NEWSONIC: baterista André Almeida deixa o line up do grupo carioca

O baterista André Almeida não faz mais parte do line up da banda carioca . O grupo se encontra testando novos músicos para o posto deixado por André, neste mês de outubro, e o anúncio do seu substituto ocorrerá em breve.

Em paralelo, os membros remanescentes do NEWSONIC continuam em estúdio trabalhando no processo de produção do seu novo álbum, intitulado “Vorax”. O referido trabalho está sob a produção de Celo Oliveira e co-produzido pelo vocalista Anderson Khross.

Em paralelo, a turnê que o grupo realizaria na Europa neste ano de 2017 foi adiada para o segundo semestre de 2018, sendo ela em suporte ao vindouro debut álbum “Vorax”.

Para mais informações sobre as atividades da banda NEWSONIC e dos demais clientes da empresa, basta entrar em contato com a MS Metal Press através do e-mail contato@msmetalagencybrasil.com.

CYDONIA: confirmada em importante coletânea na Europa

A banda CYDONIA foi confirmada no segundo volume da coletânea “The Gates of Brazilian Metal Scene”, que será lançada nos formatos físico e digital, no próximo dia 15 de dezembro.

O grupo fará parte do material com a faixa inédita “Questão de Sobrevivência”, e que estará presente no seu vindouro debut álbum.

Este projeto será dividido em cinco volumes, que revisitará toda carreira dos três da agência, com artistas atuais do cast, além dos que já passaram pelo mesmo e os que serão futuros lançamentos da empresa.

O material terá caráter promocional, e toda sua tiragem física servirá para abastecer o mercado europeu, sendo distribuído para veículos de imprensa, promoters e fãs do Metal brasileiro no velho mundo.

Track List:

01. Almah: Age Of Aquarius
02. Xakol: Metal For Demons
03. Thiago Bianchi’s Arena: Woman In Chains
04. Blackdome: The Chaos Suite
05. Drearylands: Collateral Damage
06. Brightstorm: Into My Skin
07. Apoteom: Collapse
08. Arcantis: The Legend Of Life
09. Phelan: Storm Eagle
10. The Undead Manz: Fearless
11. Mask Of Semblant: War
12. Mystic Horizon: Endless Nightmare
13. Inner Call: Hades
14. Cydonia: Questão de Sobrevivência
15. Levitate A.D.: Paranóia
Para mais informações sobre as atividades da banda CYDONIA e dos demais artistas da empresa, basta entrar em contato com a MS Metal Press através do e-mail contato@msmetalagencybrasil.com.

Freaky Jelly confirma show com as bandas Aeon Prime e Magna Trip no Café Aurora em SP nesta sexta-feira

A banda paulistana Freaky Jelly encerra o ano de 2017 realizando um mini festival com os grupos Aeon Prime e Magna Trip no Café Aurora, nesta sexta-feira, dia 8 de dezembro, no Café Aurora, à partir das 22 horas. Os ingressos custam apenas 20 reais e serão vendidos na portaria do Café Aurora ou diretamente com a banda no Facebook oficial. Confira serviço completo abaixo.

Diretamente de São Paulo, a Freaky Jelly é uma banda autoral de metal progressivo. Com influências do tradicional Rock progressivo até o Hard Rock, a sonoridade passeia pelo Heavy Metal em todos os gêneros. A banda foi formada em 2013 pelo guitarrista André Faustino (ex-Autopsy, Icarus, Vexus, Eve), o baixista Rafael de Paula e o baterista Mauricio Gross.

Antes de iniciar as composições do que se tornaria a Freaky Jelly, a banda apenas apresentava covers de clássicos do rock. Em 2014, as primeiras composições foram finalizadas pela banda e o time foi completado pelo tecladista Julio Vince e o vocalista Ricardo De Stefano.

O álbum de estreia “Reverse” foi gravado no estúdio GR, em São Paulo, e tem 9 músicas ao todo. As letras falam sobre as relações da vida, sobre a vida cotidiana e as últimas músicas são parte de uma trilogia chamado “Behind The Memories”. Como na vida, as composições são regidas pelas mudanças de clima – ora calmo e suave, às vezes rápido e agressivo.

FREAKY JELLY:
Ricardo De Stefano – vocal
André Faustino – guitarra
Rafael de Paula – baixo
Julio Vince – teclados
Mauricio Gross – bateria

O Aeon Prime é uma banda guarulhense de heavy metal autoral formada por Michel de Lima (vocais), Yuri Simões (guitarra), Felipe Mozini (guitarra), André Fernandes (baixo) e Rafael Negreiros (bateria). Fundada em 2008, a banda entrou em estúdio pela primeira vez em 2010, para registro do EP “The Poet and the Wind“. Já em 2015, o grupo decidiu dar mais um passo em sua trajetória musical e fechou contrato com o Estúdio Masterpiece para a gravação do primeiro álbum completo. “Future Into Dust” conta com 10 faixas que trazem melodias simples e criativas, um interessante trabalho de guitarras, linhas de baixo precisas e bastante peso na bateria. Se, por um lado, a banda concentra-se num som mais próximo ao metal clássico, por outro, há uma clara tentativa em não soar datada ou excessivamente simplista, mantendo a originalidade e a pa ixão pela boa composição.

AEON PRIME:
Michel de Lima – Vocal
Felipe Mozini – Guitarra
Yuri Simões – Guitarra
André Fernandes – Baixo
Rafael Negreiros- Bateria

A banda Magna Trip foi criada em 1997 com uma sonoridade ímpar e letras que retratam o cotidiano criam uma identificação imediata. Não fique surpreso se as canções grudarem em sua mente, assim são seus sons. Em estúdio, trabalhando novas composições, a banda regravou a música “Além dos Muros” e produziu um clip para divulgar.

MAGNA TRIP:
Sergio Navarrete – Bateria
Edson Navarrete – Guitarra
Arnaldo – Vocal
Vermelho – Guitarra
Mitché – Baixo

SERVIÇO:
Freaky Jelly lança álbum “Reverse”
Bandas Convidadas: Aeon Prime e Magna Trip
Local: Café Aurora
Endereço: Rua Treze de Maio, 112, Bela Vista – São Paulo/SP
Horário de abertura da casa: 22h
Início dos shows: 22h30
Ingresso na porta: R$ 20

Links Relacionados:
https://www.facebook.com/freakyjelly
https://www.facebook.com/MagnaTrip/
https://www.facebook.com/AeonPrime

Fonte: TRM Press

Atropina – Malevs Maleficarvm

O nome da banda Atropina é originado de um medicamento que age no sistema nervoso. O composto inibe a atividade de alguns neurotransmissores. É muito usado para o Mal de Parkinson. Mas com essa banda parece que o efeito é contrário. O Death Metal do grupo gaúcho é rápido, pesado e muito bem executado. Não tem como inibir a vontade de sair agitando.

A banda já tem estrada e está na ativa desde meados da década de 90. Em 1996 lançaram seu primeiro trabalho de estúdio “Louvar a tudo por nada” e em 2001 o segundo disco “Santos de Porcelana”. Cantando em português o grupo faz suas críticas ácidas ao cristianismo.

Após dez anos de hiato o grupo retorna com um excelente trabalho independente. Em Malevs Maleficarvm a banda Atropina simplesmente aniquila o ouvinte com o instrumental muito bem executado.

A produção do álbum está muito boa o que permite ouvir bem as letras em português e os instrumentos. E o instrumental é uma verdadeira ode apocalíptica à destruição. Com bateria na velocidade de luz, mas sem deixar de ser técnica e ótimos solos de guitarra o cenário perfeito para o pesadelo sonoro oferecido pelos gaúchos.

Após a intro “Inquisição” a faixa “Submundo” já é um ótimo demonstrativo do que é o álbum: pesada e tradicionalmente Death Metal. A terceira faixa “Incitação ao Nada” segue a mesma linha e é tão frenética quanto a sua antecessora.

O CD muda completamente de cenário após a quarta música: Malevs Maleficarvm. Essa quarta faixa além de ser a minha favoritad o disco tem uma letra muito interessante. A música versa sobre o livro Malevs Maleficarvm, que serviu como um manual para caçar, julgar e torturar mulheres acusadas de bruxaria no século XVI. Vale lembrar que a banda holandesa Pestilence também abordou esse tema que serviu de título para o primeiro disco do grupo lançado em 1988.

A quinta música “Nocivo Sorrateiro” começa de forma cadenciada, mas em pouco tempo já se torna um pesadelo. A “slayeriana” – “Medo da Vingança” é rápida, mais uma ótima faixa com uma aula de bateria. O CD fecha muito bem com “Psicopata” mais uma música tradicional de Death Metal.

Com poucas bandas fazendo Death Metal cantado em português, a Atropina o faz com maestria. As letras ficaram ótimas em nosso idioma nativo e engrandeceu ainda mais o trabalho dos caras.

Os fãs do estilo que estão em busca de novidades já podem providenciar uma cópia desse trabalho.

 

Gênero: Death Metal
País: Brasil
Versão: Importado
Tipo: CD
Faixas:
01. Inquisição
02 – Submundo
03 – Incitação ao Nada
04 – Mallevs Maleficarvm
05 – Nocivo Sorrateiro
06 – Medo da Vingança
07 – Psicopatia
08 – Teoria Apocalíptica

Andralls – Breakneck

A banda Andralls já chegou a seu quinto disco de estúdio, a banda paulista que está na ativa desde 1998, se consagra como um dos grandes nomes do Thrash Metal nacional.

Multiplicando o poderio de fogo dos álbuns anteriores, o grupo oferece aos fãs de Thrash Metal um álbum com doses cavalares de riffs, solos e peso animalesco. O trio é de um poder de fogo alucinante.

A desgraceira Thrash começa com a singela e meiga “Under the Insanity”, caso você sobreviva as marretadas de riffs e bateria, então estará apto para tomar mais porrada com “Rising From the Shell” e a quase Slayer: “Eye for an Eye”.

Ouvir um CD que começa logo de cara com três sons de moer o cérebro pode fazer você pensar que a banda vai relaxar… Nem sonhando! E digo mais, se o álbum acabasse com as três músicas seguintes: “Lost in Heaven, Found in Hell”, “Maze of Confront” e “The Legacy of Violence”, na boa, já estava de bom tamanho.

Só que o CD não acabou na sexta música. A sétima faixa “Enemy Within” explora ainda mais a veia Thrash da banda e por todos os lados eclodem riffs que deixarão o ouvinte atordoado. Em “Clenched Fist Up” e “Land of Disgrace” a banda mantém o ótimo nivel de suas composições. A música “Policia Asesina” é outro grande destaque do disco. Cantada em espanhol, a faixa contém a participação especial de Tono e Raul da banda de Grindcore/Death Metal espanhola Rato Raro. Para fechar o disco e concluir com fratura exposta nos ouvintes: “Lite Fuse” e “Bloodshed”.

A produção do disco, que aliada a qualidade das músicas já tornam esse trabalho um item obrigatório para os fãs do estilo. A arte da capa e toda a parte gráfica como sempre arrebentou mais uma vez! Muito bem feito! É um disco que vai demorar um pouco para sair do CD-Player.

 

Gênero: Thrash Metal
País: Brasil
Versão: Nacional
Tipo: CD
Faixas:
01. Under the Insanity
02. Rising From the Shell
03. Eye for an Eye
04. Lost in Heaven, Found in Hell
05. Maze of Confront
06. The Legacy of Violence
07. Enemy Within
08. Clenched Fists Up
09. Land of Disgrace
10. Policia Asesina
11. Lit Fuse
12. Bloodshed

Pop Javali – The Game of Fate

Não se deixe impressionar pelo nome um pouco exótico da banda. Garanto que vocês estão diante de um das melhores revelações do Hard Rock nacional dos últimos anos. Assim como foi o Dr. Sin, a Pop Javali é uma banda que vai ainda dar muito que falar no cenário nacional.

O trio, que foi formado em 1992, já está em seu segundo álbum. O primeiro foi lançado em 2011. A banda já abriu shows para grandes nomes como Deep Purple e Uriah Heep.

E agora em 2014 lançam o fabuloso “The Game of Fate”. O CD foi produzido pelos irmãos Ivan e Adrian Busic do Dr. Sin. E o trabalho de produção ficou muito bom.

Mesclando Hard Rock com um toque de Rock Progressivo o grupo ganha o ouvinte já nas primeiras músicas. Quando os acordes iniciais de “Lie to Me” se propagam no ambiente a qualidade do material dessa banda fica evidente. É um Hard Rock melódico, com peso na medida certa. E as músicas “Healing no More”, “Mindset” e “Road do Nowhere” são prova incontestável. O Refrão de “Healing no More” fica na memória por dias.

Depois de algumas faixas melódicas o peso aumenta a partir da quinta faixa “Free Men”, mas sem perder melodia e virtuosismo. As músicas ficam mais pesadas e a veia progressiva do grupo se torna mais latente.

O vocalista e baixista Marcelo Frizzo tem uma ótima voz que casou muito bem com as composições. No geral o CD é bem uniforme nas composições, todas são muito boas. Além das faixas já mencionadas, destaco ainda: “Enjoy Your Life”, “I Wanna Choose”, mas uma que me deixou perplexo com a qualidade é a faixa título “The Game of Fate”. Em seus pouco mais de oito minutos de duração, acredito que a banda transbordou um balde de influências, pois se ouve um pouquinho de cada banda legal que talvez faça parte da trajetória musical do Pop Javali. É um pouco de Rush, Mr. Big, Queensryche (pós Empire) entre outros sons ótimos!

Esse é um trabalho indicado para fãs de diversos estilos, já que agrada aos ouvidos como poucos. E uma dica para os selos e distribuidoras do país: – não deixem passar a oportunidade de trabalhar com esses caras.

Gênero: Hard Rock
País: Brasil
Versão: Nacional
Tipo: CD
Faixas:
01. Lie to Me
02. Healing no More
03. Mindset
04. Road to Nowhere
05. Free Men
06. Time Allowed
07. A Friend That I ve Lost
08. Wrath of The Soul
09. Enjoy Your Life
10. I Wanna Choose
11. The Game of Fate
http://popjavali.com.br/

Makabro – Makabro

Toda a morbidez da banda já impressiona logo pela capa. Lembra alguma cena de terror B do cinema nacional. Já o Grindcore macabro e doentio do grupo não deixa dúvidas: tirem as crianças da sala e que esse som não caia nos ouvidinhos despreparados, pois sangrarão.

Toda essa desgraceira é cantada em português, o que não fará diferença alguma se você não tiver as letras em mãos. Mesmo a banda investindo no clássico e tradicional Grindcore, ou seja, podre, direto, rápido e sujo, conseguem deixar o estilo mais interessante. E seguindo a cartilha do gênero, a demo toda não chega aos 15 minutos.

Os títulos das músicas bem como suas letras são ótimos. Entre os destaques da demo fico com a faixa que abre o trabalho: “O ultimato vem do espaço”, incluo na lista “a canção dos mortos-vivos”, “juramento macabro”, “sem mais nascer do sol”, “a arvore da maldição” e para fechar “zombie fashion week”, uma ótima crítica aos modos ditatoriais como são conduzidos os desfiles de moda.

O trio formado por: Dino Barcelos (vocal), Charles Carvalho (guitarra), Robinho Santos (bateria) são da cidade de Resende, no interior do Rio de Janeiro. A banda foi formada em 2013 e mesmo sendo um grupo novo, o trio já tem tudo para se destacar no cenário da música extrema nacional.

A produção da demo está muito boa, eu esperava algo podre e mal gravado, como muito do material dos mestres belgas Agathocles! E foi justamente o contrário: trabalho altamente profissional.

As gravadoras e distribuidoras independentes que estão à procura de bandas novas para lançar, um conselho: – vale a pena conferir esse trabalho dos caras.

Confira abaixo a demo na íntegra e compartilhe esse material.

 

Gênero: Grindcore
País: Brasil
Versão: Nacional
Tipo: Demo
Faixas:
01. o ultimato vem do espaço (2:20)
02. abdução escravista (0:44)
03. nas sombras (0:47)
04. névoa de sangue (0:56)
05. sob a escuridão (1:23)
06. inteligência artificial sobrenatural (1:11)
07. seres rastejantes (1:47)
08. a canção dos mortos-vivos (1:17)
09. juramento (0:56)
10. sem mais nascer do sol (0:48)
11. a árvore da maldição (1:14)
12. zombie fashion week (1:20)
http://makabro.bandcamp.com/

Parágonia – Compilation Vol 1

Excelente compilação do que tem de melhor no catálogo da Distro Rock Records somente com bandas do Pará. O estado se tornou celeiro de ótimas bandas nas mais diversas vertentes do metal. E prova disso é essa coletânea com 15 grupos que variam entre Death Metal, Thrash Metal , Black Metal e Power Metal.

Entre os destaques eu fico com o Thrash/Death alucinado do A Red Nightmare, na sequencia o Adipocera cantando em português e investindo em um Thrash Metal rápido e muito pesado, com destaque para as guitarras. Apostando no Thrash Metal oitentista e cantando em português a banda Antcorpus representa muito bem o estilo.

Já o Death Metal carregado, pesado e soturno do Antrofetido é outro grande momento do CD. A quinta faixa do play é da banda Anubis que apresenta um Thrash Metal de altíssimo nível e com um instrumental de qualidade ímpar. Representando o Hardcore a banda Delinquentes deixa seu recado muito bem mandado sendo pesado e melódico ao mesmo tempo. A bateria e o baixo fizeram um show a parte na introdução da canção “Soterrados”. A banda Dercy Gonçalves traz um Grindcore de respeito e com seus rápidos 52 segundos.

O Black Metal está presente na coletânea com a Eternal Darkness. A banda é crua, ríspida e insolente com a pomposa “Orchestrator Ov Tridents Domination and Chaos”. Mais um grande grupo de Thrash/Death com riffs matadores é o Hellride. O grupo lembra bandas mais modernas do estilo, com bases rápidas e vocal gutural. A banda Inferno Nuclear é uma ótima aposta no Thrash Metal oitentista. O MNR é mais um representante do Grindcore e mandou muito bem. A Mitra faz um Power Metal com instrumental calcado em bandas como Iron Maiden e Hammerfall. Muito bom o grupo, já que é pesado e melódico, mas sem soar cansativo.

Caminhando para as três últimas faixas do CD a banda NDVB manda muito bem com “Cachaça do Despacho” e seu Thrash/HC muito rápido e sem tempo para o ouvinte tomar folego. A banda Scream of Death flerta com o Thrash e Death metal com maestria. E fechando a coletânea temos o Power Metal caprichado da ThunderSpell. Com ótimo instrumental a banda executa a canção “Shadows Zone”.

 

Gênero: Thrash Metal
País: Brasil
Versão: Nacional
Tipo: Compilação
Faixas:
1-INFERNO NUCLEAR (Thrash metal))
2-ANTROFETIDO (Death metal)
3-A RED NIGHTMARE (Metal Core)
4-MANDUCA NA ROÇA (Grindcore)
5-ETERNAL DARKNESS DCLXVI (Black Metal)
6-SCREAM OF DEATH (Death Metal)
7-N.D.V.B (Thrash Crossover)
8-ANTICORPUS (Thrash Metal)
9-ADIPOCERA (Crossover)
10-MITRA (Heavy Metal)
11-ANUBIS (Thrash Metal)
12-THUNDERSPELL (Heavy Metal)
13-DELINQUENTES (Hardcore)
14-DERCI GONÇALVES (Grindcore/Crust)
15-HELLRIDE (Thrash Metal)

Kreator

kreator

Originários de Essen, na Alemanha, o Kreator surgiu por volta de 1984, ainda com o nome de Tormentor. O trio era formado por Milan “Mille” Petrozza (guitarra e vocal), Rob Fioretti (baixo) e Jörgen “Ventor” Reil (bateria).

Já conhecidos como Kreator, o primeiro álbum da banda foi lançado em 1985, pela gravadora alemã Noise, que os contratou pela sonoridade agressiva e poderosa. Mesmo com a produção do álbum simples, o disco foi muito procurado pelos fãs da crescente cena alemã de thrash metal.

Rumo ao topo, em 1986 o Kreator lança seu segundo álbum batizado de “Pleasure To Kill”, e nesse ano o trio vira quarteto com a entrada de Jorg Tritze como segundo guitarrista.

Já bem conhecidos na Europa, a banda lança em 1987 o EP “Flag Of Hate” e no ano seguinte o excelente álbum “Terrible Certainty”. Em 1988 o grupo sofre sua primeira mudança de formação, sai o guitarrista Tritze e entra Frank “Blackfire” Gosdzik, recém-saído do Sodom. Frank participou no mesmo ano da gravação do EP “Out Of The Dark, Into The Light”.

Com a formação já estabilizada o Kreator lança álbuns que se tornaram clássicos do thrash metal mundial. Começando por “Extreme Agression” lançado em 1989, onde o destaque fica com a faixa “Betrayer”, que inclusive teve video-clip. Mas é em 1990 que a situação fica melhor ainda para a banda, o lançamento de “Coma Of Souls”, grandes tours pelo mundo e o excelente home-vídeo “Hallucinative Comas”. Assim, o Kreator inicia a década de noventa com o pé direito.

Anos 90: Do industrial ao flerte gótico

Alguns críticos e fãs mais ardorosos do grupo dizem que o ano de 1992 foi um tanto confuso para o Kreator. Isso acontece devido ao lançamento de “Renewal”, o sexto trabalho de estúdio do grupo.

A sonoridade mais crua e violenta registrada no começo da carreira aliado ao som técnico e trabalhado dos dois últimos álbuns foram colocados de lado. A banda apostou em uma sonoridade mais industrial, com solos curtos e precisos. Os vocais de Mille sofreram enormes mudanças de timbre, chegando a ficar irreconhecível no cd. Mas esses fatores em momento algum tiraram o mérito do grupo, já que o álbum possui excelentes músicas como: “Europe After the Rain” e “Renewal”, a faixa título.

Os fãs mais antigos e parte da mídia “especializada” torceu o nariz para essa “renovação” da banda. Renewal, marca a despedida de dois integrantes, o baterista Ventor que foi substituído pelo ex-batera do Whiplash, Joe Cangelosi e o baixista Rob Fioretti substituído por Christian Geisler. Ambos estavam na banda desde seu início. E foi na turnê de Renewal que o Kreator estreou em solo brasileiro em 1992.

Em 1995 após o lançamento do álbum “Cause For Conflict”, a banda passa por uma nova mudança, sai o guitarrista Gosdzik e no seu lugar entra Tommy Vetterli (Ex-Coroner), além disso, Mille consegue trazer de volta o excelente baterista Ventor.

Mais de dez anos se passaram desde o primeiro álbum e nada melhor que uma coletânea para mostrar aos novos fãs o que a banda já fez. E é isso que o Kreator justamente faz. Em 1996 “Scenarios Of Violence” é lançado. No ano seguinte a banda passa por mais uma renovação sonora com o lançamento do obscuro e atmosférico “Outcast”.

Seguindo esse novo direcionamento musical em 1999 o Kreator lança mais um excelente álbum, “Endorama”. Esse trabalho da banda ainda trouxe um Kreator com sonoridade técnica, mas as musicas ficaram arrastadas, com atmosferas soturnas e algumas melodias meio góticas. Esse álbum traz a participação especial de Tilo Wolff vocalista do Lacrimosa.

Nova era: retorno às raízes Thrash

Com mais uma coletânea “1985-1992 Life Past Trauma”, lançada em 2000 a banda preparou sua volta às raízes thrash metal. E o lançamento de “Violent Revolution” em 2001 é uma mostra disso, sem tirar em momento algum o pé do acelerador. A banda visitou o Brasil novamente para shows com o Destruction.

Para comemorar a boa fase da banda, o Kreator lançou em 2003 o cd e dvd: Live Kreation. O material reúne músicas gravadas ao vivo em diversas cidades do mundo, inclusive no Brasil.

Se o Kreator já havia dado provas mais do que suficientes em Violent Revolution, que havia retornado as suas raízes thrash metal, com Enemy Of God (2005) a sentença foi cumprida. Até hoje a banda colhe os ótimos frutos desse lançamento. Considera um dos melhores álbuns de 2005, Enemy of God levou novamente o nome da superpotência do thrash metal alemão às alturas. Mais uma vez a banda retorna ao Brasil, que parece ser destino garantido para suas turnês.

Com as ótimas apresentações pelo mundo da tour de Enemy of God, em 2008 o Kreator lança um dvd pra lá de especial. É At The Pulse Of Kapitulation resgata toda a energia de um show da banda, gravado com músicas de shows realizados pela banda em diversas partes do mundo. Um item indispensável para os fãs do grupo.

Seguindo a tradição de lançar ótimos cds, o grupo retorna em 2009 com mais um grandioso trabalho de estúdio: Hordes of Chaos. Com o mesmo line-up dos últimos trabalhos, o Kreator massacra o ouvinte com 12 explosões atômicas de thrash metal.

Discografia

Endless Pain

1985 Noise

  1. Endless Pain
  2. Total Death
  3. Storm of the Beast
  4. Tormentor
  5. Son of Evil
  6. Flag of Hate
  7. Cry War
  8. Bonebreaker
  9. Living in Fear
  10. Dying Victim

    Formação:
    Mille Petrozza
    Rob Fioretti
    Ventor

Pleasure To Kill

1986 Noise

  1. Intro (Choir Of The Damned)
  2. Rippin’ Corpse
  3. Death Is Your Saviour
  4. Pleasure To Kill
  5. Riot Of Violence
  6. The Pestilence
  7. Carrion
  8. Command Of The Blade
  9. Under The Guillotine

Formação:
Mille Petrozza
Rob Fioretti
Ventor

Terrible Certainty

1987 Noise

  1. Blind Faith
  2. Storming With Menace
  3. Terrible Certainty
  4. As The World Burns
  5. Toxic Trace
  6. No Escape
  7. One Of Us
  8. Behind The Mirror

    Formação:
    Mille Petrozza
    Jorg Tritze
    Rob Fioretti
    Ventor

Blood Fire Death

1989 Black Mark

  1. Odens Ride Over Nordland
  2. A Fine Day To Die
  3. The Golden Walls Of Heaven
  4. Pace Till Death
  5. Holocaust
  6. For All Those Who Died
  7. Dies Irae
  8. Blood Fire Death

Hammerheart

1990 Black Mark

  1. Revelation of Doom
  2. Total Destruction
  3. Born for Burning
  4. The Wind of Mayhem
  5. Bestial Lust
  6. Possessed
  7. The Rite of Darkness
  8. Reap of Evil
  9. Son of the Damned
  10. Sadist
  11. Return of the Darkness and Evil

Twilight Of The Gods

1991 Black Mark

  1. Twilight of the Gods
  2. Through Blood by Thunder
  3. Blood and Iron
  4. Under the Runes
  5. To Enter Your Mountain
  6. Bond of Blood
  7. Hammerheart

Requiem

1994 Black Mark

  1. Requiem
  2. Crosstitution
  3. Necroticus
  4. War Machine
  5. Blood And Soil
  6. Pax Vobiscum
  7. Suffocate
  8. Distinguish To Kill
  9. Apocalypse

Octagon

1995 Black Mark

  1. Immaculate Pinetreeroad #930
  2. Born To Die
  3. Psychopath
  4. Sociopath
  5. Grey
  6. Century
  7. 33 Something
  8. War Supply
  9. Schizianity
  10. Judgement Oppostcrity
  11. Deuce

Blood On Ice

1996 Black Mark

  1. Intro
  2. Blood on Ice
  3. Man of Iron
  4. One Eyed Old Man
  5. The Sword
  6. The Stallion
  7. The Woodwoman
  8. The Lake
  9. Gods of Thunder of Wind and of Rain
  10. The Ravens
  11. The Revenge of the Blood on Ice

Destroyer Of Worlds

2001 Black Mark

  1. Lake OF Fire
  2. Destroyer Of Worlds
  3. Ode
  4. Bleeding
  5. Pestilence
  6. 109
  7. Death From Above
  8. Krom
  9. Liberty & Justice
  10. Kill Kill Kill
  11. Suden Death
  12. White Bones
  13. Day Of Wrath

Nordland I

2002 Black Mark

  1. Prelude
  2. Nordland
  3. Vinterblot
  4. Dragons Breath
  5. Ring Of Gold
  6. Foreverdark Woods
  7. Broken Sword
  8. Great Hall Awaits A Fallen Brother
  9. Mother Earth Father Thunder
  10. Heimfard

Nordland II

2003 Black Mark

  1. Fanfare
  2. Blooded Shore
  3. Sea Wolf
  4. Vinland
  5. The Land
  6. Death And Resurrection Of A Northern Son
  7. The Messenger
  8. Flash Of The Silverhammer
  9. The Wheel Of Sun

origem

Suécia

Formação

Quorthon (Tomas Forsberg)
Vocais e todos os instrumentos

Sobre
o autor...

Filipe Souza

Filipe Souza

[Editor / Jornalista]
E-mail: contato@filipesouza.com.br
Fundou o Metal Zone em 2000. Aficionado por música, livros, games, filmes e HQs. Ama Bukowiski, Stephen King, Tolkien e Neil Gaiman. Adoro o Batman e o Homem Aranha, mas não deixa de curtir Hqs alternativos.

biografias

Resenhas de Cds

Em FOCO

play it loud!

At War

Para os amantes do thrash metal oitentista que não conhecem esse grupo americano não tem idéia do que estão perdendo. O At War é um exemplo clássico do estilo que borbulhou a década de 80.

A melhor forma para descrever o At War seria primeiro dizendo que o grupo é um mix de Venon + Motorhead + Carnivore (grupo fundado pelo vampirão Peter Steele – Type O Negative) e mais alguma coisa de Celtic Frost.

O trio de speed/thrash vem do Estado da Virgínia nos EUA. Foi formado em 1984 e lançou uma demo em 1985 chamada “Eat Lead”. O primeiro álbum da banda “Ordered to Kill” foi lançado em 1986. É um dos trabalhos mais originais dentro do thrash metal da época.

A produção desse debut não é das melhores, visto que a gravadora do grupo era a minúscula New Renaissance. Apesar disso o trio consegue incluir seu nome no cenário americano. Já em 1987 retornam com mais um trabalho. A banda solta o excelente “Retaliatory Strike” a produção não melhorou tanto e ficou a cargo de Alex Perialas e o ex baterista do Raven, Rob Hunter, mas quem se importa quando as músicas são de um poder de fogo ímpar?

Os três membros estavam em uma química perfeita para compor esse álbum. Bateria rápida, muitos solos e a voz de Paul Arnold afiadíssima. Do pouco que se sabe sobre o grupo é que em dezembro de 1986 fizeram uma tour pelos Estados Unidos com o Agnostic Front e abriram shows do Slayer e Possessed em Nova York.

Infelizmente não se encontra muito material da banda no mercado, até cds são difíceis de se achar. Mas os que gostam de bandas clássicas de thrash metal, não podem deixar de conferir esse grupo. A boa notícia é que em 2006 a banda publicou seu myspace e já anunciou seu retorno com direito a um novo álbum e um show previsto para acontecer em agosto de 2007.

 

Gênero: Thrash Metal
País: Estados Unidos da América

Formação mais Recente:
Paul Arnold – Baixo/Vocal
Shawn Helsel – Guitarras
Dave Stone – Bateria

http://www.atwartheband.com