50 anos de Sticky Fingers dos Rolling Stones

50 anos de Sticky Fingers dos Rolling Stones

Um dos meus discos favoritos dos Stones chegou muito bem aos 50 anos. Stick Fingers é o décimo primeiro trabalho de estúdio da banda, mas com ressalvas, já que essa posição é somente na discografia americana dos Stones.  Na discografia inglesa, o álbum figura na nona posição. Outro dia eu explico isso…

Foi com essa maravilha que o quinteto inglês alcançou a marca de três milhões de discos vendidos. Isso apenas em solo americano. O álbum chegou ao topo das paradas tanto nos Estados Unidos quanto na Inglaterra.

 

Esse é um trabalho cheio de novidades para o grupo, desde o primeiro a contar com o famoso logo da língua, além de ter sido lançado pelo próprio selo da banda, a Rolling Stone Records. O selo foi criado apenas para lançar os discos dos Stones, mas também foi responsável pelo lançamento de álbuns solos do Keith Richards e Mick Jagger. E também lançaram em 1977 um disco do Peter Tosh, membro da banda do Bob Marley, The Wailers. Foi nesse trabalho, que o guitarrista Mick Taylor gravou o disco inteiro. Mick  foi o substituto de Brian Jones, morto em 1969.

 

A capa do disco foi obra do artista Andy  Warhol e mesmo mostrando a silhueta de um pênis em um jeans, a arte só foi censurada na Espanha.

 

Agora vamos falar de música, né? O disco abre com “Brown Sugar” e não precisa dizer muito né? Que riff de guitarra foi esse? E não é para menos que a canção é um hit do grupo até hoje e presente em seus shows.  Destaco também a belíssima balada “Wild Horses”, com uma levada meio country. Uma canção onde o vocal de Mick Jagger transborda emoção: “Moonlight Mile”. Outra balada linda, em que a banda aposta nos metais é “I Got the Blues” e ainda tem um órgão para dar um toque gospel à canção.

Queria estar vivo para ver esse trabalho fazer 100 anos e ainda se manter em  excelente forma!

50 anos de Sticky Fingers dos Rolling Stones
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Manowar

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16/03/2021 Biografias

manowar O Manowar é uma banda que dispensa apresentações, qualquer fã de metal pelo menos já ouviu falar desse quarteto americano que fez seu nome no início da década de oitenta. Eles apelam para um visual de vinkings/bárbaros e com letras sobre batalhas e sempre exaltando um lado machista.Angariando milhares

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Metal Zone Unboxing – Livro No Celebration – A Biografia Oficial do Paradise Lost – Estética Torta

Metal Zone Unboxing - Livro No Celebration - A Biografia Oficial do Paradise Lost - Estética Torta

Eis que o Jaiminho entrega hoje essa coisa mais linda do mundo. Com um acabamento absurdamente caprichado, o livro No Celebration – A Biografia Oficial do Paradise Lost já te ganha pelos olhos.

Traduzido por Kenia Cordeiro e Clovis Roman, o livro tem 468 páginas contando a história de uma, senão a mais importante banda de death/doom da Inglaterra.

Não vou falar muito aqui, porque farei uma resenha do livro no Podcast do Metal Zone. E posto aqui no recém inaugurado canal.

Editora Estética Torta

468 Páginas
Capa Dura
Marcador
Bookplate exclusivo, autografado a próprio punho por Nick Holmes e Greg Mackintosh será disponibilizado aos compradores desta edição especial.

Site da editora: www.esteticatorta.com.br

Instagram: @metalzonebr

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Hoje no Metal: Scorpions – Blackout [29/03-1982]

Hoje no Metal: Scorpions - Blackout [29/03-1982]

São 39 aninhos hein meu querido? Opaaaa, não estou falando de você meu caro leitor e sim desse furacão chamado Blackout! A safra de 1982 foi coisa de outro mundo, e não sei se lembra, mas na semana passada comemoramos os 37 anos do Love At First Sting e comentei que era o meu segundo disco favorito da banda, pois bem… O Blackout é o meu disco favorito deles e meu top 10 do metal.

A banda já vinha de dois excelentes discos: Animal Magnetism (1980) e Lovedrive (1979), e sem contar que o grupo superou muito bem a perda de dois grandes guitarristas: Ulrich Roth e Michael Schenker.

E para completar, enfrentavam um problema complicado com o vocalista Klaus Meine. O cantor passou por uma cirurgia em suas cordas vocais e para a gravação de Blackout chamaram Don Dokken para cantar, porém o guitarrista Rudolf Schenker estava contra.

Os escorpiões alemães não precisaram mudar de vocalista, Klaus se recuperou e a passagem de Don Dokken ficou nas demos desse disco e em alguns backing vocals que aparecem pelo álbum. E toda a energia de superação ficou marcada nas nove faixas que compõem essa maravilha sonora.

Hoje no Metal: Scorpions - Blackout [29/03-1982]
Sempre fotos dos meus velhinhos de guerra!!

E não é para menos, temos em mãos um digno disco de heavy metal, desde a concepção da capa, obra do artista plástico ausríaco Gottfried Helnwein. O guitarrista Rudolf Schenker viu uma série de fotos em uma revista. Essa série de fotos são auto retratos do artista, cuja semelhança com Rudolf ajudou na escolha para a cara do disco. E essa explosão de cacos de vidros, os garfos nos olhos e o grito da capa, mostram muito bem para que veio esse disco! Inclusive Rudolf aparece fantasiado no clipe “No One Like You”

Exatamente todas as nove faixas desse trabalho são um absurdo! A banda está coesa e em uma simetria quase que astrológica. O que torna esse disco peça fundamental em qualquer playlist ou discoteca que se preze.

E vamos curtir essa obra de arte!

Sobre
o autor...

Filipe Souza

Filipe Souza

[Editor / Jornalista]
E-mail: contato@filipesouza.com.br
Fundou o Metal Zone em 2000. Aficionado por música, livros, games, filmes e HQs. Ama Bukowiski, Stephen King, Tolkien e Neil Gaiman. Adoro o Batman e o Homem Aranha, mas não deixa de curtir Hqs alternativos.

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Hoje no Metal: Mr. Big – Lean Into It do Mr. Big completa 30 anos

Hoje no Metal: Mr. Big - Lean Into It do Mr. Big completa 30 anos

Mais um trintão na área!!! E na data de hoje 26/03 só que em 1991 saiu um baita disco de hard rock. É o segundo disco do fantástico Mr. Big.

Ouvi esse disco pela primeira vez na casa de um amigo, que amava rock progressivo. Eu tinha cerca de 12 anos e saí de lá com uma fitinha k7 com ele gravado. E agora estou aqui, 30 anos depois escrevendo sobre esse trabalho!

Um disco que além da sonoridade absurda é recheado de excelentes músicas e tem uma tremenda capa! E você sabia que essa foto é real? Sim! Foi tirada de um acidente ocorrido em 22 de outubro de 1895 na França, mais precisamente na estação Montparnasse em Paris.

Mr Big

O descarrilamento de Montparnasse

O descarrilamento de Montparnasse ocorreu às 16h do dia 22 de outubro de 1895, quando o Granville – Paris Express invadiu a parada de segurança em seu terminal Gare Montparnasse . Com o trem vários minutos atrasado e o maquinista tentando recuperar o tempo perdido, ele se aproximou da estação muito rápido e houve uma falha ao aplicar o freio a ar do trem. Depois de passar pela parada intermediária, o trem cruzou o saguão da estação e se chocou contra a parede da estação; a locomotiva caiu na Place de Rennes abaixo, onde ficou de bico. Embora os passageiros tenham sobrevivido, uma mulher na rua abaixo foi morta ao cair de alvenaria. (Fonte: Wikipédia: https://en.wikipedia.org/wiki/Montparnasse_derailment)

By Photo credited to the firm Levy & fils by this site. (It is credited to a photographer "Kuhn" by another publisher [1].) - the source was not disclosed by its uploader., Public Domain, https://commons.wikimedia.org/w/index.php?curid=710925
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By Arqueos Weiss from Santa catarina, Brasil - Trem, CC BY 2.0, https://commons.wikimedia.org/w/index.php?curid=4116776
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Lean Into It e as suas curiosidades

Já nos solos de “Daddy, Brother, Lover, Little Boy”, Gilbert e Sheehan usam furadeiras sem fio sobre as cordas, uma técnica que ele começou a usar em seus tempos de Racer X. E que mais tarde foi usada por Eddie Van Halen em “PoundCake”, que está presente no disco For Unlawful Carnal Knowledge, lançado meses depois.

Todas as faixas também são muito fortes! Gosto muito de “Voodoo Kiss” com licks de guitarra contagiantes e aquele boogie do Aerosmith dos anos 70 em “My Kinda Woman”.

O prefixo CDFF que aparece na quarta faixa: “CDFF” de “Lucky This Time”, nada mais é do que a canção “Addicted to That Rush”, do álbum de estréia da banda tocada em uma velocidade de reprodução super alta. Então, o “CDFF” é a sigla para “Compact Disc Fast Forward”, “CDFF” também é a estrutura de acordes da música: Dó Re Fa Fa (Obrigado Júnior!).

Meu velhinho Lean Into It do Mr. Big de 94
Meu velhinho Lean Into It do Mr. Big de 94

Rompendo barreiras

O lançamento do “Lean into It” do Mr. Big foi tão inovador, que pela primeira vez a banda alcançou a posição 15 na Billboard 200 , já o single ” To Be with You ” se tornou a primeira e única música da banda a atingir o número 1 na Billboard Hot 100. O single seguinte, ” Just Take My Heart “, foi um hit no Top 20, chegando ao número 16 na Billboard Hot 100.

Fim de uma era...

E o disco fecha com a belíssima “To Be with You”. Talvez um momento pragmático para o estilo, que na minha humilde opinião fechou todo um ciclo de grandes bandas de Hard Rock e Hair Metal, que foram simplesmente ignoradas pelo público e o mercado com o surgimento do grunge.


Então é isso! Vamos curtir hoje essa beleza de trabalho! E lembrar com saudosismo o quanto o Hard Rock ou Hair Metal, como preferir, era maravilhoso de ouvir e curtir! Com músicos talentosíssimos!

Ficha técnica

Faixas:

01. Daddy, Brother, Lover, Little Boy (The Electric Drill Song)
02. Alive and Kickin
03. Green-Tinted Sixties Mind
04. CDFF-Lucky This Time
05. Voodoo Kiss” Martin
06. Never Say Never
07. Just Take My Heart
08. My Kinda Woman
09. A Little Too Loose
10. Road to Ruin
11. To Be with You

Formação:

Eric Martin – vocais principais, palmas
Paul Gilbert – guitarra elétrica, violão acústico, palmas, backing vocals, furadeira elétrica
Billy Sheehan – baixo, palmas, backing vocals, furadeira elétrica
Pat Torpey – bateria, percussão, palmas, backing vocals

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Sobre
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Filipe Souza

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[Editor / Jornalista]
E-mail: contato@filipesouza.com.br
Fundou o Metal Zone em 2000. Aficionado por música, livros, games, filmes e HQs. Ama Bukowiski, Stephen King, Tolkien e Neil Gaiman. Adoro o Batman e o Homem Aranha, mas não deixa de curtir Hqs alternativos.

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Sepultura: 30 anos do Arise

Hoje no Metal
Sepultura: 30 anos de Arise - 25/03/91
Sepultura: Arise 30 anos

Hoje no Metal:
Sepultura - Arise - 25/03/91

Quem aí lembra desse dia? Eis que temos um 25 de março de 1991 emblemático e muito importante para uma banda. Esse dia ficou marcado na história do Thrash Metal. O nosso Sepultura presenteava o mundo com Arise. O disco foi produzido por Scott Burns, que na minha opinião já produziu os melhores discos de Death/Thrash.
 
Esse é o quinto trabalho dos brasileiros, se contarmos o split com o Overdose, se você não quiser contar, então esse é o quarto trabalho de estúdio da banda.
 
Um disco que abriu portas absurdas para o Sepultura: tocaram na segunda edição do Rock In Rio, realizaram um show gratuito na Praça Charles Miller em São Paulo. Fizeram uma turnê monstra na Europa, tocaram com Ozzy na No More Tours, com o Motorhead na Alemanha, com Sacred Reich, Napalm Death, Ministry, Helmet. Gravaram um VHS animal em Barcelona, o Under Siege (Live in Barcelona). É de chorar de tão lindo.
 
São 30 anos de história! E uma foto do meu disquinho surrado pra dédeu!!!
 
São 30 anos né?
 
Vamos curtir?

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Filipe Souza

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Gotham City 1889 – Um Conto de Batman chega ao Looke

O mais recente filme de animação do universo DC Comics e Warner Bros chega nesta sexta-feira (16) ao Looke, plataforma brasileira de streaming de vídeos on demand. Gotham City 1889 – Um Conto de Batman está disponível no serviço para aluguel e compra digital por R$ 9,99 e R$ 49,99, respectivamente.

Baseada em um quadrinho publicado em 1989, a história do desenho animado traz o Cavaleiro das Trevas Batman investigando e combatendo os crimes e assassinatos do famoso assassino Jack, o Estripador, que estão aterrorizando Gotham em 1889, no século XIX.

 

Com versão dublada e legendada em HD, a releitura do gibi do homem morcego é dirigida por Sam Liu e traz em sua versão original as vozes de Anthony Head, Bruce Greenwood, Grey DeLisle, Jennifer Carpenter, John DiMaggio, Kari Wuhrer, Scott Patterson, Tara Strong e Yuri Lowenthal.

 

Ficha técnica

Gotham City 1889 – Um Conto de Batman: Direção: Sam Liu. Elenco: Anthony Head, Bruce Greenwood, Grey DeLisle, Jennifer Carpenter, John DiMaggio, Kari Wuhrer, Scott Patterson, Tara Strong e Yuri Lowenthal.  R$ 9,99 (locação) e R$ 49,99 (compra).

 

Sobre o Looke

 

O Looke, serviço de streaming de vídeos on demand, é a forma mais simples de assistir a filmes e séries de TV sem sair de casa. A plataforma permite compra, locação ou assinatura, e apresenta mais de 12.000 títulos de todos os gêneros à sua escolha, incluindo produções recém-saídas dos cinemas, clássicos, documentários, lançamentos, animações e até shows musicais. Com modelo de negócio distinto dos demais serviços, oferece ao usuário um catálogo atualizado, incluindo conteúdos premium e exclusivos da plataforma, com a possibilidade de assistir em qualquer lugar, mesmo estando off-line. Como o aluguel e compra não estão vinculadas ao plano mensal de assinatura, o usuário necessita apenas inserir os dados de pagamento e o vídeo ficará disponível no sistema. Já para o Vídeo Club, área e títulos destinados aos assinantes do Looke, traz três pacotes com preços mais acessíveis do mercado nacional. Por apenas R$ 16,90, o plano básico permite a transmissão em uma única tela. Para assistir em três telas simultaneamente, o plano sai por R$18,90. Para o número máximo de acesso, cinco telas, o valor da assinatura é de R$25,90 e neste pacote o consumidor ganha uma locação de lançamento para assistir no mês contratado. Incluso nos pacotes para assinatura, o Looke Kids é um espaço seguro desenvolvido especialmente para crianças, com o intuito de propiciar uma navegação segura e divertida para as crianças. Usuários e assinantes podem assistir todo o conteúdo em diversos canais: pelo site www.looke.com.br, nos principais sistemas operacionais dos smartphones e tablets (Android, IOS e Windows 10), nas Smart TVs LG Samsung, Philips e Sony, e também nos consoles Xbox. Em breve na Playstation Store e Apple TV2.

Metallica – A Biografia: Master em versão LP duplo

disco Master of Puppets (1986) do Metallica representou o final do contrato de licença entre a gravadora inglesa Music for Nations (MFN) e o Metallica. Dessa forma a empresa Q Prime, que gerencia a banda até hoje, negociou na época com a Phonogram uma “major” que poderia representar muito melhor o Metallica na Europa.

Sendo assim, a Music for Nations se viu sem a sua galinha dos ovos de ouro e ainda perdeu a licença sobre os três primeiros discos da banda para a Phonogram.

Antes de expirar o prazo definitivo, o presidente da Music for Nations deu sua cartada final, lançando uma edição especial do Master of Puppets em versão LP duplo.

A MFN alegou que fez essa versão do disco com os sulcos mais largos, que tornam o som do disco mais cristalino. “Não vou dizer que era melhor”, admitiu Gem Howard, “mas era mais alto. Porque você consegue mais volume quando grava em 45 RPM num disco de doze polegadas, porque há mais espaço nos sulcos, o que melhora o som…Soa risível hoje, mas, na época, a molecada nos escrevia dizendo como a qualidade do som era maravilhosa, e vendemos milhares de cópias. Incrível.”

Gem disse que o valor final das vendas europeias e britânicas, combinadas, dos três álbuns do Metallica pela Music for Nations, ultrapassa 1,5 milhão de cópias, ou “cerca de 500 mil cópias cada”. Master permanece como o maior campeão de vendas lançado pela Music for Nations.

Essas informações e muitas outras você encontrará no livro Metallica – A Biografia, escrito pelo jornalista Mick Wall.

Você pode encontrar o livro nas seguintes lojas:

Submarino: http://www.submarino.com.br/produto/1/24083889/metallica:+a+biografia

R$ 34,90

Americanas:
http://www.americanas.com.br/produto/110752182/livros/literaturaestrangeira/geral/livro-metallica-a-biografia

R$ 34,90

[Livro] Metallica – A Biografia – pt. 01

Ser fã de rock e metal em geral é muito mais do que apenas ouvir música. É ser parte de um universo inimaginável para um cidadão comum. Quando digo cidadão comum, não é “diminuir” quem não ouve esse estilo musical ou enaltecer os que escutam. É apenas qualificar de uma forma singular os fãs do estilo. Gostar de rock e metal geralmente significa uma busca quase infinita para ouvir bandas novas, garimpar CDs e LPs clássicos, para aprender a tocar um instrumento, conhecer detalhadamente a história de cada grupo do qual se é fã.

E esse lançamento literário da Editora Globo surge como uma enciclopédia do heavy metal, thrash metal e da New Wave of Britsh Heavy Metal (NWOBHM), a nova onda do metal britânico, que tomou de assalto o mundo no início da década de oitenta e destronou o punk, dando visibilidade para novas bandas que surgiam em resposta ao “estilão” básico de três acordes: Iron Maiden, Def Leppard, Venom e Saxon, foram alguns de seus representantes.

O livro Metallica – A Biografia, não é apenas uma simples obra literária que contará a história da maior potência do heavy metal mundial. Vai muito além. É um trabalho tão rico em histórias, relatos e informações sobre heavy metal, que o Metal Zone decidiu destrinchar essa obra em uma série de artigos.

Trinta anos após a sua criação, o Metallica é hoje uma instituição dentro da música pesada. Seus discos ainda vendem sem nenhum esforço publicitário. Os shows da banda são sempre em arenas enormes e produções dignas da popularidade do grupo.

E para contar esses trinta anos de evolução meteórica, o conceituado jornalista britânico Mick Wall encarou a empreitada de relatar em mais de 400 páginas toda essa jornada musical. São entrevistas, memórias do próprio jornalista e informações de diversas fontes, como ex-integrantes, empresários, gravadoras, membros de outras bandas, jornalistas, etc…

O livro começa contando de forma dramática a maior perda para o grupo, a morte do baixista Cliff Burton. Depois o jornalista relata a história de Lars Ulrich, desde sua adolescência (rica e bem estruturada), a mudança para os EUA e seu amor pela NWOBHM, que também o levou para uma viagem pela Europa e uma estadia em Londres para conhecer seus ídolos. E para lutar com unhas e dentes pelo nascimento do Metallica. O jornalista vai a fundo em sua personalidade e seu caráter determinado.

É por esse caminho, que o autor detalha a criação e popularização da NWOBHM. O jornalista cita diversas bandas do gênero, e seus principais lançamentos. O autor também resume como se deu a criação do Iron Maiden, ícone maior da NWOBHM.

Mick esmiúça que o encontro entre James Hetfield (vocal/guitarra) e Lars Ulrich (bateria) foi muito mais complexo do que as biografias encontradas na internet traduzem. E foi mais complicado do que simplesmente atender um anúncio de jornal. Mick Wall conta como era o cenário musical de Los Angeles e a dificuldade para encontrar músicos que gostassem dessa tal NWOBHM.

Nas 100 primeiras páginas o autor relata como se deu o encontro da primeira formação do grupo: James Hetfield (vocal/guitarra), Lars Ulrich (bateria), Ron McGovney (baixo) e Dave Mustaine (guitarra). A personalidade de cada músico, o ambiente familiar em que se encontravam e toda a dificuldade que Lars teve para fazer um bando de jovens antissociais em se tornarem uma banda.
Logo nos primeiros capítulos o leitor entenderá melhor a personalidade de Lars e a liderança que ele e James exercem indiscutivelmente na banda.

Os leitores entenderão também que o sucesso meteórico do grupo não se deu da noite para o dia, sem lutar ou passar muita fome. Mick Wall fornece tanta informação sobre a banda, as dificuldades vindas de todos os lados, seja ela financeira, de convivência, que é impossível não se emocionar e vibrar com cada ponto marcado por Lars, James e seus amigos durante a trajetória do grupo.

Fica impossível para quem é fã da banda não tratar de forma pessoal as mancadas de Dave Mustaine e até torcer para ele ser mandado embora da banda logo. Sem deixar de reconhecer todas as qualidade e contribuições mais do que significativas que o ruivo deixou no Metallica. Dave Mustaine apresentava mais uma ameaça à liderança totalitária exercida por Lars Ulrich e James Hetfield do que um problema por seu alto consumo de drogas e bebidas.

No decorrer da leitura é possível entender todo o modus operandi do grupo para compor, fazer shows, e enfrentar todos os percalços de uma trajetória meteórica.

Apesar de o livro ser traduzido, os tradutores Daniela Pires, Leandro Woyakoski e Marcelo Barbão não deram bola fora em relação aos gêneros musicais, nomes das bandas e mais algumas informações, que soam como um jargão do estilo e que não precisam de tradução. Um trabalho muito bem feito por parte deles.

Se um dia houver um vestibular sobre metal, sem dúvida Metallica – A Biografia estará como leitura obrigatória e fonte essencial de informação.

No próximo artigo abordaremos as bandas que são citadas no livro e suas participações direta e indiretamente na trajetória do Metallica. Aguarde!

Essas informações e muitas outras você encontrará no livro Metallica – A Biografia, escrito pelo jornalista Mick Wall.

Você pode encontrar o livro nas seguintes lojas:

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Maus: a História de um Sobrevivente

Atualmente no mundo temos tanto na literatura quanto no cinema um vasto material relacionado ao nazismo e o terror do holocausto. Mesmo assim ainda encontramos escritores capazes de retratar esses horrores com um foco singular e comover milhares de pessoas.

Esse é o caso do escritor Art Spiegelman que retrata em Maus (Ratos em alemão) a trajetória de seu pai Vladek Spiegelman, um judeu polonês sobrevivente do campo de concentração de Auschwitz.

A história foi narrada pelo próprio pai ao filho Art. Esse livro foi publicado originalmente em duas partes: a primeira em 1986 e a segunda em 1991.

Em 1992 o livro ganhou o Prêmio Pulitzer de literatura e recentemente foi lançado no Brasil em uma única edição pela Companhia das Letras.

Os quadrinhos de Art são emocionantes e conseguem resgatar do leitor sentimentos, que para quem não está acostumado a ler HQ jamais imaginariam que pudessem existir. Ao ler essa narrativa deparamos com alguns momentos tristes e angustiantes, e em outros nos mostra que o nazismo além de ter gerado tantas mortes criou nos sobreviventes feridas psicolgicas incuráveis.

O que diversifica o livro é que Art não se prendeu somente a ótica dos relatos no campo de concentração. O autor mostra como o pai ficou após anos longe dos campos e já morando nos Estados Unidos: uma pessoa racista, mesquinha e cheia de manias. Art ainda conta o difcil relacionamento com o pai que ainda cultivava o hábito de recolher objetos na rua e só gastava o necessário.

No livro Art retrata os personagens usando para cada nacionalidade um animal: os alemães são retratados como gatos, os judeus como ratos, os poloneses como porcos e os americanos como cães. complicado tentar imaginar um motivo para o autor visualizar esses povos por essa ótica, talvez para não chocar. Os desenhos são pequenos, suaves e a cada traço e imagem que conta os horrores e o tratamento desumano pelo qual os judeus passaram, parece que ficam mais tristes e sofridos na pela desses animaizinhos.

Esse é um livro ilustrado para todas as idades, mesmo que você não esteja familiarizado com a linguagem dos Hqs irá com certeza se emocionar muito com esse trabalho.

 

Editora: Companhia das Letras
Ano: 2005
Tradutor: Antônio de Macedo Soares
Edição: 1
Número de páginas: 296
Acabamento: Brochura
Formato: Médio

Crossed HQ – Insanidade, demência e bestialidade em um novo apocalipse

Crossed HQ
Insanidade, demência e bestialidade em um novo apocalipse
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Insanidade, demência e bestialidade em um novo apocalipse

As histórias sobre zumbis e desastres químicos que resultam em seres carnívoros e por consequência geram um apocalipse, já se tornaram corriqueiras. Sejam no cinema, na literatura e nos quadrinhos e até na música e games.

Acredito que os leitores não esperavam é que isso tudo fosse levado tão ao extremo da bestialidade e da insanidade como em Crossed.

Se você é fã de filmes brutais como :Jogos Mortais, O Albergue, Centopeia Humana, A Serbian Film entre outros do gênero. Além de jogos como Dead Island e Rage, você ficará fã incondicional de Crossed.

Depois de ler, sem sombra de dúvida verá os quadrinhos de The Walking Dead como se fossem Turma da Mônica.

A revista Crossed, Cruzados em português é a mais bestial e gore história em quadrinhos já publicada. Talvez a revista Feras consiga se aproximar, mas ainda falta muito para empatar com Crossed.

Como tudo começou

A história versa sobre uma contaminação que levou os seres humanos a se tornarem uma forma diferenciada de zumbis. Eles são sádicos e extremamente violentos.

O contágio é similar aos zumbis “old school”, ou seja, pode ser através de mordidas, fluídos corporais como sangue e saliva, são os responsáveis pela contaminação.

Uma ferida em forma de cruz vermelha aparece no rosto dos infectados nos instantes após a contaminação. E pronto –  já estão prontos para espalhar sandices que estavam guardadas em seus subconscientes e assim devastar quem estiver por perto.

E toda a história dessa abominação saiu da mente insana e doentia de Garth Ennis. O irlandês é o responsável pelas conceituadas Preacher, Justiceiro e The Boys.  Mas ele já escreveu histórias sobre Hellblazer, Darkness e Juiz Dredd.

Quem desenha e consegue captar os horrores de Crossed é o desenhista Jacen Burrows, que já desenhou Homem Aranha e Transmetropolitan.

Zumbis de Crossed vs Zumbis Old School

O diferencial principal entre os doentes de Crossed e os Zumbis clássicos é que os Cruzados não perdem a capacidade de raciocínio e suas funções motoras. E isso contribui para que se organizem em grandes grupos de sádicos.

Eles caçam pessoas saudáveis e cometem as mais indescritíveis e aterrorizantes bestialidades, as quais vão de estupros a desmembramentos para também estuprar os membros de sobrarem.

A prática sexual bizarra é o chamariz das histórias. E os Cruzados praticam sexo com membros decepados e animais, sejam terrestres ou marinhos.

O vírus que acometeram essas pessoas só incrementou os sentimentos sádicos que já existiam em cada uma delas, e ficaram mais cruéis e perversas.

Assim como nas histórias de zumbis, os sobreviventes se organizam em grupos e tentam a todo o custo fugir do inferno que se instaurou na Terra. Mas os Cruzados são inteligentes e caçam os sobreviventes.

Os infectados também são organizados e astutos criando diversas armadilhas para capturar os humanos saudáveis.

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O mundo de Crossed

O mundo de Crossed é dividido em várias sequencias que contam histórias paralelas. São dez volumes até o momento.

O primeiro volume chamado apenas de Crossed foi escrito pelo Garth Ennis. Já o segundo volume da série “Valores Familiares” e o volume 3 “Psicopata”, ficaram por conta do autor David Lapham, que já escreveu sobre Superman, The Spirit, Demolidor vs Justiceiro, Homem Aranha, Wolverine entre outros.

Garth Ennis retornou no volume 4 “Badlands”, considerada a melhor HQ da série. O autor também escreveu o volume seis.

O nível de irracionalidade e falta de moral é tão grande em Crossed, que muitas das capas foram banidas.

Em Crossed você descobre que nem sempre os Cruzados são as bestas, e que o ser humano tem muito o que aprender. Em alguns volumes da série mais um autor assumiu a direção do expresso bestial para o inferno: Simon Spurrier. O inglês já escreveu histórias sobre Juiz Dredd, Motoqueiro Fantasma, Wolverine, Justiceiro, X-men entre outros.

Infelizmente esse material ainda não foi lançado no Brasil. Rumores dão conta que algumas editoras estão interessadas em lançar o material, mas nada de concreto apareceu.

E existe um projeto em andamento para que Crossed vá para as telas. O próprio Garth Ennis escreveu o roteiro. Ainda estão em busca de financiamento para o longa, que ainda na tem previsão de lançamento.

É possível baixar as revistas traduzidas para o português em blogs. É um trabalho solitário e solidário, mas traduziram as primeiras edições. Consegui alguns links para download.

Para baixar:

Crossed

Parte 1 https://www.mediafire.com/?cd9d98c1byghf5r

Parte 2 https://www.mediafire.com/?7ub1aa0imdaeq05

Crossed – Psicopata
https://www.mediafire.com/?2trw9cqf0djj7iu

A relação de histórias lançadas até o momento:

Crossed: Volume 1
Autor: Garth Ennis
Páginas: 240
Data de Lançamento: Abril/2007

Crossed: Volume 2 – Family Values
Autor: David Lapham
Páginas: 176
Data de Lançamento: Outubro/2011

Crossed: Volume 3 – Psychopath
Autor: David Lapham
Páginas: 176
Data de Lançamento: Abril/2012

Crossed: Volume 4 – Badlands
Autor: Garth Ennis
Páginas: 240
Data de Lançamento: Novembro/2012

Crossed: Volume 5 – Badlands
Autor: David Lapham
Páginas: 240
Data de Lançamento: Março/2013

Crossed: Volume 6 – Badlands
Autor: Garth Ennis
Páginas: 256
Data de Lançamento: Setembro/2013

Crossed: Volume 7 – Badlands
Autor: David Lapham
Páginas: 192
Data de Lançamento: Janeiro/2014

Crossed: Volume 8 – Badlands
Autor: Simon Spurrier
Páginas: 192
Data de Lançamento: Março/2014

Crossed: Volume 9 – Badlands
Autor: Simon Spurrier
Páginas: 176
Data de Lançamento: Julho/2014

Crossed: Wish You Were Here – Volume 1
Autor: Simon Spurrier
Páginas: 160 pages
Data de Lançamento: Setembro/2012

Crossed: Wish You Were Here – Volume 2
Autor: Simon Spurrier
Páginas: 160 pages
Data de Lançamento: Junho/2013

Crossed: Wish You Were Here – Volume 3
Autor: Simon Spurrier
Páginas: 144
Data de Lançamento: Fevereiro/ 2014

Crossed 3D
Autor: David Lapham
Páginas: 48
Data de Lançamento: Abril/2007

Fontes:
https://en.wikipedia.org/wiki/Crossed_(comics)

https://en.wikipedia.org/wiki/Simon_Spurrier

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Sobre
o autor...

Filipe Souza

Filipe Souza

[Editor / Jornalista]

Fundou o Metal Zone em 2000. Aficionado por música, livros, games, filmes e HQs. Ama Bukowiski, Stephen King, Tolkien e Neil Gaiman. Adoro o Batman e o Homem Aranha, mas não deixa de curtir Hqs alternativos.

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