Twilight Aura retoma atividades com Andre Bastos (ex-Angra), Daísa Munhoz e vídeo de “Watching the Sky”

Twilight Aura retoma atividades com Andre Bastos (ex-Angra), Daísa Munhoz e vídeo de “Watching the Sky”

Após 28 anos desde sua formação, a banda paulistana Twilight Aura (conhecida antigamente como ‘Twilight’) está retomando atividades em 2021. E com várias novidades! A primeira delas diz respeito ao line-up. Comandado pelo guitarrista Andre Linhares Bastos (ex-Angra e Skyscraper), e mantendo o time de 1995 à ’97, com Rodolfo Elsas (guitarra), Filipe Guerra (baixo, ex-Skyscraper, Wizards, Preacher e Revenge), Leo Loebenberg (teclados, Das Fossem) e Claudio Reis (bateria), a Twilight Aura apresenta como vocalista a experiente Daísa Munhoz, conhecida mundialmente por seus trabalhos com a Soulspell e Vandroya. A segunda novidade é que a banda está lançando seu primeiro vídeo para a música “Watching the Sky”, com a direção e edição de Anderson Bellini, diretor do documentário “Andre Matos – Maestro do Rock”.

 

Twilight Aura retoma atividades com Andre Bastos (ex-Angra), Daísa Munhoz e vídeo de “Watching the Sky”
Twilight Aura retoma atividades com Andre Bastos (ex-Angra), Daísa Munhoz e vídeo de “Watching the Sky”

Após 28 anos desde sua formação, a banda paulistana Twilight Aura (conhecida antigamente como ‘Twilight’) está retomando atividades em 2021. E com várias novidades! A primeira delas diz respeito ao line-up. Comandado pelo guitarrista Andre Linhares Bastos (ex-Angra e Skyscraper), e mantendo o time de 1995 à ’97, com Rodolfo Elsas (guitarra), Filipe Guerra (baixo, ex-Skyscraper, Wizards, Preacher e Revenge), Leo Loebenberg (teclados, Das Fossem) e Claudio Reis (bateria), a Twilight Aura apresenta como vocalista a experiente Daísa Munhoz, conhecida mundialmente por seus trabalhos com a Soulspell e Vandroya. A segunda novidade é que a banda está lançando seu primeiro vídeo para a música “Watching the Sky”, com a direção e edição de Anderson Bellini, diretor do documentário “Andre Matos – Maestro do Rock”.

Assista “Watching the Sky”: https://youtu.be/AkIZZLEuS34

Andre Bastos comentou sobre a adição de Daísa à Twilight Aura:
“Desde muito tempo, tenho curtido várias bandas de Power Metal que têm vozes femininas. Sou bastante fã de diversas dessas cantoras. Uma das minhas bandas favoritas é a Vandroya, que tem Daísa Munhoz como vocalista. Também gosto demais do trabalho dela na Soulspell. Quando eu estava conversando com o Tito Falaschi sobre os planos de gravação, analisamos as linhas vocais e ele disse que uma voz feminina se encaixaria melhor nessas músicas. Concordei 100%. Ele sugeriu convidar a Daísa e eu disse que seria um sonho se ela topasse. Uma vez que ele já havia trabalhado com ela, ele poderia fazer a ponte e estender o nosso convite para que ela fosse a voz do nosso álbum de estreia. Eu trouxe a ideia à banda e mostrei os trabalhos da Daísa. Todos ficaram boquiabertos e compraram a ideia imediatamente!”

Daísa Munhoz conta como juntou-se à Twilight Aura:
“Esse convite chegou através de Tito Falaschi, que já havia me produzido em diversas gravações e com quem eu sempre amei trabalhar. Ele, então, me colocou em contato com Andre Bastos para uma reunião, onde Andre me contou sobre a história e a importância da gravação deste novo álbum, uma verdadeira celebração por tantos anos lindos da trajetória da Twilight Aura. De cara já me senti em casa, descobrindo que Andre e eu temos muitas coisas em comum. Eu me apaixonei pelas músicas, pelas temáticas das letras; uma identificação imediata aconteceu ali. Para mim, é uma honra muito grande poder ser a voz que vai contar essa jornada tão bonita de uma banda com mais de 27 anos de história”

O primeiro single:
Como antecipado por Andre, o sexteto está preparando seu primeiro álbum. O trabalho, que será lançado ainda este ano, conta com produção, gravação, mixagem e masterização de Tito Falaschi e consultoria técnica e artística de Rafael Bittencourt (Angra). E para dar um gostinho do que está por vir, a Twilight Aura acaba de lançar o single “Watching the Sky”.

Ouça:
Spotify: https://open.spotify.com/album/1JLQnOcCcD1egFA3A1x8sk
Deezer: https://deezer.page.link/hHUFPJvBb4WecCxB9
YouTube Music: https://youtu.be/47q-dJ5ndc8
Amazon: https://rebrand.ly/oqqxp6e
Apple Music:  https://rebrand.ly/r4iinh1

Twilight Aura retoma atividades com Andre Bastos (ex-Angra), Daísa Munhoz e vídeo de “Watching the Sky”
Twilight Aura retoma atividades com Andre Bastos (ex-Angra), Daísa Munhoz e vídeo de “Watching the Sky”

Composta originalmente em 1992, “Watching the Sky” ganhou novo refrão em 1996 e foi mantido na nova gravação. “A escolha dessa música se deu pelos seguintes fatores: é uma música de refrão forte, uma levada não muito rápida e com o equilíbrio adequado entre peso e melodia. A letra encara de maneira positiva o momento em que temos que resolver problemas e estamos à procura de respostas. Se pararmos e observarmos o céu, muitas vezes podemos alcançar um estado de equilíbrio que nos ajuda a encontrar a tão esperada resposta”, explica Bastos.

O sentimento de nostalgia permeia em todos da banda

O baixista Filipe Guerra comenta: “o desafio técnico de regravar essas músicas depois de 27 anos é algo muito agradável, pois as ideias foram repensadas a partir da maturidade musical hoje em dia”.

Rodolfo Elsas acrescenta: “Depois de mais de 25 anos sem chegar perto de uma guitarra, regravar essas músicas foi uma verdadeira viagem no tempo!”

O baterista Claudio Reis continua: “Regravar essas músicas, que a gente curtiu muito a vida toda, com a tecnologia de hoje, tem sido a realização de um sonho”

E o tecladista Leo Loebenberg complementa: “Bem legal trazer esses sons de volta e gosto bastante da idéia de podermos adaptar os arranjos para o ‘agora’”.

CONHEÇA MAIS SOBRE A TWILIGHT AURA

Anteriormente intitulada Twilight, o grupo tem um motivo lógico para a mudança de nome. “Infelizmente, a banda não registrou o nome lá nos anos 1990 e hoje essa ‘marca’ tem outros donos. Para não fugir muito do nome original, colocamos apenas uma palavra a mais: curta, de fácil pronúncia, e que combina bem com “Twilight” – além de esteticamente ser eficiente, uma vez que TwilighT e AurA começam e terminam com a mesma letra.”, revelou Andre Bastos.

Em 1991, depois de receber um convite feito pelo mencionado Rafael Bittencourt para se juntar à sua nova banda, Bastos deixou a Skyscraper (onde tocava com o guitarrista Marcos “Naza” Nazareth e o vocalista Ricardo Rosa). No entanto, sua estadia no que viria a ser o Angra foi curta. Após sua saída, Bastos integrou por alguns meses a banda do ABC paulista Revenge, onde conheceu o baixista Filipe Guerra, bem como a Chonps, onde também tocava o baterista Claudio Reis.

No segundo semestre de 1993, Andre foi convidado para tocar em um show no lendário bar Black Jack, em Santo Amaro (SP). Então ele chamou seus amigos e ex-colegas de banda, Naza, Ricardo, Filipe e Claudio, e em setembro daquele mesmo ano nascia a Twilight. Em seu primeiro show, a banda tocou covers de Iron Maiden, Gamma Ray e outros, além de apresentar suas primeiras composições.

Após essa primeira apresentação, Andre, Claudio e Filipe continuaram com a banda e a eles se juntaram Luigi Pilosio (Preacher) na guitarra, Sandra Reis nos teclados e Tomas Kenedi no vocal. Com essa formação a primeira e única demo tape entitulada “Dawn” foi gravada no estúdio Creative Sound por Phil Colodetti.

Posteriormente, Rodolfo Elsas substituiu Luigi na guitarra e foi também quando Leo Loebenberg (Das Fossem) assumiu os teclados. Essa foi a última formação que durou até 1997, quando a banda fez seu último show no lendário pub paulista Black Jack. Pouco tempo depois, a banda teve que dar um tempo que extendeu-se por muitos anos até que, em 2020, mesmo com os integrantes espalhados em quatro continentes diferentes, resolveram conectar-se novamente e colocar em prática o projeto de gravar um CD com as músicas que a banda produziu entre 1993 e 1995.

A bordo do projeto estão o baterista Claudio Reis e o baixista Filipe Guerra, bem como Rodoldo Elsas e Andre Linhares Bastos nas guitarras e Leo Loebenberg nos teclados. Daísa Munhoz (Vandroya, SoulSpell) foi convidada para os vocais e aceitou prontamente. O plano é que todos os que passaram pela banda, bem como vários convidados especiais e amigos possam, de alguma forma, participar desse lançamento, previsto para o segundo semestre de 2021.

Mais informações:
Instagram: https://www.instagram.com/twilight.aura.band/
Facebook: https://www.facebook.com/twilight.aura.band/
Web Site: https://twilightaura.com/
YouTube: https://www.youtube.com/channel/UCOmLX4cRDXERO7EE6GkHVRA

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May Undead: vocalista participa do Sabbatonero, tributo ao Black Sabbath organizado por Tony Dolan (Venom Inc)

A vocalista do Torture Squad, May “Undead” Puertas, é um dos nomes convidados para participar do Sabbatonero, tributo internacional dedicado ao Black Sabbath, organizado por Tony “Demolition Man” Nolan (ex-Venom, atual Venom Inc), e que conta com grandes nomes do Metal mundial, como Rasmus Bom Andersen (Diamond Head), John Gallagher (Raven), Marty Friedman (ex-Megadeth), Mantas (ex-Venom, Venom Inc), Ken Andrews (Obituary), Prika Amaral (Nervosa), Attila Vörös (ex-Tyr, ex-Satyricon, ex-Nevermore, Sanctuary), James Murphy (ex-Death,ex-Testaent, ex-Obituary, Disincarnate) e Snowy Shaw (ex-Dream Evil, ex-Therion, ex-Mercyful Fate, ex-King Diamond), dentre muitos outros.

May Undead: vocalista participa do Sabbatonero, tributo ao Black Sabbath organizado por Tony Dolan (Venom Inc)

O Sabbatonero surgiu da união de forças entre Tony Dolan e o italiano Francesco Conte (Nero Omega, ex-Desecration), e além de prestar tributo ao Black Sabbath, possui uma causa ainda mais nobre, que é o de arrecadar fundos para os trabalhadores que estão na linha de frente contra a epidemia da Covid-19 na Itália.

 

Em breve será lançado um álbum intitulado “L’Uomo Di Ferro”, que vai contar com 10 faixas da fase inicial do Sabbath. May Undead participou gravando a música  “Killing Yourself to Live” – presente no clássico Sabbath Bloody Sabbath -, ao lado dos guitarristas Mantas, Ken Andrews, Prika Amaral, Attila Vörös e da vocalista Maksymina Kuzianik (ex-Setheist). Em breve mais informações a respeito serão dadas.

 

Torture Squad:

May “Undead” Puertas – vocal

Rene Simionato – guitarra

Castor – baixo

Amilcar Christófaro – bateria

 

Mais informações:

Site Oficial: www.torturesquad.net.br

Facebook: www.facebook.com/torturesquad

YouTube: www.youtube.com/torturesquadband

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Metal Zone Unboxing – Livro No Celebration – A Biografia Oficial do Paradise Lost – Estética Torta

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Eis que o Jaiminho entrega hoje essa coisa mais linda do mundo. Com um acabamento absurdamente caprichado, o livro No Celebration – A Biografia Oficial do Paradise Lost já te ganha pelos olhos.

Traduzido por Kenia Cordeiro e Clovis Roman, o livro tem 468 páginas contando a história de uma, senão a mais importante banda de death/doom da Inglaterra.

Não vou falar muito aqui, porque farei uma resenha do livro no Podcast do Metal Zone. E posto aqui no recém inaugurado canal.

Editora Estética Torta

468 Páginas
Capa Dura
Marcador
Bookplate exclusivo, autografado a próprio punho por Nick Holmes e Greg Mackintosh será disponibilizado aos compradores desta edição especial.

Site da editora: www.esteticatorta.com.br

Instagram: @metalzonebr

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Holocausto War Metal: informações sobre a coletânea “Reborn to Eternity”

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Nesta sexta-feira, 02/04, será lançado um teaser da coletânea “Reborn to Eternity”, que reunirá quatro bandas de Metal Extremo de Belo Horizonte/MG: BHell, Holocausto War Metal, Obsessed e Sextrash. A coletânea é uma realização do guitarrista Valério Exterminator, integrante do HOLOCAUSTO WAR METAL e BHELL. A proposta inicial do projeto era reunir, 35 anos depois, quatro bandas de Belo Horizonte para relembrar a primeira batalha travada naquela que seria considerada a coletânea mais maldita do Metal Extremo mundial, a seminal “Warfare Noise”, que trazia em seu cast Chakal, Mutilator, Sarcófago e Holocausto, lançada pela Cogumelo Records em 1986.

“A coletânea não se trata apenas de reviver o passado, mas também de anunciar no presente, que enquanto nos unirmos em torno de um ideal, o futuro nos será sempre favorável”, destaca Valério Exterminator – idealizador do projeto. O embrião do projeto surgiu em dezembro de 2018, quando ocorreu a primeira reunião entre os representantes das quatro bandas selecionadas. Então no tradicional Maleta, em Belo Horizonte, se reuniram Pepê (Sepulchral Voice), Ricardo (Mutilator), Juninho (Sextrash) e Valério (Holocausto), e foi comunicado por esse último que o Holocausto estava fora da coletânea, pois por decisão do seu vocalista a banda encerrou as atividades. Sendo assim, foi apresentada a banda BHell, que por não ser dos anos 80, seria uma banda convidada para a coletânea.

De dezembro de 2018 até o início das gravações, em junho/julho de 2020, muita coisa mudou no mundo, com a pandemia bandas como Chakal e Divine Death, chegaram a entrar no cast, mas não conseguiram gravar, o mesmo acontecendo com Sepulchral Voice. Nesse ínterim houve o retorno à ativa da banda precursora do War Metal, rebatizada como HOLOCAUSTO WAR METAL, e o cast final ficou com BHell, Holocausto War Metal, Obsessed e Sextrash. Todo o investimento nesse lançamento foi obtido através de quatro selos: Dies Irae, Dark Moon, Navid Pirale e WarCore, além de vários aliados que deram sua contribuição financeira.

Com arte assinada por Fernando Lima (Drowned), “Reborn to Eternity” terá sua pré-venda anunciada nesta sexta-feira, às 9h45. Faça sua inscrição no canal https://bit.ly/YTExterminator, ative o aviso e participe do chat de estreia do teaser com Valério Exterminator.

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Hoje no Metal: Scorpions – Blackout [29/03-1982]

Hoje no Metal: Scorpions - Blackout [29/03-1982]

São 39 aninhos hein meu querido? Opaaaa, não estou falando de você meu caro leitor e sim desse furacão chamado Blackout! A safra de 1982 foi coisa de outro mundo, e não sei se lembra, mas na semana passada comemoramos os 37 anos do Love At First Sting e comentei que era o meu segundo disco favorito da banda, pois bem… O Blackout é o meu disco favorito deles e meu top 10 do metal.

A banda já vinha de dois excelentes discos: Animal Magnetism (1980) e Lovedrive (1979), e sem contar que o grupo superou muito bem a perda de dois grandes guitarristas: Ulrich Roth e Michael Schenker.

E para completar, enfrentavam um problema complicado com o vocalista Klaus Meine. O cantor passou por uma cirurgia em suas cordas vocais e para a gravação de Blackout chamaram Don Dokken para cantar, porém o guitarrista Rudolf Schenker estava contra.

Os escorpiões alemães não precisaram mudar de vocalista, Klaus se recuperou e a passagem de Don Dokken ficou nas demos desse disco e em alguns backing vocals que aparecem pelo álbum. E toda a energia de superação ficou marcada nas nove faixas que compõem essa maravilha sonora.

Hoje no Metal: Scorpions - Blackout [29/03-1982]
Sempre fotos dos meus velhinhos de guerra!!

E não é para menos, temos em mãos um digno disco de heavy metal, desde a concepção da capa, obra do artista plástico ausríaco Gottfried Helnwein. O guitarrista Rudolf Schenker viu uma série de fotos em uma revista. Essa série de fotos são auto retratos do artista, cuja semelhança com Rudolf ajudou na escolha para a cara do disco. E essa explosão de cacos de vidros, os garfos nos olhos e o grito da capa, mostram muito bem para que veio esse disco! Inclusive Rudolf aparece fantasiado no clipe “No One Like You”

Exatamente todas as nove faixas desse trabalho são um absurdo! A banda está coesa e em uma simetria quase que astrológica. O que torna esse disco peça fundamental em qualquer playlist ou discoteca que se preze.

E vamos curtir essa obra de arte!

Sobre
o autor...

Filipe Souza

Filipe Souza

[Editor / Jornalista]
E-mail: contato@filipesouza.com.br
Fundou o Metal Zone em 2000. Aficionado por música, livros, games, filmes e HQs. Ama Bukowiski, Stephen King, Tolkien e Neil Gaiman. Adoro o Batman e o Homem Aranha, mas não deixa de curtir Hqs alternativos.

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Jimmy & Rats lançam o álbum “Só há um caminho a seguir”, com influência do irish punk

Jimmy & Rats lançam o álbum "Só há um caminho a seguir", com influência do irish punk

Não demorou muito para que, após o anúncio do fim do Matanza, em 2018, Jimmy London encontrasse um novo lar. Cantor, apresentador do Multishow, ator de séries como “Cidade Invisível” e figura icônica do rock brasileiro, Jimmy se uniu ao Rats, grupo de rock carioca com raízes irlandesas, folk e country, para dar início a um novo projeto, batizado de Jimmy & Rats. Após um crowdfunding bem sucedido, Jimmy prepara junto aos marujos Fernando Oliveira (banjo e bandolim), Kito Vilela (guitarra e voz), Gajo Loko (acordeão e tin whistle), Bruno Pavio (baixo) e Pedro Faucom (bateria) o lançamento do seu primeiro álbum: “Só há um caminho a seguir”. O disco ficará disponível nas plataformas digitais a partir de 26 de março, via Olga Music, em parceria com a ADA, uma das maiores distribuidoras digitais do mundo, através do link: https://lnk.to/sohaumcaminho .

Com 14 faixas, o disco nos leva do alto mar aos saloons do Velho Oeste, com motores a mil e também enferrujados, uma aventura permeada por muitas questões sociais, homenagens e, claro, gritos da tripulação a todo pulmão, como no single e faixa de abertura “Pra nunca se entregar”. O refrão “Persistência, desobediência, sangue nos olhos, sede de vitória” entoa um início de disco recheado de punk rock e um marcante banjo.

“Nunca tive tantos instrumentos, tantas armas a disposição para poder fazer a revolução. O resultado é essa bagunça violenta de várias vozes cantando nossas jornadas para encontrar nosso público” Jimmy London

E a embarcação segue sua jornada com “Anne Bonny”, uma homenagem à conhecida pirata irlandesa, que fez o Caribe tremer no século XVIII, em uma canção rápida e direta. Assim como “Mesmo sem crime algum”, na qual o marujo Fernando canta aos injustiçados, com um timbre vocal que transmite a sensação de não estarmos sozinhos na luta de todos os dias.

E em plena tempestade, a tripulação encontra seu grande inimigo, o opressor em sua embarcação sombria e arrogante, mas Jimmy & Rats entoam seus cantos em “Legião dos Renegados”, preparados para um duelo histórico. Canhões carregados e espingardas em punho. Ninguém irá fazer a viagem parar na metade. Após a vitória da legião, reparando suas perdas de batalha, Jimmy grita “Serei curto e direto dessa vez, essa é pra vocês”, em “Quem faz”, um hardcore desabafo.

Jimmy London. Making-of clipe ‘Pra nunca se entregar’. Foto Marcelo San
Jimmy London. Making-of clipe ‘Pra nunca se entregar’. Foto Marcelo San

O capitão repara que alguém não está trazendo muita sorte para seus desafios mais simples. Achem o “Baltazar”! Ele precisa ficar pelo caminho. Abra a prancha e tire esse mau olhado da nossa equipe!

O mar pode ser solitário e fazer as cicatrizes arderem mais que o normal. “Último passo” é uma homenagem a quem se foi e deixou os corações partidos. Encham os copos, a vida não é feita só de boas notícias.

Enfim chega a hora da nau ancorar, encontrar o primeiro saloon aberto e tomar cerveja entre amigos. “Posso, devo e quero” é para ser cantada abraçado aos seus, que é exatamente o que nossos marujos fazem até a casa fechar suas portas. Paga conta e vamos nessa!

Voltando ao navio encontram um “gringo” no caminho, nervoso e agitado, todo de preto. Entra em cena “M.O.T.O.R.H.E.A.D.”, uma música autoapresentada. Após uma pequena confusão de línguas, o grupo segue seu rumo, e dá uma puxada de orelha em seu marinheiro malandro, em uma das frases mais marcantes da viagem: “Integridade nunca foi opcional”, uma das tantas fortes de “Papo firme”. Tripulação no barco, voltemos ao alto mar!

Perdeu-se muito tempo em terra, “Sai da minha frente”. Ufa, a nau está inteira e todos a bordo. O Capitão decide contar duas histórias para todos, em uma humilde ajuda buscando passar o tempo de todos. “A idade da razão” fala sobre sorte e “O carinho certo da pessoa errada” é um clássico entre todos, afinal, quem nunca sofreu uma desilusão amorosa? “Marujos, o que aconteceu?”, e as histórias são interrompidas pelo motor parando.

Por fim, estamos “À deriva”, um bom momento para refletir, mas também para preparar novas aventuras e desafios. O mundo contará as histórias da tripulação Jimmy & Rats por séculos, certo de que este primeiro capítulo da história é apenas o começo das lendas.

Ouça o álbum “Só Há um Caminho a Seguir” nas plataformas digitais: https://lnk.to/sohaumcaminho

Fonte: Release Olga Music 

Jimmy & Rats lançam o álbum "Só há um caminho a seguir", com influência do irish punk
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Assista ao videoclipe de "Pra nunca se entregar" no Youtube:

"Só Há um Caminho a Seguir"- faixas:

01 – Pra nunca se entregar (Jimmy London, Fernando Oliveira e Kito Vilela)
02 – Anne Bonny (Jimmy London, Fernando Oliveira e Kito Vilela)
03 – Mesmo sem crime Algum (Fernando Oliveira)
04 – Legião dos renegados (Jimmy London, Fernando Oliveira e Kito Vilela)
05 – Quem faz (Jimmy London, Fernando Oliveira e Kito Vilela)
06 – Baltazar (Jimmy London, Fernando Oliveira e Bruno Pavio)
07 – Último passo (Jimmy London, Fernando Oliveira e Kito Vilela)
08 – Posso, devo e quero (Jimmy London, Fernando Oliveira e Kito Vilela)
09 – M.O.T.O.R.H.E.A.D. (Fernando Oliveira)
10 – Papo firme (Jimmy London, Fernando Oliveira e Kito Vilela)
11 – Sai da minha frente (Jimmy London, Fernando Oliveira e Bruno Pavio)
12 – A Idade da razão (Jimmy London e Fernando Oliveira)
13 – O carinho certo da pessoa errada (Jimmy London e Fernando Oliveira)
14 – À deriva (Gajo Loko e Fernando Oliveira)

Ficha técnica “Só Há um Caminho a Seguir”:

Produção: Jimmy London e Fernando Oliveira
Engenheiro de Gravação: Jorge Guerreiro
Assistente de Gravação: Pedro “Faucom” Richaid
Gravação: Casa do Mato, Melhor do Mundo Studios e Toca do Rato
Mixagem: Jorge Guerreiro – O Barquinho Estúdio
Masterização: Fábio Roberto
Direção de Criação: Kito Vilela
Ilustração e Design: Paulo Rocker
Fotos: Felipe Diniz (Estúdio do Alto)
Revisão: Rafael de Pino
Selo: Olga Music

A tripulação:


Jimmy London (Voz)
Fernando Oliveira (Banjo, Bandolim, Guitarra, Guipárra, Gaita, Violão, Resonator, trompete e Voz)
Kito Vilela (Guitarra, Violão e Voz)
Bruno Pavio (Baixo Elétrico e Baixo Acústico)
Gajo Loko (Acordeão, Piano, Órgão, Tuba e Tin Whistle)
Pedro Faucom Richaid (Bateria)

Participações especiais


Dennis Sieber (Backing Vocals)
Inferno de Lucas (Backing Vocals)
Allyson Campos (Violino)

O álbum “Jimmy & Rats – Só Há um Caminho a Seguir” foi gravado, mixado e masterizado entre janeiro de 2020 e fevereiro de 2021 na cidade do Rio de Janeiro-RJ, Brasil.

Ficha técnica – clipe ‘Pra nunca se entregar’

Direção: Bruno Rocha
Câmeras: João Bernardo Muniz, Fernando Duarte, Bruno Rocha
Direção de fotografia: Fernando Duarte
Edição: Bruno Rocha
Finalização: Bruno Rocha
Cor: Fernando Duarte
Assistência de direção: Roberto Rosendo
Fotografia still: Marcelo Santana
Making of: Jean Bordallo
Produção: Kito Vilela e Bruno Rocha
Gravação: Casa do Mato e Toca do Rato
Mixagem: Jorge Guerreiro – O Barquinho Estúdio
Masterização: Fábio Roberto
Produção musical: Jimmy London e Fernando Oliveira
Lançamento: Olga Music

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Hoje no Metal: Mr. Big – Lean Into It do Mr. Big completa 30 anos

Hoje no Metal: Mr. Big - Lean Into It do Mr. Big completa 30 anos

Mais um trintão na área!!! E na data de hoje 26/03 só que em 1991 saiu um baita disco de hard rock. É o segundo disco do fantástico Mr. Big.

Ouvi esse disco pela primeira vez na casa de um amigo, que amava rock progressivo. Eu tinha cerca de 12 anos e saí de lá com uma fitinha k7 com ele gravado. E agora estou aqui, 30 anos depois escrevendo sobre esse trabalho!

Um disco que além da sonoridade absurda é recheado de excelentes músicas e tem uma tremenda capa! E você sabia que essa foto é real? Sim! Foi tirada de um acidente ocorrido em 22 de outubro de 1895 na França, mais precisamente na estação Montparnasse em Paris.

Mr Big

O descarrilamento de Montparnasse

O descarrilamento de Montparnasse ocorreu às 16h do dia 22 de outubro de 1895, quando o Granville – Paris Express invadiu a parada de segurança em seu terminal Gare Montparnasse . Com o trem vários minutos atrasado e o maquinista tentando recuperar o tempo perdido, ele se aproximou da estação muito rápido e houve uma falha ao aplicar o freio a ar do trem. Depois de passar pela parada intermediária, o trem cruzou o saguão da estação e se chocou contra a parede da estação; a locomotiva caiu na Place de Rennes abaixo, onde ficou de bico. Embora os passageiros tenham sobrevivido, uma mulher na rua abaixo foi morta ao cair de alvenaria. (Fonte: Wikipédia: https://en.wikipedia.org/wiki/Montparnasse_derailment)

By Photo credited to the firm Levy & fils by this site. (It is credited to a photographer "Kuhn" by another publisher [1].) - the source was not disclosed by its uploader., Public Domain, https://commons.wikimedia.org/w/index.php?curid=710925
By Photo credited to the firm Levy & fils by this site. (It is credited to a photographer "Kuhn" by another publisher [1].) - the source was not disclosed by its uploader., Public Domain, https://commons.wikimedia.org/w/index.php?curid=710925
By Arqueos Weiss from Santa catarina, Brasil - Trem, CC BY 2.0, https://commons.wikimedia.org/w/index.php?curid=4116776
By Arqueos Weiss from Santa catarina, Brasil - Trem, CC BY 2.0, https://commons.wikimedia.org/w/index.php?curid=4116776

Lean Into It e as suas curiosidades

Já nos solos de “Daddy, Brother, Lover, Little Boy”, Gilbert e Sheehan usam furadeiras sem fio sobre as cordas, uma técnica que ele começou a usar em seus tempos de Racer X. E que mais tarde foi usada por Eddie Van Halen em “PoundCake”, que está presente no disco For Unlawful Carnal Knowledge, lançado meses depois.

Todas as faixas também são muito fortes! Gosto muito de “Voodoo Kiss” com licks de guitarra contagiantes e aquele boogie do Aerosmith dos anos 70 em “My Kinda Woman”.

O prefixo CDFF que aparece na quarta faixa: “CDFF” de “Lucky This Time”, nada mais é do que a canção “Addicted to That Rush”, do álbum de estréia da banda tocada em uma velocidade de reprodução super alta. Então, o “CDFF” é a sigla para “Compact Disc Fast Forward”, “CDFF” também é a estrutura de acordes da música: Dó Re Fa Fa (Obrigado Júnior!).

Meu velhinho Lean Into It do Mr. Big de 94
Meu velhinho Lean Into It do Mr. Big de 94

Rompendo barreiras

O lançamento do “Lean into It” do Mr. Big foi tão inovador, que pela primeira vez a banda alcançou a posição 15 na Billboard 200 , já o single ” To Be with You ” se tornou a primeira e única música da banda a atingir o número 1 na Billboard Hot 100. O single seguinte, ” Just Take My Heart “, foi um hit no Top 20, chegando ao número 16 na Billboard Hot 100.

Fim de uma era...

E o disco fecha com a belíssima “To Be with You”. Talvez um momento pragmático para o estilo, que na minha humilde opinião fechou todo um ciclo de grandes bandas de Hard Rock e Hair Metal, que foram simplesmente ignoradas pelo público e o mercado com o surgimento do grunge.


Então é isso! Vamos curtir hoje essa beleza de trabalho! E lembrar com saudosismo o quanto o Hard Rock ou Hair Metal, como preferir, era maravilhoso de ouvir e curtir! Com músicos talentosíssimos!

Ficha técnica

Faixas:

01. Daddy, Brother, Lover, Little Boy (The Electric Drill Song)
02. Alive and Kickin
03. Green-Tinted Sixties Mind
04. CDFF-Lucky This Time
05. Voodoo Kiss” Martin
06. Never Say Never
07. Just Take My Heart
08. My Kinda Woman
09. A Little Too Loose
10. Road to Ruin
11. To Be with You

Formação:

Eric Martin – vocais principais, palmas
Paul Gilbert – guitarra elétrica, violão acústico, palmas, backing vocals, furadeira elétrica
Billy Sheehan – baixo, palmas, backing vocals, furadeira elétrica
Pat Torpey – bateria, percussão, palmas, backing vocals

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Sobre
o autor...

Filipe Souza

Filipe Souza

[Editor / Jornalista]
E-mail: contato@filipesouza.com.br
Fundou o Metal Zone em 2000. Aficionado por música, livros, games, filmes e HQs. Ama Bukowiski, Stephen King, Tolkien e Neil Gaiman. Adoro o Batman e o Homem Aranha, mas não deixa de curtir Hqs alternativos.

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Sepultura: 30 anos de Arise - 25/03/91
Sepultura: Arise 30 anos

Hoje no Metal:
Sepultura - Arise - 25/03/91

Quem aí lembra desse dia? Eis que temos um 25 de março de 1991 emblemático e muito importante para uma banda. Esse dia ficou marcado na história do Thrash Metal. O nosso Sepultura presenteava o mundo com Arise. O disco foi produzido por Scott Burns, que na minha opinião já produziu os melhores discos de Death/Thrash.
 
Esse é o quinto trabalho dos brasileiros, se contarmos o split com o Overdose, se você não quiser contar, então esse é o quarto trabalho de estúdio da banda.
 
Um disco que abriu portas absurdas para o Sepultura: tocaram na segunda edição do Rock In Rio, realizaram um show gratuito na Praça Charles Miller em São Paulo. Fizeram uma turnê monstra na Europa, tocaram com Ozzy na No More Tours, com o Motorhead na Alemanha, com Sacred Reich, Napalm Death, Ministry, Helmet. Gravaram um VHS animal em Barcelona, o Under Siege (Live in Barcelona). É de chorar de tão lindo.
 
São 30 anos de história! E uma foto do meu disquinho surrado pra dédeu!!!
 
São 30 anos né?
 
Vamos curtir?

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Filipe Souza

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Fundou o Metal Zone em 2000. Aficionado por música, livros, games, filmes e HQs. Ama Bukowiski, Stephen King, Tolkien e Neil Gaiman. Adoro o Batman e o Homem Aranha, mas não deixa de curtir Hqs alternativos.

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Venom Inc.: Tony Dolan revela música nova e Mantas fala sobre a pandemia

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Criado em meio à pandemia, o canal do Youtube HEAVY CULTURE surgiu da necessidade de apresentar ao público conteúdo original, mas antes de tudo, de reunir um grupo de amigos para discutir sobre Heavy Metal e conversar com seus ídolos musicais, como Chuck Billy (Testament), Mantas (Venom Inc.), Frank Blackfire (Sodom), Eric Forrest (E-Forec, ex-Voivod), Karl Willets (Memoriam) e dezenas de outros nomes. A equipe possui uma extensa folha corrida de experiência com Heavy Metal, e conta com Jorge Krening (ex-colaborador das revistas Roadie Crew, Lucifer Rising e site Metal Attack), Ivan Fabio Agliati (guitarrista e vocalista do Silent Empire) e Miguel Martins (guitarrista e responsável pela Get a Voice Portugal – empresa de gravação de voz para plataformas e experiência na mídia radiofônica desde a década de 1990), este último correspondente direto de Portugal. Além do staff permanente, o canal conta com diversos convidados especiais ao longo das entrevistas.

E no mais recente episódio do canal, realizado no dia 23 de março, o trio conversou com o baixista e vocalista e simpaticíssimo Tony “Demolition Man” Dolan, do Venom Inc., além da presença do convidado especial Jay Roxx, vocalista da banda Sixty Nine Crash e integrante do Canal Resenhando Rock, e no finalzinho da entrevista, a participação mais do que especial e inesperada do lendário Jeff “Mantas” Dunn. Dentre os assuntos abordados, destacam-se informações sobre o novo álbum do Venom Inc., que segundo Tony, já possui uma música confirmada: “Tyrant”. Além disso, ele comentou que o Venom foi uma de suas primeiras influências, ao lado de outros medalhões: “Minhas influências foram Motörhead, Punk Rock, Kiss, Judas Priest, e eu pude ser influenciado pelo Venom, porque eles eram meus amigos, eram meus amigos gravando discos, pessoas que eu conhecia gravando discos… Eu conheço aquelas pessoas, eles vivem onde eu vivo! Então para mim era como “uau!”.

Já com o guitarrista Mantas no bate-papo, foi abordado inclusive a pandemia, com Mantas dando um recado: “Quando eu vejo as filmagens das pessoas na linha de frente, sobre tudo o que precisam fazer… Nós perdemos trabalhadores da linha de frente, nós perdemos médicos, nós perdemos enfermeiros, e isso tem sido uma guerra de trincheiras, estas pessoas têm sido nossos militares contra esse inimigo desconhecido”.

Na próxima semana, no dia 30/03, o HEAVY CULTURE receberá mais um ilustre convidado especial: Brial Slagel, fundador da gravadora Metal Blade. Já no dia 06/04 será a vez do produtor Randy Burns. No dia 13/04 o programa receberá Fred Estby (Dismember) e no dia 20/04 John Gallagher (Raven). O programa vai ao ar sempre às terças-feiras, às 19h.

Confira o bate papo com Tony Dolan e Mantas:

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Foi lançado neste sábado o vídeo clipe da música “Sem Despedida”, veiculado inicialmente no festival internacional Raven Fest – International Dark Edition, organizado pela banda Wolfheart and the Ravens.

A música faz parte do último álbum da banda, “Isolamento: Do Silêncio à Poesia”, uma verdadeira ode ao Gothic/Doom Metal com letras que retratam exatamente todo o sofrimento que o mundo tem passado por causa da pandemia, e principalmente o Brasil, um dos mais países com mais casos confirmados e mortes do mundo. Com a rapidez da disseminação e milhares de mortes por dia, “Sem Despedida” se torna o lamento de quem não pode se despedir de seus parentes e amigos, uma situação desoladora e que tem afetado toda a população.

Neste trabalho, produzido pela Spell Music Videos, sob o comando de William Ferreira, o ODE INSONE teve todo o cuidado e empatia em musicar um sentimento tão forte, que é a perda de um ente querido e a impossibilidade de dar um último adeus. A música também foca na falta de empatia das pessoas, que não tomam todos os cuidados de distanciamento necessários, resultando em mais e mais casos de COVID-19 sendo confirmados todos os dias. O vocalista Tiago Monteiro deixa sua opinião: “Nosso estilo musical trata da tristeza, da solidão, da amargura, essa é nossa forma de expressar nossos sentimentos, mas também queremos ver um pouco de esperança nesse cenário que vivemos…. O quão ruim é não poder dar um último adeus em quem amamos? Infelizmente são muitos os culpados de estarmos nesta situação tão aterradora, mas vamos ser fortes e seguir em frente, tendo a música ao nosso lado para combater toda a ansiedade que possamos ter”.

 

Além disso, a banda também figurou em uma matéria no site Metal Hammer Portugal, onde figuraram com outras conterrâneas em “Condenados e entorpecidos: 10 bandas brasileiras de doom/stoner/sludge que tens de conhecer”, destacando: “A sonoridade transita entre o melodic death metal, doom metal e estaciona no gothic praticado na década de 90. As letras em português são ricas em poesia e de recursos filosóficos. A adição de vozes femininas rendeu à banda novas possibilidades e ainda mais beleza à sua personalidade”.

Confira:

Condenados e entorpecidos: 10 bandas brasileiras de doom/stoner/sludge que tens de conhecer

 

Ouça “Isolamento: Do Silêncio à Poesia” no Spotify:

 

Ouça “Isolamento: Do Silêncio à Poesia” no Youtube:

 

Créditos da foto: Dimitri Cabral

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