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<title>Metal Zone Webmagazine - Resenhas de CD</title>
<link>http://www.metalzone.com.br</link>
<description>Revista Eletronica Especializada em Metal</description>
<language>pt-br</language>
<copyright>Copyright Metal Zone. Todos os direitos reservados.</copyright>
<webMaster>filipe@metalzone.com.br</webMaster>
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<title>Dew-Scented - Issue VI </title>
<link>http://www.artcomtexto.com.br/areatestes/metalzone/site/resenhas/materia.php?cod_materia=61</link>
<description>Com quase dez anos de estrada, o grupo alemão Dew-Scented chega ao seu sétimo álbum e ainda esbanjando seu cruel e massacrante thrash/death para quem quiser ouvir.  E tenho pena de você se fugir desse novo trabalho dos caras.

Impiedosos como devem ser, o grupo não deixa brecha para introduções ou momentos de descanso. É pancadaria sem meio termo.  Como na segunda faixa “Rituals of Time” onde o baterista Uwe Werning faz um show à parte.

E não é só o pesadelo sonoro que chama atenção nesse trabalho não.  A capa e o conceito gráfico do encarte foi muito bem pensado e consegue passar visualmente o terror que o grupo impõe com sua música. 

Corra logo atrás do seu.  <br />  <br />  <img src='http://www.artcomtexto.com.br/areatestes/metalzone/site/images/resenhas/Dew-Scented2005.jpg' alt='Dew-Scented' /></description>
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<title>Arise - The Beautiful New World </title>
<link>http://www.artcomtexto.com.br/areatestes/metalzone/site/resenhas/materia.php?cod_materia=60</link>
<description>Esse terceiro álbum do Arise solidifica de uma vez por todas o nome da banda entre um dos mais importantes grupos de death metal sueco dos últimos tempos.
A banda esta na estrada desde 1994 e seu álbum de estréia “The Godly Work of Art” (2001) já chegou impondo respeito e ganhando notoriedade da cena.

Agora em 2005 o grupo retorna revigorado e com muito mais gás.  É uma máquina de riffs muito bem lubrificada, onde cada um dos integrantes são fundamentais para que o esporro sonoro faça efeito. A prova desses meus elogios ficam por conta de faixas como “A New World”, “Dreams Worthy Gods” com Erik se esgoelando em dois vocais diferentes, a sexta faixa “Of Life and Death”.  Não é só Erick que tem destaque no álbum, a bateria de Daniel Bugno mais uma vez mostra serviço e se impõe.

Os caras abusam do peso do death metal aliado a técnica e riffs perfeitos do thrash metal. Se deseja se situar com a sonoridade do grupo, saiba que os caras abusam de referências como Carcass, At the Gates, Sepultura e Pantera.

Esse quarteto faz parte do dessa nova onda do death metal sueco que trouxe modernidade sem deixar nem um pouco de lado o peso. <br />  <br />  <img src='http://www.artcomtexto.com.br/areatestes/metalzone/site/images/resenhas/arise_tbnw-lg.jpg' alt='Arise' /></description>
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<title>Dimension F3H - Does Pain Excite You? </title>
<link>http://www.artcomtexto.com.br/areatestes/metalzone/site/resenhas/materia.php?cod_materia=59</link>
<description>Nem sei por onde começo a relatar minha experiência quando escutei esse trabalho dos noruegueses do Dimension F3H. O melhor mesmo é apresentar a banda primeiro. O grupo foi criado por ninguém menos que Morfeus, que é o cara responsável pelas guitarras e outras parafernálias do também norueguês Limbonic Art.

No release da banda está escrito, que o grupo investe em um Cyber Metal, que seria um estilo altamente influenciado por thrash metal e death metal com alguns elementos de black metal.

Pois bem, o cara em 2000 resolveu criar um projeto paralelo ao Limbonic, para isso, reuniu alguns músicos e gravou o álbum “Reaping the World Winds” em 2003. Esse debut foi aclamado pela imprensa escandinava.

Mesmo com um trabalho de qualidade as mudanças e as indas e vindas na formação da banda não fez com que Morfeus desistisse do projeto e assinou com a Dark Essence o lançamento do segundo trabalho do grupo.

Para poder resenhar esse disco, procurei pelo debut da banda e assim comparar os trabalhos. Tenho que admitir que estou deslumbrado com a sonoridade de “Does Pain Excite You?” (2007). A proposta da banda é investir em uma nova visão musical para o metal, na verdade a junção de black metal, death metal e thrash metal, com elementos eletrônicos e sonoridades que remetam o ouvinte a uma visão futurista da sociedade moderna. 

Ao ouvir esse segundo trabalho do Dimension F3H pela primeira vez, lembrei de algumas bandas como: Covenant e o Deathstars, mas uma lembrança singela e nada que remeta de forma imediata.

O cd começa muito bem com “Babylon”, destaque para o baterista Arghamon com viradas e bumbos alucinantes. Quem assumiu os vocais em todo o álbum foi o próprio Morpheus e a criatura mandou muito bem, agressivo, limpo nos momentos certos e rasgadão quando a pancadaria pedia.

O disco é cheio de sintetizadores, teclados, barulhinhos e muito peso da guitarra, baixo e principalmente a presença da bateria furiosa do Arghamon. Alguns artifícios interessantes como vocais sintetizados foram bem incorporados na faixa “Cyber Queen” mais cadenciada e viajante. 

A mistura de  peso com elementos musicais que transmitem mais suspense à música é encontrado por todo o cd e não torna o trabalho cansativo. O melhor momento do cd fica por conta da faixa título “Does Pain Excite You?” chega a ser épica com tantos momentos musicais alternando entre a pancadaria e calmaria. Agora se você busca peso e agressividade, além de um trabalho furiosamente thrash metal escute a sexta música, “Superior”.

Se você ouvinte está atrás de muito peso, mas não abre mão de inovações musicais dentro de uma mistura de estilos complexos como o death metal, o black metal e o thrash metal, não deixa de conferir esse trabalho.
 <br />  <br />  <img src='http://www.artcomtexto.com.br/areatestes/metalzone/site/images/resenhas/dimension.jpg' alt='Dimension F3H' /></description>
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<title>Circle to Circle - Burden of Truth </title>
<link>http://www.artcomtexto.com.br/areatestes/metalzone/site/resenhas/materia.php?cod_materia=58</link>
<description>Sinceramente e particularmente eu não entendo até hoje porque Zac Stevens saiu do Savatage para fazer o mesmíssimo trabalho sem nenhum grande diferencial. Calma fãs do cantor, não estou necessariamente falando mal do vocalista, já que mais uma vez seu novo grupo consegue lançar um excelente trabalho.

Baseado no best-seller “O Código Da Vinci”, Zac e seus companheiros de grupo buscaram inspiração para criar um excelente trabalho, que desde a arte da capa onde se esconde uma mensagem secreta que será revelada durante o acompanhamento do cd, passando pelas letras muito bem estruturadas e claro as composições, que com a voz de Zac, ganharam status de superprodução graças as emoções e a teatralização em sua voz.

O cd topo é épico, pesado e cativante a cada audição. É contagiante o poder de canções como a faixa de abertura “Who Am I To Be”, mas também são notórias as levadas de base e o andamento das canções, os quais lembram muito o Savatage.

O grupo de Zak está de parabéns pela qualidade das composições. O  próprio vocalista se mostra mais uma vez com uma das melhores vozes do power metal americano. O álbum é cheio de lavadas com refrão, muitos solos, partes acústicas e semi baladas, um prato cheio para os fãs, assim como eu, que se sentem carentes e órfãos do Savatage.

Entre os destaques do álbum fico com: “A Matter of Time” e seu ótimo refrão, solos e clima. A minha favorita é “The Black” com muitos teclados e Zak soltando bem sua voz, uma música com peso, melodia e com um clima mais lento e muito bem distribuído.

Cometerei o óbvio ululante dizendo que esse trabalho do Circle II Circle é altamente recomendado para os fãs do Savatage e quem mais goste de power metal cheio de climas e com um vocalista potente e criativo como Zak. <br />  <br />  <img src='http://www.artcomtexto.com.br/areatestes/metalzone/site/images/resenhas/circle_to_circle_burden.jpg' alt='Circle to Circle' /></description>
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<title>Nervochaos - Quarrel in Hell </title>
<link>http://www.artcomtexto.com.br/areatestes/metalzone/site/resenhas/materia.php?cod_materia=57</link>
<description>A banda paulista Nervochaos está há pelo menos dez anos na estrada árdua do cenário nacional, o grupo é liderado pelo batalhador Eduardo, que também é responsável pela Tumba Productions, uma produtora de shows que já trouxe os maiores nomes do metal extremo mundial para o Brasil, se vocês já viram shows como: Incantation, Napalm Death, Cannibal Corpse, Vader, Hate Eternal, Dark Funeral e já prestigiaram festivais como o Setembro Negro e o Extreme Metal Fest, vocês com certeza devem isso ao cara. 
O Edu é o dono das baquetas do Nervochaos e o único remanescente da formação original da banda, que chegou em 2006 ao seu terceiro trabalho de estúdio.

Com uma produção muito caprichada, esse cd é o melhor trabalho da banda. O grupo permeia por diversas áreas do metal extremo, vai do grindcore ao death e thrash metal com maestria. O instrumental é trabalhado e o grind/death da banda é de estremecer os alicerces de qualquer lugar. 
O disco conta com participações especiais como John Mcentee (INCANTATION) e Mark “Barney” Greenway (NAPALM DEATH), que talvez tenham servido de fonte de inspiração para o som da banda, no campo das participações ainda tem o Alex Camargo (KRISIUN),  Sanguine & Wrath (AVERSE SEFIRA) e Emperor Magnus Calígula (DARK FUNERAL). Muita gente boa prestigiando o trabalho do Nervochaos.

Entre os destaques do cd já começo citando a maravilhosa “Televangelism”, que conta com a participação de Emperor Magnus Calígula (Dark Funeral) a faixa caiu como uma luva para o vocalista do Dark Funeral, já que o tema trata da evangelização pela tv e o empobrecimento do povo através da religião.

Como uma locomotiva em altíssima velocidade e com o Edu arrebentando na bateria a música “Nailed to the Bed Worms” conta com a participação de ninguém menos que Mark “Barney” Greenway do Napalm Death. E interessante mesmo é a faixa “The Urge to Feel Pain” com treze minutos de duração, mas com os primeiros quatro minutos de death/grind e depois a musica fica durante cerca de seis minutos com sons literalmente infernais após esses efeitos especiais a pancadaria retorna com mais quatro minutos de death intrumental. Essa faixa é um trabalho criativo e muito bem executado.

Esse trabalho do Nervochaos é mais um disco de excelente qualidade feito pelo nosso underground e com qualidade internacional e como eu sempre repito a ladainha, não custa você leitor apoiar nosso cenário comprando um cd do Nervochaos que não deve passar de R$ 20,00 quando não for menos e com o mesmo nível de qualidade que muito grupo consagrado do estilo. <br />  <br />  <img src='http://www.artcomtexto.com.br/areatestes/metalzone/site/images/resenhas/_Quarrel-In-Hell--.jpg' alt='Nervochaos' /></description>
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<title>Lightning - Filth Human Beings </title>
<link>http://www.artcomtexto.com.br/areatestes/metalzone/site/resenhas/materia.php?cod_materia=56</link>
<description>Veteranos na cena espanhola o Lightning está na estrada desde 1990, mas só agora conseguiram o tão sonhado primeiro álbum. Com um death metal na linha do Morbid Angel, Carcass e Hypocrisy a banda já ganha o ouvinte nas primeiras faixas. 

O cd abre bem com “Predatory Gaze” que tem uma levada thrash para apimentar o death ainda contido da banda. 

O grupo se solta mais a partir da terceira faixa onde os solos ficam melhores, a sonoridade da banda ganha mais elementos que a enriquecem. Um exemplo disso é a excelente “Dried Eyes”. É uma pena que em alguns momentos o instrumental fica parecido, principalmente nas bases e às vezes parece que aquela música já foi tocada. Mas a banda consegue ter outros momentos muito bons como em “And Life Escapes” e “Mask of Sanity”.
 <br />  <br />  <img src='http://www.artcomtexto.com.br/areatestes/metalzone/site/images/resenhas/LIGH_200611021722_043_lightning_filthy.jpg' alt='Lightning' /></description>
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<title>Avulsed - Reanimation </title>
<link>http://www.artcomtexto.com.br/areatestes/metalzone/site/resenhas/materia.php?cod_materia=55</link>
<description>A banda espanhola Avulsed é uma lenda em seu país. Apesar de seu primeiro álbum datar de 1996, o grupo já tem demos e Eps desde 1992. Muito cultuado na Espanha e em toda a Europa por seu death metal escatológico e repugnante, o grupo em 2006 lançou um material pra lá de curioso.

O cd Reanimation não é um álbum novo porque de novo mesmo só tem duas músicas, também não é um mini cd ou uma compilação porque tem 15 faixas, entre musicas novas, demos e covers. Que diabo é isso? É algo como eu disse MUITO ORIGINAL.

Então vamos dissecar essa criança? O cd é dividido em duas partes, a primeira chamada de “Avulsed Songs” contém duas músicas novas: “River Runs Red” e “Foetal Consolation” death metal, porradaria e mais porradaria. Depois vem “Unconscious Pleasure” que foi tirada da primeira demo do grupo lançada em 1992 e recebeu uma nova roupagem. 

Para completar essa parte do cd a banda gravou três repugnantes covers, no bom sentido lógico! São eles: “Piranha” do Exodus que ficou quase irreconhecível. Depois a banda ataca de “I Wanna Be Somebody” do WASP que o ouvinte só irá reconhecer se prestar muita atenção no rrefrão e na seqüência “Mental Misery” do Gorefest que ficou ótima.

A segunda parte desse cd é composto por nove covers do Avulsed. Como assim? A banda resolveu pegar algumas músicas suas, mas que outras bandas gravaram e incluir no cd. A princípio a própria banda não achava que daria certo, mas pouco tempo depois receberam muito material.

O primeiro cover foi da banda espanhola Terroristas para a música “Powdered Flesh” do álbum “Eminence In Putrescence” (1996) primeiro álbum do Avulsed. Depois vem a banda argentina In Element com “Devourer of the Dead” do cd “Yearning For The Grotesque” (2003). A banda argelina Carnavage detonou “Stabwound Orgasm” do álbum homônimo de 1999, essa musica ficou um furioso grind-splatter. Outra banda que deu uma boa reanimada no som do Avulsed foram os espanhóis do Kaothic que detonaram “Sweet Lobotomy” do álbum Eminence In Putrescence (1996). Outro espanhol o Abyfs reanimou o som “Sick Sick Sex” do cd Yearning For The Grotesque (2006).

Pra quem é fã de death metal e do Avulsed terá em mãos um trabalho deferente do usual, onde o ouvinte poderá ouvir o próprio Avulsed em material inédito e com covers além de curtir uma nova perspectiva de outras musicas da banda e ao mesmo tempo conhecendo bandas novas de death, splatter e até thrash. <br />  <br />  <img src='http://www.artcomtexto.com.br/areatestes/metalzone/site/images/resenhas/Avulsed_Reanimations_2006.jpg' alt='Avulsed' /></description>
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<title>Autumnal - Grey Universe </title>
<link>http://www.artcomtexto.com.br/areatestes/metalzone/site/resenhas/materia.php?cod_materia=54</link>
<description>Aos poucos voltam a surgir aqui e acolá bandas que apostam no velho e bom doom metal, que já foi o ganha pão de bandas como My Dying Bride, Anathema e Paradise Lost, essas duas últimas já não apostam tanto nesse estilo. 

Mas os espanhóis do Autumnal acreditam piamente que o doom metal não morreu, apenas descansa e alimenta a alma de algumas bandas que surgem aos poucos e vão mesmo que de forma tradicional dando mais força ao estilo. 
O grupo foi formado em 1996, mas somente em 2005 conseguiram gravar seu primeiro álbum, que foi lançado em 2006 pela gravadora espanhola Xtreem Music. Esse trabalho com certeza vai dar o que falar, visto a qualidade das músicas serem muito acima da média.

O Autumnal é um desses grupos que em sua base ainda tocam o doom metal de forma clássica, ou seja, bases de guitarras arrastadas, vocal death metal, que em alguns momentos contrapõe com voz limpa e composições melancólicas. Para incrementar sua sonoridade a banda recrutou o violino de Maria Inglemo e assim tornou o som mais rico e clássico.

O cd começa com a gigantesca “As Soon as you Die, Kill Me the Street of the Largest City in a Grey Universe” não só o título é grande como também seus mais de dez minutos de duração. A música consegue exprimir bem como o lado poético melancólico do grupo. 

Para que você possa se situar no universo do Autumnal, basta imaginar o peso do Paradise Lost, a morbidez dos primeiros álbuns do My Dying Bride e a voz limpa do Anathema. 

Então se você é apreciador de um doom metal sem exageros e cada vez mais melancólico, mas sem as bizarrices do gothic metal ouça além da faixa de abertura:”There is Only One Season in the Sky” e “You Left it, But There´s no End”. <br />  <br />  <img src='http://www.artcomtexto.com.br/areatestes/metalzone/site/images/resenhas/autumnnal-capa.jpg' alt='Autumnal' /></description>
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<title>Thorny Woods - Lôbrego Macilento Prelúdio </title>
<link>http://www.artcomtexto.com.br/areatestes/metalzone/site/resenhas/materia.php?cod_materia=53</link>
<description>Existe algumas bandas, que deveriam ser enjauladas, tamanho é a ferocidade de sua música. E de sua jaula poderíamos apreciar todo o inferno que trazem à Terra.

É justamente esse o cenário que descrevo ao ouvir o promo álbum do trio mineiro de black metal Thorny Woods. Apesar de usar dos mesmos artifícios musicais do gênero, ou seja, bases de guitarra ríspidas, vocais gritados e uma mescla de sons de batalha, a banda consegue se sobressair. E sabe por que se saíram muito bem? Profissionalismo e criatividade! 

O grupo foi formado em 1999, gravou uma demo em 2003 e retorna agora com esse promo álbum. A gravação do material é muito boa, a apresentação desse material é melhor ainda! A banda te convida a ouvir o som deles e ao mesmo tempo se empolgar a cada faixa.

Esse promo álbum tem apenas três músicas e pouco mais de quinze minutos, mas já é uma prévia mais do que consagrada da qualidade do grupo e do seu debut. 

Além do promo álbum, o cd também é multimídia. Quando inserido no pc você terá acesso ao portfólio do grupo, com biografia, letras e um preview das demais faixas do debut da banda. Tudo feito com muito profissionalismo e qualidade. Como eu trabalho com design e aplicações multimídia, afirmo que esse foi um dos poucos trabalhos que me chamaram atenção até hoje.

Ta bom, muito bonito todo esse papo furado, mas e o som dos caras? Calma intrépido leitor. Chegarei lá!

Com uma mistura de war black metal e outras variações do estilo, o Thorny Woods faz o ato de tocar black metal se tornar obsessão. A faixa Foggy Lands tem uma letra metafórica e um instrumental bombástico, ou seja, pesado e pesado. Rápido e mais rápido. Já a última faixa “No Matter” tem uma intro assustadoramente perversa e depois envolve o ouvinte, na mais maligna atmosfera que o metal pode produzir, o Black Metal.

Uma banda extremamente indicada para os fãs do estilo, ou não.  <br />  <br />  <img src='http://www.artcomtexto.com.br/areatestes/metalzone/site/images/resenhas/thorny_woods_lobrego_maci.jpg' alt='Thorny Woods' /></description>
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<title>Reverend Bizarre - III: So Long Sucker </title>
<link>http://www.artcomtexto.com.br/areatestes/metalzone/site/resenhas/materia.php?cod_materia=52</link>
<description>Porque o que é bom tem que durar pouco? Foi assim com o Sentenced, que durou até muito, mas acabou no melhor da fase deles. E agora ocorre o mesmo com os também finlandeses Reverend Bizarre. Escrevo essa resenha sabendo que esse é o último trabalho de estúdio do grupo e ainda sabendo que os caras mais uma vez trouxeram um equilíbrio perfeito e simétrico nas melodias e no clima sabathiano em todo o trabalho.

A despedida da banda veio em um cd duplo com sete faixas exageradamente longas. O disco um abre com “They Used Dark Forces/Teutonic With” com quase trinta minutos de duração. Ainda no ainda ouvindo o disco um, a canção “Sorrow” é mais um excelente momento da banda. A primeira parte do álbum fecha com “Funeral Summer” uma faixa curta para os padrões do Reverend, só 11 minutos. Esse primeiro cd é mais lento e cadenciado com um astral bem mais sabathiano.

O segundo cd de III: So Long Sucker, já é mais diversificado, com faixas mais curtas onde o instrumental que dá uma cadencia maior ao cd. Nessa segunda parte o destaque fica com “Caesar Forever”.

Termino por aqui minha resenha. Fica complicado escrever mais alguma coisa que não seja redundante sobre um trabalho do Reverend Bizarre. É triste também que seja o último de uma série curta e magnífica de discos que o grupo produziu.

Deixo para vocês uma frase que retirei do álbum: A jornada chega ao fim, mas o legado continua vivo. <br />  <br />  <img src='http://www.artcomtexto.com.br/areatestes/metalzone/site/images/resenhas/reverend_bizarre_IIISoLong.jpg' alt='Reverend Bizarre' /></description>
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<title>Agonizer - Birth/The End </title>
<link>http://www.artcomtexto.com.br/areatestes/metalzone/site/resenhas/materia.php?cod_materia=51</link>
<description>O Agonizer é uma boa banda de metal. Não tenta re-inventar a roda, tocam com o coração e são bons em fazer metal: simples, direto, sem frescuras, pesado e com muitos riffs.

A honestidade da banda em sua sonoridade é reflexo da trajetória do grupo. Só conseguiram gravar seu primeiro trabalho de estúdio, após quase dez anos de estrada. A banda já esteve prestes a assinar por duas vezes com os maiores selos de metal: Century Media e Nuclear Blast, mas a falta de sorte impossibilitou o contrato.

Na lista de oito faixas que compõem o primeiro trabalho do grupo destaco: Harmless Hero, com umas passagens muito boas de teclado, a faixa de abertura Prisoner, além do peso e o riffs de Prophecy. 
 <br />  <br />  <img src='http://www.artcomtexto.com.br/areatestes/metalzone/site/images/resenhas/agon_birt_230_230.jpg' alt='Agonizer' /></description>
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<title>Eilera - Fusion </title>
<link>http://www.artcomtexto.com.br/areatestes/metalzone/site/resenhas/materia.php?cod_materia=50</link>
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É estranho tentar classificar essa maravilhosa cantora francesa, mesmo entre as diversas vertentes que o metal possui. Na verdade não é bem classificar ou rotular a artista, não seria bem essa a definição que busco e sim ambientar o leitor no estilo que Eilera se propõe a executar por todo seu trabalho.

Através de algumas pesquisas pela Internet, a mídia especializada em diversos paises a identificou como Ambient Metal. Não me prenderei a explicar o que vem a ser esse estilo, mesmo porque levaria tempo e explicar rótulos, quase sempre não chega a lugar algum.

A meu ver, Eilera resgata uma sonoridade que o Theatre of Tragedy tentou trabalhar nos álbuns Musike e Assembly, mas sem exagerar nas passagens eletrônicas. A cantora nesse seu primeiro trabalho de estúdio já adiciona mais atmosferas e climas que transportam o ouvinte a todo o momento a lugares diferentes. Eilera mistura passagens celta, gothic metal e até jazz ao seu som. Essa mistura aliada ao peso do metal torna seu trabalho característico e peculiar.

Encontrar as palavras certas para caracterizar o som de Eilera não é uma constante, então vou indicar os melhores momentos desse disco, e não deixe de conferir: Non Merci, Healing Process, Fusion e Addicted. Somente para citar essas.

Se você se interessa em novos artistas que trabalham essa fusão de heavy metal com outros estilos musicais, com certeza ficará surpreendido com esse primeiro trabalho de Eilera.
 <br />  <br />  <img src='http://www.artcomtexto.com.br/areatestes/metalzone/site/images/resenhas/fusion_16.jpg' alt='Eilera' /></description>
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<title>Malummeh - Revival </title>
<link>http://www.artcomtexto.com.br/areatestes/metalzone/site/resenhas/materia.php?cod_materia=49</link>
<description>Mais uma banda finlandesa que investe na mistura de death metal melódico tipicamente sueco com thrash metal o que acaba tornando a banda mai sum exemplo de Metal Core. A principio nada de muito novo para quem já é macaco velho no metal, mas é uma banda interessante para aqueles que estão começando a curtir o estilo agora.

Com vocais rasgados, bateria crua, cheia de viradas e riffs de guitarra cruéis, os finlandeses dão muito bem seu recado.

Após uma introdução sem graça o metal core fulminante da banda começa bem, com riffs rápidos e bateria carregada, como na faixa “Turning Point”. O álbum Revival é o primeiro trabalho de estúdio do grupo, que foi formado em 2004.

Durante as dez faixas que compõem o disco, todas seguem o mesmo padrão de violência musical e esporro sonoro, ou seja, é uma trilha sonora perfeita para quem quer acabar com o pescoço dentro do quarto. <br />  <br />  <img src='http://www.artcomtexto.com.br/areatestes/metalzone/site/images/resenhas/Malummeh_Revival_CD.jpg' alt='Malummeh' /></description>
</item>
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<title>Nine - It´s Your Funeral </title>
<link>http://www.artcomtexto.com.br/areatestes/metalzone/site/resenhas/materia.php?cod_materia=48</link>
<description>Quando se fala em Metal Core nada como citar uma banda veterana. E assim é a trajetória dos suecos do Nine. O grupo formado em meados de 1995 chega agora em 2007 ao seu sexto trabalho de estúdio, sem deixar suas raízes e tão forte e contundente quanto em seus primórdios.

Todos aqueles elementos de peso e agressividade, que se buscam nas bandas de metalcore estão presentes e exarcebados a cada faixa de “It´s Your Funeral”. Só que a banda está mais agressiva e valorizando bem mais o seu lado metal do que o lado hardcore. 

Para justificar o parágrafo anterior nada como escutar “Bird of Prey”, “Nothing Left for the Vultures”, o baixo carregado de Line of Crosses é um aditivo e tanto.
 <br />  <br />  <img src='http://www.artcomtexto.com.br/areatestes/metalzone/site/images/resenhas/nine_Your _Funeral.jpg' alt='Nine' /></description>
</item>
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<title>The Machete - Untrue </title>
<link>http://www.artcomtexto.com.br/areatestes/metalzone/site/resenhas/materia.php?cod_materia=47</link>
<description>Vou fazer um trato com os leitores do Metal Zone: - Mesmo que a banda escreva em letras garrafais no seu release, que seu som se trata de thrash metal “moderno”, vou chamá-la de Metal Core, mas prometo dar algum desconto quando julgar necessário. Como é o caso dos finlandeses do The Machete. Os caras fazem uma mistura “moderninha” de thrash metal na linha do Trivium incluindo os berros e com certeza muitos pulinhos ao vivo típicos das bandas de metal core.

O cd “Untrue” é o segundo trabalho de estúdio da banda, o primeiro, Regression, foi lançado em 2005. E o grupo não faz feio não, os riffs de guitarra são muito bons, peso cadenciado e um vocalista que se esgoela para gritar cada musica do cd.

Uma banda recomendada para quem é fã de Trivium e seus seguidores nessa onda de thrash metal moderno. 

Entre os destaques do cd fico com: Warmonger, Shatters e a fantástica Blow By Blow, que lembra o In Flames atual.
 <br />  <br />  <img src='http://www.artcomtexto.com.br/areatestes/metalzone/site/images/resenhas/themachete.jpg' alt='The Machete' /></description>
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<title>Shamrain - Goodbye to all that </title>
<link>http://www.artcomtexto.com.br/areatestes/metalzone/site/resenhas/materia.php?cod_materia=46</link>
<description>O Shamrain é mais uma banda finlandesa que aposta no “rock tristinho” bem na linha do Radiohead: cheios de melancolia, dias cinzentos e bucólicos. E a musica do Shamrain é assim o disco todo. Se bem que na verdade o álbum começa bem mais melancólico e dramático e ao decorrer do disco ganha um certo peso. Esse peso só vem na sétima faixa “Shallow Delusion”.

Esse grupo é difícil de rotular logo de cara, já que funde sua música a muitas outras bandas tristonhas como: The Cure, Katatonia e até Anathema no disco Alternative 4. É uma banda boa de ouvir com passagens acústicas interessantes e o peso do rock alternativo.

Para quem busca novidades sem muito barulho, o Shamrain é uma boa pedida. <br />  <br />  <img src='http://www.artcomtexto.com.br/areatestes/metalzone/site/images/resenhas/Shamrain-2.jpg' alt='Shamrain' /></description>
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<title>The Force - Old School Metal Onslaught </title>
<link>http://www.artcomtexto.com.br/areatestes/metalzone/site/resenhas/materia.php?cod_materia=45</link>
<description>Estaria o thrash metal old school se disseminando pela América do Sul? Talvez ainda seja cedo para encontrar essa resposta, mas uma das poucas certezas que tenho é que se depender da gravadora brasiliense Kill Again Records, isso acontecerá logo.

A prova que apresento, é a demo do grupo paraguaio The Force. A banda surgiu em 2007 com uma proposta de fazer thrash metal na linha dos vetaranos Exodus e Destruction. O grupo gravou sua primeira demo em novembro de 2007 e já emplacou 2008 com um contrato com a Kill Again.

Em Old School Metal Onslaught, o ouvinte encontrará quatro faixas que o levará de volta aos clubes pequenos e lotados de bangers com suas jaquetas jeans incrementadas com patches das bandas favoritas, tênis de cano alto e muita cerveja.

A demo abre feroz com “Thrash Til We Die”, uma faixa bem oitentista, pesada, rápida e com solos interessantes. Na seqüência tem “Storm of Steel” cadenciada e com o mesmo feeling oitentista. O material tem uma gravação muito boa e os músicos não deixam a desejar. Se o leitor está a procura de mais material thrash 80’ para sua coleção, não deixe de adquirir essa demo.

Esse trabalho do The Force só confirma a boa escolha feita pela gravadora Kill Again em investir no grupo que tem ótimos ingredientes para fazer bonito no cenário sul americano. <br />  <br />  <img src='http://www.artcomtexto.com.br/areatestes/metalzone/site/images/resenhas/Old-School-Metal-Onslaught.jpg' alt='The Force' /></description>
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<title>Iron Maiden - The Final Frontier </title>
<link>http://www.artcomtexto.com.br/areatestes/metalzone/site/resenhas/materia.php?cod_materia=44</link>
<description>Com mais de trinta anos de estrada os ingleses do Iron Maiden retornam com um trabalho de peso. O décimo sexto disco de sua carreira, após o razoável cd A matter  of life and death  lançado em 2006.

Abordando novamente a ficção cientifica no tema central do disco, assim como em Somewhere in Time (1986), o grupo agora mescla de uma forma mais consciente o peso do heavy metal com suas experiências progressivas de álbuns anteriores. 
Assim como nos dois últimos trabalhos de estúdio do Iron Maiden a sonoridade da banda em The Final Frontier está muito próxima ao peso e a levada dos trabalhos solos de Bruce Dickison. Basta conferir The Chemical Wedding lançado por Dickinson em 1998.

O The Final Frontier abre com a tribal e obscura “Satellite 15...The Final Frontier” , nessa faixa vale destacar o trabalho de bateria do Nicko e os efeitos que Bruce Dickinson consegue com sua potente voz.  A música seguinte é “El Dorado” uma canção típica de single e para abertura de shows do Maiden. 

No geral The Final Frontier é um disco que agradará os fãs mais recentes da donzela de ferro.  Todas as faixas do cd são sempre excelentes descobertas como a balada heavy metal “Coming Home” e a mais que tradicional “The Alchemist”, onde mostra que o Iron Maiden não esqueceu suas raízes NWOBHM. Em “Isle of Avalon” os solos viajantes executados durante seus nove minutos de música são um convite e tanto para os aficionados por essa fase progressiva do Maiden.  

Outra faixa psicodélica é “The Talisman”, que começa lenta e folclórica e depois de alguns minutos a banda desencadeia riffs e um peso que enfartar. Já as músicas “The Man Who Would Be King” e “When the Wild Wind Blows” fecharam muito bem o disco. 

Em  “The Man Who Would Be King” parece uma canção de guerra e tem uma cavalgada e um estilo típico do Iron Maiden, talvez perca um pouco do seu brulho por ter mais de oito minutos.   Mas a faixa com seu tom épico possui diversas mudanças de sonoridade.  

E para finalizar o grupo deixou a faixa mais longa para o final.  Com onze minutos “When the Wild Wind Blows” permeia por diversas nuances dentro da proposta musical que a banda adotou em seus últimos trabalhos.  O Iron Maiden consegue em onze minutos soar Hard Rock, NWOBHM, pesado e psicodélico e ainda consegue passar entre um momento e outro um ar setentista.

No geral The Final Frontier vai agradar muita gente e deixar os fãs curtindo mais de uma hora do que a banda sabe fazer de melhor: Heavy Metal.  <br />  <br />  <img src='http://www.artcomtexto.com.br/areatestes/metalzone/site/images/resenhas/IronMaiden-TheFinalFrontier.jpg' alt='Iron Maiden' /></description>
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<title>Megadeth - United Abominations  </title>
<link>http://www.artcomtexto.com.br/areatestes/metalzone/site/resenhas/materia.php?cod_materia=43</link>
<description>Mais uma vez a ONU cai nas graças de Dave Mustaine (ou seria na desgraça?). Definitivamente eles voltaram! Sim! Isso mesmo. Pesado, intrincado e ríspido como deve ser obrigatoriamente um disco do Megadeth. O melhor trabalho do grupo desde Youthanasia (1994).

O Megadeth havia parado logo após seu último álbum devido a uma lesão no braço do seu mentor. Dave resolveu até então sepultar o grupo. E decretou nos quatro cantos do globo a morte da banda.

Sorte a nossa, que o ruivo dono de uma das vozes mais engraçadas, mas que se encaixa perfeitamente para uma banda de thrash metal, resolveu voltar atrás. Dave reuniu um grupo competente para a nova empreitada.

A começar pela faixa de abertura "Sleepwalker" muito peso, muitos riffs, bases e solos avassaladores. A voz de Dave está mais agressiva o que torna cada faixa muito mais atraente.

As letras estão extremamente politizadas. Dave virou suas armas para a omissão da ONU e está com um discurso nacionalista e inflamado. Mesmo pró Bush, o vocalista ainda destila muito veneno.

O material gráfico do cd está primoroso, bem como sua capa. Parece que os novos integrantes da banda adicionaram no Megadeth e ao próprio Dave Mustaine, sangue novo e volátil. Junto com o baixista James LoMenzo (Black Label Society, White Lion), os irmãos Glen Drover (King Diamond/Eidolon) na guitarra e Shawn Drover (Eidolon) na bateria, Dave armou a casa e com esse time produziu seu melhor trabalho em dez anos.

Entre as pancadarias do cd estão “Washington is Next” maravilhosa música e letra falando sobre guerra biológica. Talvez a letra mais forte seja da faixa título “United Abominations” com instrumental idem. Outro ponto altíssimo do álbum é a nova roupagem para o clássico “À Tout Le Monde”, musica que saiu no álbum “Youthanasia” (1994), que virou “À Tout Le Monde (Set Me Free)”. Eis uma música da banda que deu no que falar.

Em setembro de 2006 um jovem de 25 anos, Kimveer Gill entrou em um centro universitário de Montreal no Canadá atirando contra estudantes até acertar sua suposta namorada. A estudante portuguesa Anastácia Sousa de 18 anos. Kimveer ainda feriu outros 19 estudantes antes de ser abatido pela polícia local. O assassino, de origem indiana, em seu blog mantinha fotos e textos relacionados a morte e violência. Horas antes do massacre, o jovem declarou no blog que a música “À Toute Le Monde” do Megadeth serviu de inspiração para a atrocidade que cometeria.

Em 2007, quando Dave Mustaine regravou a musica e a lançou como clipe, vítimas do atentado se manifestaram contra a atitude do artista. Mesmo assim, Dave manteve sua posição. A nova versão de “À Toute Le Monde” ( A todos meus amigos) é mais pesada e tão melódica quanto sua versão original. O grande trunfo mesmo foi a participação especial de ninguém menos que Cristina Scabbia, vocalista do grupo italiano Lacuna Coil, que dividiu os vocais com Dave.

Outros pontos altíssimos do álbum ficam por conta de: “Gears of War” e “Amerikhastan”.  <br />  <br />  <img src='http://www.artcomtexto.com.br/areatestes/metalzone/site/images/resenhas/mega_13.jpg' alt='Megadeth' /></description>
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<title>Megadeth - The System Has Failed </title>
<link>http://www.artcomtexto.com.br/areatestes/metalzone/site/resenhas/materia.php?cod_materia=42</link>
<description>Quase! Isso mesmo. Quase conseguiram chegar aos pés de álbuns como "Countdown to Extinction" (1992) e "Youthanasia" (1994). Você deve estar se perguntando por que citei esses não é mesmo? Citei álbuns bons, mas não superam o "Rust in Peace" (1990).

Esse é um disco cheio de novidades, tudo bem que a maioria das novidades aqui não são tão boas. A começar com a saída do baixista e braço direito de Dave Mustaine. Sim, ele mesmo: David Ellefson. A briga girou em torno de dinheiro não repassado por Mustaine de royalties. David processou o cara e quis a parte dele nas verdinhas. E não foi pouca coisa não. Dizem por ai que era algo em torno de 18 milhões de dólares, um pouco mais de 36 milhões de reais.

Outro grande problema, quem era a banda? A formação já não era a mesma do último disco de estúdio. Esta longe de ser. Vamos as apresentações então. No lugar de David Ellefson entrou ninguém mais ninguém menos do que quem? O ilustre e desconhecido Jimmy Sloas. Sim! Aquele! Aquele que ninguém nunca ouviu falar. E para a bateria? Esse sim! Foi Vinnie Colaiuta. Não conhece? Nem eu!

Mas para a guitarra finalmente um rosto conhecido dos fãs. Estou falando de Chris Poland, o próprio. Chris gravou com o Megadeth os dois primeiros trabalhos do grupo e graças a essas reviravoltas que a vida dá, o cara voltou.

Musicalmente, The System Has Failed não falhou. Está mais com a cara da banda, mesmo que ainda tenha mais músicas chatas do que legais. Dave Mustaine ainda é MegaDave "O Homem por trás da máquina Megadeth" e provou isso com músicas certeiras como: "Blackmail The Universe", que abre o cd. É bem rápida, cheia daqueles rifs quebrados e instigantes, que só o Dave Mustaine consegue compor. A segunda música "Die Dead Enough" segue quase a mesma linha, só que é mais melódica. A pancadaria recomeça com "Kick The Chair", não são lá grandes coisas, mas tem um solo bacana e um peso interessante. No geral, a maioria das músicas lembram Angry Again , que foi trilha sonora do filme The Last Action Hero (O Último Grande Herói), com Arnold Schwarzenegger. <br />  <br />  <img src='http://www.artcomtexto.com.br/areatestes/metalzone/site/images/resenhas/mega_12.jpg' alt='Megadeth' /></description>
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<title>Megadeth - Still Alive ... And Well? </title>
<link>http://www.artcomtexto.com.br/areatestes/metalzone/site/resenhas/materia.php?cod_materia=41</link>
<description>Às vezes a falta do que dizer ou até mesmo a falta de um direcionamento musical melhor pode afetar de forma crucial uma banda. O Megadeth veio de um disco bem fraco em 2001 (The World Needs a Hero). Depois lançou um álbum ao vivo e enquanto a inspiração não vinha, nada melhor do que uma coletânea, só com faixas ao vivo. mas espera aí! Depois de um disco ao vivo? Fazer o que...

Uma coletânea chata, dispensável e que não muda nada na sua vida. Totalmente passável.  <br />  <br />  <img src='http://www.artcomtexto.com.br/areatestes/metalzone/site/images/resenhas/mega_11.jpg' alt='Megadeth' /></description>
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<title>Megadeth - Rude Awakening </title>
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<description>Depois que os três últimos álbuns foram um fiasco, eis que a banda ressurge com esse "ao vivo". A gravação é bem fraca e não foi capaz de captar toda a energia que é um show do Megadeth. Será que a banda não emana mais essa energia no palco?

O todo poderoso líder Dave Mustaine teria sido domesticado? Aquele monstro que até o início da década de 90 urgia a cada show, jorrando toneladas de riffs e com suas letras críticas e cínicas, liderando uma das mais importantes bandas de thrash metal da historia, conseguiu chegar a esse ponto?

Sinceramente não é um álbum de todo ruim, mas já vi dezenas de vídeos do Megadeth (pelo menos uns trinta), tenho alguns blootegs com shows mais animados, presenciei a banda ao vivo por três vezes e me decepcionei ao ouvir esse material.

Outro ponto chato é que Dave procura impostar a voz para que a música fique como foi gravada na época, além de soar datado, fica extremamente sem personalidade. Para que isso funcionasse teria que voltar Nick Menza para a bateria e Marty na guitarra, senão meu caro, simplesmente não funciona.

O ponto alto do cd fica até óbvio, são as músicas antigas como: "Wake Up Dead", "In my Darkest Hour", "Train of Consequences", "Hangar 18", mas como nem tudo são flores a maravilhosa "Holy Wars" ficou deprimente.

Outro ponto legal é antes de "Mechanix" em que Dave diz: "- Existem duas formas de se ouvir a próxima música. A nossa. E a deles". Essa parte valeu o cd.  <br />  <br />  <img src='http://www.artcomtexto.com.br/areatestes/metalzone/site/images/resenhas/mega_10.jpg' alt='Megadeth' /></description>
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<title>Megadeth - The World Needs A Hero </title>
<link>http://www.artcomtexto.com.br/areatestes/metalzone/site/resenhas/materia.php?cod_materia=39</link>
<description>Bem, eles tentaram! Valeu pelo voto que os fãs deram de confiança a banda. Mas por que será que tudo aqui me parece artificial? A começar pelo título. Quem seria o herói que salvaria o mundo? E que mundo estariam falando? O mundo do metal? E se for, seria o Megadeth o salvador? É triste ter que escrever isso, mas eles estiveram bem longe disso nesse trabalho.

O mercado fonográfico é cruel, e isso todos nós sabemos. Mas nesse álbum a banda seguiu piamente a cartilha de como se fazer um cd pra vender. Acho que não foram muito felizes.

Esse álbum tem passagens boas e alguns momentos bem legais, mas o ouvinte fica com aquela pulga atrás da orelha: - Isso é inspiração ou grana?

O que salva esse álbum são os solos maravilhosos de "Return to Hangar". De resto, é resto mesmo.  <br />  <br />  <img src='http://www.artcomtexto.com.br/areatestes/metalzone/site/images/resenhas/mega_09.jpg' alt='Megadeth' /></description>
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<title>Megadeth - Risk </title>
<link>http://www.artcomtexto.com.br/areatestes/metalzone/site/resenhas/materia.php?cod_materia=38</link>
<description>Nunca um título foi tão levado a sério como nesse álbum. O risco que a banda correu de simplesmente jogar por água abaixo todo seu passado magnânimo esteve a margem de acontecer com Risk.

Você chamaria de evolução musical? Bem, não vejo nada de evolução aqui, já que a banda esta tocando da forma mais simplista possível, as letras são de uma mediocridade sem tamanho.

As comparações com o Metallica sempre existiram, mas me parece que agora ficaram mais lineares vou citar só algumas: O logo sofreu uma leve mudança, para pior. Os solos de Marty, assim como os de Hammet, sumiram!

Os refrões, as letras, melodias, parece que tudo foi composto de forma proposital para soar comercial. Destacar alguma música em especial? Acredito que fique difícil até para a mãe dos compositores. Em algumas entrevistas depois Dave chegou a assumir que Risk não foi um dos melhores momentos que a banda passou. Realmente não foi mesmo!

Mas, não é só de pontos negativos que esse play é feito, não mesmo. A arte gráfica do cd é o que tem de melhor, com umas fotos bem legais.

É triste ver uma banda como o Megadeth perder sua identidade.  <br />  <br />  <img src='http://www.artcomtexto.com.br/areatestes/metalzone/site/images/resenhas/mega_08.jpg' alt='Megadeth' /></description>
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<title>Megadeth - Cryptic Writings </title>
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<description>Bem. Esse álbum seria uma volta às raízes do grupo, mas sinceramente, achei um trabalho bem fraco em relação aos três últimos. Tudo bem que faixas como "Trust", "Almost Honest", "A Secret Place" com um riff inicial muito bom, "She Wolf" e "Vortex" mostram muito peso e são bem legais, mas parecem ter sido feitas para isso.

Em todo esse álbum impera um clima de NWOBHM e não de thrash metal. Não estou dizendo que isso seja ruim, mas ficou me parecendo um material artificial. Esse foi o último trabalho com a formação clássica do grupo, pois durante a turnê Nick Menza deixa a banda.

E numa mesma tour o Megadeth visita o Brasil duas vezes, uma para participar novamente do Phillips Monsters of Rock em 1998 ao lado do Slayer, Dream Theater e Manowar.  <br />  <br />  <img src='http://www.artcomtexto.com.br/areatestes/metalzone/site/images/resenhas/mega_07.jpg' alt='Megadeth' /></description>
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<title>Megadeth - Youthanasia </title>
<link>http://www.artcomtexto.com.br/areatestes/metalzone/site/resenhas/materia.php?cod_materia=36</link>
<description>Cacetada! Na verdade eu queria escrever um palavrão! Nesse trabalho o grupo conseguiu reunir sua técnica pra lá de apurada do último álbum com o peso e os riffs de Rust in Peace, tudo muito melhor dosado.

A química entre o grupo estava tão boa, que ninguém poderia imaginar que o Megadeth conseguiria se superar. E não é que conseguiu? Esse álbum é um trabalho forte com uma produção fantástica. A parte gráfica é muito boa, principalmente para época. E uma capa bem forte que chegou a ser banida em alguns países asiáticos.

Os vocais de Dave estão cada vez melhores como em "A Tout Le Monde" com seu refrão em francês algo inusitado para a banda e que deu um molho muito especial à música. Nick Menza e Marty estão cada vez mais surpreendentes em seus respectivos instrumentos. Para certificar isso basta conferir logo na abertura do cd com "Reckoning Day", depois os riffs angustiantes de "Train of Consequences" e os solos exacerbadamente bem trabalhados de "Addicted to Chaos".

Liricamente Dave Mustaine deixou os problemas políticos do mundo de lado e passou a contar sobre suas experiências para se livrar das drogas. Para os que não sabem, Dave teve problemas sérios com drogas chegando a interromper shows das turnês dos dois últimos álbuns.

As letras de Youthanasia são metáforas profundas, onde Dave conta que achou que fosse morrer e relata seu sofrimento em "A Tout Le Monde". O álbum fecha com "Victory" uma faixa muito, mas muito bacana. Nessa música são usados títulos e pedaços de várias outras canções que o grupo já compôs, um trabalho muito criativo.

A partir desse álbum o Brasil se torna rota obrigatória para o grupo. A banda voltou ao nosso país para participar da segunda edição do Phillips Monsters of Rock realizado em 1995 que ainda trouxe Ozzy Osbourne e Alice Cooper como atração principal, Paradise Lost na excelente tour do Draconian Times, Faith No More entre outros.

Os clipes que podem ser vistos desse álbum são: "Train of Consequences", "A Tout Le Monde". <br />  <br />  <img src='http://www.artcomtexto.com.br/areatestes/metalzone/site/images/resenhas/mega_06.jpg' alt='Megadeth' /></description>
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<title>Megadeth - Countdown To Extinction </title>
<link>http://www.artcomtexto.com.br/areatestes/metalzone/site/resenhas/materia.php?cod_materia=35</link>
<description>Para alguns, esse é o álbum mais comercial que o Megadeth tinha feito até o momento, outros o segundo melhor depois de Rust in Peace. As divergências que Countdown provocam só o tornam cada vez mais interessante. Em se tratando de Megadeth sem dúvida esse é o meu álbum favorito da banda.

A parte instrumental ficou mais complexa com riffs de ótima qualidade e um trabalho espetacular de bateria. É um material alucinante logo na primeira faixa com a furiosa "Skin O´my Teeth", em seguida "Symphony of Destruction" consegue arrepiar com seus solos, agora em sua maioria por Marty Friedman, vala salientar que essa música foi o primeiro vídeo clipe da banda. Outros pontos fortes desse trabalho são "Countdown to Extinction" e "Sweating Bullets".

Nesse cd farei ao contrário, prefiro comentar as faixas que podiam ficar de fora, por exemplo "High Speed Dirty" e a péssima "Psychotron" que poderiam ter sido usadas como lado B em algum single.

A formação do Megadeth continua estabilizada e sem crises o que proporcionou esse ótimo trabalho. E pela segunda vez o grupo volta ao Brasil para shows no Rio e em São Paulo.

Não deixem de conferir os clipes de "Symphoy of Destruction", "Foreclosure of a Dream" e "Sweating Bullets".  <br />  <br />  <img src='http://www.artcomtexto.com.br/areatestes/metalzone/site/images/resenhas/mega_05.jpg' alt='Megadeth' /></description>
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<title>Megadeth - Rust in Peace </title>
<link>http://www.artcomtexto.com.br/areatestes/metalzone/site/resenhas/materia.php?cod_materia=34</link>
<description>Agora vou falar do ápice da carreira da banda. Melhor formação que o grupo já teve, um dos melhores álbuns do ano. Um clássico do estilo, aquele play indispensável pra quem quer conhecer o que é thrash metal. Esse álbum fez história ao lado de Reing in Blood do Slayer e Master of Puppets do Metallica.


O Megadeth abusou na complexidade das músicas, nos solos em tudo. Mustaine ainda era um ditador, talvez agora um pouco flexível, já que os dois novos integrantes eram músicos de verdade e de extrema qualidade. A começar por Marty Friedman que lançou dois álbuns com sua antiga banda "Cacophony", um excelente álbum solo "Dragon´s Kiss". 

É um exímio guitarrista e acrescentou muita técnica ao grupo. O baterista Nick Menza foi outra grande escolha. O cara surra literalmente seu instrumento a cada faixa, e ao vivo sua empolgação é de fazer inveja.

O álbum começa com "Holy Wars" onde Mustaine mostra-se mais uma vez muito antenado com o que acontece no mundo. E a situação no Oriente Médio não mudou nada até hoje. Talvez essa seja uma das melhores músicas do Megadeth e ao vivo tem toda uma performance teatral por parte de Dave Mustaine.

Em seguida "Hangar 18" que fala sobre a Área 51. Uma música fantástica com incontáveis solos e bases muito marcantes. O que falar sobre "Take no Prisioners?" Brutal? Pesada? Mais uma excelente faixa.

Em "Poison was the cure", que não é uma das minhas favoritas, tem um solo no final interessante. A sexta faixa do play "Lucretia" outra amostra de excelentes solos e o vocal de Dave ficou perfeito. Mais uma das minhas favoritas e que ao vivo fica esplendida é "Tornado of Souls", que tem uns riffs de levar a loucura.


Depois do "Tornado", que foi a música anterior, o clima é quebrado com "Dawn Patrol" uma faixa lenta, só baixo e bateria e Dave recitando a letra. A faixa fala sobre como estamos encarando a poluição e suas conseqüências. Pra fechar essa obra de arte "Rust in Peace..Polaris" rápida, cadenciada, mas Holy Wars ainda é minha favorita.


Durante a tour deste álbum o Megadeth esteve pela primeira vez no Brasil tocando na segunda edição do Rock in Rio em 1990. Tocou logo após o show catastrófico do Lobão, segundo as palavras do próprio Dave Mustaine na época "O palco parecia um chiqueiro, jogaram de tudo no cara (referindo-se ao Lobão) e se eu escorregar nessa merda vou ficar muito puto".

A apresentação do Megadeth foi alucinante (ou alucinógena?), a Globo transmitiu com um péssimo som o show, mas deu pra conferir o que é essa banda ao vivo.


Um toque para quem gosta de clipes é correr atrás dos clipes de Holy Wars e Hangar 18 ambos de excelente qualidade.

Se você ainda não ouviu esse álbum, não fique ai parado, estará perdendo a chance de conhecer um excelente trabalho do Megadeth, enquanto isso: - Enferrujamos em paz!  <br />  <br />  <img src='http://www.artcomtexto.com.br/areatestes/metalzone/site/images/resenhas/mega_04.jpg' alt='Megadeth' /></description>
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<title>Megadeth - So Far, So Good, So What </title>
<link>http://www.artcomtexto.com.br/areatestes/metalzone/site/resenhas/materia.php?cod_materia=33</link>
<description>Esse é um álbum do Megadeth? Talvez sim pela qualidade dos solos e pelo veneno de Dave em algumas faixas. Nesse trabalho, já começam as mudanças na formação. O ego de Mr. Mustaine já fica conhecido nos quatro cantos do mundo. E seus contínuos problemas com drogas também.

Talvez isso tenha prejudicando o andamento da banda nesse álbum. Especulações à parte, Dave chutou Chris Poland e Gar Samuelson para chamar dois ilustres desconhecidos e péssimos integrantes, Jeff Young e Chuck Behler. Os novos membros também não duraram muito. Saíram da banda durante a tour, enquanto o que sobrou do Megadeth ensaiava as escuras com o que seria a melhor formação do grupo, mas isso é outro assunto.

Bem, salvam-se nesse trabalho a excelente "In my Darkest Hour" tocada até hoje nos shows, "Mary Jane" sobre um relacionamento de Dave e "Hook in Mouth". Um cover escolhido para esse play foi o já batido e horrível "Anarchy in the UK" dos Sex Pistols, até hoje a melhor performance que já ouvi da musica, mas totalmente dispensável.  <br />  <br />  <img src='http://www.artcomtexto.com.br/areatestes/metalzone/site/images/resenhas/mega_03.jpg' alt='Megadeth' /></description>
</item>
<item>
<title>Megadeth - Peace Sells, But Who´s Buying? </title>
<link>http://www.artcomtexto.com.br/areatestes/metalzone/site/resenhas/materia.php?cod_materia=32</link>
<description>Em apenas um ano o Megadeth passou por uma evolução descomunal. Deu uma polida em sua sonoridade. A banda, na verdade Dave Mustaine, passou a adotar uma postura mais política em relação às letras do grupo. A começar pela capa mostrando a ONU totalmente destruída com uma placa dizendo: Paz a venda, mas quem quer comprar? As letras mostram um Dave sarcástico e cínico. Surge também Vic, o mascote da banda, que aparecerá em quase todos os trabalhos do Megadeth.

Esse segundo álbum é essencial em qualquer cdteca que se preze. Um clássico do thrash metal da década de 80, que conta com verdadeiros hinos do estilo como: "Wake Up Dead", "The Conjuring", "Good Mourning/Black Friday" e "Bad Omen". Essas músicas se tornaram imortais. Até o cover de Willie Dixon's (um cantor de Blues) "I Ain't Superstitious" passa. Não posso deixar de citar a faixa título que é muito boa e tem um clipe com cenas fortes de guerra e terrorismo.  <br />  <br />  <img src='http://www.artcomtexto.com.br/areatestes/metalzone/site/images/resenhas/mega_02.jpg' alt='Megadeth' /></description>
</item>
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