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Arch Enemy
Wages Of Sin
 Arch Enemy
Nota: 9,5
Ano: 2001
Por: Henrique Linhares
Gênero: Death Metal
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Pungent Stench
Been Caught Buttering
 Pungent Stench
Nota: 10
Ano: 1991
Por: Filipe Souza
Gênero: Death Metal
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Lacuna Coil
Comalies
 Lacuna Coil
Nota: 09
Ano: 2002
Por: Isis Calió
Gênero: Gothic Metal
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Avec Tristesse
How Innocence Dies
 Avec Tristesse
Nota: 9,5
Ano: 2004
Por: Filipe Souza
Gênero: Gothic Metal
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Symphony X
The Odyssey
 Symphony X
Nota: 9,5
Ano: 2002
Por: Filipe Souza
Gênero: Metal Progressivo
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Opeth
Deliverance
 Opeth
Nota: 9,0
Ano: 2002
Por: Isis Calió
Gênero: Doom Metal
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Dark Season
Valley of Dessecration
 Dark Season
Nota: 9,5
Ano: 2004
Por: Filipe Souza
Gênero: Black Metal Sinfônico
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Barathrum´s
Anno Áspera 2003 Years After the Bastard´s Birth
 Barathrum´s
Nota: 8,5
Ano: 2005
Por: Filipe Souza
Gênero: Black Metal
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Graveworm
(N)Utopia
 Graveworm
Nota: 9,5
Ano: 2005
Por: Filipe Souza
Gênero: Black Metal Sinfônico
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Blind Stare
Symphony of Delusions
 Blind Stare
Nota: 9,0
Ano: 2005
Por: Filipe Souza
Gênero: Death Metal
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Metal Zone ›› Seção Resenha de Shows ›› "Testament + Warfx + Taurus"
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Por: Filipe Souza [ filipe@metalzone.com.br ]
Testament + Warfx + Taurus

Testament + Warfx + Taurus
27/04/2007
Local: Rio de Janeiro - Canecão
Uma noite mágica após um jejum de mais de seis meses sem shows. A magia se deve por três motivos: a apresentação de retorno da banda carioca Taurus, a presença do baterista Nicholas Barker e o Testament, não necessariamente nessa ordem, porém todos com o mesmo grau de importância dentro de uma noite regada a muito thrash metal e que foi inesquecível para cerca de 800 fãs presentes no Canecão.

Muita chuva e transito caótico no Rio de Janeiro não seria motivo para desânimo e muito menos perder um show que prometia. A última vez que o Testament tocou no Brasil já fazia bem mais de 15 anos, mas agora seria diferente.

Lá por volta das dez horas o Tauros sobe no palco para um set fulminante. A banda não desperdiçou energia tocando rápido e com garra. A volta do grupo aos palcos foi para divulgar o relançamento de seu primeiro álbum “Signo de Taurus”, que saiu pela gravadora brasileira Marquee Records. Os trinta minutos de show do grupo foram para muitos ali, que já acompanhava a banda desde os primórdios da carreira, uma verdadeira volta no túnel do tempo, uma época que o grupo lotava os “Cavernas” da vida. E a galera respondia a altura as bases rápidas e os solos caprichados de Cláudio Bezz, que chegou a ser eleito o melhor guitarrista do país em 1987 segundo a revista Metal. Enquanto Jezel (guitarra/vocal) urrava ao microfone, o baterista Sérgio Bezz, irmão do guitarrista Cláudio Bezz, mostrou-se em ótima forma, inclusive o novato da banda, o baixista Beto De Gasperis provou que está com lugar garantido no grupo. A banda fechou a noite com “Massacre” faixa do primeiro álbum, que fez jus ao título. Sobre o show Cláudio (guitarra) fez o seguinte comentário: “Fiquei três dias de ressaca, após o show do dia 27, no Canecão. Foi uma descarga de adrenalina que você não faz idéia! Foram cerca de 15 anos sem pisar num palco ao lado do Sérgio (meu irmão), do Jeziel e a primeira vez ao lado do Beto (baixo). Não tenho palavras para descrever aquele momento. Após o show, algumas pessoas vieram falar comigo, todas muito carinhosas e perguntando o porquê do set list tão curto (seis músicas). Respondi a elas que não esquecessem que o Taurus foi a banda de abertura da noite, portanto, nada mais natural que fizéssemos um set list curto, mas poderoso. Tocamos músicas de nossos três álbuns. Começamos um pouco nervosos (natural) e quando sentíamos que estávamos esquentando, chegamos ao fim. Esse show foi só o ponta-pé inicial. O próximo show será dia 12/05, em Osasco/SP, no Arena, que está comemorando três anos de atividades. O show será completo, com muitas músicas e extras. Aos poucos vamos ficando mais à vontade no palco, e se depender do que senti no show do Canecão, isso vai acontecer muito rápido.”
Após a estrondosa e histórica volta aos palcos do Tauros, o público já impaciente recebeu outra banda carioca de thrash metal: o Warfx, uma das gratas revelações do cenário carioca. O som da casa já estava melhor e o grupo pode apresentar seu thrash metal mais moderno e cheio de peso. Fo uma oportunidade de ouro para o grupo que estava divulgando seu primeiro trabalho homônimo.

Era chegada a hora do cataclisma começar. E foi a meia noite que as correntes se arrebentaram e um clarão parecia ter cegado e hipnotizado os fãs presentes, pois muitos não acreditavam que dos alto-falantes explodiam os acordes de “The Preacher”. Era o Testament que se posicionava no palco e sem perda de tempo emendam com “New Order”. Toda a banda estava em uma sincronia perfeita o que possibilitou uma festa sem parâmetros. O público se esbaldava com o repertório que parecia ter sido escolhido a dedo, tamanha fartura de musicas boas e que casavam muito bem com a sede insaciável do público por hits.


Quem quase não teve um ataque cardíaco ao ouvir e presenciar o grupo atacando com “Pratice What Your Preach”, “The Hauting”, “Souls of Black”, “In to the Pit” e “The Legacy”?

A química entre a banda foi perfeita, os solos de Alex Skolnick foram matadores e tocados com uma serenidade de fazer inveja, nem parecia que o cara estava em um show de thrash metal. Alex não acreditava que o público acompanhava cada nota dele e o sorriso estampado no rosto não sairá dali por muito tempo. Eric Peterson é outro monstro nas bases e nos solos. Agora quem eu queria ver mesmo era como se comportaria Nick Barker, para mim ele é um monstro consagrado no cenário da música pesada, seja death, thrash ou black metal. No Cradle of Filth , Dimmu Borguir, Benediction, Old Mans Child ele foi peça fundamental. E no Testament não poderia ser diferente. É lógico, ele se conteve e não “desceu a mão”, já que a sonoridade do Testament pede algo mais técnico. Mas Nick era ovacionado sempre. O público gritava seu nome e ele retribuía com acenos. Outro insano e neurótico foi o Mr. Chuck Billy, o que é esse cara ao vivo? Ele urra, grita, esgoela e toca guitarra com metade do pedestal do microfone. A criatura é imensa e seu tamanho já impõe respeito ao urrar cada hino da banda. Chuck Billy muito comunicativo com o público e a todo o momento animava a platéia e convidava a cantar junto com ele.

Foi uma noite mágica, que ficará na memória do público por muito tempo. Todos saíram do show extasiados e com os ossos moídos e na lembrança de ter participado de mais um momento único no circuito de shows carioca.

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