnavage detonou “Stabwound Orgasm” do álbum homônimo de 1999, essa musica ficou um furioso grind-splatter. Outra banda que deu uma boa reanimada no som do Avulsed foram os espanhóis do Kaothic que detonaram “Sweet Lobotomy” do álbum Eminence In Putrescence (1996). Outro espanhol o Abyfs reanimou o som “Sick Sick Sex” do cd Yearning For The Grotesque (2006).

Pra quem é fã de death metal e do Avulsed terá em mãos um trabalho deferente do usual, onde o ouvinte poderá ouvir o próprio Avulsed em material inédito e com covers além de curtir uma nova perspectiva de outras musicas da banda e ao mesmo tempo conhecendo bandas novas de death,  splatter e até thrash.
 <br />  <br />  <img src=http://www.metalzone.com.br/site/images/resenhas/2006/avulsed_2006.jpg alt=Avulsed/></description>
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<title>Lightning - Filth Human Beings </title>
<link>http://www.metalzone.com.br/site/resenhas/mat.php?recordID=223</link>
<description>Veteranos na cena espanhola o Lightning está na estrada desde 1990, mas só agora conseguiram o tão sonhado primeiro álbum. Com um death metal na linha do Morbid Angel, Carcass e Hypocrisy a banda já ganha o ouvinte nas primeiras faixas. O cd abre bem com “Predatory Gaze” que tem uma levada thrash para apimentar o death ainda contido da banda. O grupo se solta mais a partir da terceira faixa onde os solos ficam melhores, a sonoridade da banda ganha mais elementos que a enriquecem.  Um exemplo disso é a excelente “Dried Eyes”.  É uma pena que em alguns momentos o instrumental fica parecido, principalmente nas bases e às vezes parece que aquela música já foi tocada.  Mas a banda consegue ter outros momentos muito bons como em “And Life Escapes” e “Mask of Sanity”. <br />  <br />  <img src=http://www.metalzone.com.br/site/images/resenhas/2006/lightning_2006.jpg alt=Lightning/></description>
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<title>Nervochaos - Quarrel in Hell </title>
<link>http://www.metalzone.com.br/site/resenhas/mat.php?recordID=222</link>
<description>A banda paulista Nervochaos está há pelo menos dez anos na estrada árdua do cenário nacional, o grupo é liderado pelo batalhador Eduardo, que também é responsável pela Tumba Productions, uma produtora de shows que já trouxe os maiores nomes do metal extremo mundial para o Brasil, se vocês já viram shows como: Incantation, Napalm Death, Cannibal Corpse, Vader, Hate Eternal, Dark Funeral e já prestigiaram festivais como o Setembro Negro e o Extreme Metal Fest, vocês com certeza devem isso ao cara.   O Edu é o dono das baquetas do Nervochaos e o único remanescente da formação original da banda, que chegou em 2006 ao seu terceiro trabalho de estúdio.

Com uma produção muito caprichada, esse cd é o melhor trabalho da banda.  O grupo permeia por diversas áreas do metal extremo, vai do grindcore ao death e thrash metal com maestria.  O instrumental é trabalhado e o grind/death da banda é de estremecer os alicerces de qualquer lugar.  O disco conta com participações especiais como John Mcentee (INCANTATION) e Mark “Barney” Greenway (NAPALM DEATH), que talvez tenham servido de fonte de inspiração para o som da banda, no campo das participações ainda tem o Alex Camargo (KRISIUN), 
Sanguine & Wrath (AVERSE SEFIRA) e Emperor Magnus Calígula (DARK FUNERAL).  Muita gente boa prestigiando o trabalho do Nervochaos.

Entre os destaques do cd já começo citando a maravilhosa “Televangelism”, que conta com a participação de Emperor Magnus Calígula (Dark Funeral) a faixa caiu como uma luva para o vocalista do Dark Funeral, já que o tema trata da evangelização pela tv e o empobrecimento do povo através da religião.

Como uma locomotiva em altíssima velocidade e com o Edu arrebentando na bateria a música “Nailed to the Bed Worms” conta com a participação de ninguém menos que Mark “Barney” Greenway do Napalm Death.  E interessante mesmo é a faixa “The Urge to Feel Pain” com treze minutos de duração, mas com os primeiros quatro minutos de death/grind e depois a musica fica durante cerca de seis minutos com sons literalmente infernais após esses efeitos especiais a pancadaria retorna com mais quatro minutos de death intrumental. Essa faixa é um trabalho criativo e muito bem executado.

Esse trabalho do Nervochaos é mais um disco de excelente qualidade feito pelo nosso underground e com qualidade internacional e como eu sempre repito a ladainha, não custo você leitor apoiar nosso cenário comprando um cd do Nervochaos que não deve passar de R$ 20,00 quando não for menos e com o mesmo nível de qualidade que muito grupo consagrado do estilo.
 <br />  <br />  <img src=http://www.metalzone.com.br/site/images/resenhas/2006/nervochaos_2006.jpg alt=Nervochaos/></description>
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<title>Circle to Circle - Burdon of Truth </title>
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<description>Sinceramente e particularmente eu não entendo até hoje porque Zac Stevens saiu do Savatage para fazer o mesmíssimo trabalho sem nenhum grande diferencial.  Calma fãs do cantor, não estou necessariamente falando mal do vocalista, já que mais uma vez seu novo grupo consegue lançar um excelente trabalho.

Baseado no best-seller “O Código Da Vinci”, Zac e seus companheiros de grupo buscaram inspiração para criar um excelente trabalho, que desde a arte da capa onde se esconde uma mensagem secreta que será revelada durante o acompanhamento do cd, passando pelas letras muito bem estruturadas e claro as composições, que com a voz de Zac, ganharam status de superprodução graças as emoções e a teatralização de suas emoções.

O cd topo é épico, pesado e cativante a cada audição. É contagiante o poder de canções como a faixa de abertura “Who Am I To Be”, mas também são notórias as levadas de base e o andamento das canções, os quais lembram muito o Savatage.

O grupo de Zak está de parabéns pela qualidade das composições o próprio vocalista se mostra mais uma vez com uma das melhores vozes do power metal americano.  O álbum é cheio de lavadas com refrão, muitos solos, partes acústicas e semi baladas, um prato cheio para os fãs, assim como eu, que se sentem carentes e órfãos do Savatage.

Entre os destaques do álbum fico com: “A Matter of Time” e seu ótimo refrão, solos e clima.  A minha favorota é “The Black” com muitos teclados, Zak soltando muito sua voz, uma música com peso, melodia e clima mais lento muito bem distribuído.

Cometerei o óbivio ululante dizendo que esse trabalho do Circle II Circle é altamente recomendado para os fãs do Savatage e quem mais goste de power metal cheio de climas e com um vocalista potente e criativo como Zak. <br />  <br />  <img src=http://www.metalzone.com.br/site/images/resenhas/2006/circle_2circle_2006.jpg alt=Circle to Circle/></description>
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<title>Dimension F3H - Does Pain Excite You? </title>
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<description>Nem sei por onde começo a relatar minha experiência quando escutei esse trabalho dos noruegueses do Dimension F3H. O melhor mesmo é apresentar a banda primeiro.  O grupo foi criado por ninguém menos que Morfeus, que é o cara responsável pelas guitarras e outras parafernálias do também norueguês Limbonic Art.

No release da banda está escrito, que o grupo investe em um Cyber Metal, que seria um estilo altamente influenciado por thrash metal e death metal com alguns elementos de black metal.

Pois bem, o cara em 2000 resolveu criar um projeto paralelo ao Limbonic, para isso, reuniu alguns músicos e gravou o álbum “Reaping the World Winds” em 2003.  Esse debut foi aclamado pela imprensa escandinava.

Mesmo com um trabalho de qualidade as mudanças e as indas e vindas na formação da banda não fez com que Morfeus desistisse do projeto e assinou com a Dark Essence o lançamento do segundo trabalho do grupo.

Para poder resenhar esse disco, procurei pelo debut da banda e assim comparar os trabalhos.  Tenho que admitir que estou deslumbrado com a sonoridade de “Does Pain Excite You?” (2007).  A proposta da banda é investir em uma nova visão musical para o metal, na verdade a junção de black metal, death metal e thrash metal, com elementos eletrônicos e sonoridades que remetam o ouvinte a uma visão futurista da sociedade moderna. Ao ouvir esse segundo trabalho do Dimension F3H pela primeira vez, lembrei de algumas bandas como: Covenant e o Deathstars, mas uma lembrança singela e nada que remeta de forma imediata.

O cd começa muito bem com “Babylon”, destaque para o baterista Arghamon com viradas e bumbos alucinantes. Quem assumiu os vocais em todo o álbum foi o próprio Morpheus e a criatura mandou muito bem, agressivo, limpo nos momentos certos e rasgadão quando a pancadaria pedia.

O disco é cheio de sintetizadores, teclados, barulhinhos e muito peso da guitarra, baixo e principalmente da bateria furiosa do Arghamon. Alguns artifícios interessantes como vocais sintetizados foram bem implementados na faixa “Cyber Queen” mais cadenciada e viajante.  Misturando peso com elementos musicais que transmitem mais suspense a música é encontrado por todo o cd e não torna o trabalho cansativo em momento algum.  O melhor momento do cd fica por conta da faixa título “Does Pain Excite You?” chega a ser épica com tantos momentos musicais alternando entre a pancadaria e calmaria.  Agora se você busca peso e agressividade, além de um trabalho furiosamente thrash metal escute a sexta música, “Superior”.

Se você ouvinte está atrás de muito peso, mas não abre mão de inovações musicais dentro de uma mistura de estilos complexos como o death metal, o black metal e o thrash metal, não deixa de conferir esse trabalho.
 <br />  <br />  <img src=http://www.metalzone.com.br/site/images/resenhas/2007/dimension_2007.jpg alt=Dimension F3H/></description>
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<title>Postwar  - Attack </title>
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<description>Excelente grupo vindo de Santo André (ABC paulista). O grupo é parte dessa leva de bandas que apostam na maravilhosa química Slayer + Pantera + personalidade própria para fazer thrash metal. A banda foi criada em 2001 passou por aquelas costumeiras mudanças de formação e chegaram a encerrar as atividades por um ano em 2004. A decisão de encerrar o trabalho do grupo foi repensado e voltaram em 2005 com a demo Attack. A produção da demo é boa e as composições melhores ainda. Realmente em algumas passagens percebe-se a influencia de Slayer e Pantera o que qualifica e muito o trabalho da rapazeada. O cd começa muito bem com “Save Your Sinful God”, outro bom momento é a slayeriana “Evil Leader”. Musicalmente os músicos são muito bons, com instrumental bem trabalhado, bases que empolgam e a voz de Cleber Orsioli têm a personalidade que as letras e a banda pede. Um ponto alto da banda foi a organização e a qualidade com que o material foi enviado, além da demo com capinha e encarte com as letras em inglês e português, enviaram um outro cd com arquivos digitais como a capa do cd, foto da banda, logo e release, algo raríssimo de acontecer. O Postwar é uma banda muito indicada para quem acompanha essa nova safra de grupos thrash que o país produz.  Se você gosta do estilo e acompanha de perto comprando demos e cds, anota esse nome ai: Postwar.
 <br />  <br />  <img src=http://www.metalzone.com.br/site/images/resenhas/2006/postwar_capa_2006.jpg alt=Postwar /></description>
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<title>Trivium - The Crusade </title>
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<description>O terceiro trabalho do grupo americano Trivium só veio confirmar o prestígio da banda entre os fãs e a mídia. O thrash metal moderno e caótico desse grupo ficou conhecido após seu segundo álbum Ascendancy (2005), mas é com “The Crusade”, seu mais recente trabalho, que o grupo chegou ao ápice. Com composições coesas e mais pesadas em sua sonoridade, sem perder a melodia e os riffs marcantes o Trivium apresenta um dos melhores lançamentos do ano, na verdade o álbum saiu em 2006 nos EUA, mas agora em 2007 aqui no Brasil. A produção do disco ficou mais uma vez a cargo da própria banda com uma ajuda do produtor Jason Suecof. Misturando thrash metal oitentista, mas não deixando de se atualizar com as sonoridades mais modernas do metal, o Trivium conseguiu equilibrar muito bem essa mistura e deixando seu novo álbum mais pesado, técnico e audacioso. Para exemplificar toda essa lenga-lenga nada melhor do que abrir o álbum com “Ignition”, uma música que soa como cartão de visita do cd. Sem tempo para respirar e para manter o mesmo ritimo da faixa de abertura, a banda já emplaca com “Detonation” onde o próprio nome já exemplifica e muito que a banda ainda tem para mostrar.O Trivium é um grande e complexo sistema de thrash metal, já que conseguem enriquecer sua sonoridade através de influências que são tidas como velharia no cenário americano, ou seja, o mais puro e simples heavy metal. A banda incrementa sua personalidade musical com um apanhado de influências, as mais latentes são: Iron Maiden, nos solos e na parte mais melódica e o Metallica na ferocidade das bases, na forma de cantar do vocalista/guitarrista Matt Heafy.Em um disco com tantas particularidades o difícil fica com o redator aqui, que precisa encontrar palavras para justificar tanto adjetivo e não soar repetitivo no texto, uma missão complexa principalmente quando ouço a quinta faixa do cd “Unrepentant” com bases que lembram as do disco And Justice For All do Metallica, o que talvez seja a fonte de inspiração do grupo.Para destacar mais algumas músicas desse trabalho fico com: Becoming the Dragon, To the Rats, This World Can't Tear Us Apart e The Rising. The Crusade é um trabalho de alto nível em todos os sentidos, muitos solos e riffs bem trabalhados são prioridade em cada música do álbum, e os solos bem feitos é praticamente um pecado no atual cenário americano de música pesada. Sem querer soar pretensioso da minha parte, mas até o momento The Crusade é o Master of Puppets do Trivium tamanho é a sua qualidade sonora e pegada moderna que o grupo deu ao thrash metal. Uma banda que ainda vai dar e muito o que falar. Aguardem. <br />  <br />  <img src=http://www.metalzone.com.br/site/images/resenhas/2007/trivium_2007.jpg alt=Trivium/></description>
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<title>I - Between Two Worlds </title>
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<description>Quando uma banda que estava no topo acaba é natural que seus membros retornem a cena e formem outras bandas, às vezes conseguem preencher a lacuna deixada pelo antigo grupo ou podem ao mesmo tempo ir além de sua antiga banda e trazer novos moldes e ares que faltava ao estilo. Quando o Immortal acabou, o black metal ficou sem sustentação, já que o grupo representava um pilar importante dentro do estilo. Com traços de Viking Metal, o Black Metal ríspido e com letras fortes o I é um forte candidato a tornar-se ícone do estilo em todo o cenário. Formado por músicos do Immortal, como o guitarrista/vocalista Olve Eikemo (Abbath) e o baterista Armagedda, além do guitarrista Arve Isdal (Ice Dale) ex Enslaved e Tom Cato Visnes (TC King) ex Gorgoroth para o baixo.Com letras inspiradas no legendário Bathory, inclusive o letrista da banda, o baterista Armagedd (que não tocará ao vivo com o grupo) admitiu que tentou escrever usando o mesmo estilo de Quorthon.Sem introdução e com um riff matador o cd já abre com a excelente “The Storm I Ride”, a banda em todas as musicas manteve a veia thrash e heavy metal que alimentava o Immortal, em alguns momentos ouve-se uma influência de Motorhead.Sem corpsepaint, somente músicos e músicas, assim são o I que empolga e consegue mais uma vez abalar os alicerces do cenário com músicas de um poderio praticamente bélico. Duvida? Então ouça: “Warriors”, “Battalions” e “Days Of North Winds”. Só para citar algumas.Entre as mias diversas influencias do I fica difícil citar todas, mas com certeza o ouvinte identificará logo de cara uma excelente soma de Immortal + Motorhead + Bathory. O I é uma fábrica de riffs que irá alucinar e incendiar seu aparelho de som. <br />  <br />  <img src=http://www.metalzone.com.br/site/images/resenhas/2006/i_2006.jpg alt=I/></description>
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<title>Juggernaut - Lines of the Edge </title>
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<description>O que é isso?  Posso soar repetitivo, mas a invasão thrash metal que o Brasil enfrenta é descomunal. Quer mais um exemplo? Os catarinenses do Juggernaut. O nome da banda tem vários significados e todos eles muito românticos e sintetizam a banda perfeitamente. A palavra Juggernaut pode significar uma grande massa de destruição e é também o nome de um tanque militar fabricado na década de 40 e Juggernaut também é um dos mutantes da série de HQs X-men. A banda é nova e foi formada em 2004, passou por algumas mudanças na formação, mas isso não desestabilizou o núcleo do grupo formado pelo guitarrista Célio Jr. e pelo baixista/vocalista Daniel Justen. Após uma bem sucedida demo, o grupo lançou de forma independente em 2006 seu primeiro trabalho. A base da banda é uma mistura muito bem dosada de Kreator da época do Endless Pain e do Pleasure do Kill além de acrescentar em sua fórmula Destruction e Death, o cd “Lines of the Edge” começa muito bem com a faixa título e por todo ele ouve-se muitas bases bem encaixadas, solos certeiros e o vocal rasgado e imponente de Daniel Justen. Entre os destaques eu fico com “Holy Lie” um pesadelo sonoro de riffs e solos além da voz de Daniel que permeia entre gritos esquizofrênicos como os de Mille Petrozza e o gutural. Os riffs de “Xenophobia” são matadores e é umas das melhores do cd. Mais um ótimo trabalho para você que coleciona e está atrás das novidades em thrash metal que nossas terras produzem. <br />  <br />  <img src=http://www.metalzone.com.br/site/images/resenhas/2006/juggernaut_2006.jpg alt=Juggernaut/></description>
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<title>Ensiferum - Victory Songs </title>
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<description>Talvez o Ensiferum não seja um dos grupos mais populares de Viking Metal aqui no Brasil, mas a banda carrega muito bem a bandeira do estilo. O cd “Victory Songs” é o terceiro trabalho desse grupo finlandês e traz uma banda tão Viking e poderosa quanto em seus trabalhos anteriores. 

A saída do vocalista/guitarrista Jari Mäenpää que gravou os dois trabalhos anteriores da banda, não parecer ter abalado o grupo, que após recrutar para o posto ninguém menos que Petri Lindroos, o cara é vocalista/guitarrista do Norther ficou ainda melhor. 

Mesmo com algumas semelhanças entre o estilo do Norther e do Ensiferum, esse novo trabalho está digno de aplausos. Desde a intro com mais de três minutos de atmosfera típica de um filme de batalha, a banda arrebenta tudo com “Bloody is the Price of Glory”.A mistura melódica entre o death metal, black metal, folk e viking enriquecem o trabalho e não deixa o disco monótono, a produção valorizou muito as bases de guitarras em detrimento aos teclados e algumas passagens de voz mais melódicas que ficaram ao fundo, mas isso são detalhes que não prejudicaram um trabalho tão bom.

Para conter a fúria ensandecida que em certos momentos paira sobre a banda, quando o instrumental beira o furioso death metal, passagens épicas e folclóricas com coros e atmosferas mais leves que equilibram os elementos sonoros do disco. Entre os destaques, não deixe de conferir “Deathbringer from the sky” e “Ahti” onde se aplicam os comentários do parágrafo anterior.Se você é fã de Norther, Finntroll e grupos dessa linha, não deixe de adicionar o Ensiferum à sua lista. 
Sem dúvida um dos melhores lançamentos do ano. <br />  <br />  <img src=http://www.metalzone.com.br/site/images/resenhas/2007/ensiferum_2007.jpg alt=Ensiferum/></description>
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<title>Naildown - Dreamcrusher </title>
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<description>Esse cd é o segundo trabalho da banda finlandesa Naildown. Com um thrash metal mais atual, cheio de linhas modernas, teclados e vocal com diversas variações: melódico, gutural e gritado bem ao estilo do bom e velho Alexi Laiho do Children of Bodom, essa banda é uma grata revelação da nova safra thrash finlandesa.O disco abre muito bem com a faixa título “Dreamcrusher” que já chega arrebentando com tudo, em relação à música o ouvinte já tem uma prévia da máquina de riffs que o grupo produz, mas ainda tem muita pedrada por vir. A segunda faixa “Judgement Ride” tem um início com teclados muito bom e depois mescla voz limpa com rasgada que ficou muito bem encaixada. E mais uma dessas pedradas é “Lame” onde a banda consegue intercalar de forma cuidadosa, para não se tornar massante e repetitivo, a melodia, o metal mais pesado e trabalhado, que são ingrediantes fundamentais para uma banda de thrash metal, além das trocas constantes de timbre de voz.Outros bons momentos do álbum são “Like I care” um thrash metal mais melancólico, só que com um início muito bom de bateria e com riffs marcantes, além de um ótimo refrão. E thrash metal progressivo? Já ouviu isso? Então ouça a excelente “Deep Under The Stones” com seus mais de seis minutos de instrumental, que são na verdade uma viajem muito boa. Todos os músicos são bons, as linhas de baixo e teclados são contagiantes. Os riffs de baixo e guitarra estão presentes em todas as músicas de forma marcante.É um trabalho que vale muito conferir por vários motivos entre eles poder acompanhar essa nova roupagem que o grupo deu ao thrash metal, que ficou fenomenal. <br />  <br />  <img src=http://www.metalzone.com.br/site/images/resenhas/2007/naildown_2007.jpg alt=Naildown/></description>
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<title>Swallow the Sun - Hope </title>
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<description>O doom metal é um estilo que nunca adormeceu, a todo o momento surgem novas bandas prontas para apostar num estilo há muito esquecido por seus precursores os ingleses do My Dying Bride, Paradise Lost e Anathema só para citar esses. Para exemplificar tenho em mãos o terceiro trabalho de estúdio do grupo finlandês Swallow the Sun que no bom português seria algo como Engula o Sol. Hope é tradicionalmente um álbum típico de doom metal com melodias arrastadas, vocal tramitando do gutural a voz limpa e sem emoções até vocais mais rasgados. O disco conta com a participação do vocalista Jonas Renkse do Katatonia na faixa “The Justice of Suffering”.A sonoridade da banda é algo que faz com que você consiga sim refletir sobre suas emoções, se sentir angustiado como em “Don´t Fall Asleep (Horror pt. 2)”. É claro que ter como referencia álbuns como “Icon” (1993) do Paradise Lost e The Angel and the Dark River (1995) do My Dying Bride servem apenas como mero guia para instruir o ouvinte do que poderá encontrar, mas Swallow the Sun tem sua identidade própria e muito bem definida, conseguindo a cada faixa de deixar sem esperança alguma de uma vida melhor, já que suas músicas são profundas em arranjos e as letras conseguem fazer o ouvinte mergulhar em um lago frio e calmo de sua mente, ficando em um canto triste e solitário apenas refletindo. Essa foi a sensação que a banda me passou e acredito que você sentirá o mesmo. <br />  <br />  <img src=http://www.metalzone.com.br/site/images/resenhas/2007/swallonsun_2007.jpg alt=Swallow the Sun/></description>
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<title>Noumena - Anatomy of Life </title>
<link>http://www.metalzone.com.br/site/resenhas/mat.php?recordID=212</link>
<description>Não chegou nem a fazer um ano que os finlandeses do Noumena haviam lançado seu debut  e já retornam com um segundo trabalho tão bom quanto o primeiro. A banda ainda aposta no death metal melódico com vocal mais gutural predominando e mais acentuado. Porém o disco ainda fica muito mais rico com arranjos oriundo de outros estilos como thrash metal e metal tradicional. Alguns pequenos detalhes que podem parecer meio imperceptível para aqueles que apenas ficam ligados na pancadaria, são os coros nos refrãos, mas algo bem sutil feito pela banda mesmo e você pode conferir na faixa “Burden of Solacement” que é uma boa pedida.O grupo consegue levar bem musicas onde a viajem instrumental e sua própria concepção trilha caminhos mais soturnos e outros onde a banda consegue chegar a um brutal death metal sem medidas com a ajuda do vocalista Antti Haapanem, porém o instrumental ainda é um mix de thrash com metal tradicional a lá Iron Maiden, tudo isso na faixa “The Burning”. Neste trabalho o grupo finlandês veio mais pesado, o vocal mais agressivo e gutural acentuou o lado death metal da banda que não perdeu suas características que fazem o diferencial como a inclusão de outros estilos ao som além do uso de voz feminina em raros momentos e vocal limpo . Tudo isso muito bem dosado, simplificando posso dizer que neste trabalho a banda valorizou mais o peso e a agressividade. <br />  <br />  <img src=http://www.metalzone.com.br/site/images/resenhas/2006/anatomy_of_life_2006.jpg alt=Noumena/></description>
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<title>Venom - Metal Black </title>
<link>http://www.metalzone.com.br/site/resenhas/mat.php?recordID=211</link>
<description>Agora sim o metal está mais negro. Eles voltaram. E, diga-se de passagem, muito mais agressivo e pesado. Da formação clássica do Venom, somente Cronos que ainda comanda seu baixo. Quem o acompanha é o guitarrista Mike Hickey que já gravou com Cronos em seu projeto solo no início da década de 90. E para completar o time tem o baterista Mark Wharton que já tocou com o Cathedral no The Ethereal Mirror (1993). O disco abre muito bem com “Antechrist”, não tenho mais nada a declarar. O álbum esta soando mais thrash /death com muito peso e todo a escárnio que só o Venom pode conceber. Todas as músicas do disco são excelentes com poucos destaques em particular, devido a qualidade do material ser bem alta, mas recomendo que ouçam “Burn in Hell”, “Rege Satanas”, “Death &amp; Dying”, na boa? O disco todo. Um trabalho indispensável para quem gosta de metal, seja qual for o estilo é um item obrigatório que já faz parte do currículo de qualquer iniciante na arte de curtir um bom Metal Black. <br />  <br />  <img src=http://www.metalzone.com.br/site/images/resenhas/2006/venom_2006.jpg alt=Venom/></description>
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