GENOCIDIO: Pedro Alzaga assume as baquetas da banda!

GENOCIDIO: Pedro Alzaga assume as baquetas da banda

No início de 2021 tivemos a notícia que Niko Teixeira não iria continuar conosco, então, estamos aqui para desejá-lo toda a sorte do mundo e aproveitarmos o momento para anunciar que após um período de procura Pedro Alzaga é o novo baterista do GENOCIDIO.

 

Pedro é um baterista experiente e talentoso, imprime muito peso nas músicas e devido à sua versatilidade executa outros estilos musicais que vão desde o jazz, groove, fusion, entre outros até o metal.  Of The Archaengel, Magister, Frank Blackfire, Death Valley Stones estão entre as bandas que atuou em sua relevante trajetória como músico e também como professor de bateria há mais de 15 anos.

 

Sobre estar à frente da bateria do GENOCIDIO, Pedro destaca:

 

“É sempre desafiador e motivador estar em uma banda como o GENOCIDIO, cuja história e legado são importantes dentro e fora do Brasil. Uma relevância com mais de trinta anos de estrada!!! Fui muito bem recebido por todos, estou muito feliz e grato em poder fazer história com eles gravando o décimo álbum de estúdio.”

 

Foto: Diogo Bueno

 

Arte: Wanderley Perna

 

 

GENOPRESS  

www.facebook.com/genocidiobr

www.youtube.com/genocidioofficial

www.instagram.com/genocidioband/

Revenant – The Burning Ground

Xtreem Music – Importado
Gênero:
Thrash / Death Metal
Faixas:
1. The Faithless
2. Eclipse
3. The Burning Ground
4. Exalted Being
5. Infinite Reality
6. Distant Eyes
7. Asphyxiated Time
8. Degeneration
9. Intro / Future End
10. Fear
11. Cataleptic Spirits
12. Transcending a World of Shadow
13. Tyrannical Nightmare
14. The Unearthly (live in Den Bosch, Holland, december 1991)

Revenant

The Burning Ground

2005

3/5

Esse cd é mais uma jóia rara lançada pela gravadora espanhola Xtreem Music. Trata-se da banda americana Revenant. O grupo surgiu em 1986 na cidade de Nova Jersey, faz um mix de thrash metal com death no melhor estilo do Sepultura na época do Schizophrenia e Beneath the Remains. Arrisco em dizer que o Sepultura seja uma das grandes influências da banda.

O grupo lançou somente um cd em 1991 “Prophecies of a Dying World” pela Nuclear Blast. Porém manteve-se na ativa com demos e Mcds. O álbum “The Burning Ground” lançado em 2005 é um apanhado desse material. Tudo muito bem escolhido e de muito bom gosto.

Sobre
o autor...

Filipe Souza

Filipe Souza

[Editor / Jornalista]
E-mail: contato@filipesouza.com.br
Fundou o Metal Zone em 2000. Aficionado por música, livros, games, filmes e HQs. Ama Bukowiski, Stephen King, Tolkien e Neil Gaiman. Adoro o Batman e o Homem Aranha, mas não deixa de curtir Hqs alternativos.

metal notas

Twilight Aura retoma atividades com Andre Bastos (ex-Angra), Daísa Munhoz e vídeo de “Watching the Sky”

Twilight Aura retoma atividades com Andre Bastos (ex-Angra), Daísa Munhoz e vídeo de “Watching the Sky”

Twilight Aura retoma atividades com Andre Bastos (ex-Angra), Daísa Munhoz e vídeo de “Watching the Sky” Após 28 anos desde sua formação, a banda paulistana Twilight Aura (conhecida antigamente como ‘Twilight’) está retomando atividades em

Filipe Souza
On 05/04/2021
Leia Mais
May Undead: vocalista participa do Sabbatonero, tributo ao Black Sabbath organizado por Tony Dolan (Venom Inc)

May Undead: vocalista participa do Sabbatonero, tributo ao Black Sabbath organizado por Tony Dolan (Venom Inc)

May Undead: vocalista participa do Sabbatonero, tributo ao Black Sabbath organizado por Tony Dolan (Venom Inc) A vocalista do Torture Squad, May “Undead” Puertas, é um dos nomes convidados para participar do Sabbatonero, tributo internacional

Filipe Souza
On 31/03/2021
Leia Mais
Holocausto War Metal: informações sobre a coletânea “Reborn to Eternity”

Holocausto War Metal: informações sobre a coletânea “Reborn to Eternity”

Holocausto War Metal: Confira informações sobre a coletânea “Reborn to Eternity” Nesta sexta-feira, 02/04, será lançado um teaser da coletânea “Reborn to Eternity”, que reunirá quatro bandas de Metal Extremo de Belo Horizonte/MG: BHell, Holocausto

Filipe Souza
On 31/03/2021
Leia Mais
Jimmy & Rats lançam o álbum “Só há um caminho a seguir”, com influência do irish punk

Jimmy & Rats lançam o álbum “Só há um caminho a seguir”, com influência do irish punk

Jimmy & Rats lançam o álbum "Só há um caminho a seguir", com influência do irish punk Não demorou muito para que, após o anúncio do fim do Matanza, em 2018, Jimmy London encontrasse um

Filipe Souza
On 27/03/2021
Leia Mais
Filipe Souza 16/03/2021

manowar O Manowar é uma banda que dispensa apresentações, qualquer fã de metal pelo menos já ouviu falar desse quarteto americano que fez seu nome

Biografias
Filipe Souza 29/12/2017

iron angel O Iron Angel foi uma daquelas bandas de thrash-speed metal alemãs que estouraram na década de 80. Gravando apenas dois álbuns e desaparecendo

Biografias
Filipe Souza 28/12/2017

Carnivore Imagine que você é um de poucos sobreviventes sem sorte de uma guerra termonuclear de proporções mundiais. O ambiente tranquilo que você conhecia não

Biografias
Filipe Souza 03/12/2017

kreator Originários de Essen, na Alemanha, o Kreator surgiu por volta de 1984, ainda com o nome de Tormentor. O trio era formado por Milan

Biografias
Filipe Souza 03/12/2017

At War Para os amantes do thrash metal oitentista que não conhecem esse grupo americano não tem ideia do que estão perdendo. O At War

Biografias
Filipe Souza 03/12/2017

Angel Witch Essa banda é mais um medalhão inglês do final da década de 70 na NWOBHM, mas infelizmente não teve tanta notoriedade quanto seus

Biografias

Pestilence traz brutalidade técnica ao Rio de Janeiro

Mais do que uma banda cultuada no cenário mundial do death metal, a holandesa Pestilence é vanguardista devido à mistura de brutalidade com elementos progressivos de técnicas complexas, e por isso ostenta o título de lenda da música pesada e pioneiros do death metal progressivo. Em abril, a América do Sul presenciará a selvageria do Pestilence na turnê do recém lançado ‘Hadeon’, que apesar de diversos registros anteriores com chancela de ‘clássico’ e ‘petardo’ do estilo, é poderoso o bastante para figurar em listas de melhores de 2018.

No Rio de Janeiro, o ensandecido show é dia 8 de abril, no La Esquina, e ainda tem como bandas convidadas a belga Carnation e a nacional Dark Tower. A produção local é da Headbanger Produções, com suporte da Abraxas, que em parceria realizaram a concorrida e vitoriosa turnê dos alemães do Kadavar pelo Brasil de 27 de fevereiro a 4 de março.

A inédita passagem pelo Rio de Janeiro acontece num momento iluminado dos holandeses, sempre comandado pelo vocalista/guitarrista Patrick Mameli, o único remanescente da formação original que iniciou atividades no final da década de 1980. Desde o último retorno, em 2016, reforçaram os laços com a gravadora Hammerheart Records, tocam em diversos países e festivais e se consagram como uma banda capaz de reunir fãs antigos e atrair a nova geração interessada em death metal contemporâneo, sem perder a essência devastadora.

O lançamento de ‘Hadeon’ após 32 anos de carreira, mostra que os hiatos – 1986-1994, 2008-2014, 2016-hoje – foram cruciais para inspirar o Pestilence e reafirmar a reputação como  umas das bandas mais influentes quando se trata de death metal técnico, vide as obras-primas lançadas no passado, como  ‘Consuming Impulse’, de 1989, ‘Testimony of the Ancients’, de 1991, e ‘Resurrection Macabre’, de 2009, além de ‘Spheres’, de 1993, que traz uma inusitada, porém certeira, mistura de peso com jazz e fusion.

 

SERVIÇO

Pestilence dia 8 de abril no Rio de Janeiro

Evento no FB: https://www.facebook.com/events/1678760742154898

Bandas de abertura: Carnation (Bélgica) e Dark Tower (Brasil)

Data: 8 de abril de 2018 (domingo)

Horário: a partir das 18h30

Local: La Esquina

Endereço: Avenida Mem de Sá, 61 – Lapa/RJ

Ingresso: R$ 70 (+ R$ 7 de taxa) – 2º lote promocional online: http://bit.ly/Pestilence-RJ

Venda de ingresso físico, R$ 70 (sem taxa), 2º lote:

Catete – Sempre Música Discos: rua Correira Dutra, 99 – sobreloja 216 (somente dinheiro)

Niterói – Kasamata: rua da Conceição, 101, SL 55 (somente dinheiro)

Méier – Inside Rock: avenida Amaro Cavalcanti, 157 (dinheiro e cartão)

Loja Rock n Roll: Via Parque shopping (somente dinheiro)

Na hora: R$ 90 meia, com entrega de 1 quilo de alimento não perecível, e R$ 180 a inteira

Classificação: 18 anos

Informaçõescontato@headbangermind.com

Pungent Stench: disco novo dos reis da perversão

A banda austríaca de Death Metal Pungent Stench divulgou na sua página do Facebook detalhes sobre o novo disco de estúdio “Smut Kingdom”. Para comemorar 30 anos de perversão, o grupo lançará no dia 13 de abril o oitavo disco de estúdio: “Smut Kingdom”. O lançamento desse material era para ter ocorrido em 2007: “Lembram-se do álbum perdido de 2007, que nunca viu a luz do dia? Bem, está aqui.  Estamos felizes em anunciar o lançamento de “Smut Kingdom” via Dissonance Productons”.

Link da nota no Facebook: https://www.facebook.com/pungentstench.official/photos/a.648287765181958.1073741825.259480584062680/1845279222149467/?type=3&theater

Tracklist
1. Aztec Holiday
2. Persona Non Grata
3. Devil’s Work
4. Brute
5. King Of Smut
6. Suicide Bombshell
7. Opus Dei
8. I Require Death Sentence
9. Me Gonzo
10. Planet Of The Dead

Dismember

Um dos pilares do Death Metal sueco

Os integrantes Matti Karki (vocal), David Blomqvist (guitarra) e Fred Estby (bateria) são o núcleo vital de uma das mais importantes e reconhecidas bandas suecas de death-metal. O Dismember é considerado o pai do death metal sueco, lógico que ao lado de seus compatriotas do Edge of Sanity, At the Gates e Entombed.

 

O grupo surgiu ainda nos anos oitenta lá pelo finalzinho. É um dos pouquíssimos representantes do verdadeiro death-metal “old school” sueco. Seus trabalhos são tidos como referencia do estilo, que preserva a ferocidade, o peso e a técnica característica do death-metal sueco e europeu. O único álbum da banda que destoa da sua discografia seria o Massive Killing Capacity (1995) onde o grupo se aproxima de um death-rock que era uma linha adotada pelo Entombed.

 

Em meados de 1988 na cidade de Stockholm, capital da Suécia e principal cidade daquele país, em seu underground se formava o Dismember. A banda começou como um trio composto por Robert Sennerback (baixo/vocal), David Blomqvist (guitarra) e na bateria Fred Estby.

 

Esse line-up inicial foi mantido para a gravação de duas demos a primeira “Dismembered” e “Last Blasphemies”. Os membros originais da banda dobraram-se em 1989 quando se juntaram ao Carnage. Vale a pena abrir um parêntese aqui e contar um pouco sobre essa banda.

 

O Carnage foi uma banda também da Suécia e de death-metal, que contou em sua formação com David Blomqvist, Fred Estby e Matti Karki, todos atualmente no Dismember. Além de Johnny Dordevic (baixo) que mais tarde faria parte do Entombed e Mike Amott (Arch Enemy, Carcass). Na verdade essa banda era um projeto de Mike que abandonou a banda após o lançamento do primeiro álbum “Dark Recollection” em 1990. Mike foi se juntar à banda inglesa Carcass e gravou logo de cara um dos melhores álbuns do grupo “Necroticism – Descanting” (1991) e Heartwork (1993), em 1995 montou o Arch Enemy.

 

Assim, com o fim do Carnage, David Blomqvist, Fred Estby e Matti Karki reativaram o Dismember. Ainda como um trio gravaram uma demo “Reborn in Blasphemy” antes de gravarem convidaram o guitarrista do Unleashed, Senneback e o ex-baixista do Carbonized Richard Cabeza. Para quem não sabe Carbonized foi uma das bandas de Christopher Johnsson do Therion.

 

A demo teve uma boa aceitação no cenário europeu o que levou a banda assinar um contrato com a Nuclear Blast. A gravadora alemã incluiu duas faixas da demo na coletânea “Death Is Just Beginning”.

 

Em 1991 a banda lança seu primeiro álbum, Like An Ever-Flowing Stream. O debut do Dismember é uma obra de arte. A começar pela capa. Até hoje me arrependo quando estive nas mãos com um pôster imenso dessa capa e não o comprei. Foi na época em que o LP foi lançado no Brasil pela Rock Brigade. Enfim…

 

O cd caiu como uma bomba no cenário europeu até então invadido pelo death-metal da Flórida com bandas como Death, Cannibal Corpse, Malevolent Creation e Deicide. A banda subiu rapidamente no conceito da imprensa e dos fãs. O Dismember conseguiu também uma boa notoriedade quando a Inglaterra e a Austrália confiscaram ‘Like An Ever Flowing Stream” por conter material “indecente e obsceno”. Além de realizarem uma extensa tour com o Death e o com o Cannibal Corpse.

 

Focando o lançamento do segundo álbum, o Dismember sacia a sede por death-metal dos fãs com o EP “Pieces” lançado em 1992. Em 1993 lançam o segundo álbum “Indecent and Obscene”. Esse trabalho foi responsável por levar a banda pela primeira vez aos EUA tocando com o Suffocation e Deicide. Depois retornaram à Europa para tocar com o Morbid Angel.

 

O terceiro álbum da banda é lançado em 1995 e divide opiniões. “Massive Killing Capacity” é tido como o melhor momento da banda por alguns e como trabalho fraco. Fraco porque o Dismember sempre primou por novas sonoridades sem deixar de lado a brutalidade de suas músicas, nesse trabalho a banda estaria mais melódica. Mas as maiores críticas que se fazem a esse trabalho é que a banda perdeu sua identidade soando muito como o Entombed.

 

Após o terceiro trabalho a banda se deu férias e retornou com um Ep em 1997 chamado “Misanthropic” e ainda no mesmo ano lançam “Death Metal”. Um trabalho tão forte quanto seus antecessores. Porém, vale ressaltar que o Dismember é um grupo em constante mutação e a cada novo álbum a banda surge com adicionais musicais que melhoram e muito seu trabalho. E com “Death Metal” não foi diferente, a banda está parecendo muito com algumas atuais bandas de death metal melódico. É um trabalho que vale a pena conferir.

 

Em 2000 o grupo retoma as atividades com “Hate Campaign”, o nome faz jus a brutalidade do álbum que trouxe a banda novamente aos olhos dos fãs e do cenário do death metal mundial. Esse foi o último trabalho da banda pela gravadora Nuclear Blast.

 

Somente quatro anos depois de “Hate Campaign” que a banda volta com uk novo trabalho de estúdio. E é justamente com “Where Ironcrosses Grow”, lançado em 2004, que o grupo dá as caras novamente no cenário death metal mundial. Esse trabalho manteve o death metal “old school” característico da banda, porem sem soar totalmente extrema.

 

Parece que “Where Ironcrosses Grow” (2004), fez a banda retomar os lançamentos constantes de novos trabalhos, sem deixar uma lacuna de tempo entre os discos. Prova disso é “The God That Never Was”, lançado em 2006, que foi seu sétimo trabalho de estúdio e conseguiu mais uma evidenciar o nome do Dismember como um dos mais importantes do cenário. Esse cd foi lançado no Brasil via Hellion Records.

 

O oitavo disco da banda foi lançado em 2008 e parece que o grupo estava sedento por peso e death metal. O trabalho é uma aula do estilo e une diversas referencias a bandas de outros estilos como Slayer e Motorhead, mas tudo isso encorpado com a cara do Dismember. Esse trabalho é considerado um dos melhores discos da banda nos últimos anos.

 

Infelizmente em outubro de 2011 o baixista da banda Tobias Cristiansson informou o fim do grupo, “Depois de 23 anos, o Dismember decidiu terminar. Agradecemos aos nossos fãs pelo apoio”.

 

Gênero: Death Metal
País: Suécia

Formação mais Recente:
Matti Karki (Vocal)
David Blomqvist (Guitarra)
Martin Persson (Guitarra)
Tobias Christiansson (Baixo)
Thomas Daun (Bateria)

http://www.dismember.se